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	<title>Caxolas &#187; design</title>
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		<title>Documentário Design Thinking</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[design thinking]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>

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		<description><![CDATA[The first documentary on design thinking

The first documentary on design thinking
Site oficial: http://www.designthinkingmovie.com/index.html
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">The first documentary on design thinking</div>
<p><a href="http://www.designthinkingmovie.com/index.html" target="_blank"><img class="alignnone size-medium wp-image-1218" title="header DESIGN &amp; THINKING DOCUMENTARY" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2011/12/header-DESIGN-THINKING-DOCUMENTARY2-300x76.jpg" alt="header DESIGN &amp; THINKING DOCUMENTARY" width="300" height="76" /></a></p>
<p>The first documentary on design thinking</p>
<p>Site oficial: <a href="http://www.designthinkingmovie.com/index.html" target="_blank">http://www.designthinkingmovie.com/index.html</a></p>
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		<title>The first documentary on design thinking</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[design thinking]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fonte: EYE4DESIGN
Design Thinking foi aplicado como um termo e metodologia por uma empresa de design em 2008. Ela foi concebida como uma ferramenta para solução de problemas que seriam desde problemas da vida diária a problemas da fome no mundo.
A diferença básica entre Design Thinking e o tradicional é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/BqEeZkrXDtE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.eye4design.com.br/?lang=zh" target="_blank">EYE4DESIGN</a></p>
<p>Design Thinking foi aplicado como um termo e metodologia por uma empresa de design em 2008. Ela foi concebida como uma ferramenta para solução de problemas que seriam desde problemas da vida diária a problemas da fome no mundo.</p>
<p>A diferença básica entre <a href="http://www.designthinkingmovie.com/"><strong>Design Thinking</strong></a><strong> </strong>e o tradicional é que o primeiro usa como pilar Arquitetura/Design/Antropologia, enquanto o segundo Matemáticos/Econômicos/Psicológicos.</p>
<p>O <a href="http://vimeo.com/27058468">video</a> do Design Thinking propõe que um novo olhar seja adotado ao se encarar problemas, mas que ao mesmo tempo sejam financeiramente interessantes e tecnicamente possíveis de serem realizados.</p>
<p>No Brasil sua influência na maneira de grandes empresas pensarem a inovação tem crescido esponencialmente. O primeiro curso em uma escola de negócios sobre a abordagem e a sua relação com a inovação foi criado em 2009 no CIC-Miami Ad School da ESPM em São Paulo (Escola Superior de Propaganda e Marketing).</p>
<p>Site oficial: <a href="http://www.designthinkingmovie.com/index.html" target="_blank">http://www.designthinkingmovie.com/index.html</a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1216" title="documentario" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2011/12/documentario-300x142.jpg" alt="documentario" width="300" height="142" /></p>
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		<title>Compras por Impulso! &#8211; Gilberto Strunck</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2011/11/compras-por-impulso-gilberto-strunck/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 18:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[GILBERTO STRUNCK]]></category>
		<category><![CDATA[varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Lançamento do livro de Gilberto Strunck, &#8220;Compras por impulso!&#8221;, no Rio de Janeiro. Sexta Feira, dia 25/11/11 às 19h. Livraria da Travessa no Shopping Leblon.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1198" title="header COMPRAS POR IMPULSO RIO 2011" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2011/11/header-COMPRAS-POR-IMPULSO-RIO-20113-300x76.jpg" alt="header COMPRAS POR IMPULSO RIO 2011" width="300" height="76" /></p>
