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	<title>Caxolas &#187; Cultura</title>
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		<title>Novo olhar sobre o grafite</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:55:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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Até dia 13 de dezembro estará em exposição algumas obras dos “Os Gêmeos” na Faap e  no Masp obras dos artistas Carlos Dias, Daniel Melim, Ramon Martins, Stephan Doitschinoff, Titi Freak e Zezão cobrem 1.500 metros quadrados de chão e paredes da galeria subterrânea até fevereiro. Você pode visitar também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Kelburn-Castle-Graffiti-121.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-454" title="Kelburn-Castle-Graffiti-12" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Kelburn-Castle-Graffiti-121.jpg" alt="Kelburn-Castle-Graffiti-12" width="400" height="300" /></a></p>
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<p style="text-align: left">Até dia 13 de dezembro estará em exposição algumas obras dos “Os Gêmeos” na Faap e  no Masp obras dos artistas Carlos Dias, Daniel Melim, Ramon Martins, Stephan Doitschinoff, Titi Freak e Zezão cobrem 1.500 metros quadrados de chão e paredes da galeria subterrânea até fevereiro. Você pode visitar também a galeria <a href="http://www.choquecultural.com.br/" target="_blank">Choque Cultural</a>, que busca mostrar um pouco mais da essência da arte de rua,  quer passar educação junto a um compromisso sócio-cultural.  Mas se você quiser ver e entender a arte do grafite no local onde ela foi criada uma opção é conhecer através da rota do grafite, desenvolvida pela <a href="http://www.soulsampa.com/saopaulo/index.php" target="_blank">Soul Sampa</a>, agência de turismo que organiza passeios temáticos pela cidade. Outra opção é seguir o guia sugerido pela <a href="http://guia.folha.com.br/exposicoes/ult10048u427485.shtml" target="_blank">folha</a> ou da <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/mapas/grafites/" target="_blank">Veja São Paulo</a>, com os melhores ou, pelo menos, mais conhecidos grafites da cidade. A intervenção urbana está ganhando destaque internacional ao mesmo tempo em que nos vemos dependentes da tecnogia. A tecnologia que sempre foi um divisor de água entre a “civilização” e  os marginalizados, contraditoriamente, possibilita hoje que as formas artísticas autorais e periféricas ganhem força.</p>
<p style="text-align: left">A arte urbana vem mostrar a visão dos guetos que busca seu espaço e luta contra tudo que querem nos empurrar. É uma arte independente que surge a partir da necessidade da contraversão, da busca de uma identidade e da luta por um reconhecimento. Mas como toda arte que vem do povo, é absorvida e transformada em produto. Quem conhece um pouco dos movimentos urbanos irá concordar, seja como música, como arte, como moda, a industria utiliza do que lhe incomoda para converter em lucro, como foi com o rock, com o punk e mesmo o samba no Brasil (marginalizado e reprimido junto com o  candomblé e a culinária africana, foi ignorada pela elite brasileira até os anos 20 e 30). Mas de certa forma os movimentos urbanos, quando atingem esse patamar, estão alcançando o que tanto buscam, o reconhecimento da sociedade.</p>
<p style="text-align: left">Identificar guetos e converter em produtos é identificar mercados cada dia mais personalizados e reconhecer seu valor. E à medida que as marcas são uma das ultimas formas de reconhecimento do valor das pessoas, ter produtos personalizados pode ser o inicio de um processo de crescimento social e de reconhecimento econômico e político de nichos culturais. O valor do grafite do brasileiro só foi reconhecido quando saiu do país, assim como vários outros movimentos. Através da diversidade cultural brasileira sempre tivemos facilidade em nos apropriar de movimentos internacionais e tornar em algo autentico e inovador. Esse é o momento do grafite brasileiro, e devemos dar valor a nossa diversidade, criatividade e capacidade de inovação e não discriminar seu reconhecimento.</p>
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		<title>Fórum da Cultura Digital Brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 14:12:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você está antenado na revolução digital, visualiza as redes sociais e a internet como uma nova revolução que está quebrando fronteiras modificando o mundo, vai gostar de perder seu feriado para participar do Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira, na Cinemateca Brasileira.  O seminário irá discutir a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você está antenado na revolução digital, visualiza as redes sociais e a internet como uma nova revolução que está quebrando fronteiras modificando o mundo, vai gostar de perder seu feriado para participar do Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira, na Cinemateca Brasileira.  O seminário irá discutir a política pública brasileira baseado em temas como memória, comunicação, arte, infraestrutura entre outros. Pensar a respeito das redes sociais é fundamental para pensar o futuro e o desenvolvimento das relações humanas nesse novo cenário. A mudança de entendimento e de percepção da realidade e a interação está modificado numa velocidade incrível, impulsionada pelas tecnologias que proporcionas novas experiências e novas interações com a realidade.  Há dez anos atrás, quando falávamos ainda em chat e fórum, era comum dizermos “isso é de mentirinha.” Hoje a mentirinha já pode causar grandes consequências, e é levada muito a sério.  O evento será do dia 18, quarta-feira até 21 sábado.  Veja a <a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/programacao-completa/" target="_blank"><strong>programação completa</strong></a> do evento e outras informações no site da folha <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u654028.shtml">on-line</a></p>
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