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	<title>Caxolas &#187; Tecnologia</title>
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		<title>O que podemos chamar de design</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 18:41:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Já te m um tempo que a mídia nos empurra o conceito de design como um  elemento estético voltado para o prazer imediato. Possuimos tantas  coisas hoje que não damos conta de utilizálas por completo. A classe  média e também a emergente classe C, tem suas casas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #999999;">Já te</span><span style="color: #999999;"> </span><span style="color: #999999;">m um</span><span style="color: #999999;"> tempo que a m</span><span style="color: #999999;">ídia nos empurra o conceito de design com</span><span style="color: #999999;">o um  elemento estético voltado para o prazer imediato. Possuimos tantas  coisas hoje que não damos conta de utilizálas por completo. A classe  média e também a emergente classe C, tem suas casas repletas de  aparelhos, anunciados com um &#8220;design inovador&#8221;, comprados na esperança  da sonhada realização doméstica. Esse consumo, que chamarei de &#8220;design  da estética&#8221; depois explicarei por que, é passado para novas gerações,  nossos filhos, por exemplo, possuem caixas e caixas de brinquedos que  eles deixam de lado em questão de dias. Como as crianças estão deixando  de ser crianças mais cedo nos dias de hoje, o ciclo de vida dos  brinquedos também mudou.</span></p>
<p><span style="color: #999999;">Hoje, sabemos que os recursos naturais que fabricam esses bens de consumo não darão conta em um futuro próximo e &#8211; <span style="font-style: italic;">o uso exagerado da palavra &#8220;design&#8221; a esvaziou de significados, ou </span><span style="font-style: italic;">a transformou em</span><span style="font-style: italic;"> si</span><span style="font-style: italic;">nônimo de cínico e manipulador.</span> &#8220;Segundo <span style="font-weight: bold;">John Berger</span>, em seu livro <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Modos de ver</span><span style="font-style: italic;">, </span>de  1972, mostra uma distinção entre os verdadeiros objetos e o que  enxergava como manipulação do capitalismo que nos faz consumir mais e  mais a cada dia.&#8221; Ele usa a publicidade como exemplo e cita, &#8220;A</span><span style="color: #999999;"> publicidade começa trabalhando em cima de um apetite natural para o  prazer. Mas não pode oferecer o objeto real do prazer.&#8221; Se <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Modos de ver</span> fosse escrito hoje, certamente o que ele chama de &#8220;publicidade&#8221; pode ser trocado por &#8220;design&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #999999;">O  motivo desse post é tentar passar para os leitores o verdadeiro  significado da palavra design. Design não é somente estética, desenho ou  avanço tecnológico. <span style="font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif;">Design é um processo criativo que tem por objetivo tornar algo melhor para alguém, cuja </span>finalidade  é esta</span><span style="color: #999999;">belecer as qualidades multifacetadas de objetos, processos,  serviços e seus sistemas em ciclos de vida. Portanto, design é o fator  central da humanização inovadora de tecnologias e o fator crucial de  intercâmbio cultural e econômico, segundo a <strong><a href="http://www.icsid.org/about/about/articles31.htm" target="_blank">ICSID</a></strong> </span><span style="color: #888888;">(International Council of Societies of Industrial Design)</span><span style="color: #999999;">, com a missão de:</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #999999;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;">enfatizar a sustentabilidade global e a proteção ambiental (ética global);</span></span></li>
<li><span style="color: #999999;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;">dar  benefícios e liberdade para a inteira comunidade humana, individual e  coletiva, usuários finais, produtores e protagonistas de mercado (ética  social);</span></span></li>
<li><span style="color: #999999;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;">dar suporte à diversidade cultural, independentemente da globalização mundial (ética cultural);</span></span></li>
<li><span style="color: #999999;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;">gerar produtos, serviços e sistemas, cujas formas sejam expressivas e coerentes com sua própria complexidade.</span></span></li>
</ul>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1103" title="A REINVENCAO DO AUTOMOVEL 2" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/12/A-REINVENCAO-DO-AUTOMOVEL-23.jpg" alt="A REINVENCAO DO AUTOMOVEL 2" width="310" height="234" /></p>
<p><span style="color: #999999;">Um  exemplo que usa o &#8220;design&#8221; como manipulação de consumo é a indústria  automobilística. Ela reforça esse conceito de &#8220;design inovador&#8217;, &#8220;carro  design&#8221;, &#8220;design futurista&#8221;, etc para vender uma coisa que não tem mais  design. O design nos automóveis só existiu quando saiu da tração animal  para a mecânica, de resto é só desenho e inovação tecnológica. Os carros  só terão design novamente quando deixarem de ser um automóvel e  passarem a ser um sistema de locomoção onde a ética social, cultural e  global forem empregadas. O livro, <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">A Reinvenção do Automóvel – Mobilidade urbana pessoal para o século XXI</span>,  fruto da parceria entre o australiano William J. Mitchell, o britânico  Christopher E. Borroni-Bird e o americano Lawrence D. Burns, mostra como  melhorar o cenário das grandes cidades e a vida dos humanos que as  habitam pensando, não somente, em colocar mais automóvei</span><span style="color: #999999;">s </span><span style="color: #888888;">nas ruas usando o conceito de &#8220;design&#8221; como ferramenta de venda e  consumo, mas sim, usando o design como uma solução do enorme problema  social e global que estamos enfrentando hoje, a nossa própria extinção.</span></p>
