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	<title>Caxolas &#187; Internet</title>
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		<title>Design de games</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 17:11:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Régis Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futuro]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Imagino que eu precise começar um artigo sobre design de games justificando sua aparição em um blog sobre design estratégico. A motivação para este post veio de dois artigos que eu li recentemente sobre design de games e ambos têm uma característica em comum que é também uma característica que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagino que eu precise começar um artigo sobre design de games justificando sua aparição em um blog sobre design estratégico. A motivação para este post veio de dois artigos que eu li recentemente sobre design de games e ambos têm uma característica em comum que é também uma característica que nós aqui no caxolas consideramos importante para tudo aquilo que se auto intitula estratégico: foco no <a href="http://www.caxolas.com.br/category/futuro/">futuro</a>.</p>
<p>O primeiro foi <a href="http://www.kk.org/thetechnium/archives/2010/02/the_game-ified.php" target="_blank">esse aqui</a> do excelente blog <a href="http://www.kk.org/thetechnium/" target="_blank">The Technium</a>. Se me permitem a meta-metalinguagem este artigo trata de um <a href="http://g4tv.com/videos/44277/dice-2010-design-outside-the-box-presentation/" target="_blank">vídeo</a> (que eu embedei abaixo para sua conveniência) no qual o game designer <a href="http://www.schellgames.com/" target="_blank">Jesse Shell</a> fala um pouco sobre (a-ham) o futuro dos games. Não quero estragar a surpresa, vale muito a pena ver o vídeo até o fim (até o fim!), então só vou adiantar uma coisa: a palestra tem um foco no futuro que é o que todos nós buscamos aqui. Como serão os games do futuro? Como eles influenciarão nossas vidas cotidianas? Onde está hoje a fronteira entre o jogo e a realidade? Onde estará essa fronteira no futuro?</p>
<p><object id="VideoPlayerLg44277" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="418" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://g4tv.com/lv3/44277" /><param name="name" value="VideoPlayer" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="VideoPlayerLg44277" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="418" src="http://g4tv.com/lv3/44277" name="VideoPlayer" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<div style="margin: 0pt; text-align: center; width: 480px; font-family: Arial,sans-serif; font-size: 12px; color: #ff9b00;"><a style="color:#FF9B00;" href="http://g4tv.com/games/xbox-360/index" target="_blank">Xbox 360 Games</a> &#8211; <a style="color:#FF9B00;" href="http://g4tv.com/e32010" target="_blank">E3 2010</a> &#8211; <a style="color:#FF9B00;" href="http://g4tv.com/games/ps3/61899/guitar-hero-5/index" target="_blank">Guitar Hero 5</a></div>
<p>Outro artigo que motivou esse meu post foi <a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/technology/8556874.stm" target="_blank">esse aqui</a>, enviado a mim pelo meu sócio na <a href="http://www.indicedesign.com/" target="_blank">Índice</a> Jonattas. Trata-se do anúncio de lançamento de uma nova tecnologia em games por uma empresa que promete balançar a indústria. Como isso será feito? Por meio de uma quebra de paradigma (de novo, foco no futuro). O princípio é simples: os jogos desta empresa rodarão em um servidor e serão transmitidos ao jogador por streaming para qualquer plataforma conectada à Internet por um link de banda larga (computador, televisão ou o que quer que o futuro nos traga).</p>
<p>Em outras palavras, o foco desse novo modelo de negócios não é a produção de consoles (que eles dizem estar com os dias contados) ou de jogos para serem comprados e tocados em um hardware específico, mas sim uma nova plataforma de prestação de serviços em games. Aliás, esta proposta me parece muito alinhada com uma tendência que eu discuti em <a href="http://www.caxolas.com.br/2009/11/terceirizacao-na-web/" target="_blank">outro post</a> sobre o deslocamento de algumas tendências na Web para a terceirização.</p>
<p>Achei sintomático no final do artigo o uso do termo &#8220;instant gratification&#8221; (ou gratificação instantânea), um termo cada vez mais enfatizado em qualquer tipo de solução. O termo também faz eco ao vídeo acima na parte em que o autor fala sobre gratificações como forma de recompensa no jogo.</p>
<p>Em outras palavras tudo isso equivale a perguntar sumariamente: quem sobreviverá ao futuro e quem será engolido pelos novos paradigmas por ter simplesmente ficado parado?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-905" title="jesse-schell" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/jesse-schell.jpg" alt="jesse-schell" width="400" height="266" /></p>
