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	<title>Caxolas &#187; Branding</title>
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		<title>Marcas elásticas: abrangendo diferentes canais e segmentos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 16:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
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As marcas estão presentes nas vidas das pessoas, em fachadas de estabelecimentos, sites, calçados e roupas. Contudo, a presença delas está crescendo, não somente em pontos de contato, como também em canais. Isso significa que o core business delas está se perdendo em seus posicionamentos. Antes uma empresa de telefonia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vw1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-860" title="vw" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vw1.jpg" alt="vw" width="580" height="321" /></a></p>
<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/vw1.jpg"></a>As marcas estão presentes nas vidas das pessoas, em fachadas de estabelecimentos, sites, calçados e roupas. Contudo, a presença delas está crescendo, não somente em pontos de contato, como também em canais. Isso significa que o <em>core business</em> delas está se perdendo em seus posicionamentos. Antes uma empresa de telefonia celular apenas operava em seu core business[telefonia celular]. Atualmente ela também pode levar sua marca às rádios FM, às Megarampas de skate e ao mundo da moda [exemplificado na montagem acima].</p>
<h3>Marcas segmentadas</h3>
<p>Ainda hoje as marcas podem ser associadas a segmentos, já que houve grande esforço de construção de marca durante muitos anos. Assim, conseguimos remeter algumas marcas aos seus respectivos produtos/serviços com facilidade. Você pode verificar a relevância dessas marcas respondendo ao <a href="http://www.thebrandquiz.com" target="_blank">quiz</a>. Você perceberá que associações entre produto e marcas já fazem parte de seuinconsciente.  Por trás da aparente mudança comportamental das empresas há uma profunda transformação de modelos de negócios. As empresas não apostam mais unicamente em seus produtos para atingir o mercado, mas focam em seu posicionamento de modo a aumentar a visibilidade da marca. O mercado contemporâneo não consegue mais implementar um significado padronizado dos seus produtos para atender a uma massa consumidora padronizada. Ele precisa oferecer signos que se adequem ao seu público-alvo.</p>
<h3>Personalizando e comunicando as marcas</h3>
<p>Em volta de um comportamento de compra existe um conjunto de hábitos, rituais, preferências e gostos que estão intimamente ligados entre si. Quando se opta por atingir um determinado perfil de público-alvo, é preferível que ele seja abordado em diversos canais e pontos de contato pela mesma marca [caso ela seja elástica o suficiente] de forma coerente e harmonioza. Isso traz menos esforço de construção de marca e mais visibilidade a ela.  No entato, ao fazer uma comunicação eficiente para seu público, alinhando os significados da marca às ideologias dos consumidores, abre-se um grande mercado que possibilita atender ideias e comportamentos em áreas correspondentes a estratégias de comunicação correlatas ao comportamento do público consumidor. Para ficar mais claro, podemos exemplificar através da marca Hyundai. A empresa vende aparelhos de DVD sem grande investimento de comunicação, já que seu foco é o setor automotivo. O esforço de marca abrange elementos psicosociais e econômicosque possibilitam a extensão de sua imagem para outros segmentos. Unificando os dois produtos sob a mesma chancela de marca pode-se aproveitar os benefícios e investimentos de um setor para todos os demais através de uma comunicação eficiente e focada no mesmo público-alvo em diversos pontos de contato, canais e locais de consumo. O produto em si passa a ser secundário, já que a imagem transmitida começa a representar as mesmas idéias.  Mas então por que todas as marcas não começam a atuar em diferentes canais que não de seus <em>core businesses</em>, já que isso aumenta sua visibilidade, seus ganhos e sua proximidade aos públicos-alvo? Bem, hoje em dia a maioria está fazendo isso, mas tornar as marcas mais elásticas [de modo a abranger segmenetos que não são <em>core</em> da empresa] pode ocasionar alguns problemas: sem a blindagem de marca por segmento, o risco de contaminação é maior [não ter foco em um <em>core</em> business facilita a contaminação negativa, já que é difícil uma empresa ser competente em todos os segmentos e, caso não seja ela que produza, é difícil também conseguir gerenciar/alinhar todos os fornecedores].</p>
<h3>Quebras de paradígmas e os novos desafios para as marcas</h3>