<p><span style="color: #999999;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Ficha Técnica:</span></span><span style="color: #999999;"><br />
<span style="font-style: italic; font-weight: bold;">A Reinvenção do Automóvel – Mobilidade urbana pessoal para o século XXI</span><br />
Autores: William J. Mitchell, Christopher E. Borroni-Bird e Lawrence D. Burns<br />
Páginas: 240<br />
Formato 20 x 20 cm<br />
Preço: R$ R$ 69,90<br />
Editora Alaúde, 2010</span></p>
<p><span style="color: #999999;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Referências: </span><br />
<span style="font-style: italic; font-weight: bold;">A linguagem das coisas (algumas partes desse post foram tiradas desse livro)</span><br />
Autor: Deyan Sudjic</span></p>
<p><span style="color: #999999;"><br />
</span></p>
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		<title>Design de games</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 17:11:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Régis Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagino que eu precise começar um artigo sobre design de games justificando sua aparição em um blog sobre design estratégico. A motivação para este post veio de dois artigos que eu li recentemente sobre design de games e ambos têm uma característica em comum que é também uma característica que nós aqui no caxolas consideramos importante para tudo aquilo que se auto intitula estratégico: foco no <a href="http://www.caxolas.com.br/category/futuro/">futuro</a>.</p>
<p>O primeiro foi <a href="http://www.kk.org/thetechnium/archives/2010/02/the_game-ified.php" target="_blank">esse aqui</a> do excelente blog <a href="http://www.kk.org/thetechnium/" target="_blank">The Technium</a>. Se me permitem a meta-metalinguagem este artigo trata de um <a href="http://g4tv.com/videos/44277/dice-2010-design-outside-the-box-presentation/" target="_blank">vídeo</a> (que eu embedei abaixo para sua conveniência) no qual o game designer <a href="http://www.schellgames.com/" target="_blank">Jesse Shell</a> fala um pouco sobre (a-ham) o futuro dos games. Não quero estragar a surpresa, vale muito a pena ver o vídeo até o fim (até o fim!), então só vou adiantar uma coisa: a palestra tem um foco no futuro que é o que todos nós buscamos aqui. Como serão os games do futuro? Como eles influenciarão nossas vidas cotidianas? Onde está hoje a fronteira entre o jogo e a realidade? Onde estará essa fronteira no futuro?</p>
<p><object id="VideoPlayerLg44277" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="418" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://g4tv.com/lv3/44277" /><param name="name" value="VideoPlayer" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="VideoPlayerLg44277" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="418" src="http://g4tv.com/lv3/44277" name="VideoPlayer" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<div style="margin: 0pt; text-align: center; width: 480px; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 12px; color: #ff9b00;"><a style="color:#FF9B00;" href="http://g4tv.com/games/xbox-360/index" target="_blank">Xbox 360 Games</a> &#8211; <a style="color:#FF9B00;" href="http://g4tv.com/e32010" target="_blank">E3 2010</a> &#8211; <a style="color:#FF9B00;" href="http://g4tv.com/games/ps3/61899/guitar-hero-5/index" target="_blank">Guitar Hero 5</a></div>
<p>Outro artigo que motivou esse meu post foi <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/8556874.stm" target="_blank">esse aqui</a>, enviado a mim pelo meu sócio na <a href="http://www.indicedesign.com/" target="_blank">Índice</a> Jonattas. Trata-se do anúncio de lançamento de uma nova tecnologia em games por uma empresa que promete balançar a indústria. Como isso será feito? Por meio de uma quebra de paradigma (de novo, foco no futuro). O princípio é simples: os jogos desta empresa rodarão em um servidor e serão transmitidos ao jogador por streaming para qualquer plataforma conectada à Internet por um link de banda larga (computador, televisão ou o que quer que o futuro nos traga).</p>
<p>Em outras palavras, o foco desse novo modelo de negócios não é a produção de consoles (que eles dizem estar com os dias contados) ou de jogos para serem comprados e tocados em um hardware específico, mas sim uma nova plataforma de prestação de serviços em games. Aliás, esta proposta me parece muito alinhada com uma tendência que eu discuti em <a href="http://www.caxolas.com.br/2009/11/terceirizacao-na-web/" target="_blank">outro post</a> sobre o deslocamento de algumas tendências na Web para a terceirização.</p>
<p>Achei sintomático no final do artigo o uso do termo &#8220;instant gratification&#8221; (ou gratificação instantânea), um termo cada vez mais enfatizado em qualquer tipo de solução. O termo também faz eco ao vídeo acima na parte em que o autor fala sobre gratificações como forma de recompensa no jogo.</p>
<p>Em outras palavras tudo isso equivale a perguntar sumariamente: quem sobreviverá ao futuro e quem será engolido pelos novos paradigmas por ter simplesmente ficado parado?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-905" title="jesse-schell" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/jesse-schell.jpg" alt="jesse-schell" width="400" height="266" /></p>
