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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>CICI 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 16:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Está acontecendo entre 10 e 13 de março de 2010 a &#8220;conferencia internacional de cidades inovadoras.
Cidades inovadoras dos cinco continentes reúnem-se no Paraná em 2010 para a Conferência Internacional             de Cidades Inovadoras &#8211; CICI2010. A iniciativa do Sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-830" title="Picture 1" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Picture-1.png" alt="Picture 1" width="450" height="118" /></p>
<p>Está acontecendo entre 10 e 13 de março de 2010 a &#8220;conferencia internacional de cidades inovadoras.</p>
<p>Cidades inovadoras dos cinco continentes reúnem-se no Paraná em 2010 para a Conferência Internacional             de Cidades Inovadoras &#8211; CICI2010. A iniciativa do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná             (Fiep), em copromoção com as prefeituras de Curitiba, Lyon (França), Londres(Inglaterra), Bengaluru (Índia)             e Austin (Estados Unidos), coloca lado a lado as inovações das cidades e a experiência de mais de             100 especialistas na gestão inovadora de conglomerados urbanos e humanos.</p>
<p>Ainda dá tempo, você pode assitir on-line<a href="http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content95290.shtml" target="_blank"> http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content95290.shtml</a></p>
<h2>Destaques Nacionais e Internacionais</h2>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img id="imgId[32909]" src="http://www.cici2010.org.br/dbimages/32941.img" border="0" alt="" width="40" height="40" /></td>
<td><a href="http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content78710.shtml" target="_blank">Pierre Lévy</a> <span>(Ontario, Canadá)</span><br />
“A Cidade como Rede e a Sustentabilidade das Cidades” e “O futuro             da investigação em redes sociais”</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img id="imgId[32909]" src="http://www.cici2010.org.br/dbimages/32943.img" border="0" alt="" width="40" height="40" /></td>
<td><a href="http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content78714.shtml" target="_blank">Steven Johnson</a> <span>(Nova             Iorque, EUA)</span><br />
“A cidade como organismo vivo” e “Palestra sobre Redes Sociais e Emergências”</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img id="imgId[32909]" src="http://www.cici2010.org.br/dbimages/32931.img" border="0" alt="" width="40" height="40" /></td>
<td><a href="http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content78719.shtml" target="_blank">Clay Shirky</a> <span>(Nova             Iorque, EUA)</span><br />
“A Reinvenção do Governo a partir das Cidades” e “O Poder de organizar             sem Organização&#8221;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>veja mais</p>
<p><a href="http://www.cici2010.org.br/" target="_blank">http://www.cici2010.org.br/</a></p>
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		<title>Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 14:28:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Complementares]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os trabalhos de Alexandre Wollner, pioneiro da profissão de designer gráfico, determinaram não somente um novo rumo à produção visual brasileira como também uma personalidade própria a essa arte. Em sua carreira concebeu projetos de identidade visual para empresas que o tornaram internacionalmente reconhecido.
Este livro-documentário, patrocinado pela Petrobras, que inclui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-823" title="344953_0_5" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/344953_0_51.jpg" alt="344953_0_5" width="277" height="398" /></p>
<p>Os trabalhos de Alexandre Wollner, pioneiro da profissão de designer gráfico, determinaram não somente um novo rumo à produção visual brasileira como também uma personalidade própria a essa arte. Em sua carreira concebeu projetos de identidade visual para empresas que o tornaram internacionalmente reconhecido.</p>
<p>Este livro-documentário, patrocinado pela Petrobras, que inclui DVD com 85 minutos de entrevista, baseia-se em testemunhos de Wollner sobre a história do design, além de projetos e documentos originais existentes em seu escritório. Juntos, livro e DVD constituem um importante conjunto para os profissionais das artes e design.</p>
<p>Wollner foi aluno da primeira turma do Instituto de Arte Contemporânea do Masp, criado por Pietro Maria Bardi em 1951. Estudou na pioneira Escola de Ulm, que serviu de modelo para as escolas de design no Brasil. Entusiasmado com os planos do então presidente Juscelino Kubitschek, voltou ao Brasil determinado a criar uma nova consciência industrial, alavancada pelo design.</p>
<p>Criou, com Geraldo de Barros, Walter Macedo e Ruben Martins, o primeiro escritório de design do país; foi fundador e professor do Instituto de Desenho Industrial do MAM do Rio de Janeiro e da Escola Superior de Desenho Industrial da UERJ. Responsável por uma parcela representativa da produção de projetos de identidade corporativa no Brasil, entre as empresas cujos programas de identidade foram desenvolvidos pelo designer estão Itaú, Hering, Philco, Eucatex, Metal Leve e Indústrias Klabin.</p>
