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	<title>Caxolas &#187; Sergio Brandt</title>
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		<title>Dominação cultural e design</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 02:39:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[
A relação cultural entre povos sempre foi palco de muita controvérsia. Toda vez que um povo entra em contato com outro há uma interferência com os hábitos e crenças de forma passiva ou ativa, transformadora ou assimiladora. Os povos conquistadores que marcaram a história de modo geral tentaram implementar através [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1018" title="caxolas" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/10/caxolas.jpg" alt="caxolas" width="500" height="333" /><br />
A relação cultural entre povos sempre foi palco de muita controvérsia. Toda vez que um povo entra em contato com outro há uma interferência com os hábitos e crenças de forma passiva ou ativa, transformadora ou assimiladora. Os povos conquistadores que marcaram a história de modo geral tentaram implementar através da cultura uma dominação. Os Romanos foram os primeiros a possuir uma idéia de globalização, atrelada a visão de intercâmbio cultural. No início da expansão romana, principalmente quando Etruscos e Gregos eram seus principais adversários, os romanos souberam assimilar suas culturas para crescer e influenciar. Isso ficou evidente através da religião, arquitetura e artes que se tornaram praticamente única. Outro exemplo de tolerância e troca foi o império mongol. Sua rápida expansão foi sanguinária e implacável, mas apesar disso Genghis Khan possuía tolerância religiosa e étnica e acima de tudo, valorizando a competência e a riqueza.</p>
<p>É fácil identificar em diversos períodos da humanidade o atrito natural entre culturas e a imposição cultural de um povo em relação a outro, ou mesmo dentro do mesmo sistema. Na atualidade não é diferente. Desde o fim da segunda Guerra Mundial uma a mídia de massa e políticas internacionais vem implementando uma visão de mundo americanizado como modelo a ser seguido.</p>
<p>A metodologia é uma versão atualizada da romana, mas com a força da uma tecnologia que entra dentro das casas e procura saber o que o “homem médio” de cada parte do mundo pensa e faz. Adapta-se detalhes para serem aceitos em cada ambiente. No modelo de mercado somos livres para decidir o que consumimos, usamos e gostamos, mas simultaneamente somos influenciados por uma imagem que nos mostra “A Coisa Certa” que devemos possuir, ou melhor dizendo, o que devemos fazer para sermos “Os Caras”.  E nós designers somos responsáveis pela cara destes produtos e marcas que queremos consumir.</p>
<p>Nós pensamos na forma, no significado, em sua usabilidade e em sua representação imagética para o consumidor, no ponto de contato, na melhor experiência possível e muitos outros detalhes. Nós somos produtores e consumidores, desenvolvedores e usuários, e como seres humanos, somos influenciados pelas mesmas forças. Reproduzimos conceitos muitas vezes por falta de opção e pela visão do mercado. Colaboramos pela manutenção do perfil de consumo.</p>
<p>Não que o consumo em si seja errado, mas a manipulação do comportamento no nível do inconsciente torna-nos produtores de ilusões. O conceito de design varia muito de acordo com a linha de pensamento. Eu prefiro ver o designer como uma forma de facilitar a vida em sociedade assim como projetar o futuro para uma evolução em que as dificuldades da vida e as diferenças serão cada vez menores. Se somos construtores, peões de uma grande obra que está construindo o imaginário coletivo contemporâneo, deveram ter um mínimo de consciência do efeito de nossas ações sobre a sociedade para que possamos tentar corrigir nossa parte desta obra e quem sabe, fazendo cada um a sua parte, percebendo as diferenças, fazermos uma obra sólida.</p>
<p>Fabricamos imagens e objetos, fabricamos a cultura que envolve ritos e celebrações. Com objetivo de transformar a vida mais simples e fácil criamos ferramentas e subterfúgios que necessitam de um constante aprendizado. Criamos o desejo. E nesse espaço que atuamos devemos mostrar que existe algo além da auto-satisfação</p>
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		<title>Arte e design &#8211; Ossário</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 01:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Principal]]></category>
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		<category><![CDATA[design]]></category>
