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	<title>Caxolas &#187; Complementares</title>
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		<title>A linguagem das coisas</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 14:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Complementares]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Deyan Sudjic]]></category>

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		<description><![CDATA[
A linguagem das coisas é um livro cativante, que aborda com clareza os encantos de uma variedade de ícones: carros, móveis e projetos arquitetônicos, e relembra como certos objetos, que se tornaram paradigmas do desenho industrial, continuam a influenciar a indústria, o comércio e o marketing hoje.
Dos excessos das passarelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.2ab.com.br/FILES/_FOTOS/grande/708FG1.JPG" alt="" /></p>
<p><em>A linguagem das coisas</em> é um livro cativante, que aborda com clareza os encantos de uma variedade de ícones: carros, móveis e projetos arquitetônicos, e relembra como certos objetos, que se tornaram paradigmas do desenho industrial, continuam a influenciar a indústria, o comércio e o marketing hoje.<br />
Dos excessos das passarelas ao humor inspirado por um utensílio de cozinha com grife, o autor mostra como podemos ser manipulados e seduzidos pelas coisas que possuímos ou desejamos possuir. E, ao expor as engrenagens da engenharia do consumo, torna evidentes os truques da fabricação do bom gosto e suas consequências.<br />
Com charme e invejável sagacidade, <em>A linguagem das coisas </em>trata dessas e de muitas outras questões. Provocante e corajoso, explora detalhes saborosos, como os motivos que levam os designers a sonhar com sua assinatura em uma cadeira ou uma luminária, e questiona em que ponto termina o design e começa a arte, fazendo dessa uma leitura obrigatória para todos os que compreendem o design como algo que vai além da beleza das formas.</p>
<table style="font-family: Tahoma, Tahoma, Helvetica !important; font-size: 11px; color: #666666;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="1" width="400">
<tbody>
<tr>
<td style="padding-bottom: 2px;">
<h4 id="NomeProduto" style="font-size: 11pt; padding: 0px; margin: 0px;">A Linguagem das coisas</h4>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="padding-bottom: 5px;">De Deyan Sudjic. Tradução de Adalgisa Campos da Silva.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Alexandre Wollner e a formação do design moderno no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 14:28:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Complementares]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os trabalhos de Alexandre Wollner, pioneiro da profissão de designer gráfico, determinaram não somente um novo rumo à produção visual brasileira como também uma personalidade própria a essa arte. Em sua carreira concebeu projetos de identidade visual para empresas que o tornaram internacionalmente reconhecido.
Este livro-documentário, patrocinado pela Petrobras, que inclui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-823" title="344953_0_5" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/344953_0_51.jpg" alt="344953_0_5" width="277" height="398" /></p>
<p>Os trabalhos de Alexandre Wollner, pioneiro da profissão de designer gráfico, determinaram não somente um novo rumo à produção visual brasileira como também uma personalidade própria a essa arte. Em sua carreira concebeu projetos de identidade visual para empresas que o tornaram internacionalmente reconhecido.</p>
<p>Este livro-documentário, patrocinado pela Petrobras, que inclui DVD com 85 minutos de entrevista, baseia-se em testemunhos de Wollner sobre a história do design, além de projetos e documentos originais existentes em seu escritório. Juntos, livro e DVD constituem um importante conjunto para os profissionais das artes e design.</p>
<p>Wollner foi aluno da primeira turma do Instituto de Arte Contemporânea do Masp, criado por Pietro Maria Bardi em 1951. Estudou na pioneira Escola de Ulm, que serviu de modelo para as escolas de design no Brasil. Entusiasmado com os planos do então presidente Juscelino Kubitschek, voltou ao Brasil determinado a criar uma nova consciência industrial, alavancada pelo design.</p>
<p>Criou, com Geraldo de Barros, Walter Macedo e Ruben Martins, o primeiro escritório de design do país; foi fundador e professor do Instituto de Desenho Industrial do MAM do Rio de Janeiro e da Escola Superior de Desenho Industrial da UERJ. Responsável por uma parcela representativa da produção de projetos de identidade corporativa no Brasil, entre as empresas cujos programas de identidade foram desenvolvidos pelo designer estão Itaú, Hering, Philco, Eucatex, Metal Leve e Indústrias Klabin.</p>
