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	<title>Caxolas &#187; Principal</title>
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		<title>Arte e design &#8211; Ossário</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 01:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg"><img class="alignnone" src="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço de pano e as paredes como elementos de sua obra efêmera que formava várias caveiras. Ele já imaginava que seria abordado por autoridades, mas não imaginava que chegaria a ser 5 vezes por noite.  Ao final a prefeitura interditou o túnel e limpou apenas as partes que o artista havia interferido, deixando o restante do mesmo estado. Estas e outras mensagens você poderá encontrar no subsolo do <a href="http://www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10164,1,0,1,1.bb?codigoMenu=9904&amp;dtInicio=4&amp;codigoEvento=3287">CCBB</a> na até o dia 9 de maio na exposição Ossário, que faz uma representação da obra realizada no túnel.</p>
<p>É uma exposição muito importante para todos os designers que querem pensar algo amais em suas criações. Através de um insigth, Alexandre conseguiu chamar atenção de um problema urbano e efetivamente levou a uma ação pública. Acredito que enquanto designer devemos pensar nos impactos e intervenções que fazemos em nossa sociedade. Devemos tentar sair do lugar comum e pensar que podemos driblar as pressões comerciais através de suas próprias armas, fazendo como Alexandre, mostrando uma face de nossa sociedade que não quemos ver, e desta forma, mudar um as coisas um pouco de cada vez.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Rua Álvares Penteado, 112 &#8211; Centro<br />
Entrada franca</strong></p>
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		<title>Service Design Drinks &#8211; segunda edição</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 03:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
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O blog Caxolas esteve no encontro “Service design Drinks” realizado no dia 17/04/2010, organizado por  Luis Alt e Tennyson Pinheiro, sócios da Livi Work Brazil. Estiveram presentes interessados pelo tema e profissionais que estão procurando mais informações sobre este novo modelo. Iremos a seguir delimitar alguns pontos que foram discutidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-942" title="Captura de tela 2010-04-20 às 01.04.02" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Captura-de-tela-2010-04-20-às-01.04.02.jpg" alt="Captura de tela 2010-04-20 às 01.04.02" width="425" height="213" /></p>
<p>O blog Caxolas esteve no encontro “Service design Drinks” realizado no dia 17/04/2010, organizado por  Luis Alt e Tennyson Pinheiro, sócios da <a href="http://www.liveworkbrazil.com/">Livi Work Brazil</a>. Estiveram presentes interessados pelo tema e profissionais que estão procurando mais informações sobre este novo modelo. Iremos a seguir delimitar alguns pontos que foram discutidos durante o encontro.</p>
<p><strong>Ensino de Design no Brasil</strong></p>
<p>Muitas instituições de ensino brasileiras de design ainda estão baseadas no modelo das escolas tradicionais cujo contexto principal era a forma e função, nos moldes da escola de Ulm e da Bauhaus. Algumas instituições estão começando a compreender os novos pensamentos sobre design e procurando apresentar novas soluções e formas de atuação do designer diante a mudança do mercado. Algumas instituições citadas foram a PUC-Rio (com projetos interdisciplinares),  Mackenzie, ESPM e Rio Branco que começaram procurar inserir nas grades matérias que apresentam o design de uma maneira diferente, como um pensamento de inovação que pode ser aplicado de diversas formas.</p>
<p>A educação no Brasil ainda está longe de ser a ideal, mas a vivência de trabalho que a pluralidade cultural e a breve iniciação dos jovens no mercado já como profissionais, permitem certa compensação.</p>
<p><strong>Mercado, serviço e design.</strong></p>
<p>O objetivo final de todos que atuam no mercado é entender as motivações pessoais de cada usuário da marca e estudar como influenciar o comportamento de compra, entendendo as reais influencias decisórias de cada um.</p>
<p>O design de serviço já não é mais visto como passageiro. Tanto as empresas como as instituições de ensino já percebem que essa metodologia tem muito a oferecer e que chegou para ficar. Seu diferencial principal de outras metodologias de trabalho voltado em serviço, como o marketing de serviço, é o foco na experiência do usuário, assim como a utilização de ferramentas de desenvolvimento criativo do design na busca de inovação. O foco está no usuário e não no consumidor, o que possibilita a retirada do produto do centro do processo e planejamento da empresa.  Com essa visão é possível trabalhar a marca para a experiência do usuário, passando a ter uma vivência emocional no ponto de contato. O lucro passa a ser uma consequência e não um fim para a empresa.</p>
<p>Por outro lado podemos observar que mesmo empresas abertas as novas tendências ainda estão presas por burocracias e estruturas hierárquicas que coíbem um trabalho emocional da marca e privilegiam resultados pessoais em detrimento os organizacionais. Projetos podem passar desapercebidos e oportunidades descartadas por causa de uma falta de conscientização de uma visão de marca e de Brand Equity.</p>
<p><strong>Diferencial brasileiro.</strong></p>
<p>A pluralidade cultural do Brasil, por ser um país continente, possibilita que os profissionais entendam como trabalhar a diversidade, adaptando adequadamente projetos de ampla atuação, diferentemente do ocorre em países Europeus. O Brasil apresenta um futuro promissor e nessa década deve apresentar uma grande evolução em relação à inovação e serviços.</p>
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		<title>Design Thinking: design como inspiração para inovação e transformação organizacional</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 19:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Caxolas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Tendências de design]]></category>

