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	<title>Caxolas &#187; Cidades</title>
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		<title>Arte e design &#8211; Ossário</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 01:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg"><img class="alignnone" src="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço de pano e as paredes como elementos de sua obra efêmera que formava várias caveiras. Ele já imaginava que seria abordado por autoridades, mas não imaginava que chegaria a ser 5 vezes por noite.  Ao final a prefeitura interditou o túnel e limpou apenas as partes que o artista havia interferido, deixando o restante do mesmo estado. Estas e outras mensagens você poderá encontrar no subsolo do <a href="http://www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10164,1,0,1,1.bb?codigoMenu=9904&amp;dtInicio=4&amp;codigoEvento=3287">CCBB</a> na até o dia 9 de maio na exposição Ossário, que faz uma representação da obra realizada no túnel.</p>
<p>É uma exposição muito importante para todos os designers que querem pensar algo amais em suas criações. Através de um insigth, Alexandre conseguiu chamar atenção de um problema urbano e efetivamente levou a uma ação pública. Acredito que enquanto designer devemos pensar nos impactos e intervenções que fazemos em nossa sociedade. Devemos tentar sair do lugar comum e pensar que podemos driblar as pressões comerciais através de suas próprias armas, fazendo como Alexandre, mostrando uma face de nossa sociedade que não quemos ver, e desta forma, mudar um as coisas um pouco de cada vez.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Rua Álvares Penteado, 112 &#8211; Centro<br />
Entrada franca</strong></p>
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		<title>Realidade ou individualismo aumentado?</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/02/realidade-ou-indidualismo-aumentado/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 19:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<description><![CDATA[A sociedade hipermoderna, que vivemos atualmente, é também reconhecida pela sua ubiquidade nômade*, pois estamos na era do hiper: hipercapitalismo, hiperclasse, hiperpotência, hiperterrorismo, hiperindividualismo, hipermercado, hipertexto, hiperpresença – tudo é hiper. Com isso o nosso tempo será cada vez mais usado para atividades comerciais e usado como mercadoria. Em uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sociedade hipermoderna, que vivemos atualmente, é também reconhecida pela sua ubiquidade nômade*, pois estamos na era do hiper: hipercapitalismo, hiperclasse, hiperpotência, hiperterrorismo, hiperindividualismo, hipermercado, hipertexto, hiperpresença – tudo é hiper. Com isso o nosso tempo será cada vez mais usado para atividades comerciais e usado como mercadoria. Em uma de suas analises, Karl Marx disse – a economia de tempo é o princípio de funcionamento do capitalismo moderno. Para gerir o tempo como mercadoria, duas indústrias dominarão, isto é, já dominam a economia mundial: os seguros e os entretenimentos**.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rRcognsyqNY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/rRcognsyqNY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Para garantir a ubiquidade nômade, já existem e aperfeiçoarão no futuro próximo, os objetos nômades que implica no frenesi do consumo exacerbado para o prazer imediato. A tecnologia e futuramente a nanotecnologia (que melhorará radicalmente a maneira pela qual são produzidos os objetos atuais) são as grandes ferramentas das grandes corporações e indústrias de nos controlar como “marionetes”. Um exemplo disso, nos dias de hoje, é a Realidade Aumentada*** ou RA que possibilita produtos e serviços nos darem entretenimento e controlar nosso tempo dando-nos segurança e agilidade. No exemplo acima, a RA aplicado nos tênis da <a href="http://www.adidas.com/campaigns/originals_ss10/content/microsites/neighborhood/default.aspx?headerType=discreet&amp;strCountry_adidascom=br" target="_blank"><strong>Adidas</strong></a> é o primeiro passo da miniaturização da “vigilância” junto com o consumo, aumentando maciçamente a ubiquidade servindo de captor e de controlador. Outro exemplo citado abaixo é o <strong>Bradesco</strong> onde em um único objeto nômade você será permanentemente localizável onde a tecnologia permitirá saber tudo sobre a origem dos produtos e dos movimentos dos homens. Todos os dados nele contidos, inclusive fotos, vídeos etc serão estocados e vendidos para empresas públicas e privadas. Futuramente o próximo alvo será o Estado, transformando os serviços (educação, saúde etc) em produtos, chegando ao ápice do capitalismo e atingindo sua meta destruindo tudo que não for ele e tornando o mundo num imenso mercado.