<p>No DVD, as indagações aparecem e ganham força. O cotidiano de sua casa-escritório revela emoções normalmente escondidas por detrás do discurso grafado. Ao mesmo tempo permite que haja uma exposição mais vívida de dados técnicos e conceituais. Quatro extras são dedicados ao exame de marcas e programas de identidade individuais e um pequeno vídeo traz um depoimento de Wollner sobre sua infância e juventude.</p>
<p>No livro, uma transcrição editada em ordem cronológica, equivalente a aproximadamente quatro horas de entrevista, aprofunda as discussões registradas em vídeo. Acompanham-na um pequeno glossário, além do catálogo completo &#8211; e inédito &#8211; das marcas criadas e divulgadas até hoje por Alexandre Wollner.</p>
<p>Um projeto de André Stolarski<br />
<a href="http://www.fnac.com.br/alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil-FNAC,,livro-344953-2049.html?cmp=hm_Buscape_buscape&amp;cat=Livro&amp;sub=&amp;prd=alexandre-wollner-e-a-formacao-do-design-moderno-no-brasil" target="_blank">Resenha tirada da FNAC</a></p>
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		<title>CM MARCAS: CAUDURO MARTINO ARQUITETOS ASSOCIADOS</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 13:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Complementares]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>
		<category><![CDATA[João Carlos Cauduro]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>

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		<description><![CDATA[
Este livro homenageia quase meio século de atividade ininterrupta do escritório dos arquitetos João Carlos Cauduro e Ludovico Martino, conhecido por seu profissionalismo, dedicação e, sobretudo, criatividade no campo do Design Gráfico Corporativo. De fato, a empresa Cauduro Martino Arquitetos Associados criou &#8220;o conceito de Identidade Total no sentido de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-684" title="ebf1aef8-7351-40c7-b0a1-61747acc60ff" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/ebf1aef8-7351-40c7-b0a1-61747acc60ff.jpg" alt="ebf1aef8-7351-40c7-b0a1-61747acc60ff" width="135" height="135" /><br />
<span id="wctAbas1_lblDescricao">Este livro homenageia quase meio século de atividade ininterrupta do escritório dos arquitetos João Carlos Cauduro e Ludovico Martino, conhecido por seu profissionalismo, dedicação e, sobretudo, criatividade no campo do Design Gráfico Corporativo. De fato, a empresa Cauduro Martino Arquitetos Associados criou &#8220;o conceito de Identidade Total no sentido de atuação imagética aberta e dinâmica&#8221;, como afirma Décio Pignatari, &#8220;sendo em grande medida responsável pela definição do território do design moderno no Brasil&#8221;, nas palavras de Chico Homem de Melo, que faz uma análise da produção precisa de marcas concebidas sempre &#8220;como signo de comando de um sistema de identidade visual&#8221;. A obra, ricamente encadernada, reúne 322 marcas de empresas e instituições privadas e públicas criadas pela CM e apresentadas nas suas cores originais, em ordem cronológica, na forma de um catálogo. Os textos bilingües dão a dimensão globalizada da importância absolutamente merecida da Cauduro Martino. JOÃO CARLOS CAUDURO é doutor em arquitetura, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e membro fundador da Associação Brasileira de Desenho Industrial(ABDI) e da Associação Brasileira de Empresas de Design (ABEDESIGN). LUDOVICO ANTONIO MARTINO é doutor em arquitetura e professor de Comunicação Visual da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. </span></p>
<p><span><a href="http://www.cauduroassociados.com.br/" target="_blank">Cauduro Associados</a><br />
</span></p>
<p><span id="lblTxtProdutor">Editora: </span> <span id="lblProdutor">Imprensa Oficial &#8211; SP (IMESP)</span></p>
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		<title>SIGNOFOBIA</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 01:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Complementares]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>
		<category><![CDATA[Homem de Melo]]></category>
		<category><![CDATA[signos]]></category>
		<category><![CDATA[Troia Design]]></category>

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		<description><![CDATA[
