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	<title>Caxolas</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>O QUE UMA ESCRITORA HOLANDESA FALOU DO BRASIL</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 13:31:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado. Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.</p>
<p>Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o<br />
sanduíche em um guardanapo &#8211; ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.</p>
<p>Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas<br />
Enroladas em folhas de jornal &#8211; e tem fila na porta.</p>
<p>Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.</p>
<p>Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e<br />
Qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de &#8216;como conquistar o cliente&#8217;.</p>
<p>Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.</p>
<p>Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.</p>
<p>Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc&#8230; Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.</p>
<p>Os dados são da Antropos Consulting:</p>
<ol>
<li>O Brasil é o país que tem tido maior sucesso      no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem      sendo exemplo mundial.</li>
<li>O Brasil é o único país do hemisfério sul que      está participando do Projeto Genoma.</li>
<li>Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de      diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais      solidária.</li>
<li>Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal      Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do      Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das      apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências      mundiais: OS Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser      refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a      credibilidade do processo..</li>
<li>Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os      internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América      Latina.</li>
<li>No Brasil, há 14 fábricas de veículos      instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não      possuem nenhuma.</li>
<li>Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos,      97,3% estão estudando.</li>
<li>O mercado de telefones celulares do Brasil é o      segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês. Na telefonia      fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.</li>
<li>Das empresas brasileiras, 6.890 possuem      certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre OS países em      desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.</li>
<li>O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e      helicópteros executivos.</li>
</ol>
<p>Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?</p>
<ol>
<li>Por que não se orgulham em dizer que o mercado      editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos      novos a cada ano?</li>
<li>Que têm o mais moderno sistema bancário do      planeta?</li>
<li>Que suas agências de publicidade ganham os      melhores e maiores prêmios mundiais?</li>
<li>Por que não falam que são o país mais      empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos,      dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?</li>
<li>Por que não dizem que são hoje a terceira      maior democracia do mundo?</li>
<li>Que apesar de todas as mazelas, o Congresso      está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros      países ditos civilizados?</li>
<li>Por que não se lembram que o povo brasileiro é      um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas,      gesticula e não mede esforços para atendê-Los bem?</li>
</ol>
<p>Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.</p>
<p>É! O Brasil é um país abençoado de fato.<br />
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.</p>
<p>Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.<br />
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.<br />
Bendita seja, querida pátria chamada<br />
Brasil!!</p>
<p>Divulgue esta mensagem para o máximo de pessoas que você puder. Com essa atitude, talvez não consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras irá, pelo menos, por alguns momentos, refletir e se <span style="text-decoration: underline;">orgulhar de ser BRASILEIRO!!!</span></p>
<p>Autor anônimo</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-979" title="brasil-holanda" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/07/brasil-holanda1.jpg" alt="brasil-holanda" width="300" height="215" /></p>
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		<title>A linguagem das coisas</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/06/a-linguagem-das-coisas/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 14:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Complementares]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Deyan Sudjic]]></category>

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		<description><![CDATA[
A linguagem das coisas é um livro cativante, que aborda com clareza os encantos de uma variedade de ícones: carros, móveis e projetos arquitetônicos, e relembra como certos objetos, que se tornaram paradigmas do desenho industrial, continuam a influenciar a indústria, o comércio e o marketing hoje.