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UIGAkVMre_o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="360" src="http://www.youtube.com/v/UIGAkVMre_o&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><span style="font-family: Arial;"> </span></p>
<p>Apesar da imersão da sociedade atual em tecnologias voltadas para alienação da consciência da ordem social e para o reforço do individualismo em detrimento do valor do bem-estar comunitário o design vem reencontrando seu papel de propulsor do pensamento humano. O Design possui em sua estrutura de pensamento o foco na convergência das diferenças, em que o trabalho só se torna diferenciado quando consegue encontrar o ponto de equilíbrio entre razão e emoção, pensamento e sentimento, arte e produto. Quando encontra esse equilíbrio é possível desfazer o mal-estar imposto pelas diferenças e pela necessidade do hiperconsumo. Ele possibilita um consumo positivo, em que todos saem ganhando &#8211; o qual deveria ser a real função do marketing.</p>
<p>Desenvolver um conteúdo estético e funcional que possibilite o benefício de “corpo e alma” acessível a todos, e que posicione o outro não como alguém que deva ser combatido ou excluído, mas como uma vida que deva compartilhar conhecimentos, vivências e emoções, dividindo o que temos de melhor para construir uma sociedade melhor, através de bens (materiais e imateriais) pensados conscientemente para trazer menos impactos e mais consciência será a grande oportunidade do design.</p>
<p><em>Sergio Brandit e Vinícius Costa</em></p>
<p>* Qualidade do que está em toda parte<br />
** Uma breve história do futuro &#8211; Jacques Attali<br />
*** Realidade Aumentada é um ambiente que envolve tanto realidade virtual como elementos do mundo real, criando um ambiente misto em tempo real</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-763" title="technologyinmind" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/technologyinmind2.jpg" alt="technologyinmind" width="425" height="213" /></p>
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		<title>O consumo e o futuro, o que o design tem a ver com isso?</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 16:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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Poucas pessoas sabem que o consumo foi inventado na segunda guerra mundial no sentido de melhorar a economia e que se tornou a regra para todo o sistema. O documentário História das Coisas mostra, de maneira didática e inquestionável qual é a história natural das &#8220;coisas&#8221;, desde sua Extração, passando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://video.google.com.br/googleplayer.swf?docid=-7568664880564855303&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://video.google.com.br/googleplayer.swf?docid=-7568664880564855303&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Poucas pessoas sabem que o consumo foi inventado na segunda guerra mundial no sentido de melhorar a economia e que se tornou a regra para todo o sistema. O documentário História das Coisas mostra, de maneira didática e inquestionável qual é a história natural das &#8220;coisas&#8221;, desde sua Extração, passando pela Produção, Distribuição, Consumo e Disposição de Lixo. A apresentadora nos mostra que existem informações não reveladas no caminho linear que foi nos ensinado. Ela mostra que em cada etapa, existe um mundo de falácias a serem desmascaradas e apresentadas àqueles que têm o que fazer para remediar o impacto ambiental da extração e produção desmesuradas: os consumidores. Ou seja: nós mesmos, cada um de nós.</p>
<p><strong>Mas o que o design tem a ver com isso? </strong>Refletindo o documentário acima, percebe-se que tudo ao nosso redor é design mas a maioria que se rotula como design não passa de desenho, formas atrativas, estética para ajudar o consumo desenfreado. <a href="http://www.caxolas.com.br/2010/01/phillippe-starck-se-aprofunda-no-design/" target="_blank">Phillippe Starck rotula isso como&#8221;&#8230;design cínico&#8230;&#8221;</a>. Não podemos confundir o verdadeiro sentido da palavra com o que a mídia divulga.</p>
