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	<title>Caxolas &#187; Sustentabilidade</title>
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		<title>Arte e design &#8211; Ossário</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 01:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg"><img class="alignnone" src="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço de pano e as paredes como elementos de sua obra efêmera que formava várias caveiras. Ele já imaginava que seria abordado por autoridades, mas não imaginava que chegaria a ser 5 vezes por noite.  Ao final a prefeitura interditou o túnel e limpou apenas as partes que o artista havia interferido, deixando o restante do mesmo estado. Estas e outras mensagens você poderá encontrar no subsolo do <a href="http://www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10164,1,0,1,1.bb?codigoMenu=9904&amp;dtInicio=4&amp;codigoEvento=3287">CCBB</a> na até o dia 9 de maio na exposição Ossário, que faz uma representação da obra realizada no túnel.</p>
<p>É uma exposição muito importante para todos os designers que querem pensar algo amais em suas criações. Através de um insigth, Alexandre conseguiu chamar atenção de um problema urbano e efetivamente levou a uma ação pública. Acredito que enquanto designer devemos pensar nos impactos e intervenções que fazemos em nossa sociedade. Devemos tentar sair do lugar comum e pensar que podemos driblar as pressões comerciais através de suas próprias armas, fazendo como Alexandre, mostrando uma face de nossa sociedade que não quemos ver, e desta forma, mudar um as coisas um pouco de cada vez.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Rua Álvares Penteado, 112 &#8211; Centro<br />
Entrada franca</strong></p>
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		<title>CICI 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 16:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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Está acontecendo entre 10 e 13 de março de 2010 a &#8220;conferencia internacional de cidades inovadoras.
Cidades inovadoras dos cinco continentes reúnem-se no Paraná em 2010 para a Conferência Internacional             de Cidades Inovadoras &#8211; CICI2010. A iniciativa do Sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-830" title="Picture 1" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Picture-1.png" alt="Picture 1" width="450" height="118" /></p>
<p>Está acontecendo entre 10 e 13 de março de 2010 a &#8220;conferencia internacional de cidades inovadoras.</p>
<p>Cidades inovadoras dos cinco continentes reúnem-se no Paraná em 2010 para a Conferência Internacional             de Cidades Inovadoras &#8211; CICI2010. A iniciativa do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná             (Fiep), em copromoção com as prefeituras de Curitiba, Lyon (França), Londres(Inglaterra), Bengaluru (Índia)             e Austin (Estados Unidos), coloca lado a lado as inovações das cidades e a experiência de mais de             100 especialistas na gestão inovadora de conglomerados urbanos e humanos.</p>
<p>Ainda dá tempo, você pode assitir on-line<a href="http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content95290.shtml" target="_blank"> http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content95290.shtml</a></p>
<h2>Destaques Nacionais e Internacionais</h2>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img id="imgId[32909]" src="http://www.cici2010.org.br/dbimages/32941.img" border="0" alt="" width="40" height="40" /></td>
<td><a href="http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content78710.shtml" target="_blank">Pierre Lévy</a> <span>(Ontario, Canadá)</span><br />
“A Cidade como Rede e a Sustentabilidade das Cidades” e “O futuro             da investigação em redes sociais”</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img id="imgId[32909]" src="http://www.cici2010.org.br/dbimages/32943.img" border="0" alt="" width="40" height="40" /></td>
<td><a href="http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content78714.shtml" target="_blank">Steven Johnson</a> <span>(Nova             Iorque, EUA)</span><br />
“A cidade como organismo vivo” e “Palestra sobre Redes Sociais e Emergências”</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img id="imgId[32909]" src="http://www.cici2010.org.br/dbimages/32931.img" border="0" alt="" width="40" height="40" /></td>