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		<description><![CDATA[O papel do design no universo das empresas sofreu ampla modificação nos últimos anos, evoluindo de uma ‘supérflua’ ferramenta empregada em produções estéticas para ser reconhecido como um dos principais recursos estratégicos, capaz de agregar significativo valor aos produtos e/ou marcas e transformando-os em experiências memoráveis. Talvez a Apple seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O papel do design no universo das empresas sofreu ampla modificação nos últimos anos, evoluindo de uma ‘supérflua’ ferramenta empregada em produções estéticas para ser reconhecido como um dos principais recursos estratégicos, capaz de agregar significativo valor aos produtos e/ou marcas e transformando-os em experiências memoráveis. Talvez a Apple seja o melhor exemplo global deste mutação. “Você não sacrifica a experiência pelo crescimento; você impulsiona o crescimento a partir da qualidade da experiência.” (JOBS, S. 2009)</p>
<p>O papel do design estende-se muito além da simples criação de formas para posicionar e diferenciar a empresa no mercado. Ao invés disso, o design sugere produtos e serviços qnsformando-se assim em uma ferramenta central ao processo de inovação.</p>
<p>O mundo atual, dinâue materializam os valores essenciais da empresa, tramico e em constante evolução, propõe grandes desafios ao universo empresarial: instabilidade econômica, modificação dos valores sociais, ampliação da expectativa em relação à responsabilidade social e ambiental, novas oportunidades a partir do acesso à mercados globais, tecnologia em profunda transformação e consumidores mais exigentes e sofisticados. Além disso, as empresas habitam hoje o chamado “innovation gap” (1): possuem ferramentas tecnológicas necessárias para produzir praticamente tudo, porém carecem de conhecimento para entender o quê os consumidores realmente desejam. Suprir esta lacuna é fundamental para atingir lucratividade e crescimento.</p>
<p>Por outro lado, os modelos tradicionais de gestão, bem-sucedidos no passado, são hoje muito rígidos para atender aos novos desafios e oportunidades. De acordo com Bruce Nussbaum (2), editor da Business Week, o formato no qual nossas empresas e instituições foram concebidos não funcionam mais. Corporações, sistemas financeiros, meio ambiente, saúde, educação são categorias que precisam de uma revisão, em que inovações incrementais não serão suficientes para enfrentar o nível de complexidade exigido por estas transformações. Faz-se necessário uma transformação do negócio em si, em que processos mais eficientes, mobilizem o capital humano e posicionem o negócio acima da curva evolutiva. Um crescente número de líderes empresariais acreditam que Design Thinking desempenha um importante papel neste processo.</p>
<p>Design Thinking é uma metodologia original e efetiva, que pode ser aplicada ao design de inovação, sistemas, processos e no design do negócio em si. Um método que oferece uma compreensão mais ampla, ágil e profunda sobre a estilo de vida dos indivíduos, facilitando assim a solução de problemas complexos, abrangendo desde o acesso à água potável nos países em desenvolvimento até a eficácia dos sistemas de segurança nos aeroportos internacionais.</p>
<p>Ao longo das últimas décadas os designers desenvolveram habilidades visando combinar as necessidades humanas conjugadas à disponibilidade de recursos técnicos como também as limitações mercadológicas do negócio. Através da integração do que é desejado sob a ótica dos aspectos humanos, em conjunto com o que é tecnologicamente praticável e economicamente viável, designers foram capazes de criar produtos e marcas admirados. Design Thinking amplia este espectro de atuação, empregando a metodologia para um universo mais amplo de problemas, deslocando a atitude de ser designer para pensar como designer (3).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-944" title="design estrategico" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/design-estrategico1.jpg" alt="design estrategico" width="425" height="213" /></p>
<p>A fantasia do gênio e sua mente brilhante, que por muito tempo habitou nosso inconsciente coletivo, é substituído por um processo de design multidisciplinar, passível de ser gerenciado e implementado. Design Thinking é essencialmente um processo de inovação centrado em aspectos humanos, cujos métodos como observação, colaboração, conhecimento, visualização, prototipagem e análises incitam a inovação e delineiam as estratégias empresariais promovendo, assim, a decisão sobre o que deve ser produzido.</p>
<p>Criatividade e design mobilizam inovação, e inovação mobiliza crescimento. Porém a inovação pautada somente em novidades não confere ao negócio viabilidade econômica e  sustentável a longo-prazo. Faz-se necessário um modelo de inovação que suscite transformação para assim dar-se início a um processo de criação da cultura de inovação empresarial.</p>
<p>Empresas líderes em alguns setores de produção da economia brasileira iniciaram seu percurso metodológico no universo do Design Thinking, além de iniciativas acadêmicas. Livros como The Rise of Creative Class(4) e A Whole New Mind(5) reforçam que estamos em meados de uma mudança ainda mais significativa no papel do design e da criatividade nas corporações: o incremento da economia criativa, influenciada tanto por fatores micro como macro. Aparentemente é uma transformação permanente e portanto, capaz de transformar uma empresa que faz design para uma empresa cujo design seja o seu enfoque estratégico.</p>
<p>Bibliografia</p>
<p>1. Lockwood, T. Design Thinking. USA: Allworth Press, 2010</p>
<p>2. Nussbaum, B. Business Week. USA: 2009</p>
<p>3. Brown, T. Change by design. USA: HaperColins, 2009</p>
<p>4. Florida, R. The Rise of Creative Class. USA: Basic Books, 2003</p>
<p>5. Martin, R. A Whole New Mind. USA: Harvard Business Review, 2009</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Autora: Ellen Kiss:</strong></span> professora e coordenadora acadêmica da Pós-Graduação em Design Estratégico na ESPM além de docente convidada em outras instituições de ensino. Consultora e palestrante em temas que permeiam design e inovação. Possui mais de 15 anos de atuação profissional com experiência internacional. Colabora com publicações e é membro da diretoria da Abedesign.<br />
<span style="color: #ffcc00;"><span style="color: #ff6600;"><strong>email:</strong></span> </span><a href="mailto:ellen@ellenkiss.com" target="_blank">ellen@ellenkiss.com</a></p>
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		<title>Design Currency. Definindo o valor do design</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/03/design-currency-definindo-o-valor-do-design/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 14:23:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A animação de flipbook abaixo, realizada por Rethink and Giant Ant Media, divulga a Semana de Design de Vancouver, iniciativa da Icograda (Conselho Internacional das Associações de Design Gráfico).