<p>Muito se fala hoje do papel do design e sua importância na inovação das corporações que precisam “pensar design” (<a href="http://www.caxolas.com.br/2009/10/tim-brown/" target="_blank">design Thinking</a>). Mas afinal de contas o que tem de tão extraordinário esse tal de design? Tirando o iPhone, alguém consegue citar outro exemplo? A verdade é que há vários exemplos por ai, pois o design vai muito além de produtos. O design está na história entre pensadores e cientistas que transformaram nossa sociedade no que ela é hoje. Mas com o desenvolvimento do pensamento racional e da divisão do trabalho, o papel da criatividade passou a fazer parte da de um segmento que hoje ainda chamamos de ciências humanas. Por um tempo a criatividade na indústria foi valorizada na publicidade, pois era capaz de dar uma cara para as empresas do que elas queriam parecer, eram os maquiadores do mercado, dando um retorno em curto prazo. Mas como toda a maquiagem, tem seu tempo de duração (mesmo as chamadas permanentes). Logo as pessoas perceberam que aquela imagem que a publicidade mostrava (e ainda mostra) era apenas uma fachada.</p>
<p><strong>Veja abaixo a definição do que é design pela <a href="http://www.icsid.org/" target="_blank">ICSID (International Council of Societies of Industrial Design)</a> e, se tiver um tempo, vale a pena ver o vídeo acima.</strong></p>
<p>&#8220;O Design é uma atividade cujo objetivo é estabelecer qualidades multi-facetadas de objetos, serviços e seus sistemas em ciclos de vida completos. Portanto, design é o fator central da humanização inovadora das tecnologias e um fator crucial de intercâmbio cultural e econômico. O Design procura descobrir e estabelecer relações estruturais, organizacionais, funcionais, expressivas e econômicas, com o objetivo de:</p>
<ul>
<li>enfatizar a sustentabilidade global e a proteção ambiental <strong>(ética global)</strong>;</li>
<li>dar benefícios e liberdade para a inteira comunidade humana, individual e coletiva, usuários finais, produtores e protagonistas de mercado <strong>(ética social)</strong>;</li>
<li>dar suporte à diversidade cultural, independentemente da globalização mundial <strong>(ética cultural)</strong>;</li>
<li>gerar produtos, serviços e sistemas, cujas formas sejam expressivas e coerentes com sua própria complexidade.</li>
</ul>
<p>O design é uma atividade envolvendo uma ampla faixa de profissões, das quais produtos, serviços, comunicações gráficas, decoração e arquitetura fazem parte. Juntas, essas atividades deveriam elevar, de um modo harmônico e orquestrado com outras profissões, o valor da vida.&#8221;</p>
<p><em>Sergio Brandit e Vinícius Costa</em></p>
<p>LINKS:<br />
<a href="http://www.icsid.org/" target="_blank">http://www.icsid.org/</a></p>
<p><a href="http://www.storyofstuff.com/international/index.html" target="_blank">http://www.storyofstuff.com/international/index.html</a></p>
<p><a href="http://www.storyofstuff.com/international/index.html" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-646" title="v_StoryStuff_Button" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/v_StoryStuff_Button.jpg" alt="v_StoryStuff_Button" width="545" height="462" /></a></p>
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		<title>Google Building Maker: do real ao virtual</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2009/12/google-building-maker-do-real-ao-virtual/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 17:35:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
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Um dia pensei: e se houvesse uma espécie de câmera que captasse as imagens das cidade e as convertesse em 3D? Essas fotos poderiam ser postas, colaborativamente, na internet e aos poucos, haveria uma versão virtual do nosso mundo concreto; algo como um meta-mundo, ciber-mundo, hiper-mundo, jogo virtual/real ou seja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/google-building-maker.png"><img class="size-large wp-image-503 alignnone" title="google building maker" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/12/google-building-maker-580x321.png" alt="google building maker" width="580" height="321" /></a></p>
