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	<title>Caxolas &#187; Principal</title>
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	<description>Só mais um blog do WordPress</description>
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		<title>The first documentary on design thinking</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 13:52:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[design thinking]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fonte: EYE4DESIGN
Design Thinking foi aplicado como um termo e metodologia por uma empresa de design em 2008. Ela foi concebida como uma ferramenta para solução de problemas que seriam desde problemas da vida diária a problemas da fome no mundo.
A diferença básica entre Design Thinking e o tradicional é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/BqEeZkrXDtE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.eye4design.com.br/?lang=zh" target="_blank">EYE4DESIGN</a></p>
<p>Design Thinking foi aplicado como um termo e metodologia por uma empresa de design em 2008. Ela foi concebida como uma ferramenta para solução de problemas que seriam desde problemas da vida diária a problemas da fome no mundo.</p>
<p>A diferença básica entre <a href="http://www.designthinkingmovie.com/"><strong>Design Thinking</strong></a><strong> </strong>e o tradicional é que o primeiro usa como pilar Arquitetura/Design/Antropologia, enquanto o segundo Matemáticos/Econômicos/Psicológicos.</p>
<p>O <a href="http://vimeo.com/27058468">video</a> do Design Thinking propõe que um novo olhar seja adotado ao se encarar problemas, mas que ao mesmo tempo sejam financeiramente interessantes e tecnicamente possíveis de serem realizados.</p>
<p>No Brasil sua influência na maneira de grandes empresas pensarem a inovação tem crescido esponencialmente. O primeiro curso em uma escola de negócios sobre a abordagem e a sua relação com a inovação foi criado em 2009 no CIC-Miami Ad School da ESPM em São Paulo (Escola Superior de Propaganda e Marketing).</p>
<p>Site oficial: <a href="http://www.designthinkingmovie.com/index.html" target="_blank">http://www.designthinkingmovie.com/index.html</a></p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-1216" title="documentario" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2011/12/documentario-300x142.jpg" alt="documentario" width="300" height="142" /></p>
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		<title>Gilberto Strunck lança “Compras por Impulso” no Rio de Janeiro</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2011/08/concurso-para-eleger-a-capa-do-novo-livro-de-gilberto-strunck/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 19:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>

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		<description><![CDATA[
Gilberto Strunck lança “Compras por Impulso”vna Livraria Travessa, no Rio de Janeiro, no próximo dia 25
Autor de quatro obras sobre design, Strunck analisa o fenômeno da compra por impulso e como varejistas e anunciantes podem explorar este potencial em pontos de venda
 
No próximo dia 25 de novembro, Gilberto Strunck, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><img class="alignnone size-medium wp-image-1195" title="strunck" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2011/08/strunck1-300x142.jpg" alt="strunck" width="300" height="142" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Gilberto Strunck lança “Compras por Impulso”v</strong><strong>na Livraria Travessa, no Rio de Janeiro, no próximo dia 25</strong></p>
<p style="text-align: left;"><em>Autor de quatro obras sobre design, Strunck analisa o fenômeno da compra por impulso e como varejistas e anunciantes podem explorar este potencial em pontos de venda</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>No próximo dia 25 de novembro, Gilberto Strunck, sócio-diretor da agência DIA Comunicação e um dos mais reconhecidos designers em atividade no País, lança o livro <strong>“Compras por Impulso – Trade Marketing, Merchandising e o Poder da Comunicação e do Design no Varejo”</strong>. O evento acontece a partir das 19h, na Livraria Travessa, localizada no Shopping Leblon, na Avenida Afrânio de Mello Franco, 290, no Rio de Janeiro.</p>
<p>A obra trata dos processos que conduzem à compra e quais recursos podem ser utilizados pelas marcas para aumentarem as vendas. O livro também analisa o fenômeno da compra por impulso e a evolução do comportamento das pessoas nas lojas, principalmente para profissionais de trade marketing, shopper marketing, design e comunicação em geral.</p>
<p>Com 224 páginas e preço sugerido de R$ 65,00 esta é a quinta publicação do autor. As outras quatro obras, consideradas referência em design, são “Identidade Visual, a Direção do Olhar”, “Marca Registrada”, “Viver de Design” e “Como Criar Identidades Visuais para Marcas de Sucesso”.</p>
<p>Strunck foi o primeiro presidente do POPAI Brasil e hoje é membro do Conselho Consultivo e do Board Internacional da entidade. Graduado em Engenharia Civil pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e em Design pela<strong> </strong><em>Escola Superior de Desenho Industrial</em><strong>, </strong>o executivo é mestre em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professor adjunto da Escola de Belas Artes da UFRJ.</p>
<p>Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3235-8000, na sede da agência DIA Comunicação, ou na Livraria Travessa, pelo telefone (21) 3138-9600.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Sobre a DIA Comunicação</span></strong></p>
<p>Fundada em 1974, a DIA Comunicação é uma agência de Branding, Ponto de Venda e Embalagens. A empresa possui unidades em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de um núcleo de atendimento em Fortaleza. Com metodologias específicas e mais de 75 profissionais, a empresa reúne inteligência, criatividade e inovação. Entre os clientes atendidos, estão todas as marcas de refrigerantes da Coca-Cola Brasil, Santander, a Drogaria São Paulo, Infoglobo, Affero, Ocka e Supermercados Extra, entre outros. A agência possui mais de 60 prêmios nacionais e internacionais conquistados ao longo de sua história.</p>
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		<title>Design de serviços: como assim?</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/12/design-de-servicos-como-assim/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 18:39:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[brand experience]]></category>
		<category><![CDATA[design de serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[experiência de marca]]></category>

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		<description><![CDATA[