Chico Homem de Melo apresenta uma coletânea de textos sobre design. Quatro deles são inéditos, enquanto os demais, já publicados anteriormente em revistas e livros, foram revistos e ampliados para esta edição. Foram incluídos projetos realizados pela Homem de Melo &#38; Tróia Design. O objetivo é mostrar que o autor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-677" title="34eb5ad1-5eb3-4c27-9272-fd6c7611814a" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/34eb5ad1-5eb3-4c27-9272-fd6c7611814a1.jpg" alt="34eb5ad1-5eb3-4c27-9272-fd6c7611814a" width="135" height="212" /></p>
<p><span id="lblProSinopseCompleta">Chico Homem de Melo apresenta uma coletânea de textos sobre design. Quatro deles são inéditos, enquanto os demais, já publicados anteriormente em revistas e livros, foram revistos e ampliados para esta edição. Foram incluídos projetos realizados pela Homem de Melo &amp; Tróia Design. O objetivo é mostrar que o autor é um profissional da área, e com isso dar maior credibilidade aos escritos. Aos noves textos sobre design visual, textos este que levantam algumas questões como: poluição visual urbana, identidade brasileira e os micreiros são mesmos os vilões do design?, portanto, foram acrescentados nove projetos brevemente descritos e comentados, alguns projetos apresentados são: 4ª Bienal do Mercosul, Acessa São Paulo, Mostra SESC de Artes, Periódicos, Bienal SESC de Dança entre outros. Se a inclusão dos projetos vai aumentar ou diminuir a credibilidade dos textos é pergunta que caberá aos leitores responder. </span></p>
<p><a href="http://abcdesign.com.br/articulistas/chico-homem-de-melo/" target="_blank">MELO, CHICO HOMEM DE &#8211; autor</a></p>
<p><strong>Editora:</strong> <span id="lblEditora">ROSARI</span><br />
<strong> </strong><strong></strong><strong>Numero de páginas:</strong> <span id="lblNumPagina">112</span><br />
<strong>Formato:</strong> <span id="lblFormato">BROCHURA</span><br />
<strong>Tamanho:</strong> <span id="lblTamanho">14.00 x 21.00 cm.</span></p>
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		<title>Os Tempos Hipermodernos</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/01/os-tempos-hipermodernos-os-tempos-hipermodernos/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 13:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Complementares]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em Os Tempos Hipermodernos, Lipovetsky mantém sua linha de provocação e debruça-se novamente sobre o homem contemporâneo para atestar nossa transição da fase pós-moderna para a hipermodernidade. Escrito com a colaboração de Sébastien Charles, Os Tempos Hipermodernos chega ao Brasil apenas sete meses depois do lançamento na França e explica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-607" title="OS TEMPOS HIPERMODERNOS" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/OS-TEMPOS-HIPERMODERNOS.jpg" alt="OS TEMPOS HIPERMODERNOS" width="266" height="400" /></p>
<p>Em <strong>Os Tempos Hipermodernos</strong>, Lipovetsky mantém sua linha de provocação e debruça-se novamente sobre o homem contemporâneo para atestar nossa transição da fase pós-moderna para a hipermodernidade. Escrito com a colaboração de Sébastien Charles, <strong>Os Tempos Hipermodernos</strong> chega ao Brasil apenas sete meses depois do lançamento na França e explica como a globalização fortaleceu o individualismo, o mercado e o avanço técnico-científico. A obra de Lipovetsky é profundamente marcada pela interpretação da modernidade. Em ?L´Ere du vide? (1983), ele define o que chamou de ?paradigma individualista? ? um homem preocupado em se diferenciar na multidão, realizar seus desejos imediatamente, viver já, aqui e agora, sem se deixar seduzir por ideologias políticas ou ídolos. De lá par cá, o autor não parou de explorar as múltiplas facetas do homem contemporâneo: a ditadura da moda, a metamorfose da ética, a nova economia dos sexos, mas sobretudo a explosão do consumo de luxo para atender a um indivíduo hedonista que surgiu com as frustrações dos tempos modernos. Lipovetsky foi um dos principais responsáveis pela popularização do conceito de pós-modernidade e, hoje, é um dos defensores da democracia liberal. Em <strong>Os Tempos Hipermodernos</strong>?, Lipovetsky dá continuidade a este seu itinerário intelectual tão bem delineado por suas obras anteriores.</p>
<p><strong>O livro é de uma leitura um poudo difícil, mas vale a pena.</strong></p>
<ul>
<li> <strong>Editora: </strong>Barcarolla</li>
<li> <strong>Autor: </strong>GILLES LIPOVETSKY &amp; SEBASTIEN CHARLES</li>
<li> <strong>ISBN: </strong>8598233056</li>
<li> <strong>Origem: </strong>Nacional</li>
<li> <strong>Ano: </strong>2004</li>
<li> <strong>Edição: </strong>1</li>
<li> <strong>Número de páginas: </strong>129</li>
<li> <strong>Acabamento: </strong>Brochura</li>