<p>Forçar modos ou comportamento de consumo para um público determinado foi um modelo utilizado através das mass midias, onde a televisão, o rádio e as mídias impressas impunham um determinado padrão que excluía a opinião e as individualidades dos consumidores. Hoje, após uma série de quebra de paradigmas, as diferenças não só são aceitas como valorizadas. A internet vem obrigando as grandes marcas a escutarem o consumidor, que passaram a exigir produtos customizáveis e personalizados [que surge graças ao modelo Toyotista, com pequenas unidades fabris espalhadas localmente].  Por outro lado, investir comunicação de produtos que atendam a núcleos de mercado tornou-se muito custoso, e desenvolver marcas é um trabalho que exige longo prazo e várias ações correlacionadas. Desta forma, acumular produtos e serviços sob a mesma estrutura de marca, traduzindo os mesmo conceitos que correspondam a hábitos de um determinado consumidor, vem se tornando uma estratégia eficiente para otimizar custos e ações eficientes. Por um lado ganha-se em custo e penetração no público alvo, por outro, perde a individualidade dos produtos que precisam ter sua imagem inabalável com o intuito de não atingir toda a estrutura da marca.  Resultado disso repercute em novos paradigmas de negócios: apenas estampar as marcas nos produtos/serviços que foram produzidos por terceiros. O foco dessas empresas é encontrar os consumidores, decodificar os seus desejos e  ofertar produtos/serviços de maneira mais eficiente, e com o melhor preço. Sua maior preocupação é cuidar do que resulta o maior lucro, suas marcas, baseando-se nos valores retirados de pesquisas, desenvolvimento de novos serviços e marketing. O valor verdadeiro vem do capital humano, e não mais do material. Algumas empresas grandes já atuam nesse sentido, como a Harley Davidson, Nike, Apple, Motorola, Johnson &amp; Johnson e Wal Mart. Estas empresas transferiram, ou estão transferindo aos poucos, sua produção para o mercado terceirizado. Como isso, os estoques circulam mais rapidamente (<em>just in time</em>) e a estratégia de precificação passa a ser focada unicamente na marca. Porém, o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u683100.shtml) " target="_blank">caso Toyota</a> demonstrou o grande risco desse processo [o descontrole parcial das etapas de trabalho terceirizado], o que proporcionou erros que antes não haviam.</p>
<h3>Marcas pós-modernas</h3>
<p>Com comportamento fluido que constitui os consumidores atuais, busca-se marcas consistentes que transmitam segurança na escolha e reflitam uma personalidade representativa dos desejos de uma vida de experiências intensas. Assim como possibilidades de amparar pequenas e grandes tomadas de decisões que recaem nos indivíduos – decisões que anteriormente eram pré-determinada pela estrutura cultural e social. Esta transferência de responsabilidades foi um processo que o próprio mercado implementou, enfraquecendo as estruturas governamentais e sociais através do livre mercado. Apropriando-se desse papel socio-econômico, as marcas necessariamente estão se focando em sua personalidade que, cada vez mais, precisará refletir seus consumidores. Este processo tende para uma simbiose onde consumidor e marca atuarão de forma coletiva e bilateral, mas com forças desproporcionais.</p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Nota-se que as marcas estão se tornando cada vez mais elásticas, de modo a abrangerem segmentos e canais nunca antes imaginados. Essa tendência contrapõem as empresas que segmentam seus produtos e serviços com a criação de mais marcas, tornando muito custoso mantê-las, porém, diminuindo a chance de contaminação entre elas.</p>
<h3>Bibliografia</h3>
<p>AAKER, David A. &amp; KELLER, Kevin L. Brand Equity BAUMAN, Zigmunt. O Mal-estar da pós-modernidade. São Paulo: Zahar, 1998  <a href="http://www.caxolas.com.br/author/brenofrias/" target="_blank">Breno Frias</a> e <a href="http://www.caxolas.com.br/author/sergiobrandt/" target="_blank">Sergio Brandt</a></p>
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		<title>Design de Serviços</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 17:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[design de serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[
Na última quinta feira dia 04/03/10 aconteceu uma palestra na EPSM sobre Design de Serviços. Nunca havia escutado esse termo em design mas apresentou ser uma nova área em grande crescimento no Brasil. Segundo o palestrante Tennyson Pinheiro,  “o design de serviços é uma metodologia que permite a criação sistemática [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-797" title="367" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/367.jpg" alt="367" width="450" height="324" /></p>
<p>Na última quinta feira dia 04/03/10 aconteceu uma palestra na EPSM sobre Design de Serviços. Nunca havia escutado esse termo em design mas apresentou ser uma nova área em grande crescimento no Brasil. Segundo o palestrante <a href="http://www.designdeservicosbrasil.blogspot.com/" target="_blank">Tennyson Pinheiro</a>,  “o design de serviços é uma metodologia que permite a criação sistemática de inovações sustentáveis em serviços e cujo foco principal reside em melhorar as experiências das pessoas”.</p>
<p>O problema é que as empresas ainda pensam que o seu grande diferencial na entrega de produtos ou “serviços” é ainda preço, qualidade, disponibilidade dos produtos, sortimento, funcionalidade etc, tudo isso tem que ser quesito básico no que é entregue para o cliente e, nos dias de hoje, já virou commodities.</p>
<p>A palestra me fez lembrar de uma experiência horrível com a marca NET no final de semana passado. Resumindo a história, o meu problema era somente colocar o segundo ponto na casa e nisso tive que mudar de plano e pagar mais caro. Quando o técnico chegou não tinha o segundo ponto na ordem de chamada dele e a central disse que houve um engano e não foi registrado o segundo ponto. Fiquei na mão pra variar.</p>