<p>Lançamento do livro de Gilberto Strunck, &#8220;Compras por impulso!&#8221;, no Rio de Janeiro. Sexta Feira, dia 25/11/11 às 19h. Livraria da Travessa no Shopping Leblon.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O que podemos chamar de design</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/12/o-que-podemos-chamar-de-design/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 18:41:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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		<category><![CDATA[automóveis]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[Já te m um tempo que a mídia nos empurra o conceito de design como um  elemento estético voltado para o prazer imediato. Possuimos tantas  coisas hoje que não damos conta de utilizálas por completo. A classe  média e também a emergente classe C, tem suas casas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #999999;">Já te</span><span style="color: #999999;"> </span><span style="color: #999999;">m um</span><span style="color: #999999;"> tempo que a m</span><span style="color: #999999;">ídia nos empurra o conceito de design com</span><span style="color: #999999;">o um  elemento estético voltado para o prazer imediato. Possuimos tantas  coisas hoje que não damos conta de utilizálas por completo. A classe  média e também a emergente classe C, tem suas casas repletas de  aparelhos, anunciados com um &#8220;design inovador&#8221;, comprados na esperança  da sonhada realização doméstica. Esse consumo, que chamarei de &#8220;design  da estética&#8221; depois explicarei por que, é passado para novas gerações,  nossos filhos, por exemplo, possuem caixas e caixas de brinquedos que  eles deixam de lado em questão de dias. Como as crianças estão deixando  de ser crianças mais cedo nos dias de hoje, o ciclo de vida dos  brinquedos também mudou.</span></p>
<p><span style="color: #999999;">Hoje, sabemos que os recursos naturais que fabricam esses bens de consumo não darão conta em um futuro próximo e &#8211; <span style="font-style: italic;">o uso exagerado da palavra &#8220;design&#8221; a esvaziou de significados, ou </span><span style="font-style: italic;">a transformou em</span><span style="font-style: italic;"> si</span><span style="font-style: italic;">nônimo de cínico e manipulador.</span> &#8220;Segundo <span style="font-weight: bold;">John Berger</span>, em seu livro <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Modos de ver</span><span style="font-style: italic;">, </span>de  1972, mostra uma distinção entre os verdadeiros objetos e o que  enxergava como manipulação do capitalismo que nos faz consumir mais e  mais a cada dia.&#8221; Ele usa a publicidade como exemplo e cita, &#8220;A</span><span style="color: #999999;"> publicidade começa trabalhando em cima de um apetite natural para o  prazer. Mas não pode oferecer o objeto real do prazer.&#8221; Se <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Modos de ver</span> fosse escrito hoje, certamente o que ele chama de &#8220;publicidade&#8221; pode ser trocado por &#8220;design&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #999999;">O  motivo desse post é tentar passar para os leitores o verdadeiro  significado da palavra design. Design não é somente estética, desenho ou  avanço tecnológico. <span style="font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif;">Design é um processo criativo que tem por objetivo tornar algo melhor para alguém, cuja </span>finalidade  é esta</span><span style="color: #999999;">belecer as qualidades multifacetadas de objetos, processos,  serviços e seus sistemas em ciclos de vida. Portanto, design é o fator  central da humanização inovadora de tecnologias e o fator crucial de  intercâmbio cultural e econômico, segundo a <strong><a href="http://www.icsid.org/about/about/articles31.htm" target="_blank">ICSID</a></strong> </span><span style="color: #888888;">(International Council of Societies of Industrial Design)</span><span style="color: #999999;">, com a missão de:</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #999999;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;">enfatizar a sustentabilidade global e a proteção ambiental (ética global);</span></span></li>
<li><span style="color: #999999;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;">dar  benefícios e liberdade para a inteira comunidade humana, individual e  coletiva, usuários finais, produtores e protagonistas de mercado (ética  social);</span></span></li>
<li><span style="color: #999999;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;">dar suporte à diversidade cultural, independentemente da globalização mundial (ética cultural);</span></span></li>
<li><span style="color: #999999;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;">gerar produtos, serviços e sistemas, cujas formas sejam expressivas e coerentes com sua própria complexidade.</span></span></li>
</ul>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1103" title="A REINVENCAO DO AUTOMOVEL 2" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/12/A-REINVENCAO-DO-AUTOMOVEL-23.jpg" alt="A REINVENCAO DO AUTOMOVEL 2" width="310" height="234" /></p>