Português:
O que é  ?
É o símbolo para o projeto Design Currency.
Qual é a moeda Design? É uma oportunidade para explorar o que torna o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Picture-2.png"><img class="alignnone size-large wp-image-878" title="Picture 2" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Picture-2-580x328.png" alt="Picture 2" width="580" height="328" /></a></p>
<p>A animação de flipbook abaixo, realizada por <a href="http://www.rethinkcommunications.com/" target="_blank">Rethink</a> and <a href="http://giantantmedia.com/" target="_blank">Giant Ant Media</a>, divulga a <a href="http://www.designweekvancouver.ca/" target="_blank">Semana de Design de Vancouver</a>, iniciativa da <a href="http://www.icograda.org/" target="_blank">Icograda</a> (Conselho Internacional das Associações de Design Gráfico).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/WjpzNfi2H9I&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/WjpzNfi2H9I&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<h3>Português:</h3>
<p>O que é <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> ?</p>
<p>É o símbolo para o projeto Design Currency.</p>
<p>Qual é a moeda Design? É uma oportunidade para explorar o que torna o design valioso. Coisas como: a habilidade, a clareza, a funcionalidade, a contribuição social, a sustentabilidade, a beleza e os resultados.</p>
<p>O que <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> realmente importa? Porque quanto mais nosso design aparece, mais podemos causar impacto na: comunicação, cultura e comércio.</p>
<p>Design Currency. Definindo o valor do design.</p>
<h3 style="font-size: 1.17em;">English:</h3>
<p>What is <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> ?<br />
It is the symbol for Design Currency.</p>
<p>What is Design Currency? It&#8217;s an oportunity to explore what makes design valuable. Things like: craftsmanship, clarity, functionality, social contribution, sustentability, beauty and results.</p>
<p>What does <img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.jpg" alt="design currency" width="23" height="23" /> matter? Because the more our design achive, the more we can impact: comunication, culture and comerce.</p>
<p>Design Currency. Defining the value of design.</p>
<p><a href="http://www.designweekvancouver.ca/" target="_blank"><img style="border: 0px initial initial;" title="design currency" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/design-currency.png" alt="design currency" width="418" height="162" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Design de games</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 17:11:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Régis Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Imagino que eu precise começar um artigo sobre design de games justificando sua aparição em um blog sobre design estratégico. A motivação para este post veio de dois artigos que eu li recentemente sobre design de games e ambos têm uma característica em comum que é também uma característica que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagino que eu precise começar um artigo sobre design de games justificando sua aparição em um blog sobre design estratégico. A motivação para este post veio de dois artigos que eu li recentemente sobre design de games e ambos têm uma característica em comum que é também uma característica que nós aqui no caxolas consideramos importante para tudo aquilo que se auto intitula estratégico: foco no <a href="http://www.caxolas.com.br/category/futuro/">futuro</a>.</p>
<p>O primeiro foi <a href="http://www.kk.org/thetechnium/archives/2010/02/the_game-ified.php" target="_blank">esse aqui</a> do excelente blog <a href="http://www.kk.org/thetechnium/" target="_blank">The Technium</a>. Se me permitem a meta-metalinguagem este artigo trata de um <a href="http://g4tv.com/videos/44277/dice-2010-design-outside-the-box-presentation/" target="_blank">vídeo</a> (que eu embedei abaixo para sua conveniência) no qual o game designer <a href="http://www.schellgames.com/" target="_blank">Jesse Shell</a> fala um pouco sobre (a-ham) o futuro dos games. Não quero estragar a surpresa, vale muito a pena ver o vídeo até o fim (até o fim!), então só vou adiantar uma coisa: a palestra tem um foco no futuro que é o que todos nós buscamos aqui. Como serão os games do futuro? Como eles influenciarão nossas vidas cotidianas? Onde está hoje a fronteira entre o jogo e a realidade? Onde estará essa fronteira no futuro?</p>
<p><object id="VideoPlayerLg44277" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="418" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://g4tv.com/lv3/44277" /><param name="name" value="VideoPlayer" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="VideoPlayerLg44277" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="418" src="http://g4tv.com/lv3/44277" name="VideoPlayer" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<div style="margin: 0pt; text-align: center; width: 480px; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 12px; color: #ff9b00;"><a style="color:#FF9B00;" href="http://g4tv.com/games/xbox-360/index" target="_blank">Xbox 360 Games</a> &#8211; <a style="color:#FF9B00;" href="http://g4tv.com/e32010" target="_blank">E3 2010</a> &#8211; <a style="color:#FF9B00;" href="http://g4tv.com/games/ps3/61899/guitar-hero-5/index" target="_blank">Guitar Hero 5</a></div>
<p>Outro artigo que motivou esse meu post foi <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/8556874.stm" target="_blank">esse aqui</a>, enviado a mim pelo meu sócio na <a href="http://www.indicedesign.com/" target="_blank">Índice</a> Jonattas. Trata-se do anúncio de lançamento de uma nova tecnologia em games por uma empresa que promete balançar a indústria. Como isso será feito? Por meio de uma quebra de paradigma (de novo, foco no futuro). O princípio é simples: os jogos desta empresa rodarão em um servidor e serão transmitidos ao jogador por streaming para qualquer plataforma conectada à Internet por um link de banda larga (computador, televisão ou o que quer que o futuro nos traga).</p>