Dos excessos das passarelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.2ab.com.br/FILES/_FOTOS/grande/708FG1.JPG" alt="" /></p>
<p><em>A linguagem das coisas</em> é um livro cativante, que aborda com clareza os encantos de uma variedade de ícones: carros, móveis e projetos arquitetônicos, e relembra como certos objetos, que se tornaram paradigmas do desenho industrial, continuam a influenciar a indústria, o comércio e o marketing hoje.<br />
Dos excessos das passarelas ao humor inspirado por um utensílio de cozinha com grife, o autor mostra como podemos ser manipulados e seduzidos pelas coisas que possuímos ou desejamos possuir. E, ao expor as engrenagens da engenharia do consumo, torna evidentes os truques da fabricação do bom gosto e suas consequências.<br />
Com charme e invejável sagacidade, <em>A linguagem das coisas </em>trata dessas e de muitas outras questões. Provocante e corajoso, explora detalhes saborosos, como os motivos que levam os designers a sonhar com sua assinatura em uma cadeira ou uma luminária, e questiona em que ponto termina o design e começa a arte, fazendo dessa uma leitura obrigatória para todos os que compreendem o design como algo que vai além da beleza das formas.</p>
<table style="font-family: Tahoma, Tahoma, Helvetica !important; font-size: 11px; color: #666666;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="400">
<tbody>
<tr>
<td style="padding-bottom: 2px;">
<h4 id="NomeProduto" style="font-size: 11pt; padding: 0px; margin: 0px;">A Linguagem das coisas</h4>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding-bottom: 5px;">De Deyan Sudjic. Tradução de Adalgisa Campos da Silva.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Arte e design &#8211; Ossário</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/04/arte-e-design-ossario/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 01:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>

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		<description><![CDATA[
Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg"><img class="alignnone" src="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço de pano e as paredes como elementos de sua obra efêmera que formava várias caveiras. Ele já imaginava que seria abordado por autoridades, mas não imaginava que chegaria a ser 5 vezes por noite.  Ao final a prefeitura interditou o túnel e limpou apenas as partes que o artista havia interferido, deixando o restante do mesmo estado. Estas e outras mensagens você poderá encontrar no subsolo do <a href="http://www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10164,1,0,1,1.bb?codigoMenu=9904&amp;dtInicio=4&amp;codigoEvento=3287">CCBB</a> na até o dia 9 de maio na exposição Ossário, que faz uma representação da obra realizada no túnel.</p>
<p>É uma exposição muito importante para todos os designers que querem pensar algo amais em suas criações. Através de um insigth, Alexandre conseguiu chamar atenção de um problema urbano e efetivamente levou a uma ação pública. Acredito que enquanto designer devemos pensar nos impactos e intervenções que fazemos em nossa sociedade. Devemos tentar sair do lugar comum e pensar que podemos driblar as pressões comerciais através de suas próprias armas, fazendo como Alexandre, mostrando uma face de nossa sociedade que não quemos ver, e desta forma, mudar um as coisas um pouco de cada vez.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Rua Álvares Penteado, 112 &#8211; Centro<br />
Entrada franca</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Service Design Drinks &#8211; segunda edição</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/04/service-design-drinks-segunda-edicao/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 03:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[design de serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[
O blog Caxolas esteve no encontro “Service design Drinks” realizado no dia 17/04/2010, organizado por  Luis Alt e Tennyson Pinheiro, sócios da Livi Work Brazil. Estiveram presentes interessados pelo tema e profissionais que estão procurando mais informações sobre este novo modelo. Iremos a seguir delimitar alguns pontos que foram discutidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-942" title="Captura de tela 2010-04-20 às 01.04.02" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Captura-de-tela-2010-04-20-às-01.04.02.jpg" alt="Captura de tela 2010-04-20 às 01.04.02" width="425" height="213" /></p>
<p>O blog Caxolas esteve no encontro “Service design Drinks” realizado no dia 17/04/2010, organizado por  Luis Alt e Tennyson Pinheiro, sócios da <a href="http://www.liveworkbrazil.com/">Livi Work Brazil</a>. Estiveram presentes interessados pelo tema e profissionais que estão procurando mais informações sobre este novo modelo. Iremos a seguir delimitar alguns pontos que foram discutidos durante o encontro.</p>
<p><strong>Ensino de Design no Brasil</strong></p>