<p><span style="color: #999999;">Um  exemplo que usa o &#8220;design&#8221; como manipulação de consumo é a indústria  automobilística. Ela reforça esse conceito de &#8220;design inovador&#8217;, &#8220;carro  design&#8221;, &#8220;design futurista&#8221;, etc para vender uma coisa que não tem mais  design. O design nos automóveis só existiu quando saiu da tração animal  para a mecânica, de resto é só desenho e inovação tecnológica. Os carros  só terão design novamente quando deixarem de ser um automóvel e  passarem a ser um sistema de locomoção onde a ética social, cultural e  global forem empregadas. O livro, <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">A Reinvenção do Automóvel – Mobilidade urbana pessoal para o século XXI</span>,  fruto da parceria entre o australiano William J. Mitchell, o britânico  Christopher E. Borroni-Bird e o americano Lawrence D. Burns, mostra como  melhorar o cenário das grandes cidades e a vida dos humanos que as  habitam pensando, não somente, em colocar mais automóvei</span><span style="color: #999999;">s </span><span style="color: #888888;">nas ruas usando o conceito de &#8220;design&#8221; como ferramenta de venda e  consumo, mas sim, usando o design como uma solução do enorme problema  social e global que estamos enfrentando hoje, a nossa própria extinção.</span></p>
<p><span style="color: #999999;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Ficha Técnica:</span></span><span style="color: #999999;"><br />
<span style="font-style: italic; font-weight: bold;">A Reinvenção do Automóvel – Mobilidade urbana pessoal para o século XXI</span><br />
Autores: William J. Mitchell, Christopher E. Borroni-Bird e Lawrence D. Burns<br />
Páginas: 240<br />
Formato 20 x 20 cm<br />
Preço: R$ R$ 69,90<br />
Editora Alaúde, 2010</span></p>
<p><span style="color: #999999;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Referências: </span><br />
<span style="font-style: italic; font-weight: bold;">A linguagem das coisas (algumas partes desse post foram tiradas desse livro)</span><br />
Autor: Deyan Sudjic</span></p>
<p><span style="color: #999999;"><br />
</span></p>
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		<title>ALEM DAS FORMAS: INTRODUÇAO AO PENSAMENTO CONTEMPORANEO NO DESIGN, NAS ARTES E NA ARQUITETURA</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 12:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Complementares]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
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		<description><![CDATA[
Este livro revela as influências do pensamento ocidental contemporâneo nas atividades profissionais do design, das artes e da arquitetura. Já numa primeira instância, esclarece que elas ocorreram muito além da alteração na morfologia e na visualidade, normalmente associadas desde a pós-modernidade, aquelas atividades profissionais.
A simples menção da expressão “pós-moderno” faz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1065" title="alem das formas" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/11/alem-das-formas1.png" alt="alem das formas" width="135" height="192" /></p>
<p>Este livro revela as influências do pensamento ocidental contemporâneo nas atividades profissionais do design, das artes e da arquitetura. Já numa primeira instância, esclarece que elas ocorreram muito além da alteração na morfologia e na visualidade, normalmente associadas desde a pós-modernidade, aquelas atividades profissionais.</p>
<p>A simples menção da expressão “pós-moderno” faz com que tais interlocutores passem imediatamente a brandir contra os “excessos” das propostas do movimento e seu inevitável “formalismo”. Investiga-se nos capítulos do presente livro um pouco das origens dos conceitos e o histórico da sua difusão sociocultural no período intermediário, entre a modernidade tardia e a contemporaneidade que&#8230; (já) se chamou pós-modernidade.</p>
<p>Carlos Zibel vai além, investiga o autor e o texto como representantes do poder, o controle social disfarçado em cultura, a possibilidade de separar o mesmo do diverso, a consideração dos afetos e as dobras da alma, conquistas advindas do pensamento pós-estruturalista.</p>
<p>TÍTULO: ALEM DAS FORMAS: INTRODUÇAO AO PENSAMENTO CONTEMPORANEO NO DESIGN, NAS ARTES E NA ARQUITETURA<br />
ISBN: 9788539100019<br />
IDIOMA: Português.<br />
ENCADERNAÇÃO: Brochura  | Formato: 16 x 23  | 232 págs.<br />
ANO EDIÇÃO: 2010<br />
EDIÇÃO: 1ª<br />
AUTOR: Carlos Zibel Costa alem das forma</p>
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		<title>A linguagem das coisas</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/06/a-linguagem-das-coisas/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 14:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Complementares]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Deyan Sudjic]]></category>

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		<description><![CDATA[
A linguagem das coisas é um livro cativante, que aborda com clareza os encantos de uma variedade de ícones: carros, móveis e projetos arquitetônicos, e relembra como certos objetos, que se tornaram paradigmas do desenho industrial, continuam a influenciar a indústria, o comércio e o marketing hoje.