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		<title>O poder da informação</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 18:52:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Venho mais uma vez tratar de um tema já citado por mim umas duas vezes nesse blog, vigilância. Em dois posts anterior “Vigilância: palavra mestra dos tempos futuros” e “Realidade ou individualismo aumentado?” disse que isso seria uma onda de futuro, mas a matéria que saiu ontem, 01/03/10 no jornal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-772" title="REDES SOCIAIS" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/REDES-SOCIAIS.jpg" alt="REDES SOCIAIS" width="425" height="213" /></p>
<p>Venho mais uma vez tratar de um tema já citado por mim umas duas vezes nesse blog, vigilância. Em dois posts anterior “<a href="http://www.caxolas.com.br/2010/01/vamos-googlear-no-futuro/" target="_blank">Vigilância: palavra mestra dos tempos futuros</a>” e “<a href="http://www.caxolas.com.br/2010/02/realidade-ou-indidualismo-aumentado/" target="_blank">Realidade ou individualismo aumentado?</a>” disse que isso seria uma onda de futuro, mas a matéria que saiu ontem, 01/03/10 no jornal Cox News Service, a “ministra alemã da proteção do consumidor, Ilse Aigner, atacou a economia baseada na Internet, alertando que empresas como o Google, a Microsoft e a Apple armazenam grandes quantidades de informações pessoais sobre usuários da Web que podem ser usadas para a obtenção de benefícios financeiros e que são capazes de prejudicar as chances dos indivíduos de conseguir empregos e empréstimos bancários.” Isso prova que já está acontecendo.<br />
Veja a matéria completa no <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2010/03/02/ministra-alema-alerta-para-os-poderes-dos-gigantes-da-internet.jhtm" target="_blank">link do UOL</a> ou abaixo. Para saber o que penso disso em relação ao design, veja os dois posts acima.</p>
<p>Curiosidades</p>
<ol>
<li>Não sei se é para se proteger, mas após essa matéria o Google já está justificando que: &#8220;&#8230;<span><strong>nunca venderemos ou compartilharemos o seu número de telefone com outras empresas e nem o usaremos para qualquer outro propósito além desta etapa de verificação, para recuperação de senha ou em caso de problemas com a segurança da conta.&#8221; </strong></span></li>
<li><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u442030.shtml" target="_blank">Robert David Steele, 56, ex-espião da CIA diz que Google colaborou com a CIA</a></li>
</ol>
<p><span><strong>Sei não viu.</strong></span></p>
<p><span><strong><img class="alignnone size-large wp-image-784" title="GOOGLE CONTAS" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/GOOGLE-CONTAS5-580x463.jpg" alt="GOOGLE CONTAS" width="580" height="463" /><br />
</strong></span></p>
<h2>02/03/2010</h2>
<h1>Ministra alemã alerta para os poderes dos gigantes da Internet</h1>
<p><a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/der/"><img src="http://n.i.uol.com.br/jornais/fundo_branco/der.gif" border="0" alt="Der Spiegel" /></a></p>
<p>A ministra alemã dos Assuntos dos Consumidores, Ilse Aigner, advertiu em uma entrevista publicada na segunda-feira (01/03) que gigantes da Internet como o Google e a Microsoft armazenam enormes quantidades de dados pessoais sobre os usuários da Web, e disse que essas firmas deveriam revelar aquilo que sabem sobre as pessoas.</p>
<p>Falando na abertura da CeBIT, a exposição de comércio da indústria digital em Hanôver, na Alemanha, que terá início nesta terça-feira, Aigner afirmou que algumas companhias do setor de tecnologia da informação criaram gigantescos bancos de dados sobre os seus clientes e que ninguém sabe como elas estão usando esta quantidade enorme de nomes, endereços e fotos que estão à sua disposição.</p>
<p>“Gigantes do setor com o Facebook, a Apple, o Google ou a Microsoft podem compilar perfis pessoais inteiros na Internet”, disse Aigner ao jornal alemão “Süddeutsche Zeitung”. “Essas empresas sabem no que nós estamos interessados, o que compramos, para onde viajamos e quem são os nossos amigos. Como resultado disso, alguns consumidores passaram a ser muito interessantes para os negócios, enquanto outros poderão ir parar em &#8216;listas negras&#8217; e, como consequência, encontrar problemas para encontrar trabalho”.</p>
<p>“Essas companhias deveriam dar aos consumidores o controle sobre os seus dados pessoais”, afirmou Aigner, que, como ministra dos Assuntos dos Consumidores, faz parte do gabinete da chanceler Angela Merkel. “As companhias têm que fornecer a todos os usuários informações revelando quais dados pessoais estão armazenados e o que acontece com esses dados. Elas deveriam garantir que fosse possível apagar dados privados, caso o consumidor assim desejasse”.</p>
<p>Aigner gostou de uma sugestão do ministro do Interior, Thomas de Maiziere, no sentido de que as firmas deveriam começar a informar todos os anos às pessoas quais dados pessoais foram armazenadas sobre elas. “Um compromisso voluntário desse tipo por parte das companhias poderia ser uma solução. No momento é difícil para os consumidores descobrir quem sabe o que sobre eles”, declarou Aigner.</p>
<p><strong>“Nem mesmo George Orwell teria imaginado tal coisa”</strong></p>