No último semestre do curso design estratégico da ESPM, na disciplina “Seminários Repertoriais”, diversos temas foram discutidos. Em uma das palestras, houve a introdução de um novo conceito [pelo menos para esse que agora escreve]: o design de serviços. Mas afinal de contas, o que significa isso? Seria projetar serviços [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1133" title="design-de-que-580x276" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/12/design-de-que-580x276.png" alt="design-de-que-580x276" width="580" height="276" /></p>
<p>No último semestre do curso design estratégico da ESPM, na disciplina “Seminários Repertoriais”, diversos temas foram discutidos. Em uma das palestras, houve a introdução de um novo conceito [pelo menos para esse que agora escreve]: o <a href="http://designdeservicosbrasil.ning.com/" target="_blank">design de serviços</a>. Mas afinal de contas, o que significa isso? Seria projetar serviços [já que o papel do design, usando os velhos jargões, é projetar, designar, dar forma, pensar, pesquisar...]? E como dar forma a serviços? O design tem esse papel?</p>
<p>Este conceito se mostra, de pronto, relativamente vago. Design de Serviços não revela, imediatamente, seu significado, sua atuação e abrangência. É possível que tal designação fira os sentimentos do designer, que nota desvirtuamento do significado da palavra para beneficiar um produto, um serviço ou até mesmo um conceito.</p>
<p>No entanto, o choque inicial da palavra é atenuado no decorrer da palestra, quando Tennyson Pinheiro comenta que “design de serviços é uma metodologia que permite a criação sistemática de inovações sustentáveis em serviços e cujo foco principal reside em melhorar as experiências das pessoas”.</p>
<p>A explicação é coerente, pois algumas palavras são realmente do universo do design. Mas, afinal de contas, será que o design também trabalha com serviços com foco principal na melhoria de experiências pessoais? Bem, o designer estratégico sim.</p>
<p>Porém, como Alexandre Wollner revelou em entrevista exclusiva para o Caxolas [logo mais esse post entra aqui], “design” é estratégico em sua semântica. Dessa forma, a palavra “design” deveria bastar para abranger a concepção e melhoria de algo, inclusive serviços.</p>
<p>Assim, é possível admitir que design também abrange serviços. Seria esta uma área realmente nova? E o que um designer pode fazer para melhorar uma experiência de consumo? A palavra experiência talvez responda algo.</p>
<p>Novamente tendo em consideração a palavra “design de serviços”, esta é uma área nova sim. Porém, ao refletir sobre experiência, um conceito surge então. <em>Brand experience</em>, ou, em vernáculo experiência de marca, nada mais é do que homogeneizar a proposta de valor de uma marca em todos os pontos de contato, para, assim, proporcionar uma experiência de marca consistente e impactante.</p>
<p>Quando se pensa em “todos os pontos de contato”, tem-se em conta então que a marca aparecerá em diversos locais, não somente visualmente com o “logo”, mas também presencialmente em ambientes [aromas, texturas sons etc]. Assim, o atendente do SAC que recebe queixas representa a marca, da mesma maneira que os serviços que a empresa oferece também são a marca. Isso significa que tudo é a marca e o design pode tornar a experiência dela relevante para o consumidor. Ou seja, uma empresa que foca suas atividades apenas nos serviços de um determinado cliente acaba por ser mais superficial, em lugar de tratar todos os pontos de contato igualmente com o mesmo posicionamento.</p>
<p>Tendo em conta então que design de serviços é design e que uma de suas matérias é experiência de marca, pode-se considerar que esta área não é tão nova assim. No Brasil, ela está começando a ser trabalhada, em ambientes como o da <a href="http://www.livrariacultura.com.br/" target="_blank">Livraria Cultura</a>, como também na arquitetura, no serviço e nos produtos do <a href="http://www.octaviocafe.com/" target="_blank">Octavio Café</a>. Porém, este conceito vem sedo empregado no exterior já há alguns anos, como nos Cafés Starbucks, que vendem muito mais do que café, tal qual toda a experiência de marca em volta dele; como também a Apple, que consegue ter consistência em todos os seus pontos de contato e aproveita as suas lojas para oferecer experiência relevante de marca .</p>
<p>Dessa forma, a concepção da marca, tendo em vista que ela é muito mais que o seu “logo”, abrange a expressão total da companhia, suas áreas estratégicas, como pesquisa de materiais internos e de mercado, auditoria visual e inferência de posicionamento dos concorrentes, criação de um diagnóstico e execução de uma proposta de valor. O processo todo, desde a pesquisa até a solução visual, é chamado de two diamonds [dois losangos].</p>
<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/12/image.png"><img class="alignnone size-large wp-image-1138" title="image" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/12/image-580x296.png" alt="image" width="580" height="296" /></a></p>
<p>Ele tem início com uma demanda, um problema. Então, segue-se para a descoberta, a definição, o desenvolvimento a entrega e, finalmente, a solução da demanda.</p>
<p>Não é habitual um designer brasileiro se envolver em um projeto desde a parte estratégica, ou seja, o primeiro losango. Dessa forma, apesar de Alexandre Wollner dizer o contrário, um profissional que trabalhe em ambas as faces do projeto deveria sim ser considerado um designer estratégico, até que isso se torne padrão no mercado.</p>
<p>Empresas como a <a href="http://www.wolffolins.com/" target="_blank">Wolff Olins</a>, <a href="http://www.movingbrands.com/" target="_blank">Moving Brands</a> [ambas britânicas] já possuam profissionais  “pensantes” [estratégica] e operacionais [visual] ao mesmo tempo. Isto se reflete claramente no trabalho final, já que o visual é a parte mais tangível de todo o processo, e ele que exprime toda a estratégia que está por traz.</p>
<p>Será que um dia, quando todos os designer trabalharem nas duas partes  dos “losangos”, como essas duas empresas já o fazem, o design estratégico poderá ser chamado apenas de design?</p>
<p>Poste seu comentário e nos dia o que você acha sobre isso!</p>