<p>Em outras palavras, o foco desse novo modelo de negócios não é a produção de consoles (que eles dizem estar com os dias contados) ou de jogos para serem comprados e tocados em um hardware específico, mas sim uma nova plataforma de prestação de serviços em games. Aliás, esta proposta me parece muito alinhada com uma tendência que eu discuti em <a href="http://www.caxolas.com.br/2009/11/terceirizacao-na-web/" target="_blank">outro post</a> sobre o deslocamento de algumas tendências na Web para a terceirização.</p>
<p>Achei sintomático no final do artigo o uso do termo &#8220;instant gratification&#8221; (ou gratificação instantânea), um termo cada vez mais enfatizado em qualquer tipo de solução. O termo também faz eco ao vídeo acima na parte em que o autor fala sobre gratificações como forma de recompensa no jogo.</p>
<p>Em outras palavras tudo isso equivale a perguntar sumariamente: quem sobreviverá ao futuro e quem será engolido pelos novos paradigmas por ter simplesmente ficado parado?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-905" title="jesse-schell" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/jesse-schell.jpg" alt="jesse-schell" width="400" height="266" /></p>
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		<title>Marcas elásticas: abrangendo diferentes canais e segmentos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 16:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
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As marcas estão presentes nas vidas das pessoas, em fachadas de estabelecimentos, sites, calçados e roupas. Contudo, a presença delas está crescendo, não somente em pontos de contato, como também em canais. Isso significa que o core business delas está se perdendo em seus posicionamentos. Antes uma empresa de telefonia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vw1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-860" title="vw" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vw1.jpg" alt="vw" width="580" height="321" /></a></p>
<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vw1.jpg"></a>As marcas estão presentes nas vidas das pessoas, em fachadas de estabelecimentos, sites, calçados e roupas. Contudo, a presença delas está crescendo, não somente em pontos de contato, como também em canais. Isso significa que o <em>core business</em> delas está se perdendo em seus posicionamentos. Antes uma empresa de telefonia celular apenas operava em seu core business[telefonia celular]. Atualmente ela também pode levar sua marca às rádios FM, às Megarampas de skate e ao mundo da moda [exemplificado na montagem acima].</p>
<h3>Marcas segmentadas</h3>
<p>Ainda hoje as marcas podem ser associadas a segmentos, já que houve grande esforço de construção de marca durante muitos anos. Assim, conseguimos remeter algumas marcas aos seus respectivos produtos/serviços com facilidade. Você pode verificar a relevância dessas marcas respondendo ao <a href="http://www.thebrandquiz.com" target="_blank">quiz</a>. Você perceberá que associações entre produto e marcas já fazem parte de seuinconsciente.  Por trás da aparente mudança comportamental das empresas há uma profunda transformação de modelos de negócios. As empresas não apostam mais unicamente em seus produtos para atingir o mercado, mas focam em seu posicionamento de modo a aumentar a visibilidade da marca. O mercado contemporâneo não consegue mais implementar um significado padronizado dos seus produtos para atender a uma massa consumidora padronizada. Ele precisa oferecer signos que se adequem ao seu público-alvo.</p>
<h3>Personalizando e comunicando as marcas</h3>
<p>Em volta de um comportamento de compra existe um conjunto de hábitos, rituais, preferências e gostos que estão intimamente ligados entre si. Quando se opta por atingir um determinado perfil de público-alvo, é preferível que ele seja abordado em diversos canais e pontos de contato pela mesma marca [caso ela seja elástica o suficiente] de forma coerente e harmonioza. Isso traz menos esforço de construção de marca e mais visibilidade a ela.  No entato, ao fazer uma comunicação eficiente para seu público, alinhando os significados da marca às ideologias dos consumidores, abre-se um grande mercado que possibilita atender ideias e comportamentos em áreas correspondentes a estratégias de comunicação correlatas ao comportamento do público consumidor. Para ficar mais claro, podemos exemplificar através da marca Hyundai. A empresa vende aparelhos de DVD sem grande investimento de comunicação, já que seu foco é o setor automotivo. O esforço de marca abrange elementos psicosociais e econômicosque possibilitam a extensão de sua imagem para outros segmentos. Unificando os dois produtos sob a mesma chancela de marca pode-se aproveitar os benefícios e investimentos de um setor para todos os demais através de uma comunicação eficiente e focada no mesmo público-alvo em diversos pontos de contato, canais e locais de consumo. O produto em si passa a ser secundário, já que a imagem transmitida começa a representar as mesmas idéias.  Mas então por que todas as marcas não começam a atuar em diferentes canais que não de seus <em>core businesses</em>, já que isso aumenta sua visibilidade, seus ganhos e sua proximidade aos públicos-alvo? Bem, hoje em dia a maioria está fazendo isso, mas tornar as marcas mais elásticas [de modo a abranger segmenetos que não são <em>core</em> da empresa] pode ocasionar alguns problemas: sem a blindagem de marca por segmento, o risco de contaminação é maior [não ter foco em um <em>core</em> business facilita a contaminação negativa, já que é difícil uma empresa ser competente em todos os segmentos e, caso não seja ela que produza, é difícil também conseguir gerenciar/alinhar todos os fornecedores].</p>
<h3>Quebras de paradígmas e os novos desafios para as marcas</h3>