<p>Ela nega que esteja sendo hostil para com as firmas da Internet. “Mas tudo tem um limite. Algumas invenções, como os softwares de reconhecimento facial para câmeras de telefones celulares, para a identificação de pessoas nas ruas, me provocam calafrios. Nem mesmo George Orwell teria imaginado tal coisa”.</p>
<p>Os comentários de Aigner seguem-se a uma advertência feita pela chanceler Merkel no seu programa semanal de podcast no sábado, em que ela afirmou que o governo precisa avaliar os riscos do uso da Internet. “Isso não significa que nós queremos conter a liberdade da Internet desnecessariamente, mas sim que as pessoas precisam ter uma garantia de proteção legal ampla”, disse Merkel. Por exemplo, o governo continuaria a assegurar que os sites de pornografia infantil poderiam ser fechados, explicou a chanceler.</p>
<p>Ao se referir à controvérsia em torno da inclusão de ruas alemãs no Street View do Google, Merkel declarou: “Quem achar que isso interfere com a sua privacidade pode apresentar uma objeção oficial”. O Ministério de Proteção do Consumidor preparou um modelo de correspondência com esse objetivo que está disponível no seu website, disse Merkel.</p>
<p><strong>Indústrias de tecnologia da informação criticam o governo</strong></p>
<p>O presidente da associação alemã da indústria de tecnologia da informação, a Bitkom, August-Wilhelm Scheer, criticou a política do governo para a Internet e o acusou de hipocrisia.</p>
<p>Em uma entrevista a “Der Spiegel”, ele afirmou que o governo está expondo as vidas privadas dos seus cidadãos ao exigir que as companhias de telefonia celular retenham dados sobre ligações telefônicas e tráfico na Internet, e ao permitir que a polícia conduza vigilância de computadores.</p>
<p>“Ao mesmo tempo a ministra de proteção do consumidor está criticando o Google porque este estaria aparentemente infringindo a privacidade. Isso é uma incoerência”, criticou Scheer.</p>
<p>Ele afirmou que já é hora de os governos apresentarem uma abordagem coordenada em relação à Internet, em vez de deixarem que ministros tomem iniciativas pessoais.</p>
<p>Fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2010/03/02/ministra-alema-alerta-para-os-poderes-dos-gigantes-da-internet.jhtm" target="_blank">UOL</a></p>
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		<title>Realidade ou individualismo aumentado?</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 19:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A sociedade hipermoderna, que vivemos atualmente, é também reconhecida pela sua ubiquidade nômade*, pois estamos na era do hiper: hipercapitalismo, hiperclasse, hiperpotência, hiperterrorismo, hiperindividualismo, hipermercado, hipertexto, hiperpresença – tudo é hiper. Com isso o nosso tempo será cada vez mais usado para atividades comerciais e usado como mercadoria. Em uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sociedade hipermoderna, que vivemos atualmente, é também reconhecida pela sua ubiquidade nômade*, pois estamos na era do hiper: hipercapitalismo, hiperclasse, hiperpotência, hiperterrorismo, hiperindividualismo, hipermercado, hipertexto, hiperpresença – tudo é hiper. Com isso o nosso tempo será cada vez mais usado para atividades comerciais e usado como mercadoria. Em uma de suas analises, Karl Marx disse – a economia de tempo é o princípio de funcionamento do capitalismo moderno. Para gerir o tempo como mercadoria, duas indústrias dominarão, isto é, já dominam a economia mundial: os seguros e os entretenimentos**.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rRcognsyqNY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/rRcognsyqNY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Para garantir a ubiquidade nômade, já existem e aperfeiçoarão no futuro próximo, os objetos nômades que implica no frenesi do consumo exacerbado para o prazer imediato. A tecnologia e futuramente a nanotecnologia (que melhorará radicalmente a maneira pela qual são produzidos os objetos atuais) são as grandes ferramentas das grandes corporações e indústrias de nos controlar como “marionetes”. Um exemplo disso, nos dias de hoje, é a Realidade Aumentada*** ou RA que possibilita produtos e serviços nos darem entretenimento e controlar nosso tempo dando-nos segurança e agilidade. No exemplo acima, a RA aplicado nos tênis da <a href="http://www.adidas.com/campaigns/originals_ss10/content/microsites/neighborhood/default.aspx?headerType=discreet&amp;strCountry_adidascom=br" target="_blank"><strong>Adidas</strong></a> é o primeiro passo da miniaturização da “vigilância” junto com o consumo, aumentando maciçamente a ubiquidade servindo de captor e de controlador. Outro exemplo citado abaixo é o <strong>Bradesco</strong> onde em um único objeto nômade você será permanentemente localizável onde a tecnologia permitirá saber tudo sobre a origem dos produtos e dos movimentos dos homens. Todos os dados nele contidos, inclusive fotos, vídeos etc serão estocados e vendidos para empresas públicas e privadas. Futuramente o próximo alvo será o Estado, transformando os serviços (educação, saúde etc) em produtos, chegando ao ápice do capitalismo e atingindo sua meta destruindo tudo que não for ele e tornando o mundo num imenso mercado.