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		<title>O que podemos chamar de design</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/12/o-que-podemos-chamar-de-design/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 18:41:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Já te m um tempo que a mídia nos empurra o conceito de design como um  elemento estético voltado para o prazer imediato. Possuimos tantas  coisas hoje que não damos conta de utilizálas por completo. A classe  média e também a emergente classe C, tem suas casas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #999999;">Já te</span><span style="color: #999999;"> </span><span style="color: #999999;">m um</span><span style="color: #999999;"> tempo que a m</span><span style="color: #999999;">ídia nos empurra o conceito de design com</span><span style="color: #999999;">o um  elemento estético voltado para o prazer imediato. Possuimos tantas  coisas hoje que não damos conta de utilizálas por completo. A classe  média e também a emergente classe C, tem suas casas repletas de  aparelhos, anunciados com um &#8220;design inovador&#8221;, comprados na esperança  da sonhada realização doméstica. Esse consumo, que chamarei de &#8220;design  da estética&#8221; depois explicarei por que, é passado para novas gerações,  nossos filhos, por exemplo, possuem caixas e caixas de brinquedos que  eles deixam de lado em questão de dias. Como as crianças estão deixando  de ser crianças mais cedo nos dias de hoje, o ciclo de vida dos  brinquedos também mudou.</span></p>
<p><span style="color: #999999;">Hoje, sabemos que os recursos naturais que fabricam esses bens de consumo não darão conta em um futuro próximo e &#8211; <span style="font-style: italic;">o uso exagerado da palavra &#8220;design&#8221; a esvaziou de significados, ou </span><span style="font-style: italic;">a transformou em</span><span style="font-style: italic;"> si</span><span style="font-style: italic;">nônimo de cínico e manipulador.</span> &#8220;Segundo <span style="font-weight: bold;">John Berger</span>, em seu livro <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Modos de ver</span><span style="font-style: italic;">, </span>de  1972, mostra uma distinção entre os verdadeiros objetos e o que  enxergava como manipulação do capitalismo que nos faz consumir mais e  mais a cada dia.&#8221; Ele usa a publicidade como exemplo e cita, &#8220;A</span><span style="color: #999999;"> publicidade começa trabalhando em cima de um apetite natural para o  prazer. Mas não pode oferecer o objeto real do prazer.&#8221; Se <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Modos de ver</span> fosse escrito hoje, certamente o que ele chama de &#8220;publicidade&#8221; pode ser trocado por &#8220;design&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #999999;">O  motivo desse post é tentar passar para os leitores o verdadeiro  significado da palavra design. Design não é somente estética, desenho ou  avanço tecnológico. <span style="font-family: 'Helvetica Neue',Arial,Helvetica,sans-serif;">Design é um processo criativo que tem por objetivo tornar algo melhor para alguém, cuja </span>finalidade  é esta</span><span style="color: #999999;">belecer as qualidades multifacetadas de objetos, processos,  serviços e seus sistemas em ciclos de vida. Portanto, design é o fator  central da humanização inovadora de tecnologias e o fator crucial de  intercâmbio cultural e econômico, segundo a <strong><a href="http://www.icsid.org/about/about/articles31.htm" target="_blank">ICSID</a></strong> </span><span style="color: #888888;">(International Council of Societies of Industrial Design)</span><span style="color: #999999;">, com a missão de:</span></p>
<ul>
<li><span style="color: #999999;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;">enfatizar a sustentabilidade global e a proteção ambiental (ética global);</span></span></li>
<li><span style="color: #999999;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;">dar  benefícios e liberdade para a inteira comunidade humana, individual e  coletiva, usuários finais, produtores e protagonistas de mercado (ética  social);</span></span></li>
<li><span style="color: #999999;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;">dar suporte à diversidade cultural, independentemente da globalização mundial (ética cultural);</span></span></li>
<li><span style="color: #999999;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS',sans-serif;">gerar produtos, serviços e sistemas, cujas formas sejam expressivas e coerentes com sua própria complexidade.</span></span></li>
</ul>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1103" title="A REINVENCAO DO AUTOMOVEL 2" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/12/A-REINVENCAO-DO-AUTOMOVEL-23.jpg" alt="A REINVENCAO DO AUTOMOVEL 2" width="310" height="234" /></p>
<p><span style="color: #999999;">Um  exemplo que usa o &#8220;design&#8221; como manipulação de consumo é a indústria  automobilística. Ela reforça esse conceito de &#8220;design inovador&#8217;, &#8220;carro  design&#8221;, &#8220;design futurista&#8221;, etc para vender uma coisa que não tem mais  design. O design nos automóveis só existiu quando saiu da tração animal  para a mecânica, de resto é só desenho e inovação tecnológica. Os carros  só terão design novamente quando deixarem de ser um automóvel e  passarem a ser um sistema de locomoção onde a ética social, cultural e  global forem empregadas. O livro, <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">A Reinvenção do Automóvel – Mobilidade urbana pessoal para o século XXI</span>,  fruto da parceria entre o australiano William J. Mitchell, o britânico  Christopher E. Borroni-Bird e o americano Lawrence D. Burns, mostra como  melhorar o cenário das grandes cidades e a vida dos humanos que as  habitam pensando, não somente, em colocar mais automóvei</span><span style="color: #999999;">s </span><span style="color: #888888;">nas ruas usando o conceito de &#8220;design&#8221; como ferramenta de venda e  consumo, mas sim, usando o design como uma solução do enorme problema  social e global que estamos enfrentando hoje, a nossa própria extinção.</span></p>
<p><span style="color: #999999;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Ficha Técnica:</span></span><span style="color: #999999;"><br />
<span style="font-style: italic; font-weight: bold;">A Reinvenção do Automóvel – Mobilidade urbana pessoal para o século XXI</span><br />
Autores: William J. Mitchell, Christopher E. Borroni-Bird e Lawrence D. Burns<br />
Páginas: 240<br />
Formato 20 x 20 cm<br />
Preço: R$ R$ 69,90<br />
Editora Alaúde, 2010</span></p>
<p><span style="color: #999999;"><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Referências: </span><br />
<span style="font-style: italic; font-weight: bold;">A linguagem das coisas (algumas partes desse post foram tiradas desse livro)</span><br />
Autor: Deyan Sudjic</span></p>
<p><span style="color: #999999;"><br />
</span></p>
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		<title>Reflexões sobre a manipulação dos Sujeitos Consumidores presos  à armadilha do descarte capitalista.</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/11/reflexoes-manipulacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 02:29:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caxolas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
O encontro adequado entre os conceitos de produto e de conquista de Sujeitos Consumidores constitui uma equação complexa de interesse especial para o sistema capitalista. 