<p>Um dia pensei: e se houvesse uma espécie de câmera que captasse as imagens das cidade e as convertesse em 3D? Essas fotos poderiam ser postas, colaborativamente, na internet e aos poucos, haveria uma versão virtual do nosso mundo concreto; algo como um meta-mundo, ciber-mundo, hiper-mundo, jogo virtual/real ou seja lá como podemos chamá-lo.</p>
<p>Para mim, aos poucos esse &#8220;mundo&#8221; poderia ser trasnformado por todas as pessoas de modo a fazer com que ele se tornasse algo real (porém virtual).</p>
<p>Assim, utilizando a realidade virtual, poderíamos conhecer todos os lugares do mundo (capturados pelas pessoas) sem sairmos de casa. A Matrix estaria mais próxima do que fora imaginado.</p>
<p>Recentemente me deparei com <a href="http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/visite-roma-em-3d-com-fotos-do-flickr-22092009-10.shl" target="_blank">um artigo</a> que me fez acreditar que minha ideia não era totalmente absurda. Trata-se de uma ferramenta capaz de compor imagens de cidades em três dimensões a partir de fotos do Flickr. Um software desenvolvido pela Universidade de Washington analisa as imagens e compõe a estrutura virtual.</p>
<p>Paralelamente a este projeto, a equipe sempre megalomaníaca e altamente criativa do Google lançou o <a href="http://sketchup.google.com/3dwh/buildingmaker.html" target="_blank">Google Building Maker</a>, uma ferramenta muito simples de usar, que convida os usuários do Google Earth (na mais que estabelecida e amplamente comentada <a href="http://www.caxolas.com.br/2009/11/google-wave-um-novo-paradigma/" target="_blank">tendência da construção colaborativa de conhecimento</a> a construir prédios do mundo concreto em versão virtual. É simples e qualquer um pode fazer, desde que não se importe de trabalhar de graça para construir uma ferramenta para um gigante capitalista polêmico.</p>
<p>A final de contas, o que isso tudo tem a ver com design estratégico? Ambos os exemplos trouxeram maneiras criativas de como trazer o concreto ao virtual. Capturar 3D por meio de fotos tiradas no flickr e/ou tirar fotos do mundo por meio de satélites e torná-las disponíveis de modo a todos poderem reconstruí-las e deixá-las tridimensionais são quebras de paradigmas, e, quebra de paradigmas no âmbito das experiências de vida é design. Houve um pensamento estratégico ao prever uma possível mudança de comportamento e, apartir dela, inventar uma solução que torne isso tudo possível. A grande sacada não é inventar algo para hoje (solução paleativa para problema que agora enfrentamos), e sim, algo que mude o futuro.</p>
<p>Será que um dia viveremos nossas vidas inteiramente dentro do virtual? Nossas relações &#8220;pessoais&#8221; serão impessoais?</p>
<p>Veja abaixo a demonstração do Google Building Maker:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JI6wVtCY99E&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/JI6wVtCY99E&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>por <a href="http://www.caxolas.com.br/author/brenofrias/" target="_blank">Breno Frias</a> e <a href="http://www.caxolas.com.br/author/admin/" target="_blank">Régis Frias</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Novo olhar sobre o grafite</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:55:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[


Até dia 13 de dezembro estará em exposição algumas obras dos “Os Gêmeos” na Faap e  no Masp obras dos artistas Carlos Dias, Daniel Melim, Ramon Martins, Stephan Doitschinoff, Titi Freak e Zezão cobrem 1.500 metros quadrados de chão e paredes da galeria subterrânea até fevereiro. Você pode visitar também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Kelburn-Castle-Graffiti-121.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-454" title="Kelburn-Castle-Graffiti-12" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Kelburn-Castle-Graffiti-121.jpg" alt="Kelburn-Castle-Graffiti-12" width="400" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: left">
<p style="text-align: left">