<p>Forçar modos ou comportamento de consumo para um público determinado foi um modelo utilizado através das mass midias, onde a televisão, o rádio e as mídias impressas impunham um determinado padrão que excluía a opinião e as individualidades dos consumidores. Hoje, após uma série de quebra de paradigmas, as diferenças não só são aceitas como valorizadas. A internet vem obrigando as grandes marcas a escutarem o consumidor, que passaram a exigir produtos customizáveis e personalizados [que surge graças ao modelo Toyotista, com pequenas unidades fabris espalhadas localmente].  Por outro lado, investir comunicação de produtos que atendam a núcleos de mercado tornou-se muito custoso, e desenvolver marcas é um trabalho que exige longo prazo e várias ações correlacionadas. Desta forma, acumular produtos e serviços sob a mesma estrutura de marca, traduzindo os mesmo conceitos que correspondam a hábitos de um determinado consumidor, vem se tornando uma estratégia eficiente para otimizar custos e ações eficientes. Por um lado ganha-se em custo e penetração no público alvo, por outro, perde a individualidade dos produtos que precisam ter sua imagem inabalável com o intuito de não atingir toda a estrutura da marca.  Resultado disso repercute em novos paradigmas de negócios: apenas estampar as marcas nos produtos/serviços que foram produzidos por terceiros. O foco dessas empresas é encontrar os consumidores, decodificar os seus desejos e  ofertar produtos/serviços de maneira mais eficiente, e com o melhor preço. Sua maior preocupação é cuidar do que resulta o maior lucro, suas marcas, baseando-se nos valores retirados de pesquisas, desenvolvimento de novos serviços e marketing. O valor verdadeiro vem do capital humano, e não mais do material. Algumas empresas grandes já atuam nesse sentido, como a Harley Davidson, Nike, Apple, Motorola, Johnson &amp; Johnson e Wal Mart. Estas empresas transferiram, ou estão transferindo aos poucos, sua produção para o mercado terceirizado. Como isso, os estoques circulam mais rapidamente (<em>just in time</em>) e a estratégia de precificação passa a ser focada unicamente na marca. Porém, o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u683100.shtml) " target="_blank">caso Toyota</a> demonstrou o grande risco desse processo [o descontrole parcial das etapas de trabalho terceirizado], o que proporcionou erros que antes não haviam.</p>
<h3>Marcas pós-modernas</h3>
<p>Com comportamento fluido que constitui os consumidores atuais, busca-se marcas consistentes que transmitam segurança na escolha e reflitam uma personalidade representativa dos desejos de uma vida de experiências intensas. Assim como possibilidades de amparar pequenas e grandes tomadas de decisões que recaem nos indivíduos – decisões que anteriormente eram pré-determinada pela estrutura cultural e social. Esta transferência de responsabilidades foi um processo que o próprio mercado implementou, enfraquecendo as estruturas governamentais e sociais através do livre mercado. Apropriando-se desse papel socio-econômico, as marcas necessariamente estão se focando em sua personalidade que, cada vez mais, precisará refletir seus consumidores. Este processo tende para uma simbiose onde consumidor e marca atuarão de forma coletiva e bilateral, mas com forças desproporcionais.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Nota-se que as marcas estão se tornando cada vez mais elásticas, de modo a abrangerem segmentos e canais nunca antes imaginados. Essa tendência contrapõem as empresas que segmentam seus produtos e serviços com a criação de mais marcas, tornando muito custoso mantê-las, porém, diminuindo a chance de contaminação entre elas.</p>
<h3>Bibliografia</h3>
<p>AAKER, David A. &amp; KELLER, Kevin L. Brand Equity BAUMAN, Zigmunt. O Mal-estar da pós-modernidade. São Paulo: Zahar, 1998  <a href="http://www.caxolas.com.br/author/brenofrias/" target="_blank">Breno Frias</a> e <a href="http://www.caxolas.com.br/author/sergiobrandt/" target="_blank">Sergio Brandt</a></p>
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		<title>Design de Serviços</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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Na última quinta feira dia 04/03/10 aconteceu uma palestra na EPSM sobre Design de Serviços. Nunca havia escutado esse termo em design mas apresentou ser uma nova área em grande crescimento no Brasil. Segundo o palestrante Tennyson Pinheiro,  “o design de serviços é uma metodologia que permite a criação sistemática [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-797" title="367" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/367.jpg" alt="367" width="450" height="324" /></p>
<p>Na última quinta feira dia 04/03/10 aconteceu uma palestra na EPSM sobre Design de Serviços. Nunca havia escutado esse termo em design mas apresentou ser uma nova área em grande crescimento no Brasil. Segundo o palestrante <a href="http://www.designdeservicosbrasil.blogspot.com/" target="_blank">Tennyson Pinheiro</a>,  “o design de serviços é uma metodologia que permite a criação sistemática de inovações sustentáveis em serviços e cujo foco principal reside em melhorar as experiências das pessoas”.</p>
<p>O problema é que as empresas ainda pensam que o seu grande diferencial na entrega de produtos ou “serviços” é ainda preço, qualidade, disponibilidade dos produtos, sortimento, funcionalidade etc, tudo isso tem que ser quesito básico no que é entregue para o cliente e, nos dias de hoje, já virou commodities.</p>
<p>A palestra me fez lembrar de uma experiência horrível com a marca NET no final de semana passado. Resumindo a história, o meu problema era somente colocar o segundo ponto na casa e nisso tive que mudar de plano e pagar mais caro. Quando o técnico chegou não tinha o segundo ponto na ordem de chamada dele e a central disse que houve um engano e não foi registrado o segundo ponto. Fiquei na mão pra variar.</p>
<p>Esse caso representa a incoerência com que as marcas transmitem sua identidade para seu cliente. É preciso haver interação nos pontos de contato para que não hajam ruídos pois, como no meu caso, após a experiência negativa o cliente passa a desacreditar na empresa.</p>