Há os produtos que são essenciais à sobrevida, como alimentos, transporte, medicamentos, vestimentas, segurança etc. Existem também aqueles que despertam cobiça pelo seu potencial para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/11/caxolas2.jpg" alt="caxolas2" title="caxolas2" width="500" height="255" class="aligncenter size-full wp-image-1042" /></p>
<p>O encontro adequado entre os conceitos de produto e de conquista de Sujeitos Consumidores constitui uma equação complexa de interesse especial para o sistema capitalista. </p>
<p>Há os produtos que são essenciais à sobrevida, como alimentos, transporte, medicamentos, vestimentas, segurança etc. Existem também aqueles que despertam cobiça pelo seu potencial para satisfazer necessidades fisiológicas ou sensoriais; nesta categoria podem ser incluídos os alimentos diferenciados, as artes, o lazer e certas vestimentas ou objetos que permitem sensações prazerosas ao toque da pele, por exemplo. Há ainda os produtos que despertam o desejo relacionado à dependência química; aqui estão as bebidas alcoólicas, as drogas e os medicamentos psiquiátricos que prometem bem-estar.</p>
<p>Porém, o planejamento empresarial inclui ainda estratégias de formação de dependência continuada do Sujeito Consumidor em relação à marca e a uma seqüência programada de variações na qualificação de um produto, de modo a assegurar a continuidade do vínculo do Sujeito Consumidor em relação ao primeiro produto adquirido por ele. </p>
<p>Para dar conta dessa necessidade empresarial a nossa civilização construiu o mundo do descarte; tudo pode e deve ser abandonado, excluído, expulso, eliminado, mas por razões distintas e com o propósito de que ocorra simultaneamente ou logo a seguir uma nova aquisição.  De acordo com essa linha de pensamento, os produtos industrializados não deveriam manter certas qualidades de funcionamento além de um período programado, para que fosse necessário ao consumidor, após algum tempo, “jogá-lo fora” e adquirir outro em boas condições de funcionamento, mais moderno, mais bonito ou mais arrojado.</p>
<p>Mais recentemente surgiram os objetos substituíveis por outros exatamente iguais em termos de utilidade, design, satisfação do usuário e preço, tal como a caneta que se usa por pouco tempo, enquanto a sua carga de tinta o permite ou como as câmeras fotográficas descartáveis.</p>
<p>Surgiu ainda um novo conceito de produto descartável, aquele que é substituído rapidamente, não porque sua energia se acaba, mas porque seu usuário simplesmente não mais o quer. Cansou-se, perdeu o gosto, quer novidades, foi “fisgado” por um design ou mídia que explora as suas emoções, sejam tantos outros motivos, mas o que merece uma pausa dedicada ao pensamento crítico é que esse Sujeito Consumidor por excelência, não admite continuar vinculado além de um certo tempo, a um objeto ao qual se vinculou anteriormente com entusiasmo. É estranho falar-se em vínculo, mas cabe o uso do termo. </p>
<p>Os consumidores são atraídos pela utilidade quando é isso que importa, mas em muitos casos a utilidade não constitui uma essencialidade, porque a atração pelo produto não decorre do apelo ligado preponderantemente à sua utilidade. Em outro sentido, o apelo está mais bem direcionado a certos valores subjetivos selecionados mediante critérios do planejamento mercadológico. </p>
<p>Quando o apelo promocional está direcionado a valores subjetivos relacionados à formação de identidade ou auto-imagem dos consumidores, pode-se falar em estratégia para a formação de vínculo do Sujeito Consumidor em relação a um produto. Assim, o design e a publicidade são convocados a ocupar em escala ascendente um lugar especial e dominante no ambiente que lida estrategicamente com as forças que impulsionam o mercado. </p>
<p>Mas, para assegurar-se o lugar de destaque ambicionado, que decorre de obtenção de resultados na promoção do produto, o design e a publicidade precisam lidar adequadamente com matrizes que colocam em confluência o planejamento estratégico empresarial, o planejamento estratégico do produto, as condições de competição do mercado e os potenciais de submissão dos consumidores aos apelos promocionais.</p>
<p>Contudo, as matrizes que contêm os dados e os planos não podem desconsiderar que a submissão dos consumidores a apelos promocionais pode ocorrer em menor intensidade do que é planejado, simplesmente porque o planejamento pode ser demasiado ambicioso, inadequado ou falho, a estratégia de comunicação com os consumidores pode ser ineficiente ou o design do produto não contém o potencial de envolvimento afetivo necessário para que seja desejado a ponto de estabelecer-se o vínculo entre Sujeito Consumidor e produto. </p>
<p>O sistema empresarial está sempre em busca da maximização dos resultados do negócio e essa diretriz impregna a mentalidade dos profissionais de design e das agências de publicidade. Estaria aí uma armadilha que perturba a qualidade do trabalho em design e publicidade! Essa questão comporta a ampliação do debate quando entra em cena o tema do design estratégico. Talvez a competitividade típica do mundo dos negócios esteja desafiando o sistema empresarial a encontrar modos de fazer produtos com design e comunicação que consigam superar as falhas do planejamento empresarial, através da “invasão” mais poderosa possível da subjetividade dos potenciais consumidores. O planejamento demasiado ambicioso pode ser defendido como correto devido ao compromisso com a lucratividade ou ao temor da concorrência, mas pode tornar exigível o design e a comunicação que contornem a irrealidade contida na ambição estratégica.</p>
<p>É a partir dessa possibilidade que propomos o debate de aspectos da ética implicados na oferta de produtos descartáveis. Primeiramente está a questão da responsabilidade com a preservação do ambiente. Outra questão decorre da oferta de produtos que apresentam forte apelo voltado para o atendimento de satisfações sensoriais, sabendo-se que há indivíduos que não conseguem, com facilidade, resistir ao desejo, mesmo quando essa submissão leva a processos autodestrutivos. Finalmente a questão da manipulação da subjetividade que ocorre quando o design e a comunicação publicitária induzem o surgimento de uma utilidade que somente passa a ser percebida pelas pessoas porque previamente esse sistema sustenta que é necessário ter alguma coisa para que se possa ser alguém. Como fica a responsabilidade social para com esses indivíduos?</p>
