<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Caxolas &#187; Garr Reynolds</title>
	<atom:link href="http://www.caxolas.com.br/tag/garr-reynolds/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.caxolas.com.br</link>
	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
	<lastBuildDate>Mon, 05 Jul 2010 14:27:26 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Pense como um designer</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2009/10/pense-como-um-designer/</link>
		<comments>http://www.caxolas.com.br/2009/10/pense-como-um-designer/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 13:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Garr Reynolds]]></category>
		<category><![CDATA[pensar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://regisfrias.com/designestrategico/?p=109</guid>
		<description><![CDATA[
Veja algumas dicas interessantes de Garr Reynolds, autor do Presentation Zen, sobre como pensar como um designer. Esse modelo mental, segundo ele, pode ser fantástico para todos nós, seja qual for a profissão. Não tem nada a ver com o desenvolvimento de formas ou tornar as coisas mais bonitas – [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-110" title="10-dicas-de-um-designer" src="http://regisfrias.com/designestrategico/wp-content/uploads/2009/10/10-dicas-de-um-designer.jpg" alt="10-dicas-de-um-designer" width="608" height="462" /></p>
<p>Veja algumas dicas interessantes de Garr Reynolds, autor do Presentation Zen, sobre como pensar como um designer. Esse modelo mental, segundo ele, pode ser fantástico para todos nós, seja qual for a profissão. Não tem nada a ver com o desenvolvimento de formas ou tornar as coisas mais bonitas – apesar de ajudar muito nisso. Esse tipo de raciocínio tem mais a ver com resolver qualquer tipo de problema. Garr é um ex-instrutor corporativo da Sumitomo Electric e certa vez trabalhou na Cupertino,Califórnia como gestor do grupo de relacionamentos pelo mundo na Apple, Inc. Um antigo estudante das artes Zen e residente do Japão, ele vive atualmente em Osaka, onde é diretor da Design Matters do Japão.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">1 – Aceite as  limitações:</span></p>
<p>Limitações e restrições são algo maravilhoso e nos  levam a soluções mais criativas e engenhosas, que sem limites nunca seriam  criadas ou descobertas. A questão é: como resolver um determinado problema com  os recursos e tempo que você tem?</p>
<p><span style="font-weight: bold;">2 –  Pratique a restrição:</span></p>
<p>Qualquer pessoa pode complicar e adicionar  algo mais. Porém, é necessário ter muita disciplina mental e força de vontade  para fazer as escolhas mais difíceis sobre o que incluir e o que excluir. O  genial está, geralmente,no que você omite ou deixa de fora.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">3 – Tenha um pensamento de  iniciante:</span></p>
<p>Como diz o velho ditado, na mente de um especialista há  poucas possibilidades, mas, na mente de um iniciante, o mundo está escancarado.  Os designers entendem a necessidade de correr riscos, especialmente durante o  início da exploração do problema. Eles não tem medo de quebrar as convenções.  Bons designers tem a mente aberta e confortável com a ambigüidade no início do  processo. É assim que as descobertas são feitas.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">4 – Deixe seu ego de lado logo na  entrada:</span></p>
<p>O que importa não é você, mas eles (seu público,  pacientes, alunos, etc.). Olhe o problema do ponto de vista deles – se coloque  no lugar deles. Não é uma coisa fácil. Exige uma quantidade enorme de empatia.  Portanto, entre em contato com seu lado empático – uma habilidade pouco  valorizada, mas que pode ser um diferencial enorme e a chave para entender o  problema verdadeiramente.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">5 – Foque na  experiência do design:</span></p>
<p>O que importa não é a coisa em si, mas a  experiência dessa coisa. Tem muito a ver com a dica anterior – se coloque no  lugar deles. Como as pessoas interagem com a sua solução? Lembre-se que a maior  parte do design tem um componente emocional. Muitas vezes esse é o componente  mais forte – apesar dos usuários não saberem disso. Nunca seja negligente com o  aspecto emocional das suas soluções.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">6 –  Torne-se um grande contador de estórias:</span></p>
<p>Geralmente, não é só o  design – ou a solução para o problema &#8211; que é importante, mas sim a estória ao  seu redor. Qual o significado da solução? Pratique ilustrando o significado das  suas soluções, tanto verbalmente como visualmente. Comece com o geral e vá se  aproximando dos detalhes, retorne para nos lembrar do tema ou conceito central,  e então volte de novo para iluminar melhores os detalhes.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">7 – Pense em comunicação, não em  decoração:</span></p>
<p>O Design – até mesmo gráfico – não é beleza. Design não  é estética, apesar deste ser um elemento importante. Mais do que qualquer coisa,  o design é resolver problemas ou tornar a situação um pouco melhor do que antes.  Design não é arte, apesar de haver arte no design.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">8 – Tenha obsessão por ideias, não por  ferramentas:</span></p>
<p>Ferramentas são importantes e necessárias, mas elas  vão e vem com novas ferramentas que vão surgindo. Seja obcecado, portanto, por  ideias. Apesar da maioria das ferramentas serem efêmeras, algumas das melhores  ferramentas são um lápis e um pedaço de papel. Essas são, provavelmente, as mais  úteis – especialmente no estágio do pensamento – pois são as mais diretas. Um  bom conselho é ser análogo no início, com as ferramentas mais simples  possíveis.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">9 &#8211; Clarifique a sua  intenção:</span></p>
<p>Design tem a ver com escolhas e intenções, não é nada  acidental. o Design é um processo. O usuário final provavelmente não perceberá o  design de alguma coisa. Acaba parecendo que é algo que simplesmente funciona,  supondo que eles pensam sobre tudo isso, mas a facilidade de uso (ou de  entendimento) não é acidental. É o resultado de escolhas e decisões  cuidadosas.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">10 &#8211; Aprimore sua visão e  curiosidade e aprenda com as lições ao seu redor:</span></p>
<p>Bons designers  são habilidosos em notar e observar. Eles são capazes de ver tanto a imagem mais  ampla como os detalhes do mundo ao seu redor. Os humanos sempre buscam padrões  naturais. Esteja atento ao que você e os outros buscam. O design é um modelo  mental. Você é criativo, prático, racional, analítico e passional. Alimente  essas aptidões.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">11 – Aprenda todas as  regras e saiba quando e porque quebrá-las:</span></p>
<p>Ao longo dos séculos,  aqueles que vieram antes de nós estabeleceram diretrizes úteis e necessárias –  geralmente chamadas de regras ou leis, e é importante conhecê-las. No entanto,  algumas podem e devem ser quebradas de vez em quando, mas é preciso saber o  porquê.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.caxolas.com.br/2009/10/pense-como-um-designer/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