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UIGAkVMre_o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/UIGAkVMre_o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p>Apesar da imersão da sociedade atual em tecnologias voltadas para alienação da consciência da ordem social e para o reforço do individualismo em detrimento do valor do bem-estar comunitário o design vem reencontrando seu papel de propulsor do pensamento humano. O Design possui em sua estrutura de pensamento o foco na convergência das diferenças, em que o trabalho só se torna diferenciado quando consegue encontrar o ponto de equilíbrio entre razão e emoção, pensamento e sentimento, arte e produto. Quando encontra esse equilíbrio é possível desfazer o mal-estar imposto pelas diferenças e pela necessidade do hiperconsumo. Ele possibilita um consumo positivo, em que todos saem ganhando &#8211; o qual deveria ser a real função do marketing.</p>
<p>Desenvolver um conteúdo estético e funcional que possibilite o benefício de “corpo e alma” acessível a todos, e que posicione o outro não como alguém que deva ser combatido ou excluído, mas como uma vida que deva compartilhar conhecimentos, vivências e emoções, dividindo o que temos de melhor para construir uma sociedade melhor, através de bens (materiais e imateriais) pensados conscientemente para trazer menos impactos e mais consciência será a grande oportunidade do design.</p>
<p><em>Sergio Brandit e Vinícius Costa</em></p>
<p>* Qualidade do que está em toda parte<br />
** Uma breve história do futuro &#8211; Jacques Attali<br />
*** Realidade Aumentada é um ambiente que envolve tanto realidade virtual como elementos do mundo real, criando um ambiente misto em tempo real</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-763" title="technologyinmind" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/technologyinmind2.jpg" alt="technologyinmind" width="425" height="213" /></p>
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		<title>“Vigilância”: palavra mestra dos tempos futuros.</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 16:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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A tecnologia de hoje e a prevista para daqui a alguns anos já permite essa possibilidade. Seremos reconhecidos como ícones sendo que o material e o virtual farão parte de uma única realidade!
Surgirão ai, nos objetos nomades que serão permanentemente localizáveis e todos os dados que neles contiver, inclusive as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="446" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/BlaiseAguerayArcas_2010-medium.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/BlaiseAgueraYArcas-2010.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=766&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=blaise_aguera;year=2010;theme=the_creative_spark;theme=a_taste_of_ted2010;theme=new_on_ted_com;event=TED2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/BlaiseAguerayArcas_2010-medium.mp4&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/BlaiseAgueraYArcas-2010.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=766&amp;introDuration=16500&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=2000&amp;adKeys=talk=blaise_aguera;year=2010;theme=the_creative_spark;theme=a_taste_of_ted2010;theme=new_on_ted_com;event=TED2010;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
A tecnologia de hoje e a prevista para daqui a alguns anos já permite essa possibilidade. Seremos reconhecidos como ícones sendo que o material e o virtual farão parte de uma única realidade!</p>
<p>Surgirão ai, nos objetos nomades que serão permanentemente localizáveis e todos os dados que neles contiver, inclusive as imagens da vida cotidiana de cada um, que serão estocados e vendidos para empresas públicas e privadas, agregando a eles a hipervigilância que permitirão saber tudo sobre as origens dos produtos e do movimento dos homens, o que terá também, num futuro mais distante, aplicações militares essenciais. Nada mais ficará escondido. A descrição, até agora condição da vida em sociedade, não terá mais razão de ser. Todos saberão tudo sobre todos; se evoluirá para menos culpa e mais tolerância. O esquecimento estava, ontem, permeado de remorsos. Amanhã a transparência incitará a não tê-los. A Curiosidade, baseada no segredo, também desaparecerá, para grande infelicidade dos jornais de escândalos, bem como a celebridade.</p>
<p>O mercado não se limitará a organizar a vigilância a distância, objetos industriais produzidos em série permitirão a cada qual autovigiar a sua própria “conformidade” às “normas”. Surgirão então os autovigilantes, máquinas possibilitarão a cada um, empresa ou pessoa privada, vigiar seu consumo. Essas máquinas também possibilitarão ganhar tempo de vida. Isso fará do tempo uma mercadoria absoluta e os serviços (médicos, professores, policiais, etc) em produtos produzidos em série.</p>