<p>Esse caso representa a incoerência com que as marcas transmitem sua identidade para seu cliente. É preciso haver interação nos pontos de contato para que não hajam ruídos pois, como no meu caso, após a experiência negativa o cliente passa a desacreditar na empresa.</p>
<p>Hoje o mercado precisa considerar o<strong> ponto de vista</strong> dos clientes para o posicionamento da marca e compreender o que é necessário e o que desejam, pois somente <strong>experiências autênticas</strong> terão relevância em uma economia saturada de escolhas.</p>
<p><strong>Marca é uma promessa, ela conta histórias e cria uma identidade</strong>. É a <strong>percepção íntima das pessoa</strong>s em relação a produtos ou serviço e, no final de cada experiência, ela é definida por essas pessoas e não pela empresa. Cada um cria sua percepção sobre ela <strong>e quando esse número de pessoas atinge esse mesmo sentimento “viceral” uma empresa pode dizer que tem uma marca</strong>. Marca não é o que a empresa diz, mas o que os outros dizem o que ela é. <strong>Ela é a premissa para o Design de Serviço</strong>.</p>
<p>Então, o que eu direi da NET agora?</p>
<p>Entenda um pouco mais sobre Design de Serviço através da <a href="http://www.slideshare.net/designdeservicos/design-de-servios-impactos-da-era-digital" target="_blank">apresentação</a> desenvolvida por Tennyson Pinheiro que é Diretor de Pesquisa e Inovação da IFB e Diretor da <a href="http://www.livework.co.uk/brazil" target="_blank">live|work Brazil</a>.</p>
<p>Veja també a página <a href="http://designdeservicosbrasil.ning.com/" target="_blank">http://designdeservicosbrasil.ning.com/</a></p>
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		<title>Marcas Open Source &#8211; (des)construindo as marcas</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 23:26:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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Na construção de uma marca corporativa dois trabalhos fundamentais atuam lado a lado: Branding e Design. O conceito de branding seria algo como marca em movimento, o de design constitui algo como dar origem  ou projetar. Tanto um quanto o outro tem em sua essência a atualização e a visão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-749" title="apple_broken_gel copy2" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/apple_broken_gel-copy2.jpg" alt="apple_broken_gel copy2" width="425" height="213" /></p>
<p>Na construção de uma marca corporativa dois trabalhos fundamentais atuam lado a lado: Branding e Design. O conceito de branding seria algo como marca em movimento, o de design constitui algo como dar origem  ou projetar. Tanto um quanto o outro tem em sua essência a atualização e a visão de futuro. Por outro lado o mercado e as empresas estão cada vez mais fluidos, hiperconsumistas e hiperdinâmicos. Dessa forma a construção de marca tende a ser uma espécie de <em>open source</em>,  cujo o código deve ser construído indefinidamente pelos vários agentes.</p>
<p>Uma linha de identidade visual precisa de alguns parâmetros para o seu desenvolvido, respondendo alguns quesitos como simplicidade, pregnância (memorável, facilmente identificável), atemporalidade, versatilidade e adequabilidade. É fácil encontrar esses princípios ao analisarmos logos de sucesso como Nike, Coca-Cola, Mc Donalds, Apple. São marcas de fácil identificação, com uma plataforma bem estabelecida e que vem se atualizando durante seu tempo de vida. Mas com a diversificação das mídias, com um perfil de consumidor altamente dinâmico, alta velocidade de informação, tecnologias cada vez mais virtuais esses conceitos estão ganhando novos paradigmas.</p>
<p>Antes do bum da internet, por exemplo, um logo para ser versátil precisava ter entre suas propriedades ser escalonavel a vários tamanhos, em formatos horizontais e verticais, possuir proporcionalidade, margem de segurança para leitura, aplicabilidade em fundos diversos assim como em negativo. Esses quesitos de modo geral já eram suficientes para responder as necessidades, possibilitando um bom tempo de vida. Não que fosse fácil ser desenvolvido, pelo contrário, na era da reprodução analógica era preciso muito cuidado para que a identidade cumprisse as regras estabelecidas.</p>
<p>No mercado atual a dificuldade não está mais em sua reprodução, mas na diversidade e dinamismo. Tecnologias como iPhone, Smart Phone, realidade aumentada, TV digital, cinema 3D, além de sites altamente dinâmicos estão necessitando de novas formas de aplicação. Muitas vezes as regras  já existentes permitem uma referencia genérica para essas tecnologias, mas não são capazes de explorar todo potencial. Um logo em 3D na década de 90 era no mínimo visto com maus olhos pelos designers, hoje é quase inevitável para as grandes marcas. Ao mesmo tempo em que a tecnologia facilitou o desenho da marca,  a construção semiótica se vulgarizou. Com a tecnologia todos tem acesso para fazer representações gráficas reproduzíveis, o que não resolve a função do logotipo, levando-nos a questão da adequabilidade, que acredito ser um problema maior.</p>