<p>Hoje o mercado precisa considerar o<strong> ponto de vista</strong> dos clientes para o posicionamento da marca e compreender o que é necessário e o que desejam, pois somente <strong>experiências autênticas</strong> terão relevância em uma economia saturada de escolhas.</p>
<p><strong>Marca é uma promessa, ela conta histórias e cria uma identidade</strong>. É a <strong>percepção íntima das pessoa</strong>s em relação a produtos ou serviço e, no final de cada experiência, ela é definida por essas pessoas e não pela empresa. Cada um cria sua percepção sobre ela <strong>e quando esse número de pessoas atinge esse mesmo sentimento “viceral” uma empresa pode dizer que tem uma marca</strong>. Marca não é o que a empresa diz, mas o que os outros dizem o que ela é. <strong>Ela é a premissa para o Design de Serviço</strong>.</p>
<p>Então, o que eu direi da NET agora?</p>
<p>Entenda um pouco mais sobre Design de Serviço através da <a href="http://www.slideshare.net/designdeservicos/design-de-servios-impactos-da-era-digital" target="_blank">apresentação</a> desenvolvida por Tennyson Pinheiro que é Diretor de Pesquisa e Inovação da IFB e Diretor da <a href="http://www.livework.co.uk/brazil" target="_blank">live|work Brazil</a>.</p>
<p>Veja també a página <a href="http://designdeservicosbrasil.ning.com/" target="_blank">http://designdeservicosbrasil.ning.com/</a></p>
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		<title>Dia da mulher: uma esperança</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 02:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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Após lutas de gerações por uma sociedade igualitária, democrática e transumana, parece que os objetivos que os pensamentos dos iluministas, humanistas e modernistas estão se afastando mais e mais de nossa contemporaneidade. O pensamento da sociedade pós-moderna está voltado para a individualidade e auto-suficiência. Os valores coletivos se dissolveram durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-789" title="madness_diainternacionaldamulher1" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/madness_diainternacionaldamulher1.jpg" alt="madness_diainternacionaldamulher1" width="450" height="350" /><br />
Após lutas de gerações por uma sociedade igualitária, democrática e transumana, parece que os objetivos que os pensamentos dos iluministas, humanistas e modernistas estão se afastando mais e mais de nossa contemporaneidade. O pensamento da sociedade pós-moderna está voltado para a individualidade e auto-suficiência. Os valores coletivos se dissolveram durante o medo do totalitarismo e da repressão, o que colaborou pelo crescimento do poder do mercado, cada vez mais interessados em fortalecer valores referentes aos desejos individuais como forma de consumo. Nesse processo valores antigos que foram questionados se perderam. Valores como da família, como o humanitarismo e do respeito ao próximo se dissolveram.</p>
<p>Mas hoje, em contraponto , existe um lado bom. Podemos identificar a tolerância das diferenças e a valorização das particularidades. Como tudo na vida, ganhamos e perdemos em cada decisão que tomamos. As lutas das minorias por seu reconhecimento estão em seu ápice e hoje é admirado. A ordem não é mais um padrão que deve ser administrada e mantida igualitariamente, mas adaptada de acordo com as necessidades e desejos dos indivíduos. Hoje nosso maior reconhecimento se dá quando assumimos o papel de consumidor.  Os dias que celebram a vitória das minorias só ganham valores coletivos quando possuem a função de contribuir ao processo mercadológico.  No entanto podemos tirar algumas lições do dia internacional da mulher.</p>
<p>Um movimento no mercado é nítido, notório e irreversível; a transformação de produtos em serviços. Quando todos os produtos são  iguais em qualidade, custo e distribuição, a diferenciação passa a ser em oferecer um serviço e um design diferenciado. Nesse ponto voltamos à dialética da individualidade da pós-modernidade. Quanto mais o mercado precisa se diferenciar, mais irá buscar um posicionamento por nicho e até mesmo nas características individuais do consumidor, que estimula a perda do pensamento colaborativo e humanitário. Atender essas características será a função do serviço e do design e para isso será necessário qualidades como a percepção, a empatia com o próximo, a aptidão para o trabalho humano, a entrega de valores emocionais e a própria auto-doação, o que contradiz o individualismo. E na sociedade atual, regida pelos ideais masculinos, tais valores são desvalorizados e esquecidos. Servir e se dedicar ao próximo é, historicamente, uma função do universo feminino, que sempre cuidou da educação, cultura, saúde e desenvolvimento das gerações para o futuro.</p>
<p>Com o avanço da mulher no campo do trabalho, tais valores vêm se perdendo. A mãe e a esposa de hoje precisa dividir seu tempo com o trabalho e com a competição no universo masculino. Valores humanitários submetem-se à força do capital, e isso é passado para as novas gerações. Mas se o mercado precisa resgatar uma entrega de valor humano, que valoriza a emoção e empatia, quem sabe não teremos um resgate e uma valorização do universo feminino que ficou ameaçado de desaparecer nas últimas décadas. Se isso vier a acontecer poderemos presenciar pela primeira vez na história ocidental uma inversão de valores, onde valores extremamente racionais que visam resultados e objetividade rápidos entrarão em declínio, e então o homem terá que se render, e aquelas mulheres que lutaram e morreram pela liberdade e pelos direitos humanos serão verdadeiramente reconhecidas, e não precisarão mais de um dia internacional para lembrar das injustiças que sofreram.</p>
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		<title>O poder da informação</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 18:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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Venho mais uma vez tratar de um tema já citado por mim umas duas vezes nesse blog, vigilância. Em dois posts anterior “Vigilância: palavra mestra dos tempos futuros” e “Realidade ou individualismo aumentado?” disse que isso seria uma onda de futuro, mas a matéria que saiu ontem, 01/03/10 no jornal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-772" title="REDES SOCIAIS" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/REDES-SOCIAIS.jpg" alt="REDES SOCIAIS" width="425" height="213" /></p>