<p>No DVD, as indagações aparecem e ganham força. O cotidiano de sua casa-escritório revela emoções normalmente escondidas por detrás do discurso grafado. Ao mesmo tempo permite que haja uma exposição mais vívida de dados técnicos e conceituais. Quatro extras são dedicados ao exame de marcas e programas de identidade individuais e um pequeno vídeo traz um depoimento de Wollner sobre sua infância e juventude.</p>
<p>No livro, uma transcrição editada em ordem cronológica, equivalente a aproximadamente quatro horas de entrevista, aprofunda as discussões registradas em vídeo. Acompanham-na um pequeno glossário, além do catálogo completo &#8211; e inédito &#8211; das marcas criadas e divulgadas até hoje por Alexandre Wollner.</p>
<p>Um projeto de André Stolarski<br />
<a href="http://www.fnac.com.br/alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-FNAC,,livro-344953-2049.html?cmp=hm_Buscape_buscape&amp;cat=Livro&amp;sub=&amp;prd=alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil" target="_blank">Resenha tirada da FNAC</a></p>
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		<title>IDEA/Brasil 2010 – Seminário com a consultoria de design da Boeing!</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/03/ideabrasil-2010-%e2%80%93-seminario-com-a-consultoria-de-design-da-boeing/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 15:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Confira sua prensença neste evento através do e-mail atendimento@objetobrasil.com.br  informando-nos:
Nome(s):
Email(s):
Empresas(s):
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-813" title="Print" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/teaser_seminario11.jpg" alt="Print" width="425" height="418" /></p>
<p>Confira sua prensença neste evento através do e-mail atendimento@objetobrasil.com.br  informando-nos:<br />
Nome(s):<br />
Email(s):<br />
Empresas(s):</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Diálogos Finlândia/ Brasil &#8211; Design e Inovação Social</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 13:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[mesa redonda]]></category>

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		<description><![CDATA[
 Convidamos a todos para assistirem à mesa-redonda Diálogos Finlândia/ Brasil &#8211; Design e Inovação Social, no dia 10 de março, quarta-feira, às 14:00 hs, na Sala 807 da FAU Cidade Universitária &#8211; USP. A delegação finlandesa, composta pelos Profs. Ilkka Suppanen, Mikko Koria e Markku Reunanen irá debater sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-804" title="BANDEIRAS" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/BANDEIRAS1.jpg" alt="BANDEIRAS" width="425" height="138" /></p>
<div style="margin: 0px;"><span style="font-family: tahoma,helvetica,sans-serif; color: #000000;"> </span>Convidamos a todos para assistirem à mesa-redonda Diálogos Finlândia/ Brasil &#8211; Design e Inovação Social, no dia 10 de março, quarta-feira, às 14:00 hs, na Sala 807 da FAU Cidade Universitária &#8211; USP. A delegação finlandesa, composta pelos Profs. Ilkka Suppanen, Mikko Koria e Markku Reunanen irá debater sobre o tema com os Profs. Maria Cecília Loschiavo dos Santos, Oswaldo Massambani, Marcelo Tramontano e Anja Pratschke da USP.</div>
<div style="margin: 0px;"><img class="alignnone size-full wp-image-808" title="CARTAZ DESIGN E INOVACAO SOCIAL copy" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CARTAZ-DESIGN-E-INOVACAO-SOCIAL-copy1.jpg" alt="CARTAZ DESIGN E INOVACAO SOCIAL copy" width="425" height="660" /></div>
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		<title>Design de Serviços</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/03/design-de-servicos/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[design de serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na última quinta feira dia 04/03/10 aconteceu uma palestra na EPSM sobre Design de Serviços. Nunca havia escutado esse termo em design mas apresentou ser uma nova área em grande crescimento no Brasil. Segundo o palestrante Tennyson Pinheiro,  “o design de serviços é uma metodologia que permite a criação sistemática [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-797" title="367" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/367.jpg" alt="367" width="450" height="324" /></p>
<p>Na última quinta feira dia 04/03/10 aconteceu uma palestra na EPSM sobre Design de Serviços. Nunca havia escutado esse termo em design mas apresentou ser uma nova área em grande crescimento no Brasil. Segundo o palestrante <a href="http://www.designdeservicosbrasil.blogspot.com/" target="_blank">Tennyson Pinheiro</a>,  “o design de serviços é uma metodologia que permite a criação sistemática de inovações sustentáveis em serviços e cujo foco principal reside em melhorar as experiências das pessoas”.</p>
<p>O problema é que as empresas ainda pensam que o seu grande diferencial na entrega de produtos ou “serviços” é ainda preço, qualidade, disponibilidade dos produtos, sortimento, funcionalidade etc, tudo isso tem que ser quesito básico no que é entregue para o cliente e, nos dias de hoje, já virou commodities.</p>