<p>Na sequência os auto-reparadores que possibilitaram concertar os erros detectados pelos autovigilantes.</p>
<p>&#8220;Vigilância&#8221;: palavra mestra dos tempos futuros.</p>
<p><em>Escrito por Sergio Brandit e Vinícius Costa<br />
Comentário extraído do livro &#8220;Uma Breve História do Futuro&#8221;  de Jacques Attali<br />
</em></p>
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		<title>Google Building Maker: do real ao virtual</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2009/12/google-building-maker-do-real-ao-virtual/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 17:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
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Um dia pensei: e se houvesse uma espécie de câmera que captasse as imagens das cidade e as convertesse em 3D? Essas fotos poderiam ser postas, colaborativamente, na internet e aos poucos, haveria uma versão virtual do nosso mundo concreto; algo como um meta-mundo, ciber-mundo, hiper-mundo, jogo virtual/real ou seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/google-building-maker.png"><img class="size-large wp-image-503 alignnone" title="google building maker" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/google-building-maker-580x321.png" alt="google building maker" width="580" height="321" /></a></p>
<p>Um dia pensei: e se houvesse uma espécie de câmera que captasse as imagens das cidade e as convertesse em 3D? Essas fotos poderiam ser postas, colaborativamente, na internet e aos poucos, haveria uma versão virtual do nosso mundo concreto; algo como um meta-mundo, ciber-mundo, hiper-mundo, jogo virtual/real ou seja lá como podemos chamá-lo.</p>
<p>Para mim, aos poucos esse &#8220;mundo&#8221; poderia ser trasnformado por todas as pessoas de modo a fazer com que ele se tornasse algo real (porém virtual).</p>
<p>Assim, utilizando a realidade virtual, poderíamos conhecer todos os lugares do mundo (capturados pelas pessoas) sem sairmos de casa. A Matrix estaria mais próxima do que fora imaginado.</p>
<p>Recentemente me deparei com <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/visite-roma-em-3d-com-fotos-do-flickr-22092009-10.shl" target="_blank">um artigo</a> que me fez acreditar que minha ideia não era totalmente absurda. Trata-se de uma ferramenta capaz de compor imagens de cidades em três dimensões a partir de fotos do Flickr. Um software desenvolvido pela Universidade de Washington analisa as imagens e compõe a estrutura virtual.</p>
<p>Paralelamente a este projeto, a equipe sempre megalomaníaca e altamente criativa do Google lançou o <a href="http://sketchup.google.com/3dwh/buildingmaker.html" target="_blank">Google Building Maker</a>, uma ferramenta muito simples de usar, que convida os usuários do Google Earth (na mais que estabelecida e amplamente comentada <a href="http://www.caxolas.com.br/2009/11/google-wave-um-novo-paradigma/" target="_blank">tendência da construção colaborativa de conhecimento</a> a construir prédios do mundo concreto em versão virtual. É simples e qualquer um pode fazer, desde que não se importe de trabalhar de graça para construir uma ferramenta para um gigante capitalista polêmico.</p>
<p>A final de contas, o que isso tudo tem a ver com design estratégico? Ambos os exemplos trouxeram maneiras criativas de como trazer o concreto ao virtual. Capturar 3D por meio de fotos tiradas no flickr e/ou tirar fotos do mundo por meio de satélites e torná-las disponíveis de modo a todos poderem reconstruí-las e deixá-las tridimensionais são quebras de paradigmas, e, quebra de paradigmas no âmbito das experiências de vida é design. Houve um pensamento estratégico ao prever uma possível mudança de comportamento e, apartir dela, inventar uma solução que torne isso tudo possível. A grande sacada não é inventar algo para hoje (solução paleativa para problema que agora enfrentamos), e sim, algo que mude o futuro.</p>
<p>Será que um dia viveremos nossas vidas inteiramente dentro do virtual? Nossas relações &#8220;pessoais&#8221; serão impessoais?</p>
<p>Veja abaixo a demonstração do Google Building Maker:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JI6wVtCY99E&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/JI6wVtCY99E&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>por <a href="http://www.caxolas.com.br/author/brenofrias/" target="_blank">Breno Frias</a> e <a href="http://www.caxolas.com.br/author/admin/" target="_blank">Régis Frias</a></p>
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		<title>Debate gratuito &#8220;Marcas e inovação no mundo digital&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 17:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
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		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Universo do Conhecimento, Fórum de Educação e Cultura Contemporânea,  promoverá, no dia 25 de novembro, às 19h, em sua sede, na Al. Ministro da Rocha Azevedo, 419, Jardim Paulista, o debate “Marcas e inovação no mundo digital: como as empresas de alta performance evoluem na era da participação”.