<td><a href="http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content78719.shtml" target="_blank">Clay Shirky</a> <span>(Nova             Iorque, EUA)</span><br />
“A Reinvenção do Governo a partir das Cidades” e “O Poder de organizar             sem Organização&#8221;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>veja mais</p>
<p><a href="http://www.cici2010.org.br/" target="_blank">http://www.cici2010.org.br/</a></p>
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		<title>Design Gráfico Estratégico! Existe?</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 18:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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Por mais que eu tenha procurado referencias de design gráfico estratégico, os exemplos que tenho encontrado estão voltados para o design de produto ou design social. São categorias especificas do design que identifico importância fundamental para o futuro, para geração de valor e de qualidade de vida. No entanto essas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><img class="aligncenter size-full wp-image-668" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/dg2.jpg" alt="dg" width="387" height="244" /></p>
<p style="text-align: left">Por mais que eu tenha procurado referencias de design gráfico estratégico, os exemplos que tenho encontrado estão voltados para o design de produto ou design social. São categorias especificas do design que identifico importância fundamental para o futuro, para geração de valor e de qualidade de vida. No entanto essas não são áreas que atuo diretamente, por isso sempre fiquei receoso com a aplicabilidade do design estratégico na área de design gráfico. O exemplo que postei em “<a href="http://www.caxolas.com.br/2010/01/557/" target="_blank">design para minorias</a>” foi um passo importante, mas ainda não havia conseguido fechar o entendimento mercadológico por inteiro.</p>
<p>No dia 05 de fevereiro fui na palestra do Ronald Kapaz, sócio-diretor da OzDesign que conseguiu definir para mim algumas idéias de forma racional das quais já tinha entendido de forma intuitiva (1). O principal insight foi a visão do Design-Filósofo, a qual concordo plenamente e que tenho me empenhado como meta para o meu desenvolvimento. Esse pensamento envolve muito mais a qualidade questionadora e inquietante do design do que qualquer qualidade técnica específica. Baseado nesse e em alguns outros pensamentos consegui chegar a algumas conclusões (ou inquietações) sobre design gráfico estratégico.</p>
<p>Algumas transformação estão ocorrendo no design gráfico. Seu principal valor não está mais em interpretar e transmitir a imagem das empresas (clientes) para o mercado. Ele está em interpretar a empresa e apresentar lacunas entre o que a empresa é, como ela quer ser, como ela quer se apresentar, como o consumidor à enxerga e o que o consumidor realmente deseja e espera.  Enfim, o design não está simplesmente em apresentar soluções para os problemas imediatos que o cliente quer resolver (traduz-se conseguir mais lucratividade), mas sim em apresentar as questões corretas para o cliente e os problemas verdadeiros que ele precisa confrontar.</p>
<p>Uma solução visual esteticamente bem desenvolvida e implementada não surtirá efeito se não corresponder à identidade da empresa e as expectativas do consumidor final assim como os diversos pontos de relacionamentos da empresa. O design, dessa forma, está sendo incorporado como parte fundamental do Branding, possibilitando uma ampliação do Brand equity (2) e trabalhando nos fundamentos da construção de uma personalidade da empresa, para ela ser realmente o que necessita para evoluir, e não apenas estar presente.</p>
<p>A formulação de marca, sua estética e sua comunicação integrada precisa ser interiorizada pela empresa, precisa corresponder a sua estrutura por essência. Mas ainda sim o design estratégico não está em fazer da empresa o que ela precisa para conquistar e manter seus clientes. O design estratégico está em atuar no mercado visando sua transformação para o futuro e para a sociedade. Em implementar nas empresas uma visão de futuro onde a <a href="http://www.icsid.org/" target="_blank"><strong>ética global, ética social e ética cultural está em primeiro lugar e seu produto final, visível para a sociedade</strong> <strong>é a valorização da vida.</strong></a><strong><strong> </strong></strong><strong>(</strong>definição do que é design pela ICSID)</p>