<p>Verifica-se a veiculação massiva de mensagens indutoras do desejo direcionadas a uma população não-crítica. Os casos mais evidentes atingem ao público infantil, mas não esqueçamos que os homens-massa constituem a parte quantitativamente mais representativa da população (Ortega Y Gasset). O modelo de comunicação com o Sujeito Consumidor sustenta-se na proposta de que a condição de não ter implica em não viver de acordo com valores tidos como universais, verdadeiros e essenciais, mesmo não o sendo.</p>
<p>Trata-se da oferta de produtos com design que promove o envolvimento afetivo dos consumidores, usando estratégias que se prestam ao propósito de promover a ocupação dos vazios interiores dos homens-massa que não têm tempo para desenvolver com profundidade as relações afetivas, ou estão sem condições egóicas adequadas para resistir ao apelo sensorial massivo. Surge o vínculo homem-produto.</p>
<p>Impressiona a constatação de que a nossa civilização aumenta o apelo dos produtos ao mesmo tempo em que promove o distanciamento das pessoas umas das outras, chegando a propor que os encontros sejam virtuais ou mesmo com seres virtuais substitutos.</p>
<p>O campo estratégico se beneficia da formação da sociedade voltada para o sucesso pessoal que exacerba valores narcisistas. Isso é ampliado porque, paradoxalmente, as estratégias de comercialização promovem, sempre mais, que todos tenham tudo e ao mesmo tempo, que todos se diferenciem por terem tudo. O segredo do modelo é invadir a subjetividade e privacidade dos Sujeitos Consumidores fazendo crer que tal invasão é benéfica e assegura o sucesso. Simultaneamente entram em ação as estratégias de facilitação, como preço e logística.  </p>
<p>A impulsão por ter algo diferenciado é temporária, porque outra força se mantém atuante, relacionada ao poder de ser capaz de substituir o que se tem logo que surge outro objeto igual, que, no entanto é “diferente” por ter novo design. O novo objeto promove a imediata perda do vínculo do Sujeito Consumidor com seu objeto original ou anterior e torna essencial a sua substituição.</p>
<p>O vínculo com o objeto substituto é promovido e o descarte dos substitutos também o é, porque os interesses econômicos exigem manter a máquina funcionando, não porque se esteja em busca de promover a felicidade, a saúde, o bem-estar, a cidadania ou valores sociais importantes, mas unicamente porque não é possível interromper a dinâmica do mercado já que é temida a crise, simbolizando a morte, sempre justificando que o sistema continue seu giro em moto perpétuo.<br />
E os seres viventes (Lévinas) no mercado consumidor podem sucumbir ao modelo alienante trocando indefinidamente os celulares ou automóveis, bem como o tamanho dos seios ou bíceps, assim também seus relacionamentos afetivos, sentindo-se desse modo, verdadeiros participantes da sociedade, ou então, ao recusarem essa manipulação, sentindo-se “out”.</p>
<p>Contudo, o sistema de formação de riqueza fundado em estratégias para ampliar indefinidamente o mercado consumidor consegue, por vezes, “encantar” justamente os Sujeitos que se posicionam como “out”, com produtos que podem marcar sua condição de diferentes, não alienados. Isso é obtido com estratégias de design, publicidade, logística e preço. Estabelecem-se “nichos” de mercado constituídos por Sujeitos Consumidores que se intitulam “out” mas não têm a percepção de que são “in” alienados que usam o discurso “out”. </p>
<p>Quanto ao final dessa história, pode-se imaginar que, em função da crescente dominância de criações com o uso de recursos tecnológicos e design estratégico sofisticados, bem como de comunicação provocadora de vínculo, será necessário voltar ao passado, às aldeias, à roça e não adquirir antena parabólica, para assim escapar da armadilha do descarte capitalista e retornar a ser Sujeito que não é Consumidor. Mesmo assim haverá o risco de surgir mais uma idéia de produto com novo design, permitindo transformar a vida na roça em “nicho” de mercado e se então quisermos morar no meio da floresta, pode ser que isso se torne “nicho” também.</p>
<p><strong>Autor: Juan Adolfo Brandt<br />
Doutor e Mestre em Psicologia Social pela USP, MBA em Marketing<br />
pelo IBMEC/SP, Psicólogo e Economista.<br />
Professor universitário, pesquisador de processos grupais de<br />
fundamentação psicanalítica, psicoterapeuta.</strong></p>
<p>* foto do banner extraido do filme Lixo Extraordinário, dirigido por Lucy Walker</p>
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		<title>Dominação cultural e design</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 02:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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A relação cultural entre povos sempre foi palco de muita controvérsia. Toda vez que um povo entra em contato com outro há uma interferência com os hábitos e crenças de forma passiva ou ativa, transformadora ou assimiladora. Os povos conquistadores que marcaram a história de modo geral tentaram implementar através [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1018" title="caxolas" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/10/caxolas.jpg" alt="caxolas" width="500" height="333" /><br />
A relação cultural entre povos sempre foi palco de muita controvérsia. Toda vez que um povo entra em contato com outro há uma interferência com os hábitos e crenças de forma passiva ou ativa, transformadora ou assimiladora. Os povos conquistadores que marcaram a história de modo geral tentaram implementar através da cultura uma dominação. Os Romanos foram os primeiros a possuir uma idéia de globalização, atrelada a visão de intercâmbio cultural. No início da expansão romana, principalmente quando Etruscos e Gregos eram seus principais adversários, os romanos souberam assimilar suas culturas para crescer e influenciar. Isso ficou evidente através da religião, arquitetura e artes que se tornaram praticamente única. Outro exemplo de tolerância e troca foi o império mongol. Sua rápida expansão foi sanguinária e implacável, mas apesar disso Genghis Khan possuía tolerância religiosa e étnica e acima de tudo, valorizando a competência e a riqueza.</p>
