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	<title>Caxolas &#187; pensar</title>
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		<title>Design Thinking: design como inspiração para inovação e transformação organizacional</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 19:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caxolas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O papel do design no universo das empresas sofreu ampla modificação nos últimos anos, evoluindo de uma ‘supérflua’ ferramenta empregada em produções estéticas para ser reconhecido como um dos principais recursos estratégicos, capaz de agregar significativo valor aos produtos e/ou marcas e transformando-os em experiências memoráveis. Talvez a Apple seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O papel do design no universo das empresas sofreu ampla modificação nos últimos anos, evoluindo de uma ‘supérflua’ ferramenta empregada em produções estéticas para ser reconhecido como um dos principais recursos estratégicos, capaz de agregar significativo valor aos produtos e/ou marcas e transformando-os em experiências memoráveis. Talvez a Apple seja o melhor exemplo global deste mutação. “Você não sacrifica a experiência pelo crescimento; você impulsiona o crescimento a partir da qualidade da experiência.” (JOBS, S. 2009)</p>
<p>O papel do design estende-se muito além da simples criação de formas para posicionar e diferenciar a empresa no mercado. Ao invés disso, o design sugere produtos e serviços qnsformando-se assim em uma ferramenta central ao processo de inovação.</p>
<p>O mundo atual, dinâue materializam os valores essenciais da empresa, tramico e em constante evolução, propõe grandes desafios ao universo empresarial: instabilidade econômica, modificação dos valores sociais, ampliação da expectativa em relação à responsabilidade social e ambiental, novas oportunidades a partir do acesso à mercados globais, tecnologia em profunda transformação e consumidores mais exigentes e sofisticados. Além disso, as empresas habitam hoje o chamado “innovation gap” (1): possuem ferramentas tecnológicas necessárias para produzir praticamente tudo, porém carecem de conhecimento para entender o quê os consumidores realmente desejam. Suprir esta lacuna é fundamental para atingir lucratividade e crescimento.</p>
<p>Por outro lado, os modelos tradicionais de gestão, bem-sucedidos no passado, são hoje muito rígidos para atender aos novos desafios e oportunidades. De acordo com Bruce Nussbaum (2), editor da Business Week, o formato no qual nossas empresas e instituições foram concebidos não funcionam mais. Corporações, sistemas financeiros, meio ambiente, saúde, educação são categorias que precisam de uma revisão, em que inovações incrementais não serão suficientes para enfrentar o nível de complexidade exigido por estas transformações. Faz-se necessário uma transformação do negócio em si, em que processos mais eficientes, mobilizem o capital humano e posicionem o negócio acima da curva evolutiva. Um crescente número de líderes empresariais acreditam que Design Thinking desempenha um importante papel neste processo.</p>
<p>Design Thinking é uma metodologia original e efetiva, que pode ser aplicada ao design de inovação, sistemas, processos e no design do negócio em si. Um método que oferece uma compreensão mais ampla, ágil e profunda sobre a estilo de vida dos indivíduos, facilitando assim a solução de problemas complexos, abrangendo desde o acesso à água potável nos países em desenvolvimento até a eficácia dos sistemas de segurança nos aeroportos internacionais.</p>
<p>Ao longo das últimas décadas os designers desenvolveram habilidades visando combinar as necessidades humanas conjugadas à disponibilidade de recursos técnicos como também as limitações mercadológicas do negócio. Através da integração do que é desejado sob a ótica dos aspectos humanos, em conjunto com o que é tecnologicamente praticável e economicamente viável, designers foram capazes de criar produtos e marcas admirados. Design Thinking amplia este espectro de atuação, empregando a metodologia para um universo mais amplo de problemas, deslocando a atitude de ser designer para pensar como designer (3).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-944" title="design estrategico" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/design-estrategico1.jpg" alt="design estrategico" width="425" height="213" /></p>