<p>A palestra me fez lembrar de uma experiência horrível com a marca NET no final de semana passado. Resumindo a história, o meu problema era somente colocar o segundo ponto na casa e nisso tive que mudar de plano e pagar mais caro. Quando o técnico chegou não tinha o segundo ponto na ordem de chamada dele e a central disse que houve um engano e não foi registrado o segundo ponto. Fiquei na mão pra variar.</p>
<p>Esse caso representa a incoerência com que as marcas transmitem sua identidade para seu cliente. É preciso haver interação nos pontos de contato para que não hajam ruídos pois, como no meu caso, após a experiência negativa o cliente passa a desacreditar na empresa.</p>
<p>Hoje o mercado precisa considerar o<strong> ponto de vista</strong> dos clientes para o posicionamento da marca e compreender o que é necessário e o que desejam, pois somente <strong>experiências autênticas</strong> terão relevância em uma economia saturada de escolhas.</p>
<p><strong>Marca é uma promessa, ela conta histórias e cria uma identidade</strong>. É a <strong>percepção íntima das pessoa</strong>s em relação a produtos ou serviço e, no final de cada experiência, ela é definida por essas pessoas e não pela empresa. Cada um cria sua percepção sobre ela <strong>e quando esse número de pessoas atinge esse mesmo sentimento “viceral” uma empresa pode dizer que tem uma marca</strong>. Marca não é o que a empresa diz, mas o que os outros dizem o que ela é. <strong>Ela é a premissa para o Design de Serviço</strong>.</p>
<p>Então, o que eu direi da NET agora?</p>
<p>Entenda um pouco mais sobre Design de Serviço através da <a href="http://www.slideshare.net/designdeservicos/design-de-servios-impactos-da-era-digital" target="_blank">apresentação</a> desenvolvida por Tennyson Pinheiro que é Diretor de Pesquisa e Inovação da IFB e Diretor da <a href="http://www.livework.co.uk/brazil" target="_blank">live|work Brazil</a>.</p>
<p>Veja també a página <a href="http://designdeservicosbrasil.ning.com/" target="_blank">http://designdeservicosbrasil.ning.com/</a></p>
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		<title>Dia da mulher: uma esperança</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/03/dia-da-mulher-uma-esperanca/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 02:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[dia da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[
Após lutas de gerações por uma sociedade igualitária, democrática e transumana, parece que os objetivos que os pensamentos dos iluministas, humanistas e modernistas estão se afastando mais e mais de nossa contemporaneidade. O pensamento da sociedade pós-moderna está voltado para a individualidade e auto-suficiência. Os valores coletivos se dissolveram durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-789" title="madness_diainternacionaldamulher1" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/madness_diainternacionaldamulher1.jpg" alt="madness_diainternacionaldamulher1" width="450" height="350" /><br />
Após lutas de gerações por uma sociedade igualitária, democrática e transumana, parece que os objetivos que os pensamentos dos iluministas, humanistas e modernistas estão se afastando mais e mais de nossa contemporaneidade. O pensamento da sociedade pós-moderna está voltado para a individualidade e auto-suficiência. Os valores coletivos se dissolveram durante o medo do totalitarismo e da repressão, o que colaborou pelo crescimento do poder do mercado, cada vez mais interessados em fortalecer valores referentes aos desejos individuais como forma de consumo. Nesse processo valores antigos que foram questionados se perderam. Valores como da família, como o humanitarismo e do respeito ao próximo se dissolveram.</p>
<p>Mas hoje, em contraponto , existe um lado bom. Podemos identificar a tolerância das diferenças e a valorização das particularidades. Como tudo na vida, ganhamos e perdemos em cada decisão que tomamos. As lutas das minorias por seu reconhecimento estão em seu ápice e hoje é admirado. A ordem não é mais um padrão que deve ser administrada e mantida igualitariamente, mas adaptada de acordo com as necessidades e desejos dos indivíduos. Hoje nosso maior reconhecimento se dá quando assumimos o papel de consumidor.  Os dias que celebram a vitória das minorias só ganham valores coletivos quando possuem a função de contribuir ao processo mercadológico.  No entanto podemos tirar algumas lições do dia internacional da mulher.</p>
<p>Um movimento no mercado é nítido, notório e irreversível; a transformação de produtos em serviços. Quando todos os produtos são  iguais em qualidade, custo e distribuição, a diferenciação passa a ser em oferecer um serviço e um design diferenciado. Nesse ponto voltamos à dialética da individualidade da pós-modernidade. Quanto mais o mercado precisa se diferenciar, mais irá buscar um posicionamento por nicho e até mesmo nas características individuais do consumidor, que estimula a perda do pensamento colaborativo e humanitário. Atender essas características será a função do serviço e do design e para isso será necessário qualidades como a percepção, a empatia com o próximo, a aptidão para o trabalho humano, a entrega de valores emocionais e a própria auto-doação, o que contradiz o individualismo. E na sociedade atual, regida pelos ideais masculinos, tais valores são desvalorizados e esquecidos. Servir e se dedicar ao próximo é, historicamente, uma função do universo feminino, que sempre cuidou da educação, cultura, saúde e desenvolvimento das gerações para o futuro.</p>