Dos excessos das passarelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.2ab.com.br/FILES/_FOTOS/grande/708FG1.JPG" alt="" /></p>
<p><em>A linguagem das coisas</em> é um livro cativante, que aborda com clareza os encantos de uma variedade de ícones: carros, móveis e projetos arquitetônicos, e relembra como certos objetos, que se tornaram paradigmas do desenho industrial, continuam a influenciar a indústria, o comércio e o marketing hoje.<br />
Dos excessos das passarelas ao humor inspirado por um utensílio de cozinha com grife, o autor mostra como podemos ser manipulados e seduzidos pelas coisas que possuímos ou desejamos possuir. E, ao expor as engrenagens da engenharia do consumo, torna evidentes os truques da fabricação do bom gosto e suas consequências.<br />
Com charme e invejável sagacidade, <em>A linguagem das coisas </em>trata dessas e de muitas outras questões. Provocante e corajoso, explora detalhes saborosos, como os motivos que levam os designers a sonhar com sua assinatura em uma cadeira ou uma luminária, e questiona em que ponto termina o design e começa a arte, fazendo dessa uma leitura obrigatória para todos os que compreendem o design como algo que vai além da beleza das formas.</p>
<table style="font-family: Tahoma, Tahoma, Helvetica !important; font-size: 11px; color: #666666;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="400">
<tbody>
<tr>
<td style="padding-bottom: 2px;">
<h4 id="NomeProduto" style="font-size: 11pt; padding: 0px; margin: 0px;">A Linguagem das coisas</h4>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding-bottom: 5px;">De Deyan Sudjic. Tradução de Adalgisa Campos da Silva.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Arte e design &#8211; Ossário</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/04/arte-e-design-ossario/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 01:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>

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		<description><![CDATA[
Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg"><img class="alignnone" src="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço de pano e as paredes como elementos de sua obra efêmera que formava várias caveiras. Ele já imaginava que seria abordado por autoridades, mas não imaginava que chegaria a ser 5 vezes por noite.  Ao final a prefeitura interditou o túnel e limpou apenas as partes que o artista havia interferido, deixando o restante do mesmo estado. Estas e outras mensagens você poderá encontrar no subsolo do <a href="http://www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10164,1,0,1,1.bb?codigoMenu=9904&amp;dtInicio=4&amp;codigoEvento=3287">CCBB</a> na até o dia 9 de maio na exposição Ossário, que faz uma representação da obra realizada no túnel.</p>
<p>É uma exposição muito importante para todos os designers que querem pensar algo amais em suas criações. Através de um insigth, Alexandre conseguiu chamar atenção de um problema urbano e efetivamente levou a uma ação pública. Acredito que enquanto designer devemos pensar nos impactos e intervenções que fazemos em nossa sociedade. Devemos tentar sair do lugar comum e pensar que podemos driblar as pressões comerciais através de suas próprias armas, fazendo como Alexandre, mostrando uma face de nossa sociedade que não quemos ver, e desta forma, mudar um as coisas um pouco de cada vez.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Rua Álvares Penteado, 112 &#8211; Centro<br />
Entrada franca</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Design Thinking: design como inspiração para inovação e transformação organizacional</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/04/design-thinking/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 19:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caxolas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
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		<description><![CDATA[O papel do design no universo das empresas sofreu ampla modificação nos últimos anos, evoluindo de uma ‘supérflua’ ferramenta empregada em produções estéticas para ser reconhecido como um dos principais recursos estratégicos, capaz de agregar significativo valor aos produtos e/ou marcas e transformando-os em experiências memoráveis. Talvez a Apple seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O papel do design no universo das empresas sofreu ampla modificação nos últimos anos, evoluindo de uma ‘supérflua’ ferramenta empregada em produções estéticas para ser reconhecido como um dos principais recursos estratégicos, capaz de agregar significativo valor aos produtos e/ou marcas e transformando-os em experiências memoráveis. Talvez a Apple seja o melhor exemplo global deste mutação. “Você não sacrifica a experiência pelo crescimento; você impulsiona o crescimento a partir da qualidade da experiência.” (JOBS, S. 2009)</p>