<p>A fantasia do gênio e sua mente brilhante, que por muito tempo habitou nosso inconsciente coletivo, é substituído por um processo de design multidisciplinar, passível de ser gerenciado e implementado. Design Thinking é essencialmente um processo de inovação centrado em aspectos humanos, cujos métodos como observação, colaboração, conhecimento, visualização, prototipagem e análises incitam a inovação e delineiam as estratégias empresariais promovendo, assim, a decisão sobre o que deve ser produzido.</p>
<p>Criatividade e design mobilizam inovação, e inovação mobiliza crescimento. Porém a inovação pautada somente em novidades não confere ao negócio viabilidade econômica e  sustentável a longo-prazo. Faz-se necessário um modelo de inovação que suscite transformação para assim dar-se início a um processo de criação da cultura de inovação empresarial.</p>
<p>Empresas líderes em alguns setores de produção da economia brasileira iniciaram seu percurso metodológico no universo do Design Thinking, além de iniciativas acadêmicas. Livros como The Rise of Creative Class(4) e A Whole New Mind(5) reforçam que estamos em meados de uma mudança ainda mais significativa no papel do design e da criatividade nas corporações: o incremento da economia criativa, influenciada tanto por fatores micro como macro. Aparentemente é uma transformação permanente e portanto, capaz de transformar uma empresa que faz design para uma empresa cujo design seja o seu enfoque estratégico.</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>1. Lockwood, T. Design Thinking. USA: Allworth Press, 2010</p>
<p>2. Nussbaum, B. Business Week. USA: 2009</p>
<p>3. Brown, T. Change by design. USA: HaperColins, 2009</p>
<p>4. Florida, R. The Rise of Creative Class. USA: Basic Books, 2003</p>
<p>5. Martin, R. A Whole New Mind. USA: Harvard Business Review, 2009</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Autora: Ellen Kiss:</strong></span> professora e coordenadora acadêmica da Pós-Graduação em Design Estratégico na ESPM além de docente convidada em outras instituições de ensino. Consultora e palestrante em temas que permeiam design e inovação. Possui mais de 15 anos de atuação profissional com experiência internacional. Colabora com publicações e é membro da diretoria da Abedesign.<br />
<span style="color: #ffcc00;"><span style="color: #ff6600;"><strong>email:</strong></span> </span><a href="mailto:ellen@ellenkiss.com" target="_blank">ellen@ellenkiss.com</a></p>
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		<title>Design Gráfico Estratégico! Existe?</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 18:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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Por mais que eu tenha procurado referencias de design gráfico estratégico, os exemplos que tenho encontrado estão voltados para o design de produto ou design social. São categorias especificas do design que identifico importância fundamental para o futuro, para geração de valor e de qualidade de vida. No entanto essas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><img class="aligncenter size-full wp-image-668" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/dg2.jpg" alt="dg" width="387" height="244" /></p>
<p style="text-align: left">Por mais que eu tenha procurado referencias de design gráfico estratégico, os exemplos que tenho encontrado estão voltados para o design de produto ou design social. São categorias especificas do design que identifico importância fundamental para o futuro, para geração de valor e de qualidade de vida. No entanto essas não são áreas que atuo diretamente, por isso sempre fiquei receoso com a aplicabilidade do design estratégico na área de design gráfico. O exemplo que postei em “<a href="http://www.caxolas.com.br/2010/01/557/" target="_blank">design para minorias</a>” foi um passo importante, mas ainda não havia conseguido fechar o entendimento mercadológico por inteiro.</p>
<p>No dia 05 de fevereiro fui na palestra do Ronald Kapaz, sócio-diretor da OzDesign que conseguiu definir para mim algumas idéias de forma racional das quais já tinha entendido de forma intuitiva (1). O principal insight foi a visão do Design-Filósofo, a qual concordo plenamente e que tenho me empenhado como meta para o meu desenvolvimento. Esse pensamento envolve muito mais a qualidade questionadora e inquietante do design do que qualquer qualidade técnica específica. Baseado nesse e em alguns outros pensamentos consegui chegar a algumas conclusões (ou inquietações) sobre design gráfico estratégico.</p>