<p>É fácil identificar em diversos períodos da humanidade o atrito natural entre culturas e a imposição cultural de um povo em relação a outro, ou mesmo dentro do mesmo sistema. Na atualidade não é diferente. Desde o fim da segunda Guerra Mundial uma a mídia de massa e políticas internacionais vem implementando uma visão de mundo americanizado como modelo a ser seguido.</p>
<p>A metodologia é uma versão atualizada da romana, mas com a força da uma tecnologia que entra dentro das casas e procura saber o que o “homem médio” de cada parte do mundo pensa e faz. Adapta-se detalhes para serem aceitos em cada ambiente. No modelo de mercado somos livres para decidir o que consumimos, usamos e gostamos, mas simultaneamente somos influenciados por uma imagem que nos mostra “A Coisa Certa” que devemos possuir, ou melhor dizendo, o que devemos fazer para sermos “Os Caras”.  E nós designers somos responsáveis pela cara destes produtos e marcas que queremos consumir.</p>
<p>Nós pensamos na forma, no significado, em sua usabilidade e em sua representação imagética para o consumidor, no ponto de contato, na melhor experiência possível e muitos outros detalhes. Nós somos produtores e consumidores, desenvolvedores e usuários, e como seres humanos, somos influenciados pelas mesmas forças. Reproduzimos conceitos muitas vezes por falta de opção e pela visão do mercado. Colaboramos pela manutenção do perfil de consumo.</p>
<p>Não que o consumo em si seja errado, mas a manipulação do comportamento no nível do inconsciente torna-nos produtores de ilusões. O conceito de design varia muito de acordo com a linha de pensamento. Eu prefiro ver o designer como uma forma de facilitar a vida em sociedade assim como projetar o futuro para uma evolução em que as dificuldades da vida e as diferenças serão cada vez menores. Se somos construtores, peões de uma grande obra que está construindo o imaginário coletivo contemporâneo, deveram ter um mínimo de consciência do efeito de nossas ações sobre a sociedade para que possamos tentar corrigir nossa parte desta obra e quem sabe, fazendo cada um a sua parte, percebendo as diferenças, fazermos uma obra sólida.</p>
<p>Fabricamos imagens e objetos, fabricamos a cultura que envolve ritos e celebrações. Com objetivo de transformar a vida mais simples e fácil criamos ferramentas e subterfúgios que necessitam de um constante aprendizado. Criamos o desejo. E nesse espaço que atuamos devemos mostrar que existe algo além da auto-satisfação</p>
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		<title>Arte e design &#8211; Ossário</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 01:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg"><img class="alignnone" src="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço de pano e as paredes como elementos de sua obra efêmera que formava várias caveiras. Ele já imaginava que seria abordado por autoridades, mas não imaginava que chegaria a ser 5 vezes por noite.  Ao final a prefeitura interditou o túnel e limpou apenas as partes que o artista havia interferido, deixando o restante do mesmo estado. Estas e outras mensagens você poderá encontrar no subsolo do <a href="http://www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10164,1,0,1,1.bb?codigoMenu=9904&amp;dtInicio=4&amp;codigoEvento=3287">CCBB</a> na até o dia 9 de maio na exposição Ossário, que faz uma representação da obra realizada no túnel.</p>
<p>É uma exposição muito importante para todos os designers que querem pensar algo amais em suas criações. Através de um insigth, Alexandre conseguiu chamar atenção de um problema urbano e efetivamente levou a uma ação pública. Acredito que enquanto designer devemos pensar nos impactos e intervenções que fazemos em nossa sociedade. Devemos tentar sair do lugar comum e pensar que podemos driblar as pressões comerciais através de suas próprias armas, fazendo como Alexandre, mostrando uma face de nossa sociedade que não quemos ver, e desta forma, mudar um as coisas um pouco de cada vez.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Rua Álvares Penteado, 112 &#8211; Centro<br />
Entrada franca</strong></p>
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		<title>Service Design Drinks &#8211; segunda edição</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 03:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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O blog Caxolas esteve no encontro “Service design Drinks” realizado no dia 17/04/2010, organizado por  Luis Alt e Tennyson Pinheiro, sócios da Livi Work Brazil. Estiveram presentes interessados pelo tema e profissionais que estão procurando mais informações sobre este novo modelo. Iremos a seguir delimitar alguns pontos que foram discutidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-942" title="Captura de tela 2010-04-20 às 01.04.02" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Captura-de-tela-2010-04-20-às-01.04.02.jpg" alt="Captura de tela 2010-04-20 às 01.04.02" width="425" height="213" /></p>
<p>O blog Caxolas esteve no encontro “Service design Drinks” realizado no dia 17/04/2010, organizado por  Luis Alt e Tennyson Pinheiro, sócios da <a href="http://www.liveworkbrazil.com/">Livi Work Brazil</a>. Estiveram presentes interessados pelo tema e profissionais que estão procurando mais informações sobre este novo modelo. Iremos a seguir delimitar alguns pontos que foram discutidos durante o encontro.</p>
<p><strong>Ensino de Design no Brasil</strong></p>