<p>Com o avanço da mulher no campo do trabalho, tais valores vêm se perdendo. A mãe e a esposa de hoje precisa dividir seu tempo com o trabalho e com a competição no universo masculino. Valores humanitários submetem-se à força do capital, e isso é passado para as novas gerações. Mas se o mercado precisa resgatar uma entrega de valor humano, que valoriza a emoção e empatia, quem sabe não teremos um resgate e uma valorização do universo feminino que ficou ameaçado de desaparecer nas últimas décadas. Se isso vier a acontecer poderemos presenciar pela primeira vez na história ocidental uma inversão de valores, onde valores extremamente racionais que visam resultados e objetividade rápidos entrarão em declínio, e então o homem terá que se render, e aquelas mulheres que lutaram e morreram pela liberdade e pelos direitos humanos serão verdadeiramente reconhecidas, e não precisarão mais de um dia internacional para lembrar das injustiças que sofreram.</p>
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		<title>O poder da informação</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 18:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[vigilância]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[
Venho mais uma vez tratar de um tema já citado por mim umas duas vezes nesse blog, vigilância. Em dois posts anterior “Vigilância: palavra mestra dos tempos futuros” e “Realidade ou individualismo aumentado?” disse que isso seria uma onda de futuro, mas a matéria que saiu ontem, 01/03/10 no jornal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-772" title="REDES SOCIAIS" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/REDES-SOCIAIS.jpg" alt="REDES SOCIAIS" width="425" height="213" /></p>
<p>Venho mais uma vez tratar de um tema já citado por mim umas duas vezes nesse blog, vigilância. Em dois posts anterior “<a href="http://www.caxolas.com.br/2010/01/vamos-googlear-no-futuro/" target="_blank">Vigilância: palavra mestra dos tempos futuros</a>” e “<a href="http://www.caxolas.com.br/2010/02/realidade-ou-indidualismo-aumentado/" target="_blank">Realidade ou individualismo aumentado?</a>” disse que isso seria uma onda de futuro, mas a matéria que saiu ontem, 01/03/10 no jornal Cox News Service, a “ministra alemã da proteção do consumidor, Ilse Aigner, atacou a economia baseada na Internet, alertando que empresas como o Google, a Microsoft e a Apple armazenam grandes quantidades de informações pessoais sobre usuários da Web que podem ser usadas para a obtenção de benefícios financeiros e que são capazes de prejudicar as chances dos indivíduos de conseguir empregos e empréstimos bancários.” Isso prova que já está acontecendo.<br />
Veja a matéria completa no <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2010/03/02/ministra-alema-alerta-para-os-poderes-dos-gigantes-da-internet.jhtm" target="_blank">link do UOL</a> ou abaixo. Para saber o que penso disso em relação ao design, veja os dois posts acima.</p>
<p>Curiosidades</p>
<ol>
<li>Não sei se é para se proteger, mas após essa matéria o Google já está justificando que: &#8220;&#8230;<span><strong>nunca venderemos ou compartilharemos o seu número de telefone com outras empresas e nem o usaremos para qualquer outro propósito além desta etapa de verificação, para recuperação de senha ou em caso de problemas com a segurança da conta.&#8221; </strong></span></li>
<li><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u442030.shtml" target="_blank">Robert David Steele, 56, ex-espião da CIA diz que Google colaborou com a CIA</a></li>
</ol>
<p><span><strong>Sei não viu.</strong></span></p>
<p><span><strong><img class="alignnone size-large wp-image-784" title="GOOGLE CONTAS" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GOOGLE-CONTAS5-580x463.jpg" alt="GOOGLE CONTAS" width="580" height="463" /><br />
</strong></span></p>
<h2>02/03/2010</h2>
<h1>Ministra alemã alerta para os poderes dos gigantes da Internet</h1>
<p><a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/der/"><img src="http://n.i.uol.com.br/jornais/fundo_branco/der.gif" border="0" alt="Der Spiegel" /></a></p>
<p>A ministra alemã dos Assuntos dos Consumidores, Ilse Aigner, advertiu em uma entrevista publicada na segunda-feira (01/03) que gigantes da Internet como o Google e a Microsoft armazenam enormes quantidades de dados pessoais sobre os usuários da Web, e disse que essas firmas deveriam revelar aquilo que sabem sobre as pessoas.</p>
<p>Falando na abertura da CeBIT, a exposição de comércio da indústria digital em Hanôver, na Alemanha, que terá início nesta terça-feira, Aigner afirmou que algumas companhias do setor de tecnologia da informação criaram gigantescos bancos de dados sobre os seus clientes e que ninguém sabe como elas estão usando esta quantidade enorme de nomes, endereços e fotos que estão à sua disposição.</p>