<p>Uma marca precisa corresponder à imagem da empresa e a da expectativa de seu consumidor através de recursos cognitivos. Com a internet e o avanço das mídias sociais, a importância da penetração através do buzz marketing poderá ultrapassar a da identidade institucional. Produtos cada vez mais segmentados precisarão ter identidades cada vez mais personalizadas. A cara da empresa não poderá ser apenas a dela, mas deverá se aproximar de uma simbiose.</p>
<p>O design multisensorial é um dos recursos que permite inovar a identidade corporativa. A Coca-cola, por exemplo, já trabalha muito bem através da forma da conhecida garrafa de vidro (possibilitando percepção tátea) , sua tipia e suas cores vermelha e branca além, claro, do paladar .</p>
<div id="attachment_698" class="wp-caption aligncenter" style="width: 273px"><img class="size-full wp-image-698" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/cc1.jpg1.jpg" alt="desenvolvimento das embalagens Coca-Cola - pregnância da forma" width="263" height="175" /><p class="wp-caption-text">desenvolvimento das embalagens Coca-Cola - pregnância da forma</p></div>
<div id="attachment_696" class="wp-caption aligncenter" style="width: 282px"><img class="size-full wp-image-696 " src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/coca.jpg" alt=" Silueta da garrafa Coca-Cola" width="272" height="272" /><p class="wp-caption-text"> Silueta da garrafa, identificação imediata à marca</p></div>
<div id="attachment_699" class="wp-caption aligncenter" style="width: 273px"><img class="size-full wp-image-699" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/CU172R.jpg" alt="pen" width="263" height="175" /><p class="wp-caption-text">Pen drive, reforço da marca pela forma</p></div>
<p style="text-align: left">
<div id="attachment_700" class="wp-caption aligncenter" style="width: 130px"><img class="size-full wp-image-700" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pa293001.jpg" alt="Apenas as cores e siluetas já identificam a marca" width="120" height="265" /><p class="wp-caption-text">Apenas as cores e siluetas já identificam a marca</p></div>
<p style="text-align: left">
<p>Por outro lado marcas sólidas ganham tanta força que seus consumidores tornam-se fãs e assumem-se como co-proprietários, lhe dando o direito de utilizá-la como bem quiser. Veja o caso da Apple, a qual encontramos diversas aplicações das mais diversas formas no cotidiano de seus consumidores, essas desvinculadas de seu padrão visual originalmente planejado.</p>
<div id="attachment_701" class="wp-caption aligncenter" style="width: 246px"><img class="size-full wp-image-701" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/apple1.jpg" alt="Tatto da apple - o sonho de toda marca, que nenhum design visualiza no manual" width="236" height="177" /><p class="wp-caption-text">Tatto da apple - o sonho de toda marca, que nenhum designer visualiza no manual de identidade</p></div>
<div id="attachment_702" class="wp-caption aligncenter" style="width: 296px"><img class="size-full wp-image-702" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/apple05.jpg" alt="Cartão desenvolvido polo usuário, não deve ser permitido?" width="286" height="229" /><p class="wp-caption-text">Cartão desenvolvido polo usuário, não deve ser permitido?</p></div>
<div id="attachment_703" class="wp-caption aligncenter" style="width: 350px"><img class="size-full wp-image-703" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/WALLPAPER.jpg" alt="Wallpaper feitos por usários, como aplicar o manual da marca?" width="340" height="299" /><p class="wp-caption-text">Wallpaper feitos por usários, como aplicar o manual da marca?</p></div>
<p>Marcas conhecidas utilizam sua força para penetrar no dia a dia das pessoas, tornando-se conhecidas e confiáveis.  No entanto ao mesmo tempo em que ela é produto de consumo, perde-se sua individualidade e sua autonomia, passando a fazer parte de algo maior. É nisso que as marcas para o futuro precisarão se concentrar. Deverão permitir ser digeridas pelo consumidor, transformando-se no resultado do consumo, tornando-se mutáveis, flexíveis e antenadas, mas sem deixar de transmitir a sua história e segurança. Vejo que ações como a da Google e da AOL possam ser uma forte tendência. Apesar de serem focadas no mercado virtual, acredito que já seja possível construir uma identidade líquida, correspondente ao tempo em que vivemos hoje. A google e seu subproduto orkut construíram uma marca que demonstra sua atualidade com o cotidiano e com a diversidade de informação, mas mantém parâmetros singulares que possibilitam seu reconhecimento e penetração ao manter alguns padrões.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-704" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/orkut-geral.jpg" alt="orkut-geral" width="490" height="302" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-705" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/google.jpg" alt="google" width="490" height="381" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-706" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/AOL-new-logo.jpg" alt="AOL-new-logo" width="490" height="362" /></p>