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		<category><![CDATA[Futuro]]></category>

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Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg"><img class="alignnone" src="http://panoptico.files.wordpress.com/2007/08/alexandre_orion_02.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Arte é estética? Arte é crítica? Ou é transgressão? Muitos devem lembrar da intervenção de Alexandre Orion no túnel 9 de Julho em São Paulo no ano de 2006. Sua obra chamou atenção e teve grande repercussão. Consistia em limpar seletivamente as paredes do túnel trabalhando a fuligem, um pedaço de pano e as paredes como elementos de sua obra efêmera que formava várias caveiras. Ele já imaginava que seria abordado por autoridades, mas não imaginava que chegaria a ser 5 vezes por noite.  Ao final a prefeitura interditou o túnel e limpou apenas as partes que o artista havia interferido, deixando o restante do mesmo estado. Estas e outras mensagens você poderá encontrar no subsolo do <a href="http://www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10164,1,0,1,1.bb?codigoMenu=9904&amp;dtInicio=4&amp;codigoEvento=3287">CCBB</a> na até o dia 9 de maio na exposição Ossário, que faz uma representação da obra realizada no túnel.</p>
<p>É uma exposição muito importante para todos os designers que querem pensar algo amais em suas criações. Através de um insigth, Alexandre conseguiu chamar atenção de um problema urbano e efetivamente levou a uma ação pública. Acredito que enquanto designer devemos pensar nos impactos e intervenções que fazemos em nossa sociedade. Devemos tentar sair do lugar comum e pensar que podemos driblar as pressões comerciais através de suas próprias armas, fazendo como Alexandre, mostrando uma face de nossa sociedade que não quemos ver, e desta forma, mudar um as coisas um pouco de cada vez.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hrr_cpHsrK8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Rua Álvares Penteado, 112 &#8211; Centro<br />
Entrada franca</strong></p>
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		<title>Service Design Drinks &#8211; segunda edição</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 03:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Principal]]></category>
		<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[design de serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[
O blog Caxolas esteve no encontro “Service design Drinks” realizado no dia 17/04/2010, organizado por  Luis Alt e Tennyson Pinheiro, sócios da Livi Work Brazil. Estiveram presentes interessados pelo tema e profissionais que estão procurando mais informações sobre este novo modelo. Iremos a seguir delimitar alguns pontos que foram discutidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-942" title="Captura de tela 2010-04-20 às 01.04.02" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/Captura-de-tela-2010-04-20-às-01.04.02.jpg" alt="Captura de tela 2010-04-20 às 01.04.02" width="425" height="213" /></p>
<p>O blog Caxolas esteve no encontro “Service design Drinks” realizado no dia 17/04/2010, organizado por  Luis Alt e Tennyson Pinheiro, sócios da <a href="http://www.liveworkbrazil.com/">Livi Work Brazil</a>. Estiveram presentes interessados pelo tema e profissionais que estão procurando mais informações sobre este novo modelo. Iremos a seguir delimitar alguns pontos que foram discutidos durante o encontro.</p>
<p><strong>Ensino de Design no Brasil</strong></p>
<p>Muitas instituições de ensino brasileiras de design ainda estão baseadas no modelo das escolas tradicionais cujo contexto principal era a forma e função, nos moldes da escola de Ulm e da Bauhaus. Algumas instituições estão começando a compreender os novos pensamentos sobre design e procurando apresentar novas soluções e formas de atuação do designer diante a mudança do mercado. Algumas instituições citadas foram a PUC-Rio (com projetos interdisciplinares),  Mackenzie, ESPM e Rio Branco que começaram procurar inserir nas grades matérias que apresentam o design de uma maneira diferente, como um pensamento de inovação que pode ser aplicado de diversas formas.</p>
<p>A educação no Brasil ainda está longe de ser a ideal, mas a vivência de trabalho que a pluralidade cultural e a breve iniciação dos jovens no mercado já como profissionais, permitem certa compensação.</p>
<p><strong>Mercado, serviço e design.</strong></p>
<p>O objetivo final de todos que atuam no mercado é entender as motivações pessoais de cada usuário da marca e estudar como influenciar o comportamento de compra, entendendo as reais influencias decisórias de cada um.</p>