<p>“Gigantes do setor com o Facebook, a Apple, o Google ou a Microsoft podem compilar perfis pessoais inteiros na Internet”, disse Aigner ao jornal alemão “Süddeutsche Zeitung”. “Essas empresas sabem no que nós estamos interessados, o que compramos, para onde viajamos e quem são os nossos amigos. Como resultado disso, alguns consumidores passaram a ser muito interessantes para os negócios, enquanto outros poderão ir parar em &#8216;listas negras&#8217; e, como consequência, encontrar problemas para encontrar trabalho”.</p>
<p>“Essas companhias deveriam dar aos consumidores o controle sobre os seus dados pessoais”, afirmou Aigner, que, como ministra dos Assuntos dos Consumidores, faz parte do gabinete da chanceler Angela Merkel. “As companhias têm que fornecer a todos os usuários informações revelando quais dados pessoais estão armazenados e o que acontece com esses dados. Elas deveriam garantir que fosse possível apagar dados privados, caso o consumidor assim desejasse”.</p>
<p>Aigner gostou de uma sugestão do ministro do Interior, Thomas de Maiziere, no sentido de que as firmas deveriam começar a informar todos os anos às pessoas quais dados pessoais foram armazenadas sobre elas. “Um compromisso voluntário desse tipo por parte das companhias poderia ser uma solução. No momento é difícil para os consumidores descobrir quem sabe o que sobre eles”, declarou Aigner.</p>
<p><strong>“Nem mesmo George Orwell teria imaginado tal coisa”</strong></p>
<p>Ela nega que esteja sendo hostil para com as firmas da Internet. “Mas tudo tem um limite. Algumas invenções, como os softwares de reconhecimento facial para câmeras de telefones celulares, para a identificação de pessoas nas ruas, me provocam calafrios. Nem mesmo George Orwell teria imaginado tal coisa”.</p>
<p>Os comentários de Aigner seguem-se a uma advertência feita pela chanceler Merkel no seu programa semanal de podcast no sábado, em que ela afirmou que o governo precisa avaliar os riscos do uso da Internet. “Isso não significa que nós queremos conter a liberdade da Internet desnecessariamente, mas sim que as pessoas precisam ter uma garantia de proteção legal ampla”, disse Merkel. Por exemplo, o governo continuaria a assegurar que os sites de pornografia infantil poderiam ser fechados, explicou a chanceler.</p>
<p>Ao se referir à controvérsia em torno da inclusão de ruas alemãs no Street View do Google, Merkel declarou: “Quem achar que isso interfere com a sua privacidade pode apresentar uma objeção oficial”. O Ministério de Proteção do Consumidor preparou um modelo de correspondência com esse objetivo que está disponível no seu website, disse Merkel.</p>
<p><strong>Indústrias de tecnologia da informação criticam o governo</strong></p>
<p>O presidente da associação alemã da indústria de tecnologia da informação, a Bitkom, August-Wilhelm Scheer, criticou a política do governo para a Internet e o acusou de hipocrisia.</p>
<p>Em uma entrevista a “Der Spiegel”, ele afirmou que o governo está expondo as vidas privadas dos seus cidadãos ao exigir que as companhias de telefonia celular retenham dados sobre ligações telefônicas e tráfico na Internet, e ao permitir que a polícia conduza vigilância de computadores.</p>
<p>“Ao mesmo tempo a ministra de proteção do consumidor está criticando o Google porque este estaria aparentemente infringindo a privacidade. Isso é uma incoerência”, criticou Scheer.</p>
<p>Ele afirmou que já é hora de os governos apresentarem uma abordagem coordenada em relação à Internet, em vez de deixarem que ministros tomem iniciativas pessoais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2010/03/02/ministra-alema-alerta-para-os-poderes-dos-gigantes-da-internet.jhtm" target="_blank">UOL</a></p>
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		<title>Andy Warhol</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/02/andy-warhol/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 23:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Régis Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Mostra sobre o artista será realizada na Pinacoteca do Estado de São Paulo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Andy Warhol</strong>, o mais famoso artista do <strong>Pop Art</strong> mundial, terá uma exposição na <a href="http://www.pinacoteca.org.br/?pagid=exposicoes&amp;exp=proximas" target="_blank">Pinacoteca de São Paulo</a> a partir de 20 de março de 2010. A mostra se chama “Andy Warhol,  Mr. America” e está em cartaz atualmente no Malba (Museu de arte contemporânea de Buenos Aires) e trazer uma mostra tão importante assim custa em torno de US$ 600 mil (valor pago pelo Malba para ter a exposição), além de ter que ser escolhido pela <strong>Fundação Warhol</strong>!</p>
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		<title>Realidade ou individualismo aumentado?</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 19:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Design de interfaces]]></category>
		<category><![CDATA[Realidade aumentada]]></category>