<p>Muitas instituições de ensino brasileiras de design ainda estão baseadas no modelo das escolas tradicionais cujo contexto principal era a forma e função, nos moldes da escola de Ulm e da Bauhaus. Algumas instituições estão começando a compreender os novos pensamentos sobre design e procurando apresentar novas soluções e formas de atuação do designer diante a mudança do mercado. Algumas instituições citadas foram a PUC-Rio (com projetos interdisciplinares),  Mackenzie, ESPM e Rio Branco que começaram procurar inserir nas grades matérias que apresentam o design de uma maneira diferente, como um pensamento de inovação que pode ser aplicado de diversas formas.</p>
<p>A educação no Brasil ainda está longe de ser a ideal, mas a vivência de trabalho que a pluralidade cultural e a breve iniciação dos jovens no mercado já como profissionais, permitem certa compensação.</p>
<p><strong>Mercado, serviço e design.</strong></p>
<p>O objetivo final de todos que atuam no mercado é entender as motivações pessoais de cada usuário da marca e estudar como influenciar o comportamento de compra, entendendo as reais influencias decisórias de cada um.</p>
<p>O design de serviço já não é mais visto como passageiro. Tanto as empresas como as instituições de ensino já percebem que essa metodologia tem muito a oferecer e que chegou para ficar. Seu diferencial principal de outras metodologias de trabalho voltado em serviço, como o marketing de serviço, é o foco na experiência do usuário, assim como a utilização de ferramentas de desenvolvimento criativo do design na busca de inovação. O foco está no usuário e não no consumidor, o que possibilita a retirada do produto do centro do processo e planejamento da empresa.  Com essa visão é possível trabalhar a marca para a experiência do usuário, passando a ter uma vivência emocional no ponto de contato. O lucro passa a ser uma consequência e não um fim para a empresa.</p>
<p>Por outro lado podemos observar que mesmo empresas abertas as novas tendências ainda estão presas por burocracias e estruturas hierárquicas que coíbem um trabalho emocional da marca e privilegiam resultados pessoais em detrimento os organizacionais. Projetos podem passar desapercebidos e oportunidades descartadas por causa de uma falta de conscientização de uma visão de marca e de Brand Equity.</p>
<p><strong>Diferencial brasileiro.</strong></p>
<p>A pluralidade cultural do Brasil, por ser um país continente, possibilita que os profissionais entendam como trabalhar a diversidade, adaptando adequadamente projetos de ampla atuação, diferentemente do ocorre em países Europeus. O Brasil apresenta um futuro promissor e nessa década deve apresentar uma grande evolução em relação à inovação e serviços.</p>
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		</item>
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		<title>Design Thinking: design como inspiração para inovação e transformação organizacional</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/04/design-thinking/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 19:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caxolas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[pensar]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências de design]]></category>

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		<description><![CDATA[O papel do design no universo das empresas sofreu ampla modificação nos últimos anos, evoluindo de uma ‘supérflua’ ferramenta empregada em produções estéticas para ser reconhecido como um dos principais recursos estratégicos, capaz de agregar significativo valor aos produtos e/ou marcas e transformando-os em experiências memoráveis. Talvez a Apple seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O papel do design no universo das empresas sofreu ampla modificação nos últimos anos, evoluindo de uma ‘supérflua’ ferramenta empregada em produções estéticas para ser reconhecido como um dos principais recursos estratégicos, capaz de agregar significativo valor aos produtos e/ou marcas e transformando-os em experiências memoráveis. Talvez a Apple seja o melhor exemplo global deste mutação. “Você não sacrifica a experiência pelo crescimento; você impulsiona o crescimento a partir da qualidade da experiência.” (JOBS, S. 2009)</p>
<p>O papel do design estende-se muito além da simples criação de formas para posicionar e diferenciar a empresa no mercado. Ao invés disso, o design sugere produtos e serviços qnsformando-se assim em uma ferramenta central ao processo de inovação.</p>
<p>O mundo atual, dinâue materializam os valores essenciais da empresa, tramico e em constante evolução, propõe grandes desafios ao universo empresarial: instabilidade econômica, modificação dos valores sociais, ampliação da expectativa em relação à responsabilidade social e ambiental, novas oportunidades a partir do acesso à mercados globais, tecnologia em profunda transformação e consumidores mais exigentes e sofisticados. Além disso, as empresas habitam hoje o chamado “innovation gap” (1): possuem ferramentas tecnológicas necessárias para produzir praticamente tudo, porém carecem de conhecimento para entender o quê os consumidores realmente desejam. Suprir esta lacuna é fundamental para atingir lucratividade e crescimento.</p>