Organizado e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-416" title="UNIVERSO DO CONHECIMENTO" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/UNIVERSO-DO-CONHECIMENTO.jpg" alt="UNIVERSO DO CONHECIMENTO" width="251" height="96" /></p>
<p>O Universo do Conhecimento, Fórum de Educação e Cultura Contemporânea,  promoverá, no dia 25 de novembro, às 19h, em sua sede, na Al. Ministro da Rocha Azevedo, 419, Jardim Paulista, o debate “Marcas e inovação no mundo digital: como as empresas de alta performance evoluem na era da participação”.</p>
<p>Organizado e apresentado por Gabriel Rossi, especialista em branding digital, o encontro contará também com as participações da professora e consultora Martha Terenzzo, um dos maiores nomes em Inovação no Brasil (<a href="http://www.universodoconhecimento.com.br/content/view/423/24/">leia artigo de Martha Terenzzo neste site</a>), e de Tennyson Pinheiro, CEO e fundador da Design Loyalty, Design Thinker e especialista em Design de Serviços.</p>
<p><strong>O quê:</strong> debate “Marcas e inovação no mundo digital: como as empresas de alta performance evoluem na era da participação”<br />
<strong>Quando:</strong> dia 25 de novembro, às 19h<br />
<strong>Onde:</strong> Universo do Conhecimento – Al. Ministro da Rocha Azevedo, 419, próximo às estações Consolação e Trianon MASP do Metrô<br />
<strong>Quanto:</strong> entrada franca<br />
<strong>Informações:</strong> 11 2361-5005<br />
<strong>Inscrições:</strong> <a target="_blank"> <script type="text/javascript">// <![CDATA[
 var prefix = '&#109;a' + 'i&#108;' + '&#116;o';
 var path = 'hr' + 'ef' + '=';
 var addy28246 = 'm&#111;n&#105;c&#97;.gr&#117;p&#111;hr' + '&#64;';
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 document.write( '<a ' + path + '\'' + prefix + ':' + addy28246 + '\'>' );
 document.write( addy28246 );
 document.write( '<\/a>' );
 //\n 
// --&gt;
// ]]&gt;</script></a><a href="mailto:monica.grupohr@gmail.com">monica.grupohr@gmail.com</a></p>
<p>Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 11 2361-5005.   Para saber mais sobre o Universo do Conhecimento acesse o site <a href="http://www.universodoconhecimento.com.br/">www.universodoconhecimento.com.br</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.universodoconhecimento.com.br/">www.universodoconhecimento.com.br</a></p>
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		<title>Fórum da Cultura Digital Brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 14:12:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Se você está antenado na revolução digital, visualiza as redes sociais e a internet como uma nova revolução que está quebrando fronteiras modificando o mundo, vai gostar de perder seu feriado para participar do Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira, na Cinemateca Brasileira.  O seminário irá discutir a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você está antenado na revolução digital, visualiza as redes sociais e a internet como uma nova revolução que está quebrando fronteiras modificando o mundo, vai gostar de perder seu feriado para participar do Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital Brasileira, na Cinemateca Brasileira.  O seminário irá discutir a política pública brasileira baseado em temas como memória, comunicação, arte, infraestrutura entre outros. Pensar a respeito das redes sociais é fundamental para pensar o futuro e o desenvolvimento das relações humanas nesse novo cenário. A mudança de entendimento e de percepção da realidade e a interação está modificado numa velocidade incrível, impulsionada pelas tecnologias que proporcionas novas experiências e novas interações com a realidade.  Há dez anos atrás, quando falávamos ainda em chat e fórum, era comum dizermos “isso é de mentirinha.” Hoje a mentirinha já pode causar grandes consequências, e é levada muito a sério.  O evento será do dia 18, quarta-feira até 21 sábado.  Veja a <a href="http://culturadigital.br/seminariointernacional/programacao-completa/" target="_blank"><strong>programação completa</strong></a> do evento e outras informações no site da folha <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u654028.shtml">on-line</a></p>
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		<title>FutureBrand lança sexto anual Coutry Brand Index</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 18:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
FutureBrand, consultoria multinacional de marca, lançou o Coutry Brand Index 2009. Este estudo é semelhante ao Best Global Brands 2009, realizado anualmente pela Interbrand, porém, neste caso, são avaliadas as top 10 marcas mais valiosas de Países no mundo. Sim, marcas de Países, isso existe mesmo!