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		<description><![CDATA[A sociedade hipermoderna, que vivemos atualmente, é também reconhecida pela sua ubiquidade nômade*, pois estamos na era do hiper: hipercapitalismo, hiperclasse, hiperpotência, hiperterrorismo, hiperindividualismo, hipermercado, hipertexto, hiperpresença – tudo é hiper. Com isso o nosso tempo será cada vez mais usado para atividades comerciais e usado como mercadoria. Em uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sociedade hipermoderna, que vivemos atualmente, é também reconhecida pela sua ubiquidade nômade*, pois estamos na era do hiper: hipercapitalismo, hiperclasse, hiperpotência, hiperterrorismo, hiperindividualismo, hipermercado, hipertexto, hiperpresença – tudo é hiper. Com isso o nosso tempo será cada vez mais usado para atividades comerciais e usado como mercadoria. Em uma de suas analises, Karl Marx disse – a economia de tempo é o princípio de funcionamento do capitalismo moderno. Para gerir o tempo como mercadoria, duas indústrias dominarão, isto é, já dominam a economia mundial: os seguros e os entretenimentos**.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rRcognsyqNY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/rRcognsyqNY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Para garantir a ubiquidade nômade, já existem e aperfeiçoarão no futuro próximo, os objetos nômades que implica no frenesi do consumo exacerbado para o prazer imediato. A tecnologia e futuramente a nanotecnologia (que melhorará radicalmente a maneira pela qual são produzidos os objetos atuais) são as grandes ferramentas das grandes corporações e indústrias de nos controlar como “marionetes”. Um exemplo disso, nos dias de hoje, é a Realidade Aumentada*** ou RA que possibilita produtos e serviços nos darem entretenimento e controlar nosso tempo dando-nos segurança e agilidade. No exemplo acima, a RA aplicado nos tênis da <a href="http://www.adidas.com/campaigns/originals_ss10/content/microsites/neighborhood/default.aspx?headerType=discreet&amp;strCountry_adidascom=br" target="_blank"><strong>Adidas</strong></a> é o primeiro passo da miniaturização da “vigilância” junto com o consumo, aumentando maciçamente a ubiquidade servindo de captor e de controlador. Outro exemplo citado abaixo é o <strong>Bradesco</strong> onde em um único objeto nômade você será permanentemente localizável onde a tecnologia permitirá saber tudo sobre a origem dos produtos e dos movimentos dos homens. Todos os dados nele contidos, inclusive fotos, vídeos etc serão estocados e vendidos para empresas públicas e privadas. Futuramente o próximo alvo será o Estado, transformando os serviços (educação, saúde etc) em produtos, chegando ao ápice do capitalismo e atingindo sua meta destruindo tudo que não for ele e tornando o mundo num imenso mercado.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UIGAkVMre_o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/UIGAkVMre_o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p>Apesar da imersão da sociedade atual em tecnologias voltadas para alienação da consciência da ordem social e para o reforço do individualismo em detrimento do valor do bem-estar comunitário o design vem reencontrando seu papel de propulsor do pensamento humano. O Design possui em sua estrutura de pensamento o foco na convergência das diferenças, em que o trabalho só se torna diferenciado quando consegue encontrar o ponto de equilíbrio entre razão e emoção, pensamento e sentimento, arte e produto. Quando encontra esse equilíbrio é possível desfazer o mal-estar imposto pelas diferenças e pela necessidade do hiperconsumo. Ele possibilita um consumo positivo, em que todos saem ganhando &#8211; o qual deveria ser a real função do marketing.</p>
<p>Desenvolver um conteúdo estético e funcional que possibilite o benefício de “corpo e alma” acessível a todos, e que posicione o outro não como alguém que deva ser combatido ou excluído, mas como uma vida que deva compartilhar conhecimentos, vivências e emoções, dividindo o que temos de melhor para construir uma sociedade melhor, através de bens (materiais e imateriais) pensados conscientemente para trazer menos impactos e mais consciência será a grande oportunidade do design.</p>
<p><em>Sergio Brandit e Vinícius Costa</em></p>
<p>* Qualidade do que está em toda parte<br />
** Uma breve história do futuro &#8211; Jacques Attali<br />
*** Realidade Aumentada é um ambiente que envolve tanto realidade virtual como elementos do mundo real, criando um ambiente misto em tempo real</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-763" title="technologyinmind" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/technologyinmind2.jpg" alt="technologyinmind" width="425" height="213" /></p>
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		<title>Marcas Open Source &#8211; (des)construindo as marcas</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/02/marcas-open-source/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 23:26:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na construção de uma marca corporativa dois trabalhos fundamentais atuam lado a lado: Branding e Design. O conceito de branding seria algo como marca em movimento, o de design constitui algo como dar origem  ou projetar. Tanto um quanto o outro tem em sua essência a atualização e a visão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-749" title="apple_broken_gel copy2" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/apple_broken_gel-copy2.jpg" alt="apple_broken_gel copy2" width="425" height="213" /></p>