<p>Por outro lado, os modelos tradicionais de gestão, bem-sucedidos no passado, são hoje muito rígidos para atender aos novos desafios e oportunidades. De acordo com Bruce Nussbaum (2), editor da Business Week, o formato no qual nossas empresas e instituições foram concebidos não funcionam mais. Corporações, sistemas financeiros, meio ambiente, saúde, educação são categorias que precisam de uma revisão, em que inovações incrementais não serão suficientes para enfrentar o nível de complexidade exigido por estas transformações. Faz-se necessário uma transformação do negócio em si, em que processos mais eficientes, mobilizem o capital humano e posicionem o negócio acima da curva evolutiva. Um crescente número de líderes empresariais acreditam que Design Thinking desempenha um importante papel neste processo.</p>
<p>Design Thinking é uma metodologia original e efetiva, que pode ser aplicada ao design de inovação, sistemas, processos e no design do negócio em si. Um método que oferece uma compreensão mais ampla, ágil e profunda sobre a estilo de vida dos indivíduos, facilitando assim a solução de problemas complexos, abrangendo desde o acesso à água potável nos países em desenvolvimento até a eficácia dos sistemas de segurança nos aeroportos internacionais.</p>
<p>Ao longo das últimas décadas os designers desenvolveram habilidades visando combinar as necessidades humanas conjugadas à disponibilidade de recursos técnicos como também as limitações mercadológicas do negócio. Através da integração do que é desejado sob a ótica dos aspectos humanos, em conjunto com o que é tecnologicamente praticável e economicamente viável, designers foram capazes de criar produtos e marcas admirados. Design Thinking amplia este espectro de atuação, empregando a metodologia para um universo mais amplo de problemas, deslocando a atitude de ser designer para pensar como designer (3).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-944" title="design estrategico" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/design-estrategico1.jpg" alt="design estrategico" width="425" height="213" /></p>
<p>A fantasia do gênio e sua mente brilhante, que por muito tempo habitou nosso inconsciente coletivo, é substituído por um processo de design multidisciplinar, passível de ser gerenciado e implementado. Design Thinking é essencialmente um processo de inovação centrado em aspectos humanos, cujos métodos como observação, colaboração, conhecimento, visualização, prototipagem e análises incitam a inovação e delineiam as estratégias empresariais promovendo, assim, a decisão sobre o que deve ser produzido.</p>
<p>Criatividade e design mobilizam inovação, e inovação mobiliza crescimento. Porém a inovação pautada somente em novidades não confere ao negócio viabilidade econômica e  sustentável a longo-prazo. Faz-se necessário um modelo de inovação que suscite transformação para assim dar-se início a um processo de criação da cultura de inovação empresarial.</p>
<p>Empresas líderes em alguns setores de produção da economia brasileira iniciaram seu percurso metodológico no universo do Design Thinking, além de iniciativas acadêmicas. Livros como The Rise of Creative Class(4) e A Whole New Mind(5) reforçam que estamos em meados de uma mudança ainda mais significativa no papel do design e da criatividade nas corporações: o incremento da economia criativa, influenciada tanto por fatores micro como macro. Aparentemente é uma transformação permanente e portanto, capaz de transformar uma empresa que faz design para uma empresa cujo design seja o seu enfoque estratégico.</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>1. Lockwood, T. Design Thinking. USA: Allworth Press, 2010</p>
<p>2. Nussbaum, B. Business Week. USA: 2009</p>
<p>3. Brown, T. Change by design. USA: HaperColins, 2009</p>
<p>4. Florida, R. The Rise of Creative Class. USA: Basic Books, 2003</p>
<p>5. Martin, R. A Whole New Mind. USA: Harvard Business Review, 2009</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Autora: Ellen Kiss:</strong></span> professora e coordenadora acadêmica da Pós-Graduação em Design Estratégico na ESPM além de docente convidada em outras instituições de ensino. Consultora e palestrante em temas que permeiam design e inovação. Possui mais de 15 anos de atuação profissional com experiência internacional. Colabora com publicações e é membro da diretoria da Abedesign.<br />
<span style="color: #ffcc00;"><span style="color: #ff6600;"><strong>email:</strong></span> </span><a href="mailto:ellen@ellenkiss.com" target="_blank">ellen@ellenkiss.com</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Branding &#8211; Fundamentos para uma gestão estratégica de marcas</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/04/branding-fundamentos-para-uma-gestao-estrategica-de-marcas/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 04:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[

A implementação de iniciativas eficazes de branding é estratégico para as empresas reforçarem o seu posicionamento mercadológico, em um momento em que o bom desempenho da economia brasileira propicia oportunidades expansão dos negócios.
A imagem e o posicionamento da marca são indispensáveis para o sucesso de uma empresa, independente do porte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-893" title="banner" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/banner.jpg" alt="banner" width="440" height="120" /></p>
<div>