<p>Algumas transformação estão ocorrendo no design gráfico. Seu principal valor não está mais em interpretar e transmitir a imagem das empresas (clientes) para o mercado. Ele está em interpretar a empresa e apresentar lacunas entre o que a empresa é, como ela quer ser, como ela quer se apresentar, como o consumidor à enxerga e o que o consumidor realmente deseja e espera.  Enfim, o design não está simplesmente em apresentar soluções para os problemas imediatos que o cliente quer resolver (traduz-se conseguir mais lucratividade), mas sim em apresentar as questões corretas para o cliente e os problemas verdadeiros que ele precisa confrontar.</p>
<p>Uma solução visual esteticamente bem desenvolvida e implementada não surtirá efeito se não corresponder à identidade da empresa e as expectativas do consumidor final assim como os diversos pontos de relacionamentos da empresa. O design, dessa forma, está sendo incorporado como parte fundamental do Branding, possibilitando uma ampliação do Brand equity (2) e trabalhando nos fundamentos da construção de uma personalidade da empresa, para ela ser realmente o que necessita para evoluir, e não apenas estar presente.</p>
<p>A formulação de marca, sua estética e sua comunicação integrada precisa ser interiorizada pela empresa, precisa corresponder a sua estrutura por essência. Mas ainda sim o design estratégico não está em fazer da empresa o que ela precisa para conquistar e manter seus clientes. O design estratégico está em atuar no mercado visando sua transformação para o futuro e para a sociedade. Em implementar nas empresas uma visão de futuro onde a <a href="http://www.icsid.org/" target="_blank"><strong>ética global, ética social e ética cultural está em primeiro lugar e seu produto final, visível para a sociedade</strong> <strong>é a valorização da vida.</strong></a><strong><strong> </strong></strong><strong>(</strong>definição do que é design pela ICSID)</p>
<p>Dessa forma a comunicação visual, ou design gráfico, possui um papel muito mais de transformar as corporações e, conseqüentemente, seu posicionamento dentro da sociedade intrinsecamente visual. No entanto o conceito visual a longo tempo irá perder sua soberania, pois é um espaço disputado centímetro a centímetro nas grandes cidades, nas mídias e na internet. Novas tecnologias trarão possibilidades infinitas e novas formas de comunicação (hoje já é possível se comunicar com pessoas em coma). As minorias hoje têm ganhado importância como os deficientes físicos e idosos que precisam do auxílio dos outros sentidos. Além disso na sociedade super atarefada, será cada vez mais comum a utilização multisensorial  para a resolução de tarefas simples. Nesse contexto, quem conseguir construir uma marca de forma multisensorial ganhará destaque. Conseqüentemente o conceito de design gráfico irá se tornar ultrapassado e quem está hoje o enxergando como ferramenta para estética das empresas, terá que se adequar às novas tecnologias, assim como aconteceu com a typografia, a litografia e o fotolito e até mesmo com a câmera analógica.</p>
<p><strong>Observações</strong></p>
<p>(1) Outra grande lição que aprendi na palestra foi a visão apresentada sobre separação entre lógica e intuição. Enquanto na lógica se constrói um  pensamento no tempo linear através de uma coerência 1+1 = 2, na intuição o pensamento é único e holístico, uma compreensão do todo que muitas vezes não é possível racionalizar, mas nem por isso menos complexo ou verdadeiro do que o pensamento lógico.</p>
<p>(2) Entendo Brand Equity como <em>todos os recursos (inclusive inteligência) necessários para que a marcas sejam posicionadas, comunicadas e vendidas com lucros financeiros e emocionais (</em>José Roberto Martins).</p>
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		<title>Design para transformar o comportamento humano 2</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 01:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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Seguindo a linha Design modificando o cotidiano, essa animação tem tudo a ver com o post daqui <a href="http://www.caxolas.com.br/2009/10/design-para-transformar-o-comportamento-humano/" target="_blank">Design para transformar o comportamento humano.</a> Apesar de ser uma animação, esse criativo curta faz pensar o que não poderíamos fazer através da inovação, da utilização criativa na tecnologia e vontade de modificar o cotidiano.</p>