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		<title>O poder da informação</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 18:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Venho mais uma vez tratar de um tema já citado por mim umas duas vezes nesse blog, vigilância. Em dois posts anterior “Vigilância: palavra mestra dos tempos futuros” e “Realidade ou individualismo aumentado?” disse que isso seria uma onda de futuro, mas a matéria que saiu ontem, 01/03/10 no jornal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-772" title="REDES SOCIAIS" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/REDES-SOCIAIS.jpg" alt="REDES SOCIAIS" width="425" height="213" /></p>
<p>Venho mais uma vez tratar de um tema já citado por mim umas duas vezes nesse blog, vigilância. Em dois posts anterior “<a href="http://www.caxolas.com.br/2010/01/vamos-googlear-no-futuro/" target="_blank">Vigilância: palavra mestra dos tempos futuros</a>” e “<a href="http://www.caxolas.com.br/2010/02/realidade-ou-indidualismo-aumentado/" target="_blank">Realidade ou individualismo aumentado?</a>” disse que isso seria uma onda de futuro, mas a matéria que saiu ontem, 01/03/10 no jornal Cox News Service, a “ministra alemã da proteção do consumidor, Ilse Aigner, atacou a economia baseada na Internet, alertando que empresas como o Google, a Microsoft e a Apple armazenam grandes quantidades de informações pessoais sobre usuários da Web que podem ser usadas para a obtenção de benefícios financeiros e que são capazes de prejudicar as chances dos indivíduos de conseguir empregos e empréstimos bancários.” Isso prova que já está acontecendo.<br />
Veja a matéria completa no <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2010/03/02/ministra-alema-alerta-para-os-poderes-dos-gigantes-da-internet.jhtm" target="_blank">link do UOL</a> ou abaixo. Para saber o que penso disso em relação ao design, veja os dois posts acima.</p>
<p>Curiosidades</p>
<ol>
<li>Não sei se é para se proteger, mas após essa matéria o Google já está justificando que: &#8220;&#8230;<span><strong>nunca venderemos ou compartilharemos o seu número de telefone com outras empresas e nem o usaremos para qualquer outro propósito além desta etapa de verificação, para recuperação de senha ou em caso de problemas com a segurança da conta.&#8221; </strong></span></li>
<li><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u442030.shtml" target="_blank">Robert David Steele, 56, ex-espião da CIA diz que Google colaborou com a CIA</a></li>
</ol>
<p><span><strong>Sei não viu.</strong></span></p>
<p><span><strong><img class="alignnone size-large wp-image-784" title="GOOGLE CONTAS" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GOOGLE-CONTAS5-580x463.jpg" alt="GOOGLE CONTAS" width="580" height="463" /><br />
</strong></span></p>
<h2>02/03/2010</h2>
<h1>Ministra alemã alerta para os poderes dos gigantes da Internet</h1>
<p><a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/der/"><img src="http://n.i.uol.com.br/jornais/fundo_branco/der.gif" border="0" alt="Der Spiegel" /></a></p>
<p>A ministra alemã dos Assuntos dos Consumidores, Ilse Aigner, advertiu em uma entrevista publicada na segunda-feira (01/03) que gigantes da Internet como o Google e a Microsoft armazenam enormes quantidades de dados pessoais sobre os usuários da Web, e disse que essas firmas deveriam revelar aquilo que sabem sobre as pessoas.</p>
<p>Falando na abertura da CeBIT, a exposição de comércio da indústria digital em Hanôver, na Alemanha, que terá início nesta terça-feira, Aigner afirmou que algumas companhias do setor de tecnologia da informação criaram gigantescos bancos de dados sobre os seus clientes e que ninguém sabe como elas estão usando esta quantidade enorme de nomes, endereços e fotos que estão à sua disposição.</p>
<p>“Gigantes do setor com o Facebook, a Apple, o Google ou a Microsoft podem compilar perfis pessoais inteiros na Internet”, disse Aigner ao jornal alemão “Süddeutsche Zeitung”. “Essas empresas sabem no que nós estamos interessados, o que compramos, para onde viajamos e quem são os nossos amigos. Como resultado disso, alguns consumidores passaram a ser muito interessantes para os negócios, enquanto outros poderão ir parar em &#8216;listas negras&#8217; e, como consequência, encontrar problemas para encontrar trabalho”.</p>
<p>“Essas companhias deveriam dar aos consumidores o controle sobre os seus dados pessoais”, afirmou Aigner, que, como ministra dos Assuntos dos Consumidores, faz parte do gabinete da chanceler Angela Merkel. “As companhias têm que fornecer a todos os usuários informações revelando quais dados pessoais estão armazenados e o que acontece com esses dados. Elas deveriam garantir que fosse possível apagar dados privados, caso o consumidor assim desejasse”.</p>
<p>Aigner gostou de uma sugestão do ministro do Interior, Thomas de Maiziere, no sentido de que as firmas deveriam começar a informar todos os anos às pessoas quais dados pessoais foram armazenadas sobre elas. “Um compromisso voluntário desse tipo por parte das companhias poderia ser uma solução. No momento é difícil para os consumidores descobrir quem sabe o que sobre eles”, declarou Aigner.</p>
<p><strong>“Nem mesmo George Orwell teria imaginado tal coisa”</strong></p>
<p>Ela nega que esteja sendo hostil para com as firmas da Internet. “Mas tudo tem um limite. Algumas invenções, como os softwares de reconhecimento facial para câmeras de telefones celulares, para a identificação de pessoas nas ruas, me provocam calafrios. Nem mesmo George Orwell teria imaginado tal coisa”.</p>
<p>Os comentários de Aigner seguem-se a uma advertência feita pela chanceler Merkel no seu programa semanal de podcast no sábado, em que ela afirmou que o governo precisa avaliar os riscos do uso da Internet. “Isso não significa que nós queremos conter a liberdade da Internet desnecessariamente, mas sim que as pessoas precisam ter uma garantia de proteção legal ampla”, disse Merkel. Por exemplo, o governo continuaria a assegurar que os sites de pornografia infantil poderiam ser fechados, explicou a chanceler.</p>