<p>Na construção de uma marca corporativa dois trabalhos fundamentais atuam lado a lado: Branding e Design. O conceito de branding seria algo como marca em movimento, o de design constitui algo como dar origem  ou projetar. Tanto um quanto o outro tem em sua essência a atualização e a visão de futuro. Por outro lado o mercado e as empresas estão cada vez mais fluidos, hiperconsumistas e hiperdinâmicos. Dessa forma a construção de marca tende a ser uma espécie de <em>open source</em>,  cujo o código deve ser construído indefinidamente pelos vários agentes.</p>
<p>Uma linha de identidade visual precisa de alguns parâmetros para o seu desenvolvido, respondendo alguns quesitos como simplicidade, pregnância (memorável, facilmente identificável), atemporalidade, versatilidade e adequabilidade. É fácil encontrar esses princípios ao analisarmos logos de sucesso como Nike, Coca-Cola, Mc Donalds, Apple. São marcas de fácil identificação, com uma plataforma bem estabelecida e que vem se atualizando durante seu tempo de vida. Mas com a diversificação das mídias, com um perfil de consumidor altamente dinâmico, alta velocidade de informação, tecnologias cada vez mais virtuais esses conceitos estão ganhando novos paradigmas.</p>
<p>Antes do bum da internet, por exemplo, um logo para ser versátil precisava ter entre suas propriedades ser escalonavel a vários tamanhos, em formatos horizontais e verticais, possuir proporcionalidade, margem de segurança para leitura, aplicabilidade em fundos diversos assim como em negativo. Esses quesitos de modo geral já eram suficientes para responder as necessidades, possibilitando um bom tempo de vida. Não que fosse fácil ser desenvolvido, pelo contrário, na era da reprodução analógica era preciso muito cuidado para que a identidade cumprisse as regras estabelecidas.</p>
<p>No mercado atual a dificuldade não está mais em sua reprodução, mas na diversidade e dinamismo. Tecnologias como iPhone, Smart Phone, realidade aumentada, TV digital, cinema 3D, além de sites altamente dinâmicos estão necessitando de novas formas de aplicação. Muitas vezes as regras  já existentes permitem uma referencia genérica para essas tecnologias, mas não são capazes de explorar todo potencial. Um logo em 3D na década de 90 era no mínimo visto com maus olhos pelos designers, hoje é quase inevitável para as grandes marcas. Ao mesmo tempo em que a tecnologia facilitou o desenho da marca,  a construção semiótica se vulgarizou. Com a tecnologia todos tem acesso para fazer representações gráficas reproduzíveis, o que não resolve a função do logotipo, levando-nos a questão da adequabilidade, que acredito ser um problema maior.</p>
<p>Uma marca precisa corresponder à imagem da empresa e a da expectativa de seu consumidor através de recursos cognitivos. Com a internet e o avanço das mídias sociais, a importância da penetração através do buzz marketing poderá ultrapassar a da identidade institucional. Produtos cada vez mais segmentados precisarão ter identidades cada vez mais personalizadas. A cara da empresa não poderá ser apenas a dela, mas deverá se aproximar de uma simbiose.</p>
<p>O design multisensorial é um dos recursos que permite inovar a identidade corporativa. A Coca-cola, por exemplo, já trabalha muito bem através da forma da conhecida garrafa de vidro (possibilitando percepção tátea) , sua tipia e suas cores vermelha e branca além, claro, do paladar .</p>
<div id="attachment_698" class="wp-caption aligncenter" style="width: 273px"><img class="size-full wp-image-698" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/cc1.jpg1.jpg" alt="desenvolvimento das embalagens Coca-Cola - pregnância da forma" width="263" height="175" /><p class="wp-caption-text">desenvolvimento das embalagens Coca-Cola - pregnância da forma</p></div>
<div id="attachment_696" class="wp-caption aligncenter" style="width: 282px"><img class="size-full wp-image-696 " src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/coca.jpg" alt=" Silueta da garrafa Coca-Cola" width="272" height="272" /><p class="wp-caption-text"> Silueta da garrafa, identificação imediata à marca</p></div>
<div id="attachment_699" class="wp-caption aligncenter" style="width: 273px"><img class="size-full wp-image-699" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/CU172R.jpg" alt="pen" width="263" height="175" /><p class="wp-caption-text">Pen drive, reforço da marca pela forma</p></div>
<p style="text-align: left">
<div id="attachment_700" class="wp-caption aligncenter" style="width: 130px"><img class="size-full wp-image-700" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pa293001.jpg" alt="Apenas as cores e siluetas já identificam a marca" width="120" height="265" /><p class="wp-caption-text">Apenas as cores e siluetas já identificam a marca</p></div>
<p style="text-align: left">
<p>Por outro lado marcas sólidas ganham tanta força que seus consumidores tornam-se fãs e assumem-se como co-proprietários, lhe dando o direito de utilizá-la como bem quiser. Veja o caso da Apple, a qual encontramos diversas aplicações das mais diversas formas no cotidiano de seus consumidores, essas desvinculadas de seu padrão visual originalmente planejado.</p>