<p>Acredito que se bem planejado ações como essas podem trazer muitos benefícios. Hoje com as impressões <em>on demand e</em> a crescente tecnologia digital, é possível construir identidades semestrais ou quem sabe mensais. Com uma programação bem elaborada é possível que uma empresa tenha cartões de visitas diferentes todos os meses, encartes e anúncios, mesmo off-lines, dinâmicos. Isso possibilita que os próprios consumidores estejam permanentemente construindo a identidade da empresa, adquirindo a característica de identidade colecionável ou mesmo autoral. Ações como a do Banco do Brasil em que nomes de pessoas tomaram as fachadas dos bancos por um período de tempo, mantendo sua identidade pela aplicação de seu símbolo, cores institucionais – azul e amarelo- e da sua tipia, poderão deixar de ser localizadas. As marcas deverão a cada dia ter seus elementos desconstruídos, passando a ter uma identidade universal e permanentemente adaptável.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-710" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/BB.jpg" alt="BB" width="270" height="169" /></p>
<p>No entanto essa comunicação altamente flexível traz consigo a necessidade de maior controle em sua metamorfose. Exemplo disso foi a doodle do Orkut para homenagear os jogos de inverno de 2010 e que pareceu referenciar ao atleta que faleceu durante o mesmo evento alguns dias antes. Por sorte esse caso não ganhou repercursão.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-713" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/orkut_doodle_winter_olympics.jpg" alt="orkut_doodle_winter_olympics" width="320" height="160" /></p>
<p>Alguns seguimentos terão dificuldades em fazer esse tipo de mudança de identidade, principalmente as que possuem produtos que necessitam de um estoque. Outras não conseguirão entender ou aceitar essa tendência. No entanto a crescente onda de produtos personalizáveis poderá transformar até segmentos como o alimentício, como pode-se ver nessa ação da Nestlé Japão, com o produto kitkat que possibilita estampar a foto do consumidor na embalagem que irá comprar.<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-714" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/kitkat.jpg" alt="kitkat" width="472" height="367" /></p>
<p>Mas à medida que o mercado se torna essencialmente de serviços, em que se paga pelo uso ou benefício e não pela propriedade do produto, cada vez mais encontraremos exemplos de identidades flexíveis, ou <em>Open Source</em>.</p>
<p>Veja também esse artigo onde Simon Manchipp, sócio da London-based studio, questiona o futuro dos símbolos <a href="http://www.logodesignlove.com/logos-are-dead">http://www.logodesignlove.com/logos-are-dead</a></p>
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		<title>Design Gráfico Estratégico! Existe?</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 18:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Por mais que eu tenha procurado referencias de design gráfico estratégico, os exemplos que tenho encontrado estão voltados para o design de produto ou design social. São categorias especificas do design que identifico importância fundamental para o futuro, para geração de valor e de qualidade de vida. No entanto essas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left"><img class="aligncenter size-full wp-image-668" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/dg2.jpg" alt="dg" width="387" height="244" /></p>
<p style="text-align: left">Por mais que eu tenha procurado referencias de design gráfico estratégico, os exemplos que tenho encontrado estão voltados para o design de produto ou design social. São categorias especificas do design que identifico importância fundamental para o futuro, para geração de valor e de qualidade de vida. No entanto essas não são áreas que atuo diretamente, por isso sempre fiquei receoso com a aplicabilidade do design estratégico na área de design gráfico. O exemplo que postei em “<a href="http://www.caxolas.com.br/2010/01/557/" target="_blank">design para minorias</a>” foi um passo importante, mas ainda não havia conseguido fechar o entendimento mercadológico por inteiro.</p>
<p>No dia 05 de fevereiro fui na palestra do Ronald Kapaz, sócio-diretor da OzDesign que conseguiu definir para mim algumas idéias de forma racional das quais já tinha entendido de forma intuitiva (1). O principal insight foi a visão do Design-Filósofo, a qual concordo plenamente e que tenho me empenhado como meta para o meu desenvolvimento. Esse pensamento envolve muito mais a qualidade questionadora e inquietante do design do que qualquer qualidade técnica específica. Baseado nesse e em alguns outros pensamentos consegui chegar a algumas conclusões (ou inquietações) sobre design gráfico estratégico.</p>
<p>Algumas transformação estão ocorrendo no design gráfico. Seu principal valor não está mais em interpretar e transmitir a imagem das empresas (clientes) para o mercado. Ele está em interpretar a empresa e apresentar lacunas entre o que a empresa é, como ela quer ser, como ela quer se apresentar, como o consumidor à enxerga e o que o consumidor realmente deseja e espera.  Enfim, o design não está simplesmente em apresentar soluções para os problemas imediatos que o cliente quer resolver (traduz-se conseguir mais lucratividade), mas sim em apresentar as questões corretas para o cliente e os problemas verdadeiros que ele precisa confrontar.</p>
<p>Uma solução visual esteticamente bem desenvolvida e implementada não surtirá efeito se não corresponder à identidade da empresa e as expectativas do consumidor final assim como os diversos pontos de relacionamentos da empresa. O design, dessa forma, está sendo incorporado como parte fundamental do Branding, possibilitando uma ampliação do Brand equity (2) e trabalhando nos fundamentos da construção de uma personalidade da empresa, para ela ser realmente o que necessita para evoluir, e não apenas estar presente.</p>