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		<title>“Vigilância”: palavra mestra dos tempos futuros.</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 16:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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A tecnologia de hoje e a prevista para daqui a alguns anos já permite essa possibilidade. Seremos reconhecidos como ícones sendo que o material e o virtual farão parte de uma única realidade!</p>
<p>Surgirão ai, nos objetos nomades que serão permanentemente localizáveis e todos os dados que neles contiver, inclusive as imagens da vida cotidiana de cada um, que serão estocados e vendidos para empresas públicas e privadas, agregando a eles a hipervigilância que permitirão saber tudo sobre as origens dos produtos e do movimento dos homens, o que terá também, num futuro mais distante, aplicações militares essenciais. Nada mais ficará escondido. A descrição, até agora condição da vida em sociedade, não terá mais razão de ser. Todos saberão tudo sobre todos; se evoluirá para menos culpa e mais tolerância. O esquecimento estava, ontem, permeado de remorsos. Amanhã a transparência incitará a não tê-los. A Curiosidade, baseada no segredo, também desaparecerá, para grande infelicidade dos jornais de escândalos, bem como a celebridade.</p>
<p>O mercado não se limitará a organizar a vigilância a distância, objetos industriais produzidos em série permitirão a cada qual autovigiar a sua própria “conformidade” às “normas”. Surgirão então os autovigilantes, máquinas possibilitarão a cada um, empresa ou pessoa privada, vigiar seu consumo. Essas máquinas também possibilitarão ganhar tempo de vida. Isso fará do tempo uma mercadoria absoluta e os serviços (médicos, professores, policiais, etc) em produtos produzidos em série.</p>
<p>Na sequência os auto-reparadores que possibilitaram concertar os erros detectados pelos autovigilantes.</p>
<p>&#8220;Vigilância&#8221;: palavra mestra dos tempos futuros.</p>
<p><em>Escrito por Sergio Brandit e Vinícius Costa<br />
Comentário extraído do livro &#8220;Uma Breve História do Futuro&#8221;  de Jacques Attali<br />
</em></p>
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		<title>Pense como um designer</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 13:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Garr Reynolds]]></category>
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Veja algumas dicas interessantes de Garr Reynolds, autor do Presentation Zen, sobre como pensar como um designer. Esse modelo mental, segundo ele, pode ser fantástico para todos nós, seja qual for a profissão. Não tem nada a ver com o desenvolvimento de formas ou tornar as coisas mais bonitas – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-110" title="10-dicas-de-um-designer" src="http://regisfrias.com/designestrategico/wp-content/uploads/2009/10/10-dicas-de-um-designer.jpg" alt="10-dicas-de-um-designer" width="608" height="462" /></p>
<p>Veja algumas dicas interessantes de Garr Reynolds, autor do Presentation Zen, sobre como pensar como um designer. Esse modelo mental, segundo ele, pode ser fantástico para todos nós, seja qual for a profissão. Não tem nada a ver com o desenvolvimento de formas ou tornar as coisas mais bonitas – apesar de ajudar muito nisso. Esse tipo de raciocínio tem mais a ver com resolver qualquer tipo de problema. Garr é um ex-instrutor corporativo da Sumitomo Electric e certa vez trabalhou na Cupertino,Califórnia como gestor do grupo de relacionamentos pelo mundo na Apple, Inc. Um antigo estudante das artes Zen e residente do Japão, ele vive atualmente em Osaka, onde é diretor da Design Matters do Japão.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">1 – Aceite as  limitações:</span></p>
<p>Limitações e restrições são algo maravilhoso e nos  levam a soluções mais criativas e engenhosas, que sem limites nunca seriam  criadas ou descobertas. A questão é: como resolver um determinado problema com  os recursos e tempo que você tem?</p>
<p><span style="font-weight: bold;">2 –  Pratique a restrição:</span></p>
<p>Qualquer pessoa pode complicar e adicionar  algo mais. Porém, é necessário ter muita disciplina mental e força de vontade  para fazer as escolhas mais difíceis sobre o que incluir e o que excluir. O  genial está, geralmente,no que você omite ou deixa de fora.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">3 – Tenha um pensamento de  iniciante:</span></p>