<p>Venho mais uma vez tratar de um tema já citado por mim umas duas vezes nesse blog, vigilância. Em dois posts anterior “<a href="http://www.caxolas.com.br/2010/01/vamos-googlear-no-futuro/" target="_blank">Vigilância: palavra mestra dos tempos futuros</a>” e “<a href="http://www.caxolas.com.br/2010/02/realidade-ou-indidualismo-aumentado/" target="_blank">Realidade ou individualismo aumentado?</a>” disse que isso seria uma onda de futuro, mas a matéria que saiu ontem, 01/03/10 no jornal Cox News Service, a “ministra alemã da proteção do consumidor, Ilse Aigner, atacou a economia baseada na Internet, alertando que empresas como o Google, a Microsoft e a Apple armazenam grandes quantidades de informações pessoais sobre usuários da Web que podem ser usadas para a obtenção de benefícios financeiros e que são capazes de prejudicar as chances dos indivíduos de conseguir empregos e empréstimos bancários.” Isso prova que já está acontecendo.<br />
Veja a matéria completa no <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2010/03/02/ministra-alema-alerta-para-os-poderes-dos-gigantes-da-internet.jhtm" target="_blank">link do UOL</a> ou abaixo. Para saber o que penso disso em relação ao design, veja os dois posts acima.</p>
<p>Curiosidades</p>
<ol>
<li>Não sei se é para se proteger, mas após essa matéria o Google já está justificando que: &#8220;&#8230;<span><strong>nunca venderemos ou compartilharemos o seu número de telefone com outras empresas e nem o usaremos para qualquer outro propósito além desta etapa de verificação, para recuperação de senha ou em caso de problemas com a segurança da conta.&#8221; </strong></span></li>
<li><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u442030.shtml" target="_blank">Robert David Steele, 56, ex-espião da CIA diz que Google colaborou com a CIA</a></li>
</ol>
<p><span><strong>Sei não viu.</strong></span></p>
<p><span><strong><img class="alignnone size-large wp-image-784" title="GOOGLE CONTAS" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GOOGLE-CONTAS5-580x463.jpg" alt="GOOGLE CONTAS" width="580" height="463" /><br />
</strong></span></p>
<h2>02/03/2010</h2>
<h1>Ministra alemã alerta para os poderes dos gigantes da Internet</h1>
<p><a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/der/"><img src="http://n.i.uol.com.br/jornais/fundo_branco/der.gif" border="0" alt="Der Spiegel" /></a></p>
<p>A ministra alemã dos Assuntos dos Consumidores, Ilse Aigner, advertiu em uma entrevista publicada na segunda-feira (01/03) que gigantes da Internet como o Google e a Microsoft armazenam enormes quantidades de dados pessoais sobre os usuários da Web, e disse que essas firmas deveriam revelar aquilo que sabem sobre as pessoas.</p>
<p>Falando na abertura da CeBIT, a exposição de comércio da indústria digital em Hanôver, na Alemanha, que terá início nesta terça-feira, Aigner afirmou que algumas companhias do setor de tecnologia da informação criaram gigantescos bancos de dados sobre os seus clientes e que ninguém sabe como elas estão usando esta quantidade enorme de nomes, endereços e fotos que estão à sua disposição.</p>
<p>“Gigantes do setor com o Facebook, a Apple, o Google ou a Microsoft podem compilar perfis pessoais inteiros na Internet”, disse Aigner ao jornal alemão “Süddeutsche Zeitung”. “Essas empresas sabem no que nós estamos interessados, o que compramos, para onde viajamos e quem são os nossos amigos. Como resultado disso, alguns consumidores passaram a ser muito interessantes para os negócios, enquanto outros poderão ir parar em &#8216;listas negras&#8217; e, como consequência, encontrar problemas para encontrar trabalho”.</p>
<p>“Essas companhias deveriam dar aos consumidores o controle sobre os seus dados pessoais”, afirmou Aigner, que, como ministra dos Assuntos dos Consumidores, faz parte do gabinete da chanceler Angela Merkel. “As companhias têm que fornecer a todos os usuários informações revelando quais dados pessoais estão armazenados e o que acontece com esses dados. Elas deveriam garantir que fosse possível apagar dados privados, caso o consumidor assim desejasse”.</p>
<p>Aigner gostou de uma sugestão do ministro do Interior, Thomas de Maiziere, no sentido de que as firmas deveriam começar a informar todos os anos às pessoas quais dados pessoais foram armazenadas sobre elas. “Um compromisso voluntário desse tipo por parte das companhias poderia ser uma solução. No momento é difícil para os consumidores descobrir quem sabe o que sobre eles”, declarou Aigner.</p>
<p><strong>“Nem mesmo George Orwell teria imaginado tal coisa”</strong></p>
<p>Ela nega que esteja sendo hostil para com as firmas da Internet. “Mas tudo tem um limite. Algumas invenções, como os softwares de reconhecimento facial para câmeras de telefones celulares, para a identificação de pessoas nas ruas, me provocam calafrios. Nem mesmo George Orwell teria imaginado tal coisa”.</p>
<p>Os comentários de Aigner seguem-se a uma advertência feita pela chanceler Merkel no seu programa semanal de podcast no sábado, em que ela afirmou que o governo precisa avaliar os riscos do uso da Internet. “Isso não significa que nós queremos conter a liberdade da Internet desnecessariamente, mas sim que as pessoas precisam ter uma garantia de proteção legal ampla”, disse Merkel. Por exemplo, o governo continuaria a assegurar que os sites de pornografia infantil poderiam ser fechados, explicou a chanceler.</p>
<p>Ao se referir à controvérsia em torno da inclusão de ruas alemãs no Street View do Google, Merkel declarou: “Quem achar que isso interfere com a sua privacidade pode apresentar uma objeção oficial”. O Ministério de Proteção do Consumidor preparou um modelo de correspondência com esse objetivo que está disponível no seu website, disse Merkel.</p>