<p>O design de serviço já não é mais visto como passageiro. Tanto as empresas como as instituições de ensino já percebem que essa metodologia tem muito a oferecer e que chegou para ficar. Seu diferencial principal de outras metodologias de trabalho voltado em serviço, como o marketing de serviço, é o foco na experiência do usuário, assim como a utilização de ferramentas de desenvolvimento criativo do design na busca de inovação. O foco está no usuário e não no consumidor, o que possibilita a retirada do produto do centro do processo e planejamento da empresa.  Com essa visão é possível trabalhar a marca para a experiência do usuário, passando a ter uma vivência emocional no ponto de contato. O lucro passa a ser uma consequência e não um fim para a empresa.</p>
<p>Por outro lado podemos observar que mesmo empresas abertas as novas tendências ainda estão presas por burocracias e estruturas hierárquicas que coíbem um trabalho emocional da marca e privilegiam resultados pessoais em detrimento os organizacionais. Projetos podem passar desapercebidos e oportunidades descartadas por causa de uma falta de conscientização de uma visão de marca e de Brand Equity.</p>
<p><strong>Diferencial brasileiro.</strong></p>
<p>A pluralidade cultural do Brasil, por ser um país continente, possibilita que os profissionais entendam como trabalhar a diversidade, adaptando adequadamente projetos de ampla atuação, diferentemente do ocorre em países Europeus. O Brasil apresenta um futuro promissor e nessa década deve apresentar uma grande evolução em relação à inovação e serviços.</p>
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		<title>Branding &#8211; Fundamentos para uma gestão estratégica de marcas</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/04/branding-fundamentos-para-uma-gestao-estrategica-de-marcas/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Apr 2010 04:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[

A implementação de iniciativas eficazes de branding é estratégico para as empresas reforçarem o seu posicionamento mercadológico, em um momento em que o bom desempenho da economia brasileira propicia oportunidades expansão dos negócios.
A imagem e o posicionamento da marca são indispensáveis para o sucesso de uma empresa, independente do porte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-893" title="banner" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/04/banner.jpg" alt="banner" width="440" height="120" /></p>
<div>
<div>A implementação de iniciativas eficazes de branding é estratégico para as empresas reforçarem o seu posicionamento mercadológico, em um momento em que o bom desempenho da economia brasileira propicia oportunidades expansão dos negócios.</div>
<div>A imagem e o posicionamento da marca são indispensáveis para o sucesso de uma empresa, independente do porte ou do ramo de atividade. Uma marca bem construída e administrada oferece valor e diferenciação ao produto ou serviço.</div>
<div>A imagem é fundamental na criação e manutenção de marcas fortes e duradouras. O seu posicionamento mercadológico é definido pela comparação que os consumidores fazem em relação às concorrentes.</div>
<div>Participe deste Seminário InterNews para aprimorar o gerenciamento da sua marca e a participação da sua empresa no mercado. Veja como como iniciativas em branding podem ampliar espaços em mercados de alta competitividade. Saiba como se identificar com o mercado local para crescer com velocidade. Avalie os fundamentos para o desenvolvimento de uma marca vencedora. Conheça casos de empresas de expressiva participação no mercado que promovem uma eficiente gestão de suas marcas frente a concorrência.</div>
</div>
<div>
<p>PROGRAMA</p>
<div>
<div><em><strong>8h30    Credenciamento</strong></em></div>
<div><strong>9h00    Os fundamentos para a criação de uma marca vencedora</strong></div>
<blockquote>
<div><strong>Ricardo Jucá Bentivegna<br />
</strong>Gerente de Marketing e Trade Marketing da J. Macêdo, mestre em administração pela PUC-SP. Autor do livro digital: “Branding 101 – o guia básico para a gestão de marcas de produtos”</div>
</blockquote>
<div><em><strong>10h10    Coffee break</strong></em></div>
<div><strong>10h30    Estudo de caso: A fixação da marca para a fidelização de clientes no setor de serviços”</strong></div>
<blockquote>
<div><strong>Simone Castelli<br />
</strong>Gerente de marketing do Shopping Frei Caneca. Possui 17 anos de experiência nas áreas de branding e marketing.</div>