<p style="text-align: left">Até dia 13 de dezembro estará em exposição algumas obras dos “Os Gêmeos” na Faap e  no Masp obras dos artistas Carlos Dias, Daniel Melim, Ramon Martins, Stephan Doitschinoff, Titi Freak e Zezão cobrem 1.500 metros quadrados de chão e paredes da galeria subterrânea até fevereiro. Você pode visitar também a galeria <a href="http://www.choquecultural.com.br/" target="_blank">Choque Cultural</a>, que busca mostrar um pouco mais da essência da arte de rua,  quer passar educação junto a um compromisso sócio-cultural.  Mas se você quiser ver e entender a arte do grafite no local onde ela foi criada uma opção é conhecer através da rota do grafite, desenvolvida pela <a href="http://www.soulsampa.com/saopaulo/index.php" target="_blank">Soul Sampa</a>, agência de turismo que organiza passeios temáticos pela cidade. Outra opção é seguir o guia sugerido pela <a href="http://guia.folha.com.br/exposicoes/ult10048u427485.shtml" target="_blank">folha</a> ou da <a href="http://vejasaopaulo.abril.com.br/red/mapas/grafites/" target="_blank">Veja São Paulo</a>, com os melhores ou, pelo menos, mais conhecidos grafites da cidade. A intervenção urbana está ganhando destaque internacional ao mesmo tempo em que nos vemos dependentes da tecnogia. A tecnologia que sempre foi um divisor de água entre a “civilização” e  os marginalizados, contraditoriamente, possibilita hoje que as formas artísticas autorais e periféricas ganhem força.</p>
<p style="text-align: left">A arte urbana vem mostrar a visão dos guetos que busca seu espaço e luta contra tudo que querem nos empurrar. É uma arte independente que surge a partir da necessidade da contraversão, da busca de uma identidade e da luta por um reconhecimento. Mas como toda arte que vem do povo, é absorvida e transformada em produto. Quem conhece um pouco dos movimentos urbanos irá concordar, seja como música, como arte, como moda, a industria utiliza do que lhe incomoda para converter em lucro, como foi com o rock, com o punk e mesmo o samba no Brasil (marginalizado e reprimido junto com o  candomblé e a culinária africana, foi ignorada pela elite brasileira até os anos 20 e 30). Mas de certa forma os movimentos urbanos, quando atingem esse patamar, estão alcançando o que tanto buscam, o reconhecimento da sociedade.</p>
<p style="text-align: left">Identificar guetos e converter em produtos é identificar mercados cada dia mais personalizados e reconhecer seu valor. E à medida que as marcas são uma das ultimas formas de reconhecimento do valor das pessoas, ter produtos personalizados pode ser o inicio de um processo de crescimento social e de reconhecimento econômico e político de nichos culturais. O valor do grafite do brasileiro só foi reconhecido quando saiu do país, assim como vários outros movimentos. Através da diversidade cultural brasileira sempre tivemos facilidade em nos apropriar de movimentos internacionais e tornar em algo autentico e inovador. Esse é o momento do grafite brasileiro, e devemos dar valor a nossa diversidade, criatividade e capacidade de inovação e não discriminar seu reconhecimento.</p>
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		<title>Viral 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 19:18:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julio Peretti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Para promover o novo filme catástrofe 2012, que estréia dia 11, a Sony contratou a agência brasileira Espaço/Z , que não poupou criatividade. Simplesmente eles inundaram um túnel da estação de metrô Cantagalo/Rio com dois grandes painéis que parecem vazar água nos corredores, fazendo o transeunte pensar que está prestes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/metro_01.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-382" title="metro_0" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/metro_01.jpg" alt="metro_0" width="580" height="436" /></a></p>
<p>Para promover o novo filme catástrofe 2012, que estréia dia 11, a Sony contratou a agência brasileira Espaço/Z , que não poupou criatividade. Simplesmente eles inundaram um túnel da estação de metrô Cantagalo/Rio com dois grandes painéis que parecem vazar água nos corredores, fazendo o transeunte pensar que está prestes a se afogar (ou achar que é Moisés!), imersão total ao tema do filme. Muito bem bolado!</p>
<p>Fonte: Ads of the World</p>
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		<title>Volkswagen 2028</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 14:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Volkswagen lançou hotsite com o seu olhada de como será o futuro de nossas vida daqui 19 anos.