<p>O papel do design estende-se muito além da simples criação de formas para posicionar e diferenciar a empresa no mercado. Ao invés disso, o design sugere produtos e serviços qnsformando-se assim em uma ferramenta central ao processo de inovação.</p>
<p>O mundo atual, dinâue materializam os valores essenciais da empresa, tramico e em constante evolução, propõe grandes desafios ao universo empresarial: instabilidade econômica, modificação dos valores sociais, ampliação da expectativa em relação à responsabilidade social e ambiental, novas oportunidades a partir do acesso à mercados globais, tecnologia em profunda transformação e consumidores mais exigentes e sofisticados. Além disso, as empresas habitam hoje o chamado “innovation gap” (1): possuem ferramentas tecnológicas necessárias para produzir praticamente tudo, porém carecem de conhecimento para entender o quê os consumidores realmente desejam. Suprir esta lacuna é fundamental para atingir lucratividade e crescimento.</p>
<p>Por outro lado, os modelos tradicionais de gestão, bem-sucedidos no passado, são hoje muito rígidos para atender aos novos desafios e oportunidades. De acordo com Bruce Nussbaum (2), editor da Business Week, o formato no qual nossas empresas e instituições foram concebidos não funcionam mais. Corporações, sistemas financeiros, meio ambiente, saúde, educação são categorias que precisam de uma revisão, em que inovações incrementais não serão suficientes para enfrentar o nível de complexidade exigido por estas transformações. Faz-se necessário uma transformação do negócio em si, em que processos mais eficientes, mobilizem o capital humano e posicionem o negócio acima da curva evolutiva. Um crescente número de líderes empresariais acreditam que Design Thinking desempenha um importante papel neste processo.</p>
<p>Design Thinking é uma metodologia original e efetiva, que pode ser aplicada ao design de inovação, sistemas, processos e no design do negócio em si. Um método que oferece uma compreensão mais ampla, ágil e profunda sobre a estilo de vida dos indivíduos, facilitando assim a solução de problemas complexos, abrangendo desde o acesso à água potável nos países em desenvolvimento até a eficácia dos sistemas de segurança nos aeroportos internacionais.</p>
<p>Ao longo das últimas décadas os designers desenvolveram habilidades visando combinar as necessidades humanas conjugadas à disponibilidade de recursos técnicos como também as limitações mercadológicas do negócio. Através da integração do que é desejado sob a ótica dos aspectos humanos, em conjunto com o que é tecnologicamente praticável e economicamente viável, designers foram capazes de criar produtos e marcas admirados. Design Thinking amplia este espectro de atuação, empregando a metodologia para um universo mais amplo de problemas, deslocando a atitude de ser designer para pensar como designer (3).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-944" title="design estrategico" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/design-estrategico1.jpg" alt="design estrategico" width="425" height="213" /></p>
<p>A fantasia do gênio e sua mente brilhante, que por muito tempo habitou nosso inconsciente coletivo, é substituído por um processo de design multidisciplinar, passível de ser gerenciado e implementado. Design Thinking é essencialmente um processo de inovação centrado em aspectos humanos, cujos métodos como observação, colaboração, conhecimento, visualização, prototipagem e análises incitam a inovação e delineiam as estratégias empresariais promovendo, assim, a decisão sobre o que deve ser produzido.</p>
<p>Criatividade e design mobilizam inovação, e inovação mobiliza crescimento. Porém a inovação pautada somente em novidades não confere ao negócio viabilidade econômica e  sustentável a longo-prazo. Faz-se necessário um modelo de inovação que suscite transformação para assim dar-se início a um processo de criação da cultura de inovação empresarial.</p>
<p>Empresas líderes em alguns setores de produção da economia brasileira iniciaram seu percurso metodológico no universo do Design Thinking, além de iniciativas acadêmicas. Livros como The Rise of Creative Class(4) e A Whole New Mind(5) reforçam que estamos em meados de uma mudança ainda mais significativa no papel do design e da criatividade nas corporações: o incremento da economia criativa, influenciada tanto por fatores micro como macro. Aparentemente é uma transformação permanente e portanto, capaz de transformar uma empresa que faz design para uma empresa cujo design seja o seu enfoque estratégico.</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>1. Lockwood, T. Design Thinking. USA: Allworth Press, 2010</p>