<p>Ao se referir à controvérsia em torno da inclusão de ruas alemãs no Street View do Google, Merkel declarou: “Quem achar que isso interfere com a sua privacidade pode apresentar uma objeção oficial”. O Ministério de Proteção do Consumidor preparou um modelo de correspondência com esse objetivo que está disponível no seu website, disse Merkel.</p>
<p><strong>Indústrias de tecnologia da informação criticam o governo</strong></p>
<p>O presidente da associação alemã da indústria de tecnologia da informação, a Bitkom, August-Wilhelm Scheer, criticou a política do governo para a Internet e o acusou de hipocrisia.</p>
<p>Em uma entrevista a “Der Spiegel”, ele afirmou que o governo está expondo as vidas privadas dos seus cidadãos ao exigir que as companhias de telefonia celular retenham dados sobre ligações telefônicas e tráfico na Internet, e ao permitir que a polícia conduza vigilância de computadores.</p>
<p>“Ao mesmo tempo a ministra de proteção do consumidor está criticando o Google porque este estaria aparentemente infringindo a privacidade. Isso é uma incoerência”, criticou Scheer.</p>
<p>Ele afirmou que já é hora de os governos apresentarem uma abordagem coordenada em relação à Internet, em vez de deixarem que ministros tomem iniciativas pessoais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2010/03/02/ministra-alema-alerta-para-os-poderes-dos-gigantes-da-internet.jhtm" target="_blank">UOL</a></p>
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		<title>Realidade ou individualismo aumentado?</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 19:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sociedade hipermoderna, que vivemos atualmente, é também reconhecida pela sua ubiquidade nômade*, pois estamos na era do hiper: hipercapitalismo, hiperclasse, hiperpotência, hiperterrorismo, hiperindividualismo, hipermercado, hipertexto, hiperpresença – tudo é hiper. Com isso o nosso tempo será cada vez mais usado para atividades comerciais e usado como mercadoria. Em uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sociedade hipermoderna, que vivemos atualmente, é também reconhecida pela sua ubiquidade nômade*, pois estamos na era do hiper: hipercapitalismo, hiperclasse, hiperpotência, hiperterrorismo, hiperindividualismo, hipermercado, hipertexto, hiperpresença – tudo é hiper. Com isso o nosso tempo será cada vez mais usado para atividades comerciais e usado como mercadoria. Em uma de suas analises, Karl Marx disse – a economia de tempo é o princípio de funcionamento do capitalismo moderno. Para gerir o tempo como mercadoria, duas indústrias dominarão, isto é, já dominam a economia mundial: os seguros e os entretenimentos**.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rRcognsyqNY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/rRcognsyqNY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Para garantir a ubiquidade nômade, já existem e aperfeiçoarão no futuro próximo, os objetos nômades que implica no frenesi do consumo exacerbado para o prazer imediato. A tecnologia e futuramente a nanotecnologia (que melhorará radicalmente a maneira pela qual são produzidos os objetos atuais) são as grandes ferramentas das grandes corporações e indústrias de nos controlar como “marionetes”. Um exemplo disso, nos dias de hoje, é a Realidade Aumentada*** ou RA que possibilita produtos e serviços nos darem entretenimento e controlar nosso tempo dando-nos segurança e agilidade. No exemplo acima, a RA aplicado nos tênis da <a href="http://www.adidas.com/campaigns/originals_ss10/content/microsites/neighborhood/default.aspx?headerType=discreet&amp;strCountry_adidascom=br" target="_blank"><strong>Adidas</strong></a> é o primeiro passo da miniaturização da “vigilância” junto com o consumo, aumentando maciçamente a ubiquidade servindo de captor e de controlador. Outro exemplo citado abaixo é o <strong>Bradesco</strong> onde em um único objeto nômade você será permanentemente localizável onde a tecnologia permitirá saber tudo sobre a origem dos produtos e dos movimentos dos homens. Todos os dados nele contidos, inclusive fotos, vídeos etc serão estocados e vendidos para empresas públicas e privadas. Futuramente o próximo alvo será o Estado, transformando os serviços (educação, saúde etc) em produtos, chegando ao ápice do capitalismo e atingindo sua meta destruindo tudo que não for ele e tornando o mundo num imenso mercado.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UIGAkVMre_o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/UIGAkVMre_o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p>Apesar da imersão da sociedade atual em tecnologias voltadas para alienação da consciência da ordem social e para o reforço do individualismo em detrimento do valor do bem-estar comunitário o design vem reencontrando seu papel de propulsor do pensamento humano. O Design possui em sua estrutura de pensamento o foco na convergência das diferenças, em que o trabalho só se torna diferenciado quando consegue encontrar o ponto de equilíbrio entre razão e emoção, pensamento e sentimento, arte e produto. Quando encontra esse equilíbrio é possível desfazer o mal-estar imposto pelas diferenças e pela necessidade do hiperconsumo. Ele possibilita um consumo positivo, em que todos saem ganhando &#8211; o qual deveria ser a real função do marketing.</p>
<p>Desenvolver um conteúdo estético e funcional que possibilite o benefício de “corpo e alma” acessível a todos, e que posicione o outro não como alguém que deva ser combatido ou excluído, mas como uma vida que deva compartilhar conhecimentos, vivências e emoções, dividindo o que temos de melhor para construir uma sociedade melhor, através de bens (materiais e imateriais) pensados conscientemente para trazer menos impactos e mais consciência será a grande oportunidade do design.</p>
<p><em>Sergio Brandit e Vinícius Costa</em></p>
<p>* Qualidade do que está em toda parte<br />