<div>A implementação de iniciativas eficazes de branding é estratégico para as empresas reforçarem o seu posicionamento mercadológico, em um momento em que o bom desempenho da economia brasileira propicia oportunidades expansão dos negócios.</div>
<div>A imagem e o posicionamento da marca são indispensáveis para o sucesso de uma empresa, independente do porte ou do ramo de atividade. Uma marca bem construída e administrada oferece valor e diferenciação ao produto ou serviço.</div>
<div>A imagem é fundamental na criação e manutenção de marcas fortes e duradouras. O seu posicionamento mercadológico é definido pela comparação que os consumidores fazem em relação às concorrentes.</div>
<div>Participe deste Seminário InterNews para aprimorar o gerenciamento da sua marca e a participação da sua empresa no mercado. Veja como como iniciativas em branding podem ampliar espaços em mercados de alta competitividade. Saiba como se identificar com o mercado local para crescer com velocidade. Avalie os fundamentos para o desenvolvimento de uma marca vencedora. Conheça casos de empresas de expressiva participação no mercado que promovem uma eficiente gestão de suas marcas frente a concorrência.</div>
</div>
<div>
<p>PROGRAMA</p>
<div>
<div><em><strong>8h30    Credenciamento</strong></em></div>
<div><strong>9h00    Os fundamentos para a criação de uma marca vencedora</strong></div>
<blockquote>
<div><strong>Ricardo Jucá Bentivegna<br />
</strong>Gerente de Marketing e Trade Marketing da J. Macêdo, mestre em administração pela PUC-SP. Autor do livro digital: “Branding 101 – o guia básico para a gestão de marcas de produtos”</div>
</blockquote>
<div><em><strong>10h10    Coffee break</strong></em></div>
<div><strong>10h30    Estudo de caso: A fixação da marca para a fidelização de clientes no setor de serviços”</strong></div>
<blockquote>
<div><strong>Simone Castelli<br />
</strong>Gerente de marketing do Shopping Frei Caneca. Possui 17 anos de experiência nas áreas de branding e marketing.</div>
</blockquote>
<div><strong>11h30    Estudo de caso: A instituição de uma nova marca dentro do mercado de artigos de luxo</strong></div>
<blockquote>
<div><strong>Fernanda Ljuba<br />
</strong>Gerente Regional de Butiques Nespresso para a América Latina</div>
</blockquote>
<div><em><strong>12h30    Almoço</strong></em></div>
<div><strong>14h00    Design e competitividade nas pequenas e médias empresas</strong></div>
<blockquote>
<div><strong>Leonardo Almeida<br />
</strong>Executivo de novos negócios da Anauê Design Estratégico, formado em design gráfico, com MBA em marketing pela USP</div>
</blockquote>
<div><strong>15h10    Estudo de caso: O uso do branding para ampliar espaço em mercados de alta competitividade</strong></div>
<blockquote>
<div><strong>Marina Daineze<br />
</strong>Gerente de Propaganda da Vivo Telefonia Móvel, onde também atuou nas áreas de Estratégia de Comunicação e Branding, formada em Relações Públicas pela USP com MBA Executivo em Marketing pela ESPM</div>
</blockquote>
<div><em><strong>16h20    Coffee break</strong></em></div>
<div><strong>16h40    Estudo de caso: A identificação com o mercado local para crescer com velocidade</strong></div>
<blockquote>
<div><strong>Paola Campanari<br />
</strong>Gerente de Marketing Corporativo, Branding e Planejamento da Samsung Electronics do Brasil.</div>
</blockquote>
<div><em><strong>18h00    Encerramento</strong></em></div>
</div>
<p>INFORMAÇÕES</p>
<div>
<div><strong>Data</strong><br />
8 de abril de 2010</div>
<div><strong>Local</strong><br />
Tulip Inn Interative Hotel<br />
Rua José Maria Lisboa, 555<br />
Jardins &#8211; São Paulo &#8211; SP</div>
</div>
<div>
<p>INSCRIÇÕES</p></div>
<p>Você pode efetuar sua inscrição com sua Consultora de Negócios: <strong>Ellen Agostinho </strong>através do telefone (11) 3683-4478 ou pelo e-mail <a rel="nofollow" href="http://sistema.directclick.com.br/click/register.aspx?x=30%7C216723%7Cmailto:ellen.agostinho@internews.jor.br?subject=inscricao:+Branding" target="_blank">ellen.agostinho@internews.jor.br</a>, informando seu nome, cargo, empresa,CNPJ, I.E, endereço, telefone, fax.</p>
<div><strong>Preço</strong><br />
R$ 1.890,00 para inscrições pagas até o dia 31 de março de 2010<br />
R$ 2.140,00 para inscrições pagas após o dia 31 de março de 2010</div>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Design Currency. Definindo o valor do design</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/03/design-currency-definindo-o-valor-do-design/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 14:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[canada]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[design currency]]></category>
		<category><![CDATA[design week]]></category>
		<category><![CDATA[Giant Ant Media]]></category>
		<category><![CDATA[icograda]]></category>
		<category><![CDATA[Rethink]]></category>
		<category><![CDATA[semana do design]]></category>
		<category><![CDATA[vancouver]]></category>

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		<description><![CDATA[
A animação de flipbook abaixo, realizada por Rethink and Giant Ant Media, divulga a Semana de Design de Vancouver, iniciativa da Icograda (Conselho Internacional das Associações de Design Gráfico).

Português:
O que é  ?
É o símbolo para o projeto Design Currency.