<p>Muitas instituições de ensino brasileiras de design ainda estão baseadas no modelo das escolas tradicionais cujo contexto principal era a forma e função, nos moldes da escola de Ulm e da Bauhaus. Algumas instituições estão começando a compreender os novos pensamentos sobre design e procurando apresentar novas soluções e formas de atuação do designer diante a mudança do mercado. Algumas instituições citadas foram a PUC-Rio (com projetos interdisciplinares),  Mackenzie, ESPM e Rio Branco que começaram procurar inserir nas grades matérias que apresentam o design de uma maneira diferente, como um pensamento de inovação que pode ser aplicado de diversas formas.</p>
<p>A educação no Brasil ainda está longe de ser a ideal, mas a vivência de trabalho que a pluralidade cultural e a breve iniciação dos jovens no mercado já como profissionais, permitem certa compensação.</p>
<p><strong>Mercado, serviço e design.</strong></p>
<p>O objetivo final de todos que atuam no mercado é entender as motivações pessoais de cada usuário da marca e estudar como influenciar o comportamento de compra, entendendo as reais influencias decisórias de cada um.</p>
<p>O design de serviço já não é mais visto como passageiro. Tanto as empresas como as instituições de ensino já percebem que essa metodologia tem muito a oferecer e que chegou para ficar. Seu diferencial principal de outras metodologias de trabalho voltado em serviço, como o marketing de serviço, é o foco na experiência do usuário, assim como a utilização de ferramentas de desenvolvimento criativo do design na busca de inovação. O foco está no usuário e não no consumidor, o que possibilita a retirada do produto do centro do processo e planejamento da empresa.  Com essa visão é possível trabalhar a marca para a experiência do usuário, passando a ter uma vivência emocional no ponto de contato. O lucro passa a ser uma consequência e não um fim para a empresa.</p>
<p>Por outro lado podemos observar que mesmo empresas abertas as novas tendências ainda estão presas por burocracias e estruturas hierárquicas que coíbem um trabalho emocional da marca e privilegiam resultados pessoais em detrimento os organizacionais. Projetos podem passar desapercebidos e oportunidades descartadas por causa de uma falta de conscientização de uma visão de marca e de Brand Equity.</p>
<p><strong>Diferencial brasileiro.</strong></p>
<p>A pluralidade cultural do Brasil, por ser um país continente, possibilita que os profissionais entendam como trabalhar a diversidade, adaptando adequadamente projetos de ampla atuação, diferentemente do ocorre em países Europeus. O Brasil apresenta um futuro promissor e nessa década deve apresentar uma grande evolução em relação à inovação e serviços.</p>
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		<title>Design Thinking: design como inspiração para inovação e transformação organizacional</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 19:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caxolas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O papel do design no universo das empresas sofreu ampla modificação nos últimos anos, evoluindo de uma ‘supérflua’ ferramenta empregada em produções estéticas para ser reconhecido como um dos principais recursos estratégicos, capaz de agregar significativo valor aos produtos e/ou marcas e transformando-os em experiências memoráveis. Talvez a Apple seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O papel do design no universo das empresas sofreu ampla modificação nos últimos anos, evoluindo de uma ‘supérflua’ ferramenta empregada em produções estéticas para ser reconhecido como um dos principais recursos estratégicos, capaz de agregar significativo valor aos produtos e/ou marcas e transformando-os em experiências memoráveis. Talvez a Apple seja o melhor exemplo global deste mutação. “Você não sacrifica a experiência pelo crescimento; você impulsiona o crescimento a partir da qualidade da experiência.” (JOBS, S. 2009)</p>
<p>O papel do design estende-se muito além da simples criação de formas para posicionar e diferenciar a empresa no mercado. Ao invés disso, o design sugere produtos e serviços qnsformando-se assim em uma ferramenta central ao processo de inovação.</p>
<p>O mundo atual, dinâue materializam os valores essenciais da empresa, tramico e em constante evolução, propõe grandes desafios ao universo empresarial: instabilidade econômica, modificação dos valores sociais, ampliação da expectativa em relação à responsabilidade social e ambiental, novas oportunidades a partir do acesso à mercados globais, tecnologia em profunda transformação e consumidores mais exigentes e sofisticados. Além disso, as empresas habitam hoje o chamado “innovation gap” (1): possuem ferramentas tecnológicas necessárias para produzir praticamente tudo, porém carecem de conhecimento para entender o quê os consumidores realmente desejam. Suprir esta lacuna é fundamental para atingir lucratividade e crescimento.</p>
<p>Por outro lado, os modelos tradicionais de gestão, bem-sucedidos no passado, são hoje muito rígidos para atender aos novos desafios e oportunidades. De acordo com Bruce Nussbaum (2), editor da Business Week, o formato no qual nossas empresas e instituições foram concebidos não funcionam mais. Corporações, sistemas financeiros, meio ambiente, saúde, educação são categorias que precisam de uma revisão, em que inovações incrementais não serão suficientes para enfrentar o nível de complexidade exigido por estas transformações. Faz-se necessário uma transformação do negócio em si, em que processos mais eficientes, mobilizem o capital humano e posicionem o negócio acima da curva evolutiva. Um crescente número de líderes empresariais acreditam que Design Thinking desempenha um importante papel neste processo.</p>
<p>Design Thinking é uma metodologia original e efetiva, que pode ser aplicada ao design de inovação, sistemas, processos e no design do negócio em si. Um método que oferece uma compreensão mais ampla, ágil e profunda sobre a estilo de vida dos indivíduos, facilitando assim a solução de problemas complexos, abrangendo desde o acesso à água potável nos países em desenvolvimento até a eficácia dos sistemas de segurança nos aeroportos internacionais.</p>