</blockquote>
<div><strong>11h30    Estudo de caso: A instituição de uma nova marca dentro do mercado de artigos de luxo</strong></div>
<blockquote>
<div><strong>Fernanda Ljuba<br />
</strong>Gerente Regional de Butiques Nespresso para a América Latina</div>
</blockquote>
<div><em><strong>12h30    Almoço</strong></em></div>
<div><strong>14h00    Design e competitividade nas pequenas e médias empresas</strong></div>
<blockquote>
<div><strong>Leonardo Almeida<br />
</strong>Executivo de novos negócios da Anauê Design Estratégico, formado em design gráfico, com MBA em marketing pela USP</div>
</blockquote>
<div><strong>15h10    Estudo de caso: O uso do branding para ampliar espaço em mercados de alta competitividade</strong></div>
<blockquote>
<div><strong>Marina Daineze<br />
</strong>Gerente de Propaganda da Vivo Telefonia Móvel, onde também atuou nas áreas de Estratégia de Comunicação e Branding, formada em Relações Públicas pela USP com MBA Executivo em Marketing pela ESPM</div>
</blockquote>
<div><em><strong>16h20    Coffee break</strong></em></div>
<div><strong>16h40    Estudo de caso: A identificação com o mercado local para crescer com velocidade</strong></div>
<blockquote>
<div><strong>Paola Campanari<br />
</strong>Gerente de Marketing Corporativo, Branding e Planejamento da Samsung Electronics do Brasil.</div>
</blockquote>
<div><em><strong>18h00    Encerramento</strong></em></div>
</div>
<p>INFORMAÇÕES</p>
<div>
<div><strong>Data</strong><br />
8 de abril de 2010</div>
<div><strong>Local</strong><br />
Tulip Inn Interative Hotel<br />
Rua José Maria Lisboa, 555<br />
Jardins &#8211; São Paulo &#8211; SP</div>
</div>
<div>
<p>INSCRIÇÕES</p></div>
<p>Você pode efetuar sua inscrição com sua Consultora de Negócios: <strong>Ellen Agostinho </strong>através do telefone (11) 3683-4478 ou pelo e-mail <a rel="nofollow" href="http://sistema.directclick.com.br/click/register.aspx?x=30%7C216723%7Cmailto:ellen.agostinho@internews.jor.br?subject=inscricao:+Branding" target="_blank">ellen.agostinho@internews.jor.br</a>, informando seu nome, cargo, empresa,CNPJ, I.E, endereço, telefone, fax.</p>
<div><strong>Preço</strong><br />
R$ 1.890,00 para inscrições pagas até o dia 31 de março de 2010<br />
R$ 2.140,00 para inscrições pagas após o dia 31 de março de 2010</div>
</div>
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		<title>Workshop de Design de Serviços</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/03/workshop-de-design-de-servicos/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Mar 2010 00:17:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[design de serviços]]></category>

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		<description><![CDATA[
Mágica acontece quando uma Marca é capaz de alinhar a sua estratégia à experiência de seus clientes.
Entregar experiências memoráveis é condição chave para se manter competitivo. O Design de Serviços é a arte de projetar interações encantadoras, que possam ser operacionalizadas de forma consistente e que transmitam com coerência os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-850  aligncenter" title="ds" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/ds.JPG" alt="ds" width="271" height="203" /></p>
<p><span>Mágica acontece quando uma Marca é capaz de alinhar a sua estratégia à experiência de seus clientes.<br />
Entregar experiências memoráveis é condição chave para se manter competitivo. O Design de Serviços é a arte de projetar interações encantadoras, que possam ser operacionalizadas de forma consistente e que transmitam com coerência os valores da Marca, criando oportunidades de aprendizado e encantamento para os clientes.<br />
Nesse workshop você vai participar de um projeto de Design de Serviços e estudar cases globais de aplicação da discplina em projetos de pequeno e grande porte.</span><br />
<span></p>
<p><strong>Data: </strong>23,24,25 de Março 2010<br />
<strong>Vagas limitadas a 20 pessoas.</strong></span><span><strong><br />
Professores: Tennyson Pinheiro e Luis Alt. </strong></span></p>
<p>Inscreva-se em:<br />
<a href="http://www.designdeservicos.com.br" target="_blank">http://www.designdeservicos.com.br</a></p>
<p>fonte: <a href="http://www.designloyalty.com.br/design2.htm" target="_blank">http://www.designloyalty.com.br/design2.htm</a></p>
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		<title>O Direito à Cidade</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/03/o-direito-a-cidade/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 20:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[