<div id="attachment_701" class="wp-caption aligncenter" style="width: 246px"><img class="size-full wp-image-701" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/apple1.jpg" alt="Tatto da apple - o sonho de toda marca, que nenhum design visualiza no manual" width="236" height="177" /><p class="wp-caption-text">Tatto da apple - o sonho de toda marca, que nenhum designer visualiza no manual de identidade</p></div>
<div id="attachment_702" class="wp-caption aligncenter" style="width: 296px"><img class="size-full wp-image-702" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/apple05.jpg" alt="Cartão desenvolvido polo usuário, não deve ser permitido?" width="286" height="229" /><p class="wp-caption-text">Cartão desenvolvido polo usuário, não deve ser permitido?</p></div>
<div id="attachment_703" class="wp-caption aligncenter" style="width: 350px"><img class="size-full wp-image-703" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/WALLPAPER.jpg" alt="Wallpaper feitos por usários, como aplicar o manual da marca?" width="340" height="299" /><p class="wp-caption-text">Wallpaper feitos por usários, como aplicar o manual da marca?</p></div>
<p>Marcas conhecidas utilizam sua força para penetrar no dia a dia das pessoas, tornando-se conhecidas e confiáveis.  No entanto ao mesmo tempo em que ela é produto de consumo, perde-se sua individualidade e sua autonomia, passando a fazer parte de algo maior. É nisso que as marcas para o futuro precisarão se concentrar. Deverão permitir ser digeridas pelo consumidor, transformando-se no resultado do consumo, tornando-se mutáveis, flexíveis e antenadas, mas sem deixar de transmitir a sua história e segurança. Vejo que ações como a da Google e da AOL possam ser uma forte tendência. Apesar de serem focadas no mercado virtual, acredito que já seja possível construir uma identidade líquida, correspondente ao tempo em que vivemos hoje. A google e seu subproduto orkut construíram uma marca que demonstra sua atualidade com o cotidiano e com a diversidade de informação, mas mantém parâmetros singulares que possibilitam seu reconhecimento e penetração ao manter alguns padrões.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-704" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/orkut-geral.jpg" alt="orkut-geral" width="490" height="302" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-705" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/google.jpg" alt="google" width="490" height="381" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-706" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/AOL-new-logo.jpg" alt="AOL-new-logo" width="490" height="362" /></p>
<p>Acredito que se bem planejado ações como essas podem trazer muitos benefícios. Hoje com as impressões <em>on demand e</em> a crescente tecnologia digital, é possível construir identidades semestrais ou quem sabe mensais. Com uma programação bem elaborada é possível que uma empresa tenha cartões de visitas diferentes todos os meses, encartes e anúncios, mesmo off-lines, dinâmicos. Isso possibilita que os próprios consumidores estejam permanentemente construindo a identidade da empresa, adquirindo a característica de identidade colecionável ou mesmo autoral. Ações como a do Banco do Brasil em que nomes de pessoas tomaram as fachadas dos bancos por um período de tempo, mantendo sua identidade pela aplicação de seu símbolo, cores institucionais – azul e amarelo- e da sua tipia, poderão deixar de ser localizadas. As marcas deverão a cada dia ter seus elementos desconstruídos, passando a ter uma identidade universal e permanentemente adaptável.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-710" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/BB.jpg" alt="BB" width="270" height="169" /></p>
<p>No entanto essa comunicação altamente flexível traz consigo a necessidade de maior controle em sua metamorfose. Exemplo disso foi a doodle do Orkut para homenagear os jogos de inverno de 2010 e que pareceu referenciar ao atleta que faleceu durante o mesmo evento alguns dias antes. Por sorte esse caso não ganhou repercursão.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-713" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/orkut_doodle_winter_olympics.jpg" alt="orkut_doodle_winter_olympics" width="320" height="160" /></p>
<p>Alguns seguimentos terão dificuldades em fazer esse tipo de mudança de identidade, principalmente as que possuem produtos que necessitam de um estoque. Outras não conseguirão entender ou aceitar essa tendência. No entanto a crescente onda de produtos personalizáveis poderá transformar até segmentos como o alimentício, como pode-se ver nessa ação da Nestlé Japão, com o produto kitkat que possibilita estampar a foto do consumidor na embalagem que irá comprar.<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-714" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/kitkat.jpg" alt="kitkat" width="472" height="367" /></p>
<p>Mas à medida que o mercado se torna essencialmente de serviços, em que se paga pelo uso ou benefício e não pela propriedade do produto, cada vez mais encontraremos exemplos de identidades flexíveis, ou <em>Open Source</em>.</p>
<p>Veja também esse artigo onde Simon Manchipp, sócio da London-based studio, questiona o futuro dos símbolos <a href="http://www.logodesignlove.com/logos-are-dead">http://www.logodesignlove.com/logos-are-dead</a></p>
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