Qual é a moeda Design? É uma oportunidade para explorar o que torna o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Picture-2.png"><img class="alignnone size-large wp-image-878" title="Picture 2" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Picture-2-580x328.png" alt="Picture 2" width="580" height="328" /></a></p>
<p>A animação de flipbook abaixo, realizada por <a href="http://www.rethinkcommunications.com/" target="_blank">Rethink</a> and <a href="http://giantantmedia.com/" target="_blank">Giant Ant Media</a>, divulga a <a href="http://www.designweekvancouver.ca/" target="_blank">Semana de Design de Vancouver</a>, iniciativa da <a href="http://www.icograda.org/" target="_blank">Icograda</a> (Conselho Internacional das Associações de Design Gráfico).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WjpzNfi2H9I&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/WjpzNfi2H9I&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h3>Português:</h3>
<p>O que é <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> ?</p>
<p>É o símbolo para o projeto Design Currency.</p>
<p>Qual é a moeda Design? É uma oportunidade para explorar o que torna o design valioso. Coisas como: a habilidade, a clareza, a funcionalidade, a contribuição social, a sustentabilidade, a beleza e os resultados.</p>
<p>O que <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> realmente importa? Porque quanto mais nosso design aparece, mais podemos causar impacto na: comunicação, cultura e comércio.</p>
<p>Design Currency. Definindo o valor do design.</p>
<h3 style="font-size: 1.17em;">English:</h3>
<p>What is <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> ?<br />
It is the symbol for Design Currency.</p>
<p>What is Design Currency? It&#8217;s an oportunity to explore what makes design valuable. Things like: craftsmanship, clarity, functionality, social contribution, sustentability, beauty and results.</p>
<p>What does <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> matter? Because the more our design achive, the more we can impact: comunication, culture and comerce.</p>
<p>Design Currency. Defining the value of design.</p>
<p><a href="http://www.designweekvancouver.ca/" target="_blank"><img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.png" alt="design currency" width="418" height="162" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Design de games</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/03/design-de-games/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 17:11:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Régis Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[games]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagino que eu precise começar um artigo sobre design de games justificando sua aparição em um blog sobre design estratégico. A motivação para este post veio de dois artigos que eu li recentemente sobre design de games e ambos têm uma característica em comum que é também uma característica que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagino que eu precise começar um artigo sobre design de games justificando sua aparição em um blog sobre design estratégico. A motivação para este post veio de dois artigos que eu li recentemente sobre design de games e ambos têm uma característica em comum que é também uma característica que nós aqui no caxolas consideramos importante para tudo aquilo que se auto intitula estratégico: foco no <a href="http://www.caxolas.com.br/category/futuro/">futuro</a>.</p>
<p>O primeiro foi <a href="http://www.kk.org/thetechnium/archives/2010/02/the_game-ified.php" target="_blank">esse aqui</a> do excelente blog <a href="http://www.kk.org/thetechnium/" target="_blank">The Technium</a>. Se me permitem a meta-metalinguagem este artigo trata de um <a href="http://g4tv.com/videos/44277/dice-2010-design-outside-the-box-presentation/" target="_blank">vídeo</a> (que eu embedei abaixo para sua conveniência) no qual o game designer <a href="http://www.schellgames.com/" target="_blank">Jesse Shell</a> fala um pouco sobre (a-ham) o futuro dos games. Não quero estragar a surpresa, vale muito a pena ver o vídeo até o fim (até o fim!), então só vou adiantar uma coisa: a palestra tem um foco no futuro que é o que todos nós buscamos aqui. Como serão os games do futuro? Como eles influenciarão nossas vidas cotidianas? Onde está hoje a fronteira entre o jogo e a realidade? Onde estará essa fronteira no futuro?</p>
<p><object id="VideoPlayerLg44277" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="418" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://g4tv.com/lv3/44277" /><param name="name" value="VideoPlayer" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="VideoPlayerLg44277" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="418" src="http://g4tv.com/lv3/44277" name="VideoPlayer" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<div style="margin: 0pt; text-align: center; width: 480px; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 12px; color: #ff9b00;"><a style="color:#FF9B00;" href="http://g4tv.com/games/xbox-360/index" target="_blank">Xbox 360 Games</a> &#8211; <a style="color:#FF9B00;" href="http://g4tv.com/e32010" target="_blank">E3 2010</a> &#8211; <a style="color:#FF9B00;" href="http://g4tv.com/games/ps3/61899/guitar-hero-5/index" target="_blank">Guitar Hero 5</a></div>
<p>Outro artigo que motivou esse meu post foi <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/8556874.stm" target="_blank">esse aqui</a>, enviado a mim pelo meu sócio na <a href="http://www.indicedesign.com/" target="_blank">Índice</a> Jonattas. Trata-se do anúncio de lançamento de uma nova tecnologia em games por uma empresa que promete balançar a indústria. Como isso será feito? Por meio de uma quebra de paradigma (de novo, foco no futuro). O princípio é simples: os jogos desta empresa rodarão em um servidor e serão transmitidos ao jogador por streaming para qualquer plataforma conectada à Internet por um link de banda larga (computador, televisão ou o que quer que o futuro nos traga).</p>