** Uma breve história do futuro &#8211; Jacques Attali<br />
*** Realidade Aumentada é um ambiente que envolve tanto realidade virtual como elementos do mundo real, criando um ambiente misto em tempo real</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-763" title="technologyinmind" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/technologyinmind2.jpg" alt="technologyinmind" width="425" height="213" /></p>
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		<title>O consumo e o futuro, o que o design tem a ver com isso?</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 16:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[design]]></category>

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Poucas pessoas sabem que o consumo foi inventado na segunda guerra mundial no sentido de melhorar a economia e que se tornou a regra para todo o sistema. O documentário História das Coisas mostra, de maneira didática e inquestionável qual é a história natural das &#8220;coisas&#8221;, desde sua Extração, passando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://video.google.com.br/googleplayer.swf?docid=-7568664880564855303&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://video.google.com.br/googleplayer.swf?docid=-7568664880564855303&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Poucas pessoas sabem que o consumo foi inventado na segunda guerra mundial no sentido de melhorar a economia e que se tornou a regra para todo o sistema. O documentário História das Coisas mostra, de maneira didática e inquestionável qual é a história natural das &#8220;coisas&#8221;, desde sua Extração, passando pela Produção, Distribuição, Consumo e Disposição de Lixo. A apresentadora nos mostra que existem informações não reveladas no caminho linear que foi nos ensinado. Ela mostra que em cada etapa, existe um mundo de falácias a serem desmascaradas e apresentadas àqueles que têm o que fazer para remediar o impacto ambiental da extração e produção desmesuradas: os consumidores. Ou seja: nós mesmos, cada um de nós.</p>
<p><strong>Mas o que o design tem a ver com isso? </strong>Refletindo o documentário acima, percebe-se que tudo ao nosso redor é design mas a maioria que se rotula como design não passa de desenho, formas atrativas, estética para ajudar o consumo desenfreado. <a href="http://www.caxolas.com.br/2010/01/phillippe-starck-se-aprofunda-no-design/" target="_blank">Phillippe Starck rotula isso como&#8221;&#8230;design cínico&#8230;&#8221;</a>. Não podemos confundir o verdadeiro sentido da palavra com o que a mídia divulga.</p>
<p>Muito se fala hoje do papel do design e sua importância na inovação das corporações que precisam “pensar design” (<a href="http://www.caxolas.com.br/2009/10/tim-brown/" target="_blank">design Thinking</a>). Mas afinal de contas o que tem de tão extraordinário esse tal de design? Tirando o iPhone, alguém consegue citar outro exemplo? A verdade é que há vários exemplos por ai, pois o design vai muito além de produtos. O design está na história entre pensadores e cientistas que transformaram nossa sociedade no que ela é hoje. Mas com o desenvolvimento do pensamento racional e da divisão do trabalho, o papel da criatividade passou a fazer parte da de um segmento que hoje ainda chamamos de ciências humanas. Por um tempo a criatividade na indústria foi valorizada na publicidade, pois era capaz de dar uma cara para as empresas do que elas queriam parecer, eram os maquiadores do mercado, dando um retorno em curto prazo. Mas como toda a maquiagem, tem seu tempo de duração (mesmo as chamadas permanentes). Logo as pessoas perceberam que aquela imagem que a publicidade mostrava (e ainda mostra) era apenas uma fachada.</p>
<p><strong>Veja abaixo a definição do que é design pela <a href="http://www.icsid.org/" target="_blank">ICSID (International Council of Societies of Industrial Design)</a> e, se tiver um tempo, vale a pena ver o vídeo acima.</strong></p>
<p>&#8220;O Design é uma atividade cujo objetivo é estabelecer qualidades multi-facetadas de objetos, serviços e seus sistemas em ciclos de vida completos. Portanto, design é o fator central da humanização inovadora das tecnologias e um fator crucial de intercâmbio cultural e econômico. O Design procura descobrir e estabelecer relações estruturais, organizacionais, funcionais, expressivas e econômicas, com o objetivo de:</p>
<ul>
<li>enfatizar a sustentabilidade global e a proteção ambiental <strong>(ética global)</strong>;</li>
<li>dar benefícios e liberdade para a inteira comunidade humana, individual e coletiva, usuários finais, produtores e protagonistas de mercado <strong>(ética social)</strong>;</li>
<li>dar suporte à diversidade cultural, independentemente da globalização mundial <strong>(ética cultural)</strong>;</li>
<li>gerar produtos, serviços e sistemas, cujas formas sejam expressivas e coerentes com sua própria complexidade.</li>
</ul>
<p>O design é uma atividade envolvendo uma ampla faixa de profissões, das quais produtos, serviços, comunicações gráficas, decoração e arquitetura fazem parte. Juntas, essas atividades deveriam elevar, de um modo harmônico e orquestrado com outras profissões, o valor da vida.&#8221;</p>
<p><em>Sergio Brandit e Vinícius Costa</em></p>
<p>LINKS:<br />
<a href="http://www.icsid.org/" target="_blank">http://www.icsid.org/</a></p>
<p><a href="http://www.storyofstuff.com/international/index.html" target="_blank">http://www.storyofstuff.com/international/index.html</a></p>
<p><a href="http://www.storyofstuff.com/international/index.html" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-646" title="v_StoryStuff_Button" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/v_StoryStuff_Button.jpg" alt="v_StoryStuff_Button" width="545" height="462" /></a></p>