<p>Ao longo das últimas décadas os designers desenvolveram habilidades visando combinar as necessidades humanas conjugadas à disponibilidade de recursos técnicos como também as limitações mercadológicas do negócio. Através da integração do que é desejado sob a ótica dos aspectos humanos, em conjunto com o que é tecnologicamente praticável e economicamente viável, designers foram capazes de criar produtos e marcas admirados. Design Thinking amplia este espectro de atuação, empregando a metodologia para um universo mais amplo de problemas, deslocando a atitude de ser designer para pensar como designer (3).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-944" title="design estrategico" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/design-estrategico1.jpg" alt="design estrategico" width="425" height="213" /></p>
<p>A fantasia do gênio e sua mente brilhante, que por muito tempo habitou nosso inconsciente coletivo, é substituído por um processo de design multidisciplinar, passível de ser gerenciado e implementado. Design Thinking é essencialmente um processo de inovação centrado em aspectos humanos, cujos métodos como observação, colaboração, conhecimento, visualização, prototipagem e análises incitam a inovação e delineiam as estratégias empresariais promovendo, assim, a decisão sobre o que deve ser produzido.</p>
<p>Criatividade e design mobilizam inovação, e inovação mobiliza crescimento. Porém a inovação pautada somente em novidades não confere ao negócio viabilidade econômica e  sustentável a longo-prazo. Faz-se necessário um modelo de inovação que suscite transformação para assim dar-se início a um processo de criação da cultura de inovação empresarial.</p>
<p>Empresas líderes em alguns setores de produção da economia brasileira iniciaram seu percurso metodológico no universo do Design Thinking, além de iniciativas acadêmicas. Livros como The Rise of Creative Class(4) e A Whole New Mind(5) reforçam que estamos em meados de uma mudança ainda mais significativa no papel do design e da criatividade nas corporações: o incremento da economia criativa, influenciada tanto por fatores micro como macro. Aparentemente é uma transformação permanente e portanto, capaz de transformar uma empresa que faz design para uma empresa cujo design seja o seu enfoque estratégico.</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>1. Lockwood, T. Design Thinking. USA: Allworth Press, 2010</p>
<p>2. Nussbaum, B. Business Week. USA: 2009</p>
<p>3. Brown, T. Change by design. USA: HaperColins, 2009</p>
<p>4. Florida, R. The Rise of Creative Class. USA: Basic Books, 2003</p>
<p>5. Martin, R. A Whole New Mind. USA: Harvard Business Review, 2009</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Autora: Ellen Kiss:</strong></span> professora e coordenadora acadêmica da Pós-Graduação em Design Estratégico na ESPM além de docente convidada em outras instituições de ensino. Consultora e palestrante em temas que permeiam design e inovação. Possui mais de 15 anos de atuação profissional com experiência internacional. Colabora com publicações e é membro da diretoria da Abedesign.<br />
<span style="color: #ffcc00;"><span style="color: #ff6600;"><strong>email:</strong></span> </span><a href="mailto:ellen@ellenkiss.com" target="_blank">ellen@ellenkiss.com</a></p>
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		<title>Design Currency. Definindo o valor do design</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 14:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A animação de flipbook abaixo, realizada por Rethink and Giant Ant Media, divulga a Semana de Design de Vancouver, iniciativa da Icograda (Conselho Internacional das Associações de Design Gráfico).

Português:
O que é  ?
É o símbolo para o projeto Design Currency.
Qual é a moeda Design? É uma oportunidade para explorar o que torna o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Picture-2.png"><img class="alignnone size-large wp-image-878" title="Picture 2" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Picture-2-580x328.png" alt="Picture 2" width="580" height="328" /></a></p>
<p>A animação de flipbook abaixo, realizada por <a href="http://www.rethinkcommunications.com/" target="_blank">Rethink</a> and <a href="http://giantantmedia.com/" target="_blank">Giant Ant Media</a>, divulga a <a href="http://www.designweekvancouver.ca/" target="_blank">Semana de Design de Vancouver</a>, iniciativa da <a href="http://www.icograda.org/" target="_blank">Icograda</a> (Conselho Internacional das Associações de Design Gráfico).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WjpzNfi2H9I&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/WjpzNfi2H9I&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h3>Português:</h3>
<p>O que é <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> ?</p>
<p>É o símbolo para o projeto Design Currency.</p>
<p>Qual é a moeda Design? É uma oportunidade para explorar o que torna o design valioso. Coisas como: a habilidade, a clareza, a funcionalidade, a contribuição social, a sustentabilidade, a beleza e os resultados.</p>
<p>O que <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> realmente importa? Porque quanto mais nosso design aparece, mais podemos causar impacto na: comunicação, cultura e comércio.</p>
<p>Design Currency. Definindo o valor do design.</p>
<h3 style="font-size: 1.17em;">English:</h3>
<p>What is <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> ?<br />
It is the symbol for Design Currency.</p>
<p>What is Design Currency? It&#8217;s an oportunity to explore what makes design valuable. Things like: craftsmanship, clarity, functionality, social contribution, sustentability, beauty and results.</p>
<p>What does <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> matter? Because the more our design achive, the more we can impact: comunication, culture and comerce.</p>
<p>Design Currency. Defining the value of design.</p>
<p><a href="http://www.designweekvancouver.ca/" target="_blank"><img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.png" alt="design currency" width="418" height="162" /></a></p>
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