<p>Em outras palavras, o foco desse novo modelo de negócios não é a produção de consoles (que eles dizem estar com os dias contados) ou de jogos para serem comprados e tocados em um hardware específico, mas sim uma nova plataforma de prestação de serviços em games. Aliás, esta proposta me parece muito alinhada com uma tendência que eu discuti em <a href="http://www.caxolas.com.br/2009/11/terceirizacao-na-web/" target="_blank">outro post</a> sobre o deslocamento de algumas tendências na Web para a terceirização.</p>
<p>Achei sintomático no final do artigo o uso do termo &#8220;instant gratification&#8221; (ou gratificação instantânea), um termo cada vez mais enfatizado em qualquer tipo de solução. O termo também faz eco ao vídeo acima na parte em que o autor fala sobre gratificações como forma de recompensa no jogo.</p>
<p>Em outras palavras tudo isso equivale a perguntar sumariamente: quem sobreviverá ao futuro e quem será engolido pelos novos paradigmas por ter simplesmente ficado parado?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-905" title="jesse-schell" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/jesse-schell.jpg" alt="jesse-schell" width="400" height="266" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Marcas elásticas: abrangendo diferentes canais e segmentos</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/03/marcaselasticas/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 16:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Elasticidade de marca]]></category>
		<category><![CDATA[Marcas]]></category>
		<category><![CDATA[Marcas abrangentes]]></category>
		<category><![CDATA[Marcas elásticas]]></category>
		<category><![CDATA[Segmentação]]></category>
		<category><![CDATA[Toyota]]></category>

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		<description><![CDATA[
As marcas estão presentes nas vidas das pessoas, em fachadas de estabelecimentos, sites, calçados e roupas. Contudo, a presença delas está crescendo, não somente em pontos de contato, como também em canais. Isso significa que o core business delas está se perdendo em seus posicionamentos. Antes uma empresa de telefonia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vw1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-860" title="vw" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vw1.jpg" alt="vw" width="580" height="321" /></a></p>
<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vw1.jpg"></a>As marcas estão presentes nas vidas das pessoas, em fachadas de estabelecimentos, sites, calçados e roupas. Contudo, a presença delas está crescendo, não somente em pontos de contato, como também em canais. Isso significa que o <em>core business</em> delas está se perdendo em seus posicionamentos. Antes uma empresa de telefonia celular apenas operava em seu core business[telefonia celular]. Atualmente ela também pode levar sua marca às rádios FM, às Megarampas de skate e ao mundo da moda [exemplificado na montagem acima].</p>
<h3>Marcas segmentadas</h3>
<p>Ainda hoje as marcas podem ser associadas a segmentos, já que houve grande esforço de construção de marca durante muitos anos. Assim, conseguimos remeter algumas marcas aos seus respectivos produtos/serviços com facilidade. Você pode verificar a relevância dessas marcas respondendo ao <a href="http://www.thebrandquiz.com" target="_blank">quiz</a>. Você perceberá que associações entre produto e marcas já fazem parte de seuinconsciente.  Por trás da aparente mudança comportamental das empresas há uma profunda transformação de modelos de negócios. As empresas não apostam mais unicamente em seus produtos para atingir o mercado, mas focam em seu posicionamento de modo a aumentar a visibilidade da marca. O mercado contemporâneo não consegue mais implementar um significado padronizado dos seus produtos para atender a uma massa consumidora padronizada. Ele precisa oferecer signos que se adequem ao seu público-alvo.</p>
<h3>Personalizando e comunicando as marcas</h3>
<p>Em volta de um comportamento de compra existe um conjunto de hábitos, rituais, preferências e gostos que estão intimamente ligados entre si. Quando se opta por atingir um determinado perfil de público-alvo, é preferível que ele seja abordado em diversos canais e pontos de contato pela mesma marca [caso ela seja elástica o suficiente] de forma coerente e harmonioza. Isso traz menos esforço de construção de marca e mais visibilidade a ela.  No entato, ao fazer uma comunicação eficiente para seu público, alinhando os significados da marca às ideologias dos consumidores, abre-se um grande mercado que possibilita atender ideias e comportamentos em áreas correspondentes a estratégias de comunicação correlatas ao comportamento do público consumidor. Para ficar mais claro, podemos exemplificar através da marca Hyundai. A empresa vende aparelhos de DVD sem grande investimento de comunicação, já que seu foco é o setor automotivo. O esforço de marca abrange elementos psicosociais e econômicosque possibilitam a extensão de sua imagem para outros segmentos. Unificando os dois produtos sob a mesma chancela de marca pode-se aproveitar os benefícios e investimentos de um setor para todos os demais através de uma comunicação eficiente e focada no mesmo público-alvo em diversos pontos de contato, canais e locais de consumo. O produto em si passa a ser secundário, já que a imagem transmitida começa a representar as mesmas idéias.  Mas então por que todas as marcas não começam a atuar em diferentes canais que não de seus <em>core businesses</em>, já que isso aumenta sua visibilidade, seus ganhos e sua proximidade aos públicos-alvo? Bem, hoje em dia a maioria está fazendo isso, mas tornar as marcas mais elásticas [de modo a abranger segmenetos que não são <em>core</em> da empresa] pode ocasionar alguns problemas: sem a blindagem de marca por segmento, o risco de contaminação é maior [não ter foco em um <em>core</em> business facilita a contaminação negativa, já que é difícil uma empresa ser competente em todos os segmentos e, caso não seja ela que produza, é difícil também conseguir gerenciar/alinhar todos os fornecedores].</p>