In the space of a few short years, the World Urban Forum has turned into the world&#8217;s premier conference on cities. The Forum was established by the United Nations to examine one of the most pressing problems facing the world today: rapid urbanization and its impact on communities, cities, economies, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-846" title="6819_wuf5_logo" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/6819_wuf5_logo.gif" alt="6819_wuf5_logo" width="100" height="139" /></p>
<p><span>In the space of a few short years, the World Urban Forum has turned into the world&#8217;s premier conference on cities. The Forum was established by the United Nations to examine one of the most pressing problems facing the world today: rapid urbanization and its impact on communities, cities, economies, climate change and policies.</p>
<p>Since the first meeting in Nairobi, Kenya in 2002, the Forum has grown in size and stature as it travelled to Barcelona in 2004, Vancouver 2006, and Nanjing in 2008.</p>
<p>Entre 22 a 26 de março o V Forum Urbano Mundial no Rio de Janeiro, na zona portuária, patrocinado pela ONU-Habitat, cujo tema será </span><span>“O Direito à Cidade: Unindo o Urbano Dividido”</span><span> e reunirá representantes de vários países. Inscrições  abertas até o dia 14 de março devem ser feitas no site oficial  <a href="http://www.unhabitat.org/categories.asp?catid=584" target="_blank">http://www.unhabitat.org/categories.asp?catid=584</a>Informações sobre a programação http://wuf5.cidades.gov.br/pt-BR/Home.aspx</p>
<p></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>CICI 2010</title>
		<link>http://www.caxolas.com.br/2010/03/cici-2010/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Mar 2010 16:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Seminários e Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Está acontecendo entre 10 e 13 de março de 2010 a &#8220;conferencia internacional de cidades inovadoras.
Cidades inovadoras dos cinco continentes reúnem-se no Paraná em 2010 para a Conferência Internacional             de Cidades Inovadoras &#8211; CICI2010. A iniciativa do Sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-830" title="Picture 1" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Picture-1.png" alt="Picture 1" width="450" height="118" /></p>
<p>Está acontecendo entre 10 e 13 de março de 2010 a &#8220;conferencia internacional de cidades inovadoras.</p>
<p>Cidades inovadoras dos cinco continentes reúnem-se no Paraná em 2010 para a Conferência Internacional             de Cidades Inovadoras &#8211; CICI2010. A iniciativa do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná             (Fiep), em copromoção com as prefeituras de Curitiba, Lyon (França), Londres(Inglaterra), Bengaluru (Índia)             e Austin (Estados Unidos), coloca lado a lado as inovações das cidades e a experiência de mais de             100 especialistas na gestão inovadora de conglomerados urbanos e humanos.</p>
<p>Ainda dá tempo, você pode assitir on-line<a href="http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content95290.shtml" target="_blank"> http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content95290.shtml</a></p>
<h2>Destaques Nacionais e Internacionais</h2>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img id="imgId[32909]" src="http://www.cici2010.org.br/dbimages/32941.img" border="0" alt="" width="40" height="40" /></td>
<td><a href="http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content78710.shtml" target="_blank">Pierre Lévy</a> <span>(Ontario, Canadá)</span><br />
“A Cidade como Rede e a Sustentabilidade das Cidades” e “O futuro             da investigação em redes sociais”</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img id="imgId[32909]" src="http://www.cici2010.org.br/dbimages/32943.img" border="0" alt="" width="40" height="40" /></td>
<td><a href="http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content78714.shtml" target="_blank">Steven Johnson</a> <span>(Nova             Iorque, EUA)</span><br />
“A cidade como organismo vivo” e “Palestra sobre Redes Sociais e Emergências”</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img id="imgId[32909]" src="http://www.cici2010.org.br/dbimages/32931.img" border="0" alt="" width="40" height="40" /></td>
<td><a href="http://www.cici2010.org.br/FreeComponent10069content78719.shtml" target="_blank">Clay Shirky</a> <span>(Nova             Iorque, EUA)</span><br />
“A Reinvenção do Governo a partir das Cidades” e