<p>Como diz o velho ditado, na mente de um especialista há  poucas possibilidades, mas, na mente de um iniciante, o mundo está escancarado.  Os designers entendem a necessidade de correr riscos, especialmente durante o  início da exploração do problema. Eles não tem medo de quebrar as convenções.  Bons designers tem a mente aberta e confortável com a ambigüidade no início do  processo. É assim que as descobertas são feitas.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">4 – Deixe seu ego de lado logo na  entrada:</span></p>
<p>O que importa não é você, mas eles (seu público,  pacientes, alunos, etc.). Olhe o problema do ponto de vista deles – se coloque  no lugar deles. Não é uma coisa fácil. Exige uma quantidade enorme de empatia.  Portanto, entre em contato com seu lado empático – uma habilidade pouco  valorizada, mas que pode ser um diferencial enorme e a chave para entender o  problema verdadeiramente.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">5 – Foque na  experiência do design:</span></p>
<p>O que importa não é a coisa em si, mas a  experiência dessa coisa. Tem muito a ver com a dica anterior – se coloque no  lugar deles. Como as pessoas interagem com a sua solução? Lembre-se que a maior  parte do design tem um componente emocional. Muitas vezes esse é o componente  mais forte – apesar dos usuários não saberem disso. Nunca seja negligente com o  aspecto emocional das suas soluções.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">6 –  Torne-se um grande contador de estórias:</span></p>
<p>Geralmente, não é só o  design – ou a solução para o problema &#8211; que é importante, mas sim a estória ao  seu redor. Qual o significado da solução? Pratique ilustrando o significado das  suas soluções, tanto verbalmente como visualmente. Comece com o geral e vá se  aproximando dos detalhes, retorne para nos lembrar do tema ou conceito central,  e então volte de novo para iluminar melhores os detalhes.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">7 – Pense em comunicação, não em  decoração:</span></p>
<p>O Design – até mesmo gráfico – não é beleza. Design não  é estética, apesar deste ser um elemento importante. Mais do que qualquer coisa,  o design é resolver problemas ou tornar a situação um pouco melhor do que antes.  Design não é arte, apesar de haver arte no design.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">8 – Tenha obsessão por ideias, não por  ferramentas:</span></p>
<p>Ferramentas são importantes e necessárias, mas elas  vão e vem com novas ferramentas que vão surgindo. Seja obcecado, portanto, por  ideias. Apesar da maioria das ferramentas serem efêmeras, algumas das melhores  ferramentas são um lápis e um pedaço de papel. Essas são, provavelmente, as mais  úteis – especialmente no estágio do pensamento – pois são as mais diretas. Um  bom conselho é ser análogo no início, com as ferramentas mais simples  possíveis.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">9 &#8211; Clarifique a sua  intenção:</span></p>
<p>Design tem a ver com escolhas e intenções, não é nada  acidental. o Design é um processo. O usuário final provavelmente não perceberá o  design de alguma coisa. Acaba parecendo que é algo que simplesmente funciona,  supondo que eles pensam sobre tudo isso, mas a facilidade de uso (ou de  entendimento) não é acidental. É o resultado de escolhas e decisões  cuidadosas.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">10 &#8211; Aprimore sua visão e  curiosidade e aprenda com as lições ao seu redor:</span></p>
<p>Bons designers  são habilidosos em notar e observar. Eles são capazes de ver tanto a imagem mais  ampla como os detalhes do mundo ao seu redor. Os humanos sempre buscam padrões  naturais. Esteja atento ao que você e os outros buscam. O design é um modelo  mental. Você é criativo, prático, racional, analítico e passional. Alimente  essas aptidões.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">11 – Aprenda todas as  regras e saiba quando e porque quebrá-las:</span></p>
<p>Ao longo dos séculos,  aqueles que vieram antes de nós estabeleceram diretrizes úteis e necessárias –  geralmente chamadas de regras ou leis, e é importante conhecê-las. No entanto,  algumas podem e devem ser quebradas de vez em quando, mas é preciso saber o  porquê.</p>
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