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		<title>Google Building Maker: do real ao virtual</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2009/12/google-building-maker-do-real-ao-virtual/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 17:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
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Um dia pensei: e se houvesse uma espécie de câmera que captasse as imagens das cidade e as convertesse em 3D? Essas fotos poderiam ser postas, colaborativamente, na internet e aos poucos, haveria uma versão virtual do nosso mundo concreto; algo como um meta-mundo, ciber-mundo, hiper-mundo, jogo virtual/real ou seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/google-building-maker.png"><img class="size-large wp-image-503 alignnone" title="google building maker" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/google-building-maker-580x321.png" alt="google building maker" width="580" height="321" /></a></p>
<p>Um dia pensei: e se houvesse uma espécie de câmera que captasse as imagens das cidade e as convertesse em 3D? Essas fotos poderiam ser postas, colaborativamente, na internet e aos poucos, haveria uma versão virtual do nosso mundo concreto; algo como um meta-mundo, ciber-mundo, hiper-mundo, jogo virtual/real ou seja lá como podemos chamá-lo.</p>
<p>Para mim, aos poucos esse &#8220;mundo&#8221; poderia ser trasnformado por todas as pessoas de modo a fazer com que ele se tornasse algo real (porém virtual).</p>
<p>Assim, utilizando a realidade virtual, poderíamos conhecer todos os lugares do mundo (capturados pelas pessoas) sem sairmos de casa. A Matrix estaria mais próxima do que fora imaginado.</p>
<p>Recentemente me deparei com <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/visite-roma-em-3d-com-fotos-do-flickr-22092009-10.shl" target="_blank">um artigo</a> que me fez acreditar que minha ideia não era totalmente absurda. Trata-se de uma ferramenta capaz de compor imagens de cidades em três dimensões a partir de fotos do Flickr. Um software desenvolvido pela Universidade de Washington analisa as imagens e compõe a estrutura virtual.</p>
<p>Paralelamente a este projeto, a equipe sempre megalomaníaca e altamente criativa do Google lançou o <a href="http://sketchup.google.com/3dwh/buildingmaker.html" target="_blank">Google Building Maker</a>, uma ferramenta muito simples de usar, que convida os usuários do Google Earth (na mais que estabelecida e amplamente comentada <a href="http://www.caxolas.com.br/2009/11/google-wave-um-novo-paradigma/" target="_blank">tendência da construção colaborativa de conhecimento</a> a construir prédios do mundo concreto em versão virtual. É simples e qualquer um pode fazer, desde que não se importe de trabalhar de graça para construir uma ferramenta para um gigante capitalista polêmico.</p>
<p>A final de contas, o que isso tudo tem a ver com design estratégico? Ambos os exemplos trouxeram maneiras criativas de como trazer o concreto ao virtual. Capturar 3D por meio de fotos tiradas no flickr e/ou tirar fotos do mundo por meio de satélites e torná-las disponíveis de modo a todos poderem reconstruí-las e deixá-las tridimensionais são quebras de paradigmas, e, quebra de paradigmas no âmbito das experiências de vida é design. Houve um pensamento estratégico ao prever uma possível mudança de comportamento e, apartir dela, inventar uma solução que torne isso tudo possível. A grande sacada não é inventar algo para hoje (solução paleativa para problema que agora enfrentamos), e sim, algo que mude o futuro.</p>
<p>Será que um dia viveremos nossas vidas inteiramente dentro do virtual? Nossas relações &#8220;pessoais&#8221; serão impessoais?</p>
<p>Veja abaixo a demonstração do Google Building Maker:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JI6wVtCY99E&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/JI6wVtCY99E&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>por <a href="http://www.caxolas.com.br/author/brenofrias/" target="_blank">Breno Frias</a> e <a href="http://www.caxolas.com.br/author/admin/" target="_blank">Régis Frias</a></p>
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		<title>Google Wave: um novo paradigma</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 11:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[Google Wave]]></category>
		<category><![CDATA[Novo e-mail]]></category>
		<category><![CDATA[Steven Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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Uma das características mais marcantes da chamada Web 2.0 é o seu aspecto colaborativo. Boa parte do conteúdo de interesse para as pessoas hoje em dia é construída por um cérebro coletivo mais do que por uma pessoa ou um grupo fechado. Isto é verdade para sites como o YouTube [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/wave.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-457" title="wave" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/wave.jpg" alt="wave" width="580" height="377" /></a></p>
<p>Uma das características mais marcantes da chamada Web 2.0 é o seu aspecto colaborativo. Boa parte do conteúdo de interesse para as pessoas hoje em dia é construída por um cérebro coletivo mais do que por uma pessoa ou um grupo fechado. Isto é verdade para sites como o <a href="http://www.youtube.com" target="_blank">YouTube</a> e <a href="http://www.flickr.com" target="_blank">Flickr</a>, cujo conteúdo não é produzido por seus idealizadores, mas pela coletividade. O mesmo vale para as redes sociais. O todo não pode ser feito por um, e sim, por todos; há completa simbiose entre autores e conteúdos.</p>
<p>Steven Johnson chama a atenção para como a metáfora do desktop criou um novo ambiente para o pensamento e em como esse novo substrato influencia e redireciona a forma de criar textos. Esta nova forma de organizar o raciocínio deu início à recente revolução digital, pois permitiu aos não iniciados em linguagem de máquina fazer uso dela. Foi o início da popularização dos chamados computadores pessoais.</p>