<p>Dessa forma a comunicação visual, ou design gráfico, possui um papel muito mais de transformar as corporações e, conseqüentemente, seu posicionamento dentro da sociedade intrinsecamente visual. No entanto o conceito visual a longo tempo irá perder sua soberania, pois é um espaço disputado centímetro a centímetro nas grandes cidades, nas mídias e na internet. Novas tecnologias trarão possibilidades infinitas e novas formas de comunicação (hoje já é possível se comunicar com pessoas em coma). As minorias hoje têm ganhado importância como os deficientes físicos e idosos que precisam do auxílio dos outros sentidos. Além disso na sociedade super atarefada, será cada vez mais comum a utilização multisensorial  para a resolução de tarefas simples. Nesse contexto, quem conseguir construir uma marca de forma multisensorial ganhará destaque. Conseqüentemente o conceito de design gráfico irá se tornar ultrapassado e quem está hoje o enxergando como ferramenta para estética das empresas, terá que se adequar às novas tecnologias, assim como aconteceu com a typografia, a litografia e o fotolito e até mesmo com a câmera analógica.</p>
<p><strong>Observações</strong></p>
<p>(1) Outra grande lição que aprendi na palestra foi a visão apresentada sobre separação entre lógica e intuição. Enquanto na lógica se constrói um  pensamento no tempo linear através de uma coerência 1+1 = 2, na intuição o pensamento é único e holístico, uma compreensão do todo que muitas vezes não é possível racionalizar, mas nem por isso menos complexo ou verdadeiro do que o pensamento lógico.</p>
<p>(2) Entendo Brand Equity como <em>todos os recursos (inclusive inteligência) necessários para que a marcas sejam posicionadas, comunicadas e vendidas com lucros financeiros e emocionais (</em>José Roberto Martins).</p>
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		<title>O consumo e o futuro, o que o design tem a ver com isso?</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 16:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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Poucas pessoas sabem que o consumo foi inventado na segunda guerra mundial no sentido de melhorar a economia e que se tornou a regra para todo o sistema. O documentário História das Coisas mostra, de maneira didática e inquestionável qual é a história natural das &#8220;coisas&#8221;, desde sua Extração, passando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://video.google.com.br/googleplayer.swf?docid=-7568664880564855303&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://video.google.com.br/googleplayer.swf?docid=-7568664880564855303&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Poucas pessoas sabem que o consumo foi inventado na segunda guerra mundial no sentido de melhorar a economia e que se tornou a regra para todo o sistema. O documentário História das Coisas mostra, de maneira didática e inquestionável qual é a história natural das &#8220;coisas&#8221;, desde sua Extração, passando pela Produção, Distribuição, Consumo e Disposição de Lixo. A apresentadora nos mostra que existem informações não reveladas no caminho linear que foi nos ensinado. Ela mostra que em cada etapa, existe um mundo de falácias a serem desmascaradas e apresentadas àqueles que têm o que fazer para remediar o impacto ambiental da extração e produção desmesuradas: os consumidores. Ou seja: nós mesmos, cada um de nós.</p>
<p><strong>Mas o que o design tem a ver com isso? </strong>Refletindo o documentário acima, percebe-se que tudo ao nosso redor é design mas a maioria que se rotula como design não passa de desenho, formas atrativas, estética para ajudar o consumo desenfreado. <a href="http://www.caxolas.com.br/2010/01/phillippe-starck-se-aprofunda-no-design/" target="_blank">Phillippe Starck rotula isso como&#8221;&#8230;design cínico&#8230;&#8221;</a>. Não podemos confundir o verdadeiro sentido da palavra com o que a mídia divulga.</p>
<p>Muito se fala hoje do papel do design e sua importância na inovação das corporações que precisam “pensar design” (<a href="http://www.caxolas.com.br/2009/10/tim-brown/" target="_blank">design Thinking</a>). Mas afinal de contas o que tem de tão extraordinário esse tal de design? Tirando o iPhone, alguém consegue citar outro exemplo? A verdade é que há vários exemplos por ai, pois o design vai muito além de produtos. O design está na história entre pensadores e cientistas que transformaram nossa sociedade no que ela é hoje. Mas com o desenvolvimento do pensamento racional e da divisão do trabalho, o papel da criatividade passou a fazer parte da de um segmento que hoje ainda chamamos de ciências humanas. Por um tempo a criatividade na indústria foi valorizada na publicidade, pois era capaz de dar uma cara para as empresas do que elas queriam parecer, eram os maquiadores do mercado, dando um retorno em curto prazo. Mas como toda a maquiagem, tem seu tempo de duração (mesmo as chamadas permanentes). Logo as pessoas perceberam que aquela imagem que a publicidade mostrava (e ainda mostra) era apenas uma fachada.</p>
