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	<title>Caxolas &#187; web 2.0</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>Google Wave: um novo paradigma</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 11:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Google Wave]]></category>
		<category><![CDATA[Novo e-mail]]></category>
		<category><![CDATA[Steven Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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Uma das características mais marcantes da chamada Web 2.0 é o seu aspecto colaborativo. Boa parte do conteúdo de interesse para as pessoas hoje em dia é construída por um cérebro coletivo mais do que por uma pessoa ou um grupo fechado. Isto é verdade para sites como o YouTube [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/wave.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-457" title="wave" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/wave.jpg" alt="wave" width="580" height="377" /></a></p>
<p>Uma das características mais marcantes da chamada Web 2.0 é o seu aspecto colaborativo. Boa parte do conteúdo de interesse para as pessoas hoje em dia é construída por um cérebro coletivo mais do que por uma pessoa ou um grupo fechado. Isto é verdade para sites como o <a href="http://www.youtube.com" target="_blank">YouTube</a> e <a href="http://www.flickr.com" target="_blank">Flickr</a>, cujo conteúdo não é produzido por seus idealizadores, mas pela coletividade. O mesmo vale para as redes sociais. O todo não pode ser feito por um, e sim, por todos; há completa simbiose entre autores e conteúdos.</p>
<p>Steven Johnson chama a atenção para como a metáfora do desktop criou um novo ambiente para o pensamento e em como esse novo substrato influencia e redireciona a forma de criar textos. Esta nova forma de organizar o raciocínio deu início à recente revolução digital, pois permitiu aos não iniciados em linguagem de máquina fazer uso dela. Foi o início da popularização dos chamados computadores pessoais.</p>
<p>Entretanto, esta forma de criar está atrelada a um paradigma autor/leitor e que evoca apenas o hipertexto (na acepção de Pierre Levy) do autor no momento da criação. O da coletividade será evocado apenas no momento da leitura.</p>
<p>Assim surge, antevisto por Levy, algo que possibilita a criação de obras co-autorais nas instâncias que são co-idealizadas; a colaboração chega à fundamentação, não somente na pós-execução.</p>
<p>A ferramenta que dá suporte a tais ideias chama-se <a href="https://wave.google.com" target="_blank">Google Wave</a>. Ele dá a possibilidade de diferentes Internautas produzirem conteúdo ao mesmo tempo na mesma plataforma. Isso é: no mesmo momento que uma pessoa está escrevendo, outra pode estar corrigindo e muitas outras dando ideias.</p>
<p>A co-criação de conteúdo é posta em prática neste artigo, realizado por <a href="http://www.caxolas.com.br/author/brenofrias/" target="_blank">Breno Frias</a> e <a href="http://www.caxolas.com.br/author/admin/" target="_blank">Régis Frias</a> no Google Wave.<span> </span></p>
<p>Para saber mais sobre o wave:</p>
<p>Google Wave Overview</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/p6pgxLaDdQw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/p6pgxLaDdQw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Google Wave Developer Preview at Google I/O 2009</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/v_UyVmITiYQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/v_UyVmITiYQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Repensando a importância do tráfego para os sites modernos</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 15:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Régis Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[tráfego]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[web traffic]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabei de ler um artigo interessante sobre como os Websites modernos estão repensando a importância do outrora tão aclamado tráfego. O autor discute como hoje em dia está cada vez mais importante ter o seu conteúdo em sites alheios do que propriamente ter pessoas acessando diretamente o seu site. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei de ler um <a href="http://technology.inc.com/blog/2009/09/its_not_about_web_traffic_anym.html" target="_blank">artigo interessante</a> sobre como os Websites modernos estão repensando a importância do outrora tão aclamado tráfego. O autor discute como hoje em dia está cada vez mais importante ter o seu conteúdo em sites alheios do que propriamente ter pessoas acessando diretamente o seu site. O velho paradigma diz que seu site é bem sucedido se muitas pessoas o visitam. Esse novo modelo acha mais importante que as pessoas ouçam o que você tem a dizer, não importa onde elas estejam.</p>
<p>Vale para repensarmos nosso posicionamento online em uma época de <a href="http://www.google.com/reader" target="_blank">Google Reader</a>, <a href="http://twitter.com/" target="_blank">Twitter</a>/<a href="http://www.facebook.com/" target="_blank">Facebook</a> (em que o que escrevemos em um atualiza automaticamente o outro, e em que sequer precisamos acessar o site para publicarmos coisas). Afinal, onde está o conteúdo do seu site? Aqui vão dois exemplos do que eu chamo de metablog, uma nova forma de pensar o lugar (virtual mesmo, não conceitual ou filosófico) do conteúdo na Internet: o <a href="http://www.google.com/reader/shared/regisfrias" target="_blank">meu shared items</a> do Google Reader e o <a href="http://www.google.com/reader/shared/brenofrias" target="_blank">do Breno</a>. Notem como nós não criamos este conteúdo, apenas agregamos e compartilhamos. Isso é uma forma de espalhar a palavra.</p>
<p>(Mas atenção: cuidado com o levianismo! Conteúdo tem direito autoral, é como imagem. Tratem o conteúdo alheio como gostariam que tratassem o seu.)</p>
<p>Voltando ao assunto: projeto estratégico de design para a Internet deve considerar esse tipo de tendência. Como o seu conteúdo vai ser acessado? Eu mesmo não entro no nosso blog. Para mim a interface dele pouco importa. Pode não ser assim para todos, então isso deve ser considerado no projeto e não como um subproduto aleatório. Se você tem uma mensagem para transmitir deve levar em conta todas as formas de captação dela.</p>
<p><a href="http://technology.inc.com/blog/2009/09/its_not_about_web_traffic_anym.html" target="_blank">Leia aqui o artigo completo.</a> Está em inglês, mas vale a pena fazer um esforcinho para ler. Se alguém se dispuser a ajudar eu posso começar a trabalhar numa tradução (livre, claro).</p>
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