<p>A formulação de marca, sua estética e sua comunicação integrada precisa ser interiorizada pela empresa, precisa corresponder a sua estrutura por essência. Mas ainda sim o design estratégico não está em fazer da empresa o que ela precisa para conquistar e manter seus clientes. O design estratégico está em atuar no mercado visando sua transformação para o futuro e para a sociedade. Em implementar nas empresas uma visão de futuro onde a <a href="http://www.icsid.org/" target="_blank"><strong>ética global, ética social e ética cultural está em primeiro lugar e seu produto final, visível para a sociedade</strong> <strong>é a valorização da vida.</strong></a><strong><strong> </strong></strong><strong>(</strong>definição do que é design pela ICSID)</p>
<p>Dessa forma a comunicação visual, ou design gráfico, possui um papel muito mais de transformar as corporações e, conseqüentemente, seu posicionamento dentro da sociedade intrinsecamente visual. No entanto o conceito visual a longo tempo irá perder sua soberania, pois é um espaço disputado centímetro a centímetro nas grandes cidades, nas mídias e na internet. Novas tecnologias trarão possibilidades infinitas e novas formas de comunicação (hoje já é possível se comunicar com pessoas em coma). As minorias hoje têm ganhado importância como os deficientes físicos e idosos que precisam do auxílio dos outros sentidos. Além disso na sociedade super atarefada, será cada vez mais comum a utilização multisensorial  para a resolução de tarefas simples. Nesse contexto, quem conseguir construir uma marca de forma multisensorial ganhará destaque. Conseqüentemente o conceito de design gráfico irá se tornar ultrapassado e quem está hoje o enxergando como ferramenta para estética das empresas, terá que se adequar às novas tecnologias, assim como aconteceu com a typografia, a litografia e o fotolito e até mesmo com a câmera analógica.</p>
<p><strong>Observações</strong></p>
<p>(1) Outra grande lição que aprendi na palestra foi a visão apresentada sobre separação entre lógica e intuição. Enquanto na lógica se constrói um  pensamento no tempo linear através de uma coerência 1+1 = 2, na intuição o pensamento é único e holístico, uma compreensão do todo que muitas vezes não é possível racionalizar, mas nem por isso menos complexo ou verdadeiro do que o pensamento lógico.</p>
<p>(2) Entendo Brand Equity como <em>todos os recursos (inclusive inteligência) necessários para que a marcas sejam posicionadas, comunicadas e vendidas com lucros financeiros e emocionais (</em>José Roberto Martins).</p>
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		<title>O consumo e o futuro, o que o design tem a ver com isso?</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 16:41:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><object id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://video.google.com.br/googleplayer.swf?docid=-7568664880564855303&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="VideoPlayback" style="width: 400px; height: 326px;" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://video.google.com.br/googleplayer.swf?docid=-7568664880564855303&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Poucas pessoas sabem que o consumo foi inventado na segunda guerra mundial no sentido de melhorar a economia e que se tornou a regra para todo o sistema. O documentário História das Coisas mostra, de maneira didática e inquestionável qual é a história natural das &#8220;coisas&#8221;, desde sua Extração, passando pela Produção, Distribuição, Consumo e Disposição de Lixo. A apresentadora nos mostra que existem informações não reveladas no caminho linear que foi nos ensinado. Ela mostra que em cada etapa, existe um mundo de falácias a serem desmascaradas e apresentadas àqueles que têm o que fazer para remediar o impacto ambiental da extração e produção desmesuradas: os consumidores. Ou seja: nós mesmos, cada um de nós.</p>
<p><strong>Mas o que o design tem a ver com isso? </strong>Refletindo o documentário acima, percebe-se que tudo ao nosso redor é design mas a maioria que se rotula como design não passa de desenho, formas atrativas, estética para ajudar o consumo desenfreado. <a href="http://www.caxolas.com.br/2010/01/phillippe-starck-se-aprofunda-no-design/" target="_blank">Phillippe Starck rotula isso como&#8221;&#8230;design cínico&#8230;&#8221;</a>. Não podemos confundir o verdadeiro sentido da palavra com o que a mídia divulga.</p>
<p>Muito se fala hoje do papel do design e sua importância na inovação das corporações que precisam “pensar design” (<a href="http://www.caxolas.com.br/2009/10/tim-brown/" target="_blank">design Thinking</a>). Mas afinal de contas o que tem de tão extraordinário esse tal de design? Tirando o iPhone, alguém consegue citar outro exemplo? A verdade é que há vários exemplos por ai, pois o design vai muito além de produtos. O design está na história entre pensadores e cientistas que transformaram nossa sociedade no que ela é hoje. Mas com o desenvolvimento do pensamento racional e da divisão do trabalho, o papel da criatividade passou a fazer parte da de um segmento que hoje ainda chamamos de ciências humanas. Por um tempo a criatividade na indústria foi valorizada na publicidade, pois era capaz de dar uma cara para as empresas do que elas queriam parecer, eram os maquiadores do mercado, dando um retorno em curto prazo. Mas como toda a maquiagem, tem seu tempo de duração (mesmo as chamadas permanentes). Logo as pessoas perceberam que aquela imagem que a publicidade mostrava (e ainda mostra) era apenas uma fachada.</p>