<p>Entretanto, esta forma de criar está atrelada a um paradigma autor/leitor e que evoca apenas o hipertexto (na acepção de Pierre Levy) do autor no momento da criação. O da coletividade será evocado apenas no momento da leitura.</p>
<p>Assim surge, antevisto por Levy, algo que possibilita a criação de obras co-autorais nas instâncias que são co-idealizadas; a colaboração chega à fundamentação, não somente na pós-execução.</p>
<p>A ferramenta que dá suporte a tais ideias chama-se <a href="https://wave.google.com" target="_blank">Google Wave</a>. Ele dá a possibilidade de diferentes Internautas produzirem conteúdo ao mesmo tempo na mesma plataforma. Isso é: no mesmo momento que uma pessoa está escrevendo, outra pode estar corrigindo e muitas outras dando ideias.</p>
<p>A co-criação de conteúdo é posta em prática neste artigo, realizado por <a href="http://www.caxolas.com.br/author/brenofrias/" target="_blank">Breno Frias</a> e <a href="http://www.caxolas.com.br/author/admin/" target="_blank">Régis Frias</a> no Google Wave.<span> </span></p>
<p>Para saber mais sobre o wave:</p>
<p>Google Wave Overview</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/p6pgxLaDdQw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/p6pgxLaDdQw&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Google Wave Developer Preview at Google I/O 2009</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/v_UyVmITiYQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/v_UyVmITiYQ&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>O tino do design na criação de ferramentas de interação</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Navegadores]]></category>

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		<description><![CDATA[
Navegador, também conhecido pelo termo inglês browser, é um programa instalado no computador que permite a seus usuários interagirem com documentos virtuais na Internet (normalmente em formato HTML, PHP, entre outros), documentos estes que estão hospedados em um servidor Web.
O servidor Web é um computador que executa um programa que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object style="width: 420px; height: 297px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="menu" value="false" /><param name="src" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&amp;backgroundColor=222222&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=090928200506-ab9cf02898b84ae7b32a8711844fae8b&amp;docName=fundamentos_do_design1&amp;username=brenofrias&amp;loadingInfoText=O%20tino%20do%20designna%20cria%C3%A7%C3%A3o%20de%20ferramentasde%20intera%C3%A7%C3%A3o&amp;et=1257771175136&amp;er=84" /><param name="flashvars" value="mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&amp;backgroundColor=222222&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=090928200506-ab9cf02898b84ae7b32a8711844fae8b&amp;docName=fundamentos_do_design1&amp;username=brenofrias&amp;loadingInfoText=O%20tino%20do%20designna%20cria%C3%A7%C3%A3o%20de%20ferramentasde%20intera%C3%A7%C3%A3o&amp;et=1257771175136&amp;er=84" /><embed style="width: 420px; height: 297px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v1/IssuuViewer.swf?mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&amp;backgroundColor=222222&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=090928200506-ab9cf02898b84ae7b32a8711844fae8b&amp;docName=fundamentos_do_design1&amp;username=brenofrias&amp;loadingInfoText=O%20tino%20do%20designna%20cria%C3%A7%C3%A3o%20de%20ferramentasde%20intera%C3%A7%C3%A3o&amp;et=1257771175136&amp;er=84" flashvars="mode=embed&amp;layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Fcolor%2Flayout.xml&amp;backgroundColor=222222&amp;showFlipBtn=true&amp;documentId=090928200506-ab9cf02898b84ae7b32a8711844fae8b&amp;docName=fundamentos_do_design1&amp;username=brenofrias&amp;loadingInfoText=O%20tino%20do%20designna%20cria%C3%A7%C3%A3o%20de%20ferramentasde%20intera%C3%A7%C3%A3o&amp;et=1257771175136&amp;er=84" menu="false" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Navegador, também conhecido pelo termo inglês browser, é um programa instalado no computador que permite a seus usuários interagirem com documentos virtuais na Internet (normalmente em formato HTML, PHP, entre outros), documentos estes que estão hospedados em um servidor Web.<br />
O servidor Web é um computador que executa um programa que tem como funcionalidade aceitar pedidos HTTP (Hypertext Transfer Protocol ou, em português, Protocolo de Transferência de Hipertexto), geralmente pelos browsers, conhecidos também pelas suas marcas (Mozilla Firefox, Microsoft<br />
Internet Explorer, Google Chrome, Opera, entre outros).<br />
Este texto pretende analisar novos instrumentos que estão surgindo e, assim, mudando a forma com que os usuários interagem com os navegadores. Estes deixam de ser apenas interface gráficas e tornam-se design estratégico, com o que muda-se o senso comum de interação e avança-se para uma nova plataforma nunca antes imaginada. Desta forma, o design antecipa aos anseios de uma demanda futura, sem aguardar o surgimento do problema para sua posterior solução.</p>
<p>Para baixar o PDF, <a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/fundamentos+do+design_baixa.pdf" target="_blank">clique aqui</a></p>
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		<title>Conheça o Centro Português de Design</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 13:37:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[design estratégicco]]></category>
		<category><![CDATA[henrique cayatte]]></category>
		<category><![CDATA[português]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Design é um agente determinante do ponto de vista economico, social e cultural. Promove valor, confere significados e emoções.