<p><strong>Indústrias de tecnologia da informação criticam o governo</strong></p>
<p>O presidente da associação alemã da indústria de tecnologia da informação, a Bitkom, August-Wilhelm Scheer, criticou a política do governo para a Internet e o acusou de hipocrisia.</p>
<p>Em uma entrevista a “Der Spiegel”, ele afirmou que o governo está expondo as vidas privadas dos seus cidadãos ao exigir que as companhias de telefonia celular retenham dados sobre ligações telefônicas e tráfico na Internet, e ao permitir que a polícia conduza vigilância de computadores.</p>
<p>“Ao mesmo tempo a ministra de proteção do consumidor está criticando o Google porque este estaria aparentemente infringindo a privacidade. Isso é uma incoerência”, criticou Scheer.</p>
<p>Ele afirmou que já é hora de os governos apresentarem uma abordagem coordenada em relação à Internet, em vez de deixarem que ministros tomem iniciativas pessoais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2010/03/02/ministra-alema-alerta-para-os-poderes-dos-gigantes-da-internet.jhtm" target="_blank">UOL</a></p>
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		<title>Realidade ou individualismo aumentado?</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 19:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sociedade hipermoderna, que vivemos atualmente, é também reconhecida pela sua ubiquidade nômade*, pois estamos na era do hiper: hipercapitalismo, hiperclasse, hiperpotência, hiperterrorismo, hiperindividualismo, hipermercado, hipertexto, hiperpresença – tudo é hiper. Com isso o nosso tempo será cada vez mais usado para atividades comerciais e usado como mercadoria. Em uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sociedade hipermoderna, que vivemos atualmente, é também reconhecida pela sua ubiquidade nômade*, pois estamos na era do hiper: hipercapitalismo, hiperclasse, hiperpotência, hiperterrorismo, hiperindividualismo, hipermercado, hipertexto, hiperpresença – tudo é hiper. Com isso o nosso tempo será cada vez mais usado para atividades comerciais e usado como mercadoria. Em uma de suas analises, Karl Marx disse – a economia de tempo é o princípio de funcionamento do capitalismo moderno. Para gerir o tempo como mercadoria, duas indústrias dominarão, isto é, já dominam a economia mundial: os seguros e os entretenimentos**.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rRcognsyqNY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/rRcognsyqNY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Para garantir a ubiquidade nômade, já existem e aperfeiçoarão no futuro próximo, os objetos nômades que implica no frenesi do consumo exacerbado para o prazer imediato. A tecnologia e futuramente a nanotecnologia (que melhorará radicalmente a maneira pela qual são produzidos os objetos atuais) são as grandes ferramentas das grandes corporações e indústrias de nos controlar como “marionetes”. Um exemplo disso, nos dias de hoje, é a Realidade Aumentada*** ou RA que possibilita produtos e serviços nos darem entretenimento e controlar nosso tempo dando-nos segurança e agilidade. No exemplo acima, a RA aplicado nos tênis da <a href="http://www.adidas.com/campaigns/originals_ss10/content/microsites/neighborhood/default.aspx?headerType=discreet&amp;strCountry_adidascom=br" target="_blank"><strong>Adidas</strong></a> é o primeiro passo da miniaturização da “vigilância” junto com o consumo, aumentando maciçamente a ubiquidade servindo de captor e de controlador. Outro exemplo citado abaixo é o <strong>Bradesco</strong> onde em um único objeto nômade você será permanentemente localizável onde a tecnologia permitirá saber tudo sobre a origem dos produtos e dos movimentos dos homens. Todos os dados nele contidos, inclusive fotos, vídeos etc serão estocados e vendidos para empresas públicas e privadas. Futuramente o próximo alvo será o Estado, transformando os serviços (educação, saúde etc) em produtos, chegando ao ápice do capitalismo e atingindo sua meta destruindo tudo que não for ele e tornando o mundo num imenso mercado.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UIGAkVMre_o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/UIGAkVMre_o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p>Apesar da imersão da sociedade atual em tecnologias voltadas para alienação da consciência da ordem social e para o reforço do individualismo em detrimento do valor do bem-estar comunitário o design vem reencontrando seu papel de propulsor do pensamento humano. O Design possui em sua estrutura de pensamento o foco na convergência das diferenças, em que o trabalho só se torna diferenciado quando consegue encontrar o ponto de equilíbrio entre razão e emoção, pensamento e sentimento, arte e produto. Quando encontra esse equilíbrio é possível desfazer o mal-estar imposto pelas diferenças e pela necessidade do hiperconsumo. Ele possibilita um consumo positivo, em que todos saem ganhando &#8211; o qual deveria ser a real função do marketing.</p>
<p>Desenvolver um conteúdo estético e funcional que possibilite o benefício de “corpo e alma” acessível a todos, e que posicione o outro não como alguém que deva ser combatido ou excluído, mas como uma vida que deva compartilhar conhecimentos, vivências e emoções, dividindo o que temos de melhor para construir uma sociedade melhor, através de bens (materiais e imateriais) pensados conscientemente para trazer menos impactos e mais consciência será a grande oportunidade do design.</p>
<p><em>Sergio Brandit e Vinícius Costa</em></p>
<p>* Qualidade do que está em toda parte<br />
** Uma breve história do futuro &#8211; Jacques Attali<br />
*** Realidade Aumentada é um ambiente que envolve tanto realidade virtual como elementos do mundo real, criando um ambiente misto em tempo real</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-763" title="technologyinmind" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/technologyinmind2.jpg" alt="technologyinmind" width="425" height="213" /></p>
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