<p><strong>Veja abaixo a definição do que é design pela <a href="http://www.icsid.org/" target="_blank">ICSID (International Council of Societies of Industrial Design)</a> e, se tiver um tempo, vale a pena ver o vídeo acima.</strong></p>
<p>&#8220;O Design é uma atividade cujo objetivo é estabelecer qualidades multi-facetadas de objetos, serviços e seus sistemas em ciclos de vida completos. Portanto, design é o fator central da humanização inovadora das tecnologias e um fator crucial de intercâmbio cultural e econômico. O Design procura descobrir e estabelecer relações estruturais, organizacionais, funcionais, expressivas e econômicas, com o objetivo de:</p>
<ul>
<li>enfatizar a sustentabilidade global e a proteção ambiental <strong>(ética global)</strong>;</li>
<li>dar benefícios e liberdade para a inteira comunidade humana, individual e coletiva, usuários finais, produtores e protagonistas de mercado <strong>(ética social)</strong>;</li>
<li>dar suporte à diversidade cultural, independentemente da globalização mundial <strong>(ética cultural)</strong>;</li>
<li>gerar produtos, serviços e sistemas, cujas formas sejam expressivas e coerentes com sua própria complexidade.</li>
</ul>
<p>O design é uma atividade envolvendo uma ampla faixa de profissões, das quais produtos, serviços, comunicações gráficas, decoração e arquitetura fazem parte. Juntas, essas atividades deveriam elevar, de um modo harmônico e orquestrado com outras profissões, o valor da vida.&#8221;</p>
<p><em>Sergio Brandit e Vinícius Costa</em></p>
<p>LINKS:<br />
<a href="http://www.icsid.org/" target="_blank">http://www.icsid.org/</a></p>
<p><a href="http://www.storyofstuff.com/international/index.html" target="_blank">http://www.storyofstuff.com/international/index.html</a></p>
<p><a href="http://www.storyofstuff.com/international/index.html" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-646" title="v_StoryStuff_Button" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/v_StoryStuff_Button.jpg" alt="v_StoryStuff_Button" width="545" height="462" /></a></p>
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		<title>Debatendo tendências do design</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 20:57:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências de design]]></category>

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O escritório Landor de Paris fez recentemente uma análise das tendências do design para 2010. Dentro da perspectiva, algumas mudanças precisam ser feita tanto no design quanto no marketing, e os tópicos principais levantados por ele foi: menos homogeneidade na criação, design personalizados por nichos (funcionalidade com o público alvo), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-628 alignnone" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/01/2010-701142.jpg" alt="2010-701142" width="307" height="214" /></p>
<p>O escritório Landor de Paris fez recentemente uma análise das <a href="http://www.landor.com/index.cfm?do=thinking.article&amp;storyid=760&amp;sct=5&amp;s=5&amp;a=29535&amp;source=tt&amp;utm_source=tt_owl&amp;utm_medium=tt&amp;utm_content=holiday_links&amp;utm_campaign=holiday_hiatus2009&amp;bhcp=1">tendências do design para 2010</a>. Dentro da perspectiva, algumas mudanças precisam ser feita tanto no design quanto no marketing, e os tópicos principais levantados por ele foi: menos homogeneidade na criação, design personalizados por nichos (funcionalidade com o público alvo), Design generativo, coerência criativa sem regulamentação rígida e finaliza dizendo que “o que vai fazer ou matar marcas é o elemento autenticidade.”</p>
<p style="text-align: left">A bem da verdade, esses elementos não são meros modismos, mas tendências para longo prazo. Quanto mais a sociedade se torna personalizada e individualizada, mais os designers terão que trabalhar para públicos mais restritos, e isso quer dizer que terá que ser inovador no nível da pessoa, um tipo de personal psicólogo-antropologo-artista e algo mais, e aliar isso a marca de forma coerente será um desafio.</p>
<p style="text-align: center">Leia o resumo no site da revista <a href="http://abcdesign.com.br/categoria-1/tendencias-de-design-para-2010/" target="_blank">abcdesign.com.br</a></p>
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		<title>Debate gratuito &#8220;Marcas e inovação no mundo digital&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 17:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Futuro]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[debate]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>

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O Universo do Conhecimento, Fórum de Educação e Cultura Contemporânea,  promoverá, no dia 25 de novembro, às 19h, em sua sede, na Al. Ministro da Rocha Azevedo, 419, Jardim Paulista, o debate “Marcas e inovação no mundo digital: como as empresas de alta performance evoluem na era da participação”.