<h3>Quebras de paradígmas e os novos desafios para as marcas</h3>
<p>Forçar modos ou comportamento de consumo para um público determinado foi um modelo utilizado através das mass midias, onde a televisão, o rádio e as mídias impressas impunham um determinado padrão que excluía a opinião e as individualidades dos consumidores. Hoje, após uma série de quebra de paradigmas, as diferenças não só são aceitas como valorizadas. A internet vem obrigando as grandes marcas a escutarem o consumidor, que passaram a exigir produtos customizáveis e personalizados [que surge graças ao modelo Toyotista, com pequenas unidades fabris espalhadas localmente].  Por outro lado, investir comunicação de produtos que atendam a núcleos de mercado tornou-se muito custoso, e desenvolver marcas é um trabalho que exige longo prazo e várias ações correlacionadas. Desta forma, acumular produtos e serviços sob a mesma estrutura de marca, traduzindo os mesmo conceitos que correspondam a hábitos de um determinado consumidor, vem se tornando uma estratégia eficiente para otimizar custos e ações eficientes. Por um lado ganha-se em custo e penetração no público alvo, por outro, perde a individualidade dos produtos que precisam ter sua imagem inabalável com o intuito de não atingir toda a estrutura da marca.  Resultado disso repercute em novos paradigmas de negócios: apenas estampar as marcas nos produtos/serviços que foram produzidos por terceiros. O foco dessas empresas é encontrar os consumidores, decodificar os seus desejos e  ofertar produtos/serviços de maneira mais eficiente, e com o melhor preço. Sua maior preocupação é cuidar do que resulta o maior lucro, suas marcas, baseando-se nos valores retirados de pesquisas, desenvolvimento de novos serviços e marketing. O valor verdadeiro vem do capital humano, e não mais do material. Algumas empresas grandes já atuam nesse sentido, como a Harley Davidson, Nike, Apple, Motorola, Johnson &amp; Johnson e Wal Mart. Estas empresas transferiram, ou estão transferindo aos poucos, sua produção para o mercado terceirizado. Como isso, os estoques circulam mais rapidamente (<em>just in time</em>) e a estratégia de precificação passa a ser focada unicamente na marca. Porém, o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u683100.shtml) " target="_blank">caso Toyota</a> demonstrou o grande risco desse processo [o descontrole parcial das etapas de trabalho terceirizado], o que proporcionou erros que antes não haviam.</p>
<h3>Marcas pós-modernas</h3>
<p>Com comportamento fluido que constitui os consumidores atuais, busca-se marcas consistentes que transmitam segurança na escolha e reflitam uma personalidade representativa dos desejos de uma vida de experiências intensas. Assim como possibilidades de amparar pequenas e grandes tomadas de decisões que recaem nos indivíduos – decisões que anteriormente eram pré-determinada pela estrutura cultural e social. Esta transferência de responsabilidades foi um processo que o próprio mercado implementou, enfraquecendo as estruturas governamentais e sociais através do livre mercado. Apropriando-se desse papel socio-econômico, as marcas necessariamente estão se focando em sua personalidade que, cada vez mais, precisará refletir seus consumidores. Este processo tende para uma simbiose onde consumidor e marca atuarão de forma coletiva e bilateral, mas com forças desproporcionais.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Nota-se que as marcas estão se tornando cada vez mais elásticas, de modo a abrangerem segmentos e canais nunca antes imaginados. Essa tendência contrapõem as empresas que segmentam seus produtos e serviços com a criação de mais marcas, tornando muito custoso mantê-las, porém, diminuindo a chance de contaminação entre elas.</p>
<h3>Bibliografia</h3>
<p>AAKER, David A. &amp; KELLER, Kevin L. Brand Equity BAUMAN, Zigmunt. O Mal-estar da pós-modernidade. São Paulo: Zahar, 1998  <a href="http://www.caxolas.com.br/author/brenofrias/" target="_blank">Breno Frias</a> e <a href="http://www.caxolas.com.br/author/sergiobrandt/" target="_blank">Sergio Brandt</a></p>
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		<title>IDEA/Brasil 2010 &#8211; Palestra com cases da Boeing, Microsoft, Nike e mais!</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/03/ideabrasil-2010-palestra-com-cases-da-boeing-microsoft-nike-e-mais/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 16:37:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[seminário]]></category>

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		<description><![CDATA[
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="atendimento@objetobrasil.com.br" target="_blank"><img class="alignnone size-large wp-image-855" title="mala_teague_vf" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/mala_teague_vf-580x1128.jpg" alt="mala_teague_vf" width="580" height="1128" /></a></p>
<p>Confirme sua presença <a href="atendimento@objetobrasil.com.br" target="_blank">por e-mail</a> informando-nos:</p>
<p>Nome(s):<br />
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Empresa(s):</p>
]]></content:encoded>
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