O site conta com entrevistas de especialistas, demonstração de novos modelos de carros etc.
Todas as montadoras tem feito discursos sobre o futuro, a maioria delas faz referência a carros elétricos pessoais, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Volkswagen lançou hotsite com o seu olhada de como será o futuro de nossas vida daqui 19 anos.</p>
<div id="attachment_187" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-187" title="On-e" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/10/Picture-2-300x190.png" alt="carro conceito da Volkswagem para uma pessoa" width="300" height="190" /><p class="wp-caption-text">carro conceito da Volkswagem para uma pessoa</p></div>
<p>O site conta com entrevistas de especialistas, demonstração de novos modelos de carros etc.</p>
<p>Todas as montadoras tem feito discursos sobre o futuro, a maioria delas faz referência a carros elétricos pessoais, como o &#8220;on-e&#8221; da Volks. A pergunta é: será que esse é mesmo o futuro da locomoção urbana  ou é apenas um discurso quase que obrigatório para as montadoras fazerem, num tempo de trânsito, estresse, falta de mobilidade e escassez de petróleo?</p>
<p><a title="Volkswagen 2028" href="http://media.volkswagen2028.com/etc/medialib/vwcms/virtualmaster/vw2028/html/tct.Par.0004.File.html?culture=pt_BR" target="_blank">acesse o site aqui</a></p>
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		<title>Design para transformar o comportamento humano</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 18:17:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Régis Frias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não são as pessoas que são preguiçosas, são os designers que não são suficientemente criativos. Veja no vídeo abaixo como uma idéia simples pode mudar um comportamento cotidiano de várias pessoas. O pensamento de design deve visar à melhoria das relações humanas ao invés de objetos de desejo. Essa fase [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não são as pessoas que são preguiçosas, são os designers que não são suficientemente criativos. Veja no vídeo abaixo como uma idéia simples pode mudar um comportamento cotidiano de várias pessoas. O pensamento de design deve visar à melhoria das relações humanas ao invés de objetos de desejo. Essa fase da sociedade já deveria estar superada.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ivg56TX9kWI&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/ivg56TX9kWI&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>The Zeitgeist Movement Português &#8211; Projeto Venus &#8211; Future by Design &#8211; Jacque Fresco</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 13:56:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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Mudanças sociais só podem se tornar realidade se duas circunstâncias se encontrarem. Primeiro, o sistema de valores humanos, que consiste de nossas compreensões e crenças, deve ser atualizado e alterado através de educação e cuidadosa introspecção. Segundo, o ambiente ao redor desse sistema de valores deve mudar para apoiar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.thevenusproject.com/the-venus-project-introduction/about-the-venus-project"><img class="alignnone size-full wp-image-103" title="future by design" src="http://regisfrias.com/designestrategico/wp-content/uploads/2009/09/future-by-design1.jpg" alt="future by design" width="680" height="343" /></a></p>
<p><a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-1459932578939373300&amp;hl=pt-BR#"></a></p>
<p><object id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1459932578939373300&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1459932578939373300&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Mudanças sociais só podem se tornar realidade se duas circunstâncias se encontrarem. Primeiro, o sistema de valores humanos, que consiste de nossas compreensões e crenças, deve ser atualizado e alterado através de educação e cuidadosa introspecção. Segundo, o ambiente ao redor desse sistema de valores deve mudar para apoiar a nova visão do mundo. A interação entre o sistema de valores de uma pessoa e seu ambiente é o que influencia no comportamento humano.</p>
<p>Por exemplo, na nossa cultura a “ética” é na verdade uma questão de grau, pois nosso sistema social promove e recompensa a competição e o interesse individual. Essa perspectiva não só “leva” ao comportamento aberrante&#8230; mas o cria diretamente. A corrupção é a norma na nossa sociedade e a maioria das pessoas não vê isso, porque enquanto a sociedade apoiar esse comportamento, ele será considerado certo e normal&#8230; ou uma questão de grau.</p>