Organizado e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-416" title="UNIVERSO DO CONHECIMENTO" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/UNIVERSO-DO-CONHECIMENTO.jpg" alt="UNIVERSO DO CONHECIMENTO" width="251" height="96" /></p>
<p>O Universo do Conhecimento, Fórum de Educação e Cultura Contemporânea,  promoverá, no dia 25 de novembro, às 19h, em sua sede, na Al. Ministro da Rocha Azevedo, 419, Jardim Paulista, o debate “Marcas e inovação no mundo digital: como as empresas de alta performance evoluem na era da participação”.</p>
<p>Organizado e apresentado por Gabriel Rossi, especialista em branding digital, o encontro contará também com as participações da professora e consultora Martha Terenzzo, um dos maiores nomes em Inovação no Brasil (<a href="http://www.universodoconhecimento.com.br/content/view/423/24/">leia artigo de Martha Terenzzo neste site</a>), e de Tennyson Pinheiro, CEO e fundador da Design Loyalty, Design Thinker e especialista em Design de Serviços.</p>
<p><strong>O quê:</strong> debate “Marcas e inovação no mundo digital: como as empresas de alta performance evoluem na era da participação”<br />
<strong>Quando:</strong> dia 25 de novembro, às 19h<br />
<strong>Onde:</strong> Universo do Conhecimento – Al. Ministro da Rocha Azevedo, 419, próximo às estações Consolação e Trianon MASP do Metrô<br />
<strong>Quanto:</strong> entrada franca<br />
<strong>Informações:</strong> 11 2361-5005<br />
<strong>Inscrições:</strong> <a target="_blank"> <script type="text/javascript">// <![CDATA[
 var prefix = '&#109;a' + 'i&#108;' + '&#116;o';
 var path = 'hr' + 'ef' + '=';
 var addy28246 = 'm&#111;n&#105;c&#97;.gr&#117;p&#111;hr' + '&#64;';
 addy28246 = addy28246 + 'gm&#97;&#105;l' + '&#46;' + 'c&#111;m';
 document.write( '<a ' + path + '\'' + prefix + ':' + addy28246 + '\'>' );
 document.write( addy28246 );
 document.write( '<\/a>' );
 //\n 
// --&gt;
// ]]&gt;</script></a><a href="mailto:monica.grupohr@gmail.com">monica.grupohr@gmail.com</a></p>
<p>Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 11 2361-5005.   Para saber mais sobre o Universo do Conhecimento acesse o site <a href="http://www.universodoconhecimento.com.br/">www.universodoconhecimento.com.br</a></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.universodoconhecimento.com.br/">www.universodoconhecimento.com.br</a></p>
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		<title>FutureBrand lança sexto anual Coutry Brand Index</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2009/11/futurebrand-lanca-sexto-anual-coutry-brand-index/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 18:47:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Breno Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Coutry Brand Index 2009]]></category>
		<category><![CDATA[FutureBrand]]></category>
		<category><![CDATA[marcas de Países]]></category>
		<category><![CDATA[top 10]]></category>

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		<description><![CDATA[
FutureBrand, consultoria multinacional de marca, lançou o Coutry Brand Index 2009. Este estudo é semelhante ao Best Global Brands 2009, realizado anualmente pela Interbrand, porém, neste caso, são avaliadas as top 10 marcas mais valiosas de Países no mundo. Sim, marcas de Países, isso existe mesmo!
Segundo o site oficial, esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Picture-141.png"><img class="size-full wp-image-305 alignnone" title="Country Brand Index 2009" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Picture-141.png" alt="Country Brand Index 2009" width="580" height="430" /></a></p>
<p><a href="http://www.futurebrand.com" target="_blank">FutureBrand</a>, consultoria multinacional de marca, lançou o Coutry Brand Index 2009. Este estudo é semelhante ao <a href="http://www.interbrand.com/best_global_brands_intro.aspx" target="_blank">Best Global Brands 2009</a>, realizado anualmente pela <a href="http://www.interbrand.com/" target="_blank">Interbrand</a>, porém, neste caso, são avaliadas as top 10 marcas mais valiosas de <strong>Países</strong> no mundo. Sim, marcas de Países, isso existe mesmo!</p>
<p>Segundo o site oficial, esse ano foi o maior estudo realizado em todos os tempos, detalhando diferentes diagnósticos, pontos de vistas e tópicos de branding das nações.</p>
<p>Que países fizeram parte do top 10 deste ano? Quais são as melhores regiões? O que Obana interfere na marca USA? Como a marca da Chica evoluiu pós-Olimpíadas? Descubra tudo isso neste Coutry Brand Index 2009.</p>
<h3>Ranking das top 10 marcas de países</h3>
<p><a href="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Picture-15.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-302" title="2009 Top Country Brand Rankings" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2009/11/Picture-15-300x214.png" alt="2009 Top Country Brand Rankings" width="300" height="214" /></a></p>
<p>Foram 102 países incluídos<br />
3000 viajantes examinados<br />
47 opiniões globais de profissionais do turismo, da política e acadêmicos</p>
<p>Para ver o relatório completo <a href="https://www.futurebrand.com/cbi/download/" target="_blank">clique aqui</a>. Você terá que colocar o seu e-mail para baixar.</p>
]]></content:encoded>
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