<p>2. Nussbaum, B. Business Week. USA: 2009</p>
<p>3. Brown, T. Change by design. USA: HaperColins, 2009</p>
<p>4. Florida, R. The Rise of Creative Class. USA: Basic Books, 2003</p>
<p>5. Martin, R. A Whole New Mind. USA: Harvard Business Review, 2009</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Autora: Ellen Kiss:</strong></span> professora e coordenadora acadêmica da Pós-Graduação em Design Estratégico na ESPM além de docente convidada em outras instituições de ensino. Consultora e palestrante em temas que permeiam design e inovação. Possui mais de 15 anos de atuação profissional com experiência internacional. Colabora com publicações e é membro da diretoria da Abedesign.<br />
<span style="color: #ffcc00;"><span style="color: #ff6600;"><strong>email:</strong></span> </span><a href="mailto:ellen@ellenkiss.com" target="_blank">ellen@ellenkiss.com</a></p>
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		<title>Design Currency. Definindo o valor do design</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/03/design-currency-definindo-o-valor-do-design/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 14:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
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A animação de flipbook abaixo, realizada por Rethink and Giant Ant Media, divulga a Semana de Design de Vancouver, iniciativa da Icograda (Conselho Internacional das Associações de Design Gráfico).

Português:
O que é  ?
É o símbolo para o projeto Design Currency.
Qual é a moeda Design? É uma oportunidade para explorar o que torna o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Picture-2.png"><img class="alignnone size-large wp-image-878" title="Picture 2" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Picture-2-580x328.png" alt="Picture 2" width="580" height="328" /></a></p>
<p>A animação de flipbook abaixo, realizada por <a href="http://www.rethinkcommunications.com/" target="_blank">Rethink</a> and <a href="http://giantantmedia.com/" target="_blank">Giant Ant Media</a>, divulga a <a href="http://www.designweekvancouver.ca/" target="_blank">Semana de Design de Vancouver</a>, iniciativa da <a href="http://www.icograda.org/" target="_blank">Icograda</a> (Conselho Internacional das Associações de Design Gráfico).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WjpzNfi2H9I&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/WjpzNfi2H9I&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h3>Português:</h3>
<p>O que é <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> ?</p>
<p>É o símbolo para o projeto Design Currency.</p>
<p>Qual é a moeda Design? É uma oportunidade para explorar o que torna o design valioso. Coisas como: a habilidade, a clareza, a funcionalidade, a contribuição social, a sustentabilidade, a beleza e os resultados.</p>
<p>O que <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> realmente importa? Porque quanto mais nosso design aparece, mais podemos causar impacto na: comunicação, cultura e comércio.</p>
<p>Design Currency. Definindo o valor do design.</p>
<h3 style="font-size: 1.17em;">English:</h3>
<p>What is <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> ?<br />
It is the symbol for Design Currency.</p>
<p>What is Design Currency? It&#8217;s an oportunity to explore what makes design valuable. Things like: craftsmanship, clarity, functionality, social contribution, sustentability, beauty and results.</p>
<p>What does <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> matter? Because the more our design achive, the more we can impact: comunication, culture and comerce.</p>
<p>Design Currency. Defining the value of design.</p>
<p><a href="http://www.designweekvancouver.ca/" target="_blank"><img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.png" alt="design currency" width="418" height="162" /></a></p>
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		<title>IDEA/Brasil 2010 &#8211; Palestra com cases da Boeing, Microsoft, Nike e mais!</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 16:37:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="atendimento@objetobrasil.com.br" target="_blank"><img class="alignnone size-large wp-image-855" title="mala_teague_vf" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/mala_teague_vf-580x1128.jpg" alt="mala_teague_vf" width="580" height="1128" /></a></p>
<p>Confirme sua presença <a href="atendimento@objetobrasil.com.br" target="_blank">por e-mail</a> informando-nos:</p>
<p>Nome(s):<br />
Email(s):<br />
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