<p>Partindo dessa compreensão, existe uma falácia que surgiu onde certos grupos são considerados “corruptos” e todos os outros são “bons”. Essa é a velha visão do mundo “nós e eles” que não tem base empírica alguma, uma vez que, novamente, é uma questão de grau.</p>
<p>Por exemplo, existe um grande movimento de pessoas constantemente falando sobre “A Nova Ordem Mundial” e essa noção de que há uma elite de pessoas que estiveram tentando dominar o mundo por um longo tempo e manipularam a sociedade de várias maneiras para promover seus objetivos.</p>
<p>Isso, claro, é verdade até certo ponto.</p>
<p>Mas, o erro de percepção é que esse “grupo” não é um grupo. É uma tendência.</p>
<p>Se você tirasse todas as pessoas do topo que estão engajadas no governo hegemônico global, seria apenas uma questão de tempo até que outro grupo tomasse o lugar e buscasse pela mesma ambição. Portanto, o problema não está num indivíduo ou nos grupos. Na verdade, essas são as condições com as quais essas pessoas foram acostumadas e doutrinadas. Claro que muitos criticam essa visão com a noção escapista de que é a “natureza humana” que causa essa competição e necessidade de dominação. Isso não é sustentado pelos fatos. Na realidade, somos praticamente folhas em branco quando nascemos e é o ambiente que nos cerca que forma quem somos e como nos comportamos.</p>
<p>Por isso, para que uma VERDADEIRA mudança ocorra, devemos passar menos tempo lutando contra os produtos dessa estrutura social doente e tentando mudar as raízes do problema. Por mais difícil e intimidador que isso possa parecer, esse é o único meio de mudar nosso mundo para melhor.</p>
<p>Podemos continuar a pisar nas formigas quem saem debaixo da geladeira, mas enquanto não removermos a comida estragada detrás dela, elas simplesmente continuarão a voltar.</p>
<p>Bibliografia: http://thezeitgeistmovement.com/joomla/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=165&amp;Itemid=371</p>
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		<title>Design estratégico para a cidade de São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 12:30:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Régis Frias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que problemas da cidade de São Paulo fazem em um blog sobre design estratégico? É possível enxergar os problemas de uma cidade sob a óptica do design?
O ensaio a seguir é um trecho do trabalho entregue para a disciplina &#8220;Fundamentos do Design&#8221;, do prof. Alvaro Guillermo. Ele tem o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que problemas da cidade de São Paulo fazem em um blog sobre design estratégico? É possível enxergar os problemas de uma cidade sob a óptica do design?</p>
<p>O ensaio a seguir é um trecho do trabalho entregue para a disciplina &#8220;Fundamentos do Design&#8221;, do prof. <a href="http://alvaroguillermo.blogspot.com/" target="_blank">Alvaro Guillermo</a>. Ele tem o intuito de apresentar problemas da cidade de São Paulo como problemas de design estratégico, ou seja, aqueles cuja solução pode passar pelo enfoque metodológico desta disciplina.</p>
<p>É também uma forma de mudar o foco da conversa sobre a responsabilidade dos governantes (que, em última análise, nada mais são que reflexo da própria sociedade, daí o termo &#8220;representantes do povo&#8221;) para o da responsabilidade da sociedade civil. Ou seja, onde nós cidadãos temos participação no todo? Em que podemos contribuir?</p>
<p>É um convite a um pensamento baseado em paradigmas diferentes. Afinal o design pretende propor coisas diferentes, por que não começar pelo nosso comportamento?</p>
<h3>Introdução</h3>
<p>Os habitantes da cidade de São Paulo compartilham um sentimento comum de amor e ódio pela cidade. Muitos falam em abandoná-la, mas poucos conseguem. Os problemas são tratados ainda sob um paradigma ultrapassado não apenas pelo governo, mas também pelos cidadãos.</p>
<p>É possível, por meio do design, conceber uma cidade mais prazerosa? É possível fazer com que os paulistanos tenham mais prazer em circular pela cidade?</p>
<p>Enumero a seguir alguns temas importantes para a vida na cidade e como eles têm sido tratados pelos cidadãos e pelo poder público.</p>
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