O Centro Português de Design procura levar o design aos agentes económicos. O Design procura responder a necessidades, resolver problemas, emocionar&#8230;
Definir em Portugal, algumas linhas de possibilidade e exercitar um pensamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-217" title="CPD_196x185" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/CPD_196x1851.jpg" alt="CPD_196x185" width="196" height="185" /></p>
<p>O Design é um agente determinante do ponto de vista economico, social e cultural. Promove valor, confere significados e emoções.<br />
O Centro Português de Design procura levar o design aos agentes económicos. O Design procura responder a necessidades, resolver problemas, emocionar&#8230;<br />
Definir em Portugal, algumas linhas de possibilidade e exercitar um pensamento sobre o Design e o futuro, e por outro lado reencontrar a forma espiritual da arte, dar sentido à nossa vida.</p>
<p>O Design e o Centro Português de Design ajudarão sempre a desenhar o futuro.</p>
<p><a href="http://www.cpd.pt" target="_blank">http://www.cpd.pt</a></p>
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		<title>Biometria e a relação entre design e segurança</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 19:02:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Biometria]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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Uma espécie de 1984 está nos cercando. De forma quase invisível nossa preocupação com segurança e bem estar vem nos tornando vítimas da tecnologia. A Coréia, a China e o Japão, culturas orientais que pregam a ordem e a disciplina, são os países que mais progridem nesse setor. No Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-211" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Dossier2-4.jpg" alt="Dossier2-4" width="320" height="265" /></p>
<p>Uma espécie de 1984 está nos cercando. De forma quase invisível nossa preocupação com segurança e bem estar vem nos tornando vítimas da tecnologia. A Coréia, a China e o Japão, culturas orientais que pregam a ordem e a disciplina, são os países que mais progridem nesse setor. No Brasil já há edifícios residenciais e comerciais com identificação digital. Hoje é possível comprar tecnologia para saber onde o aluno está dentro de escolas e universidades em tempo real. Pode-se saber por onde você está andando, quanto tempo permanece em cada cômodo, quanto tempo demorou a fazer determinado percurso, sem haver nenhum chip implementado em você. Toda nossa estrutura corporal possui marcas diferenciadas e únicas que podem ser identificadas por leitores. Reconhecimento                                              facial, das  impressões                                              digitais,  da geometria                                              da mão, e a identificação pela íris,                                              voz e retina estão no mercado ou em desenvolvimento.  Onde essa tecnologia irá nos levar?</p>
<p>A biometria apresenta resultados imediatos através da relação com a internet. Hoje, por exemplo, já existe tecnologia para que possamos entrar em bancos, físicos ou  virtuais, apenas encostando nosso pulso no medidor. Se pensarmos um pouco mais, pode-se imaginar detector de pulso que detecta modificações dos batimentos cardíacos, alertando sistemas de segurança sobre possíveis ameaças, tanto por violência quanto por saúde.  Teremos identificador de retina e pulsação que podem indicar às lojas se o cliente está disposto a comprar, em que momento ele tomou essa decisão e através de leituras cruzadas, detectar qual foi o fator decisório no ambiente. Enfim, as possibilidades são infinitas, para o bem ou para o mal. Nessa relação entre o corpo e a tecnologia o design terá o papel importante de apresentar soluções que facilitem a vida e o entendimento. Pensei em alguns exemplos como portas que identificam o usuário sem tocar, casas interativas que se acionam ao proprietário estar na sua frente, sofás que detectam a parte do corpo do usuário que está incomodando, proporcionando maior conforto, geladeiras que fornecem bebidas na temperatura ideal para saciar a sede de acordo com a temperatura corpórea e o grau de salivação, controles remotos e mouses que identificam o usuário para que crianças não tenham acesso a conteúdos inapropriados. Tudo isso precisará ter uma aparência coerente para que o usuário possa interagir da forma adequada, sem precisar aprender a cada momento como atuar com as novas tecnologias. Não só pensar a forma e a função, mas principalmente, a interação e o feedback, possibilitando serviços e produtos muito mais personalizados.</p>
<p>Mentir ficará cada vez mais difícil dependendo da forma que essa tecnologia evoluir. A sorte é que somos brasileiros, e se sabemos fazer alguma coisa bem é convencer e dar um jeitinho.</p>
<p>Veja também:</p>
<p><a href="http://www.sinfic.pt/SinficNewsletter/sinfic/Newsletter62/Dossier2.html" target="_blank"><span>Tecnologias                                              Utilizadas na Segurança</span></a> &#8211; http://www.sinfic.pt &#8211; Recomendo essa matéria em especial.</p>
<p><a href="http://www.communicabrasil.com.br/texto.php?cod=198" target="_blank">Madis Rodbel lança controle de presença eletrônico para escolas e universidades</a> &#8211; CommunicaBrasil</p>
<p><a href="http://www.communicabrasil.com.br/texto.php?cod=282">Biometria substitui senhas e crachás e alavanca crescimento da Madis Rodbel em Recife</a> &#8211; CommunicaBrasil</p>
<p><a href="http://www.techzine.com.br/arquivo/leitor-de-veias-ja-esta-disponivel-em-escola-escocesa/">Leitor de Veias já está disponível em escola escocesa.</a> &#8211; Techizine</p>
<p><a href="http://www.techzine.com.br/arquivo/mouse-com-leitor-biomtrico-da-fujitsu/" target="_blank">Mouse com leitor biométrico da Fujitsu</a> &#8211; Techizine<a href="http://www.techzine.com.br/arquivo/leitor-de-veias-ja-esta-disponivel-em-escola-escocesa/"></a></p>
<p><a href="http://www.sinfic.pt/SinficNewsletter/sinfic/Newsletter62/Dossier2.html" target="_blank"><span><br />
</span></a></p>
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