Segundo o site oficial, esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Picture-141.png"><img class="size-full wp-image-305 alignnone" title="Country Brand Index 2009" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Picture-141.png" alt="Country Brand Index 2009" width="580" height="430" /></a></p>
<p><a href="http://www.futurebrand.com" target="_blank">FutureBrand</a>, consultoria multinacional de marca, lançou o Coutry Brand Index 2009. Este estudo é semelhante ao <a href="http://www.interbrand.com/best_global_brands_intro.aspx" target="_blank">Best Global Brands 2009</a>, realizado anualmente pela <a href="http://www.interbrand.com/" target="_blank">Interbrand</a>, porém, neste caso, são avaliadas as top 10 marcas mais valiosas de <strong>Países</strong> no mundo. Sim, marcas de Países, isso existe mesmo!</p>
<p>Segundo o site oficial, esse ano foi o maior estudo realizado em todos os tempos, detalhando diferentes diagnósticos, pontos de vistas e tópicos de branding das nações.</p>
<p>Que países fizeram parte do top 10 deste ano? Quais são as melhores regiões? O que Obana interfere na marca USA? Como a marca da Chica evoluiu pós-Olimpíadas? Descubra tudo isso neste Coutry Brand Index 2009.</p>
<h3>Ranking das top 10 marcas de países</h3>
<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Picture-15.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-302" title="2009 Top Country Brand Rankings" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Picture-15-300x214.png" alt="2009 Top Country Brand Rankings" width="300" height="214" /></a></p>
<p>Foram 102 países incluídos<br />
3000 viajantes examinados<br />
47 opiniões globais de profissionais do turismo, da política e acadêmicos</p>
<p>Para ver o relatório completo <a href="https://www.futurebrand.com/cbi/download/" target="_blank">clique aqui</a>. Você terá que colocar o seu e-mail para baixar.</p>
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		<title>Terceirização na web</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2009/11/terceirizacao-na-web/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Régis Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[terceirização]]></category>
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É interessante reparar como velhas tendências são reapropriadas e reinterpretadas em novos meios. Uma delas, símbolo do capitalismo moderno, é a terceirização. É de conhecimento de todos no nosso setor como a ênfase dos investimentos foi sendo aos poucos redirecionado dos setores de produção para o gerenciamento. O escândalo da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-281" title="fonte" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/fonte.gif" alt="fonte" width="370" height="248" /></p>
<p>É interessante reparar como velhas tendências são reapropriadas e reinterpretadas em novos meios. Uma delas, símbolo do capitalismo moderno, é a terceirização. É de conhecimento de todos no nosso setor como a ênfase dos investimentos foi sendo aos poucos redirecionado dos setores de produção para o gerenciamento. O escândalo da nike nos anos 90 (brilhantemente explicado no já clássico livro de <a href="http://www.naomiklein.org/main" target="_blank">Naomi Klein</a>, &#8220;<a href="http://www.naomiklein.org/no-logo" target="_blank">Sem Logo</a>&#8220;) foi um daqueles <a href="http://revealingerrors.com/" target="_blank">erros reveladores</a> que nos mostram como todo um sistema funciona.</p>
<p>De lá pra cá (e, diga-se de passagem, em parte graças a isso) a terceirização melhorou sua visibilidade pública e só fez ganhar força. Hoje, os grandes centros financeiros mundias são responsáveis por gerir uma produção que ocorre globalmente e apenas concentram as &#8220;cabeças pensantes&#8221;.</p>
<p>Mas deixemos o discurso ressentido de lado por ora. Relato a seguir um caso bastante específico de terceirização, mas que é simbólico da atual conjuntura.</p>
<h3>Texto HTML</h3>
<p>Quem, como seu, trabalha com Internet e Web design lida diariamente com um problema de carência de opções tipográficas. Isso acontece por que um arquivo HTML, aquele que o seu browser lê para te mostrar um site, contém apenas instruções. No caso de textos ele apenas contém o texto e uma instrução de qual fonte usar; isso significa que a fonte não faz parte do arquivo, o browser procura então a fonte instalada no computador do usuário para mostrar o texto na tela.</p>
