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	<title>Caxolas &#187; Google</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>Google Building Maker: do real ao virtual</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2009/12/google-building-maker-do-real-ao-virtual/</link>
		<comments>http://www.caxolas.com.br/2009/12/google-building-maker-do-real-ao-virtual/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 17:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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Um dia pensei: e se houvesse uma espécie de câmera que captasse as imagens das cidade e as convertesse em 3D? Essas fotos poderiam ser postas, colaborativamente, na internet e aos poucos, haveria uma versão virtual do nosso mundo concreto; algo como um meta-mundo, ciber-mundo, hiper-mundo, jogo virtual/real ou seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/google-building-maker.png"><img class="size-large wp-image-503 alignnone" title="google building maker" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/google-building-maker-580x321.png" alt="google building maker" width="580" height="321" /></a></p>
<p>Um dia pensei: e se houvesse uma espécie de câmera que captasse as imagens das cidade e as convertesse em 3D? Essas fotos poderiam ser postas, colaborativamente, na internet e aos poucos, haveria uma versão virtual do nosso mundo concreto; algo como um meta-mundo, ciber-mundo, hiper-mundo, jogo virtual/real ou seja lá como podemos chamá-lo.</p>
<p>Para mim, aos poucos esse &#8220;mundo&#8221; poderia ser trasnformado por todas as pessoas de modo a fazer com que ele se tornasse algo real (porém virtual).</p>
<p>Assim, utilizando a realidade virtual, poderíamos conhecer todos os lugares do mundo (capturados pelas pessoas) sem sairmos de casa. A Matrix estaria mais próxima do que fora imaginado.</p>
<p>Recentemente me deparei com <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/visite-roma-em-3d-com-fotos-do-flickr-22092009-10.shl" target="_blank">um artigo</a> que me fez acreditar que minha ideia não era totalmente absurda. Trata-se de uma ferramenta capaz de compor imagens de cidades em três dimensões a partir de fotos do Flickr. Um software desenvolvido pela Universidade de Washington analisa as imagens e compõe a estrutura virtual.</p>
<p>Paralelamente a este projeto, a equipe sempre megalomaníaca e altamente criativa do Google lançou o <a href="http://sketchup.google.com/3dwh/buildingmaker.html" target="_blank">Google Building Maker</a>, uma ferramenta muito simples de usar, que convida os usuários do Google Earth (na mais que estabelecida e amplamente comentada <a href="http://www.caxolas.com.br/2009/11/google-wave-um-novo-paradigma/" target="_blank">tendência da construção colaborativa de conhecimento</a> a construir prédios do mundo concreto em versão virtual. É simples e qualquer um pode fazer, desde que não se importe de trabalhar de graça para construir uma ferramenta para um gigante capitalista polêmico.</p>
<p>A final de contas, o que isso tudo tem a ver com design estratégico? Ambos os exemplos trouxeram maneiras criativas de como trazer o concreto ao virtual. Capturar 3D por meio de fotos tiradas no flickr e/ou tirar fotos do mundo por meio de satélites e torná-las disponíveis de modo a todos poderem reconstruí-las e deixá-las tridimensionais são quebras de paradigmas, e, quebra de paradigmas no âmbito das experiências de vida é design. Houve um pensamento estratégico ao prever uma possível mudança de comportamento e, apartir dela, inventar uma solução que torne isso tudo possível. A grande sacada não é inventar algo para hoje (solução paleativa para problema que agora enfrentamos), e sim, algo que mude o futuro.</p>
<p>Será que um dia viveremos nossas vidas inteiramente dentro do virtual? Nossas relações &#8220;pessoais&#8221; serão impessoais?</p>
<p>Veja abaixo a demonstração do Google Building Maker:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JI6wVtCY99E&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/JI6wVtCY99E&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>por <a href="http://www.caxolas.com.br/author/brenofrias/" target="_blank">Breno Frias</a> e <a href="http://www.caxolas.com.br/author/admin/" target="_blank">Régis Frias</a></p>
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		<title>Google Wave: um novo paradigma</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2009/11/google-wave-um-novo-paradigma/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 11:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Novo e-mail]]></category>
		<category><![CDATA[Steven Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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Uma das características mais marcantes da chamada Web 2.0 é o seu aspecto colaborativo. Boa parte do conteúdo de interesse para as pessoas hoje em dia é construída por um cérebro coletivo mais do que por uma pessoa ou um grupo fechado. Isto é verdade para sites como o YouTube [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/wave.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-457" title="wave" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/wave.jpg" alt="wave" width="580" height="377" /></a></p>
<p>Uma das características mais marcantes da chamada Web 2.0 é o seu aspecto colaborativo. Boa parte do conteúdo de interesse para as pessoas hoje em dia é construída por um cérebro coletivo mais do que por uma pessoa ou um grupo fechado. Isto é verdade para sites como o <a href="http://www.youtube.com" target="_blank">YouTube</a> e <a href="http://www.flickr.com" target="_blank">Flickr</a>, cujo conteúdo não é produzido por seus idealizadores, mas pela coletividade. O mesmo vale para as redes sociais. O todo não pode ser feito por um, e sim, por todos; há completa simbiose entre autores e conteúdos.</p>
<p>Steven Johnson chama a atenção para como a metáfora do desktop criou um novo ambiente para o pensamento e em como esse novo substrato influencia e redireciona a forma de criar textos. Esta nova forma de organizar o raciocínio deu início à recente revolução digital, pois permitiu aos não iniciados em linguagem de máquina fazer uso dela. Foi o início da popularização dos chamados computadores pessoais.</p>
<p>Entretanto, esta forma de criar está atrelada a um paradigma autor/leitor e que evoca apenas o hipertexto (na acepção de Pierre Levy) do autor no momento da criação. O da coletividade será evocado apenas no momento da leitura.</p>
<p>Assim surge, antevisto por Levy, algo que possibilita a criação de obras co-autorais nas instâncias que são co-idealizadas; a colaboração chega à fundamentação, não somente na pós-execução.</p>
<p>A ferramenta que dá suporte a tais ideias chama-se <a href="https://wave.google.com" target="_blank">Google Wave</a>. Ele dá a possibilidade de diferentes Internautas produzirem conteúdo ao mesmo tempo na mesma plataforma. Isso é: no mesmo momento que uma pessoa está escrevendo, outra pode estar corrigindo e muitas outras dando ideias.</p>
<p>A co-criação de conteúdo é posta em prática neste artigo, realizado por <a href="http://www.caxolas.com.br/author/brenofrias/" target="_blank">Breno Frias</a> e <a href="http://www.caxolas.com.br/author/admin/" target="_blank">Régis Frias</a> no Google Wave.<span> </span></p>
<p>Para saber mais sobre o wave:</p>
<p>Google Wave Overview</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/p6pgxLaDdQw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/p6pgxLaDdQw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Google Wave Developer Preview at Google I/O 2009</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/v_UyVmITiYQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/v_UyVmITiYQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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