<p><strong>Veja abaixo a definição do que é design pela <a href="http://www.icsid.org/" target="_blank">ICSID (International Council of Societies of Industrial Design)</a> e, se tiver um tempo, vale a pena ver o vídeo acima.</strong></p>
<p>&#8220;O Design é uma atividade cujo objetivo é estabelecer qualidades multi-facetadas de objetos, serviços e seus sistemas em ciclos de vida completos. Portanto, design é o fator central da humanização inovadora das tecnologias e um fator crucial de intercâmbio cultural e econômico. O Design procura descobrir e estabelecer relações estruturais, organizacionais, funcionais, expressivas e econômicas, com o objetivo de:</p>
<ul>
<li>enfatizar a sustentabilidade global e a proteção ambiental <strong>(ética global)</strong>;</li>
<li>dar benefícios e liberdade para a inteira comunidade humana, individual e coletiva, usuários finais, produtores e protagonistas de mercado <strong>(ética social)</strong>;</li>
<li>dar suporte à diversidade cultural, independentemente da globalização mundial <strong>(ética cultural)</strong>;</li>
<li>gerar produtos, serviços e sistemas, cujas formas sejam expressivas e coerentes com sua própria complexidade.</li>
</ul>
<p>O design é uma atividade envolvendo uma ampla faixa de profissões, das quais produtos, serviços, comunicações gráficas, decoração e arquitetura fazem parte. Juntas, essas atividades deveriam elevar, de um modo harmônico e orquestrado com outras profissões, o valor da vida.&#8221;</p>
<p><em>Sergio Brandit e Vinícius Costa</em></p>
<p>LINKS:<br />
<a href="http://www.icsid.org/" target="_blank">http://www.icsid.org/</a></p>
<p><a href="http://www.storyofstuff.com/international/index.html" target="_blank">http://www.storyofstuff.com/international/index.html</a></p>
<p><a href="http://www.storyofstuff.com/international/index.html" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-646" title="v_StoryStuff_Button" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/v_StoryStuff_Button.jpg" alt="v_StoryStuff_Button" width="545" height="462" /></a></p>
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		<title>Mudanças climáticas em debate &#8211; dia 30/11 no Roda Viva</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 19:36:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aquecimento Global]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Clemente Cerri]]></category>
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		<description><![CDATA[
Na semana que antecede a COP-15, a Conferência da ONU sobre  Clima, em Copenhage, o Roda Viva aborda o tema que já é considerado o maior desafio do meio ambiente no planeta: a mudança climática.
O entrevistado é um pesquisador da relação entre agricultura, clima  e meio ambiente. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/RODA-VIVA-copy1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-467" title="RODA-VIVA" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/RODA-VIVA-copy1.jpg" alt="RODA-VIVA" width="580" height="441" /></a></p>
<p>Na semana que antecede a COP-15, a Conferência da ONU sobre  Clima, em Copenhage, o Roda Viva aborda o tema que já é considerado o maior desafio do meio ambiente no planeta: a mudança climática.</p>
<p>O entrevistado é um pesquisador da relação entre agricultura, clima  e meio ambiente. É autor de um estudo pioneiro sobre o impacto climático provocado pelo desmatamento da agropecuária no Brasil e é também um dos responsáveis pelo cálculo  das emissões brasileiras de gases de efeito estufa &#8211;  os mais recentes dados mostram que a emissão desses gases no Brasil subiu 62 por cento em 15 anos. Mais que o dobro da média mundial.</p>
<p>No centro do Roda Viva,  CARLOS CLEMENTE CERRI, engenheiro agrônomo, professor titular do CENA &#8211; o Centro de Energia Nuclear na Agricultura da Universidade de São Paulo.</p>
<p>Acompanhe e participe ao vivo do programa a partir das 18h30 na internet. <a href="www.iptvcultura.com.br">www.iptvcultura.com.br</a></p>
<p>Roda Viva toda segunda às 22h na TV Cultura</p>
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