<li> <strong>Formato: </strong>Médio</li>
</ul>
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<p><!--[endif]--></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;">“Já se disse várias vezes que a pós-modernidade morreu, mas ninguém até agora havia afirmado da forma tão cabal que ela nem sequer existira. É justamente o que defende o filósofo Gilles Lipovetsky nesse livro. Ele argumente que desde os anos 50, o mundo vive uma intensificação jamais vista do tripé que sempre caracterizou a modernidade: o mercado, o indivíduo e a escalada técnico-científica. A partir dos anos 80, com o avanço brutal da globalização e das novas tecnologias de comunicação, esse fenômeno – que ele batizou de hipermodernidade – adquire uma velocidade espantosa, passando a interferir diretamente em comportamentos e modos de vida. Mais do que um lance de retórica, o termo hipermodernidade define a situação paradoxal da sociedade contemporânea, dividida de modo quase esquizofrênico entre a cultura do excesso e o elogia da moderação. De um lado, diz Lipovetsky, ‘é preciso ser mais moderno que o moderno, mais jovem que o jovem, estar mais na moda do que a própria moda’; de outro, valorizam-se a saúde, a prevenção, o equilíbrio, o retorno da moral ou das religiões orientais’. [...] Otimista – ‘isso hoje é um defeito’ –, ele rebate visões apocalípticas sobre o futuro e diz que as crises foram inerentes ao capitalismo – ‘é um sistema flexível, que aceita críticas e sabe se adaptar’.”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: right;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"><strong>Caderno Mais! </strong>Folha de S. Paulo</span></p>
<p><strong>Leia um pouco do livro nos links abaixo.</strong></p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/15959774/Os-Tempos-Hipermodernos" target="_blank">Resumo do Livro: Os Tempos Hipermodernos-Gilles Lipovetsky / Sébastien Charles</a></p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/16727304/Os-Tempos-Hipermodernos-Resenha#about" target="_blank">Resenha &#8211; Os Tempos Hipermodernos</a></p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/17062062/Os-Tempos-Hipermodernos-Gilles-Lipovetsky" target="_blank">Os tempos Hipermodernos &#8211; Gilles Lipovetsky</a></p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 738px; width: 1px; height: 1px;">
<h1 class="title">Os Tempos Hipermodernos &#8211; Resenha</h1>
</div>
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		<item>
		<title>Signos da Marca: Expressividade e Sensorialidade &#8211; Clotilde Perez</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 12:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Complementares]]></category>
		<category><![CDATA[Referências]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por que centenas de marcas nascem e morrem diariamente? Por que algumas marcas são tão fortes que viram metonímias do produto? O que acontece quando uma marca vira metonímia? Por que um produto se destaca mais que outro no ponto-de-venda? O que é mais recomendável estrategicamente quando se decide usar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-487" title="SIGNOS DA MARCA" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/SIGNOS-DA-MARCA.jpg" alt="SIGNOS DA MARCA" width="282" height="399" /></p>
<p>Por que centenas de marcas nascem e morrem diariamente? Por que algumas marcas são tão fortes que viram metonímias do produto? O que acontece quando uma marca vira metonímia? Por que um produto se destaca mais que outro no ponto-de-venda? O que é mais recomendável estrategicamente quando se decide usar imagens de pessoas para representar uma empresa ou um produto: uma figura prototípica ou um porta-voz? Em Signos da Marca: expressividade e sensorialidade, como o título evidencia, a autora aborda com propriedade essas e outras questões que têm por foco central a marca &#8211; surgimento e expansão; expressividade e sensorialidade; publicidade como criação e sustentação marcária &#8211; , permitindo ao leitor a releitura de aspectos que envolvem a semiótica. O tema, tratado de forma objetiva, é enriquecido por inúmeros exemplos que ilustram e esclarecem os conceitos discutidos, contribuindo para explicar e desmistificar o assunto.<br />
<strong>Editora: </strong>Cengage Learning<br />
<strong>Autor: </strong>CLOTILDE PEREZ<br />
<strong>ISBN: </strong>8522104425<br />
<strong>Origem: </strong>Nacional<br />
<strong>Ano: </strong>2004<br />
<strong>Edição: </strong>1<br />
<strong>Número de páginas: </strong>174<br />
<strong>Acabamento: </strong>Brochura<br />
<strong>Formato: </strong>Médio</p>
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