<p>O problema que isso causa é que os designers de sites precisam se limitar às fontes mais comuns a todos os computadores, ou seja, aquelas que já vêm instaladas com o sistema.</p>
<p>Muito tem sido pensado e discutido para que nós possamos criar com mais liberdade sem ferir direitos autorais das fundições tipográficas. Ainda não há consenso sobre isso e um belo resumo da história pode ser lido <a href="http://ilovetypography.com/2009/07/20/web-fonts-%E2%80%94-where-are-we/" target="_blank">aqui</a>. O artigo que me inspirou a escrever este post é <a href="http://www.technologyreview.com/web/23502/" target="_blank">este</a>, mas ele foi bloqueado para leitores muquiranas. Ambos estão em inglês.</p>
<h3>Juntando os pontos</h3>
<p>Então o que tem uma coisa a ver com a outra? Eu coloquei as duas aqui por que uma das soluções que surgiram para esse problema da tipografia na web foi justamente a terceirização, proposta pela <a href="http://blog.typekit.com/2009/05/27/introducing-typekit/" target="_blank">Typekit</a>. Por este sistema a fonte fica hospedada no servidor deles e o designer apenas faz uma referência a ela por código e paga uma quantia mensal pelo serviço. Os direitos autorais ficam protegidos e o site <a href="http://forabeautifulweb.com/" target="_blank">fica bonito</a>. Serviços, a bola da vez.</p>
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		<title>INTERFACES DIGITAIS: DESIGN? ONDE?</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2009/10/interfaces-digitais-design-onde/</link>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 23:18:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Hipermídias]]></category>
		<category><![CDATA[Interfaces]]></category>
		<category><![CDATA[Multimídias]]></category>

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Recentemente tive acesso a uma publicação da PUC-Campinas que se chama Comunicarte.  Trata-se de uma revista semestral do centro de linguagem e comunicação desta instituição. São compilações de diversos artigos que discutem a comunicação na atualidade. O conteúdo trata de diversas áreas como jornalismo, mídia, filmes, literatura, internet, redes sociais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-194 aligncenter" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/beco.jpg" alt="beco" width="299" height="327" /></p>
<p style="text-align: center">
<p style="text-align: left">Recentemente tive acesso a uma publicação da PUC-Campinas que se chama Comunicarte.  Trata-se de uma revista semestral do centro de linguagem e comunicação desta instituição. São compilações de diversos artigos que discutem a comunicação na atualidade. O conteúdo trata de diversas áreas como jornalismo, mídia, filmes, literatura, internet, redes sociais, propaganda entre outros temas. Mas o que me chamou atenção foi o uma quantidade significativa de matérias sobre o design, principalmente sobre sua nova função. Isso demonstra uma mudança cultural, pois antes o design pertencia mais ao ambiente acadêmico das artes plásticas e arquitetura do que o da comunicação, mesmo tendo muito em comum.</p>
<p style="text-align: left">Infelizmente essa publicação só possui 1000 exemplares por edição e não consegui encontrar nenhum conteúdo na internet. Entrei em contato com o Professor Paulo Cesar Barbosa Mello, autor do artigo INTERFACES DIGITAIS: DESIGN? ONDE? Artigo publicado na Revista Comunicarte nº 32, que gentilmente autorizou a publicação do artigo a seguir. O tema do artigo trata sobre a arte e o design diante a interatividade, a multiplicidade, a não linearidade na contemporaneidade inserida nas hipermídias. Talvez uma citação do artigo exemplifique melhor:</p>
<p style="text-align: left">“Na contemporaneidade, as barreiras entre design &#8211; arte &#8211; novas tecnologias são cada vez mais tênues e existe já, por parte de alguns profissionais, a tentativa de definirem os pontos de cruzamento entre as várias atividades.”</p>
<p><a href="http://[issuu layout=http%3A%2F%2Fskin.issuu.com%2Fv%2Flight%2Flayout.xml showflipbtn=true documentid=091025230213-ab9c247787f34b5eb6b4fdc1380c009f docname=interfaces_digitais__design__onde_ username=nephilus loadinginfotext=INTERFACES%20DIGITAIS%3A%20DESIGN%3F%20ONDE%3F width=420 height=297 unit=px]"></a><a href="http://issuu.com/nephilus/docs/interfaces_digitais__design__onde_" target="_blank">http://issuu.com/nephilus/docs/interfaces_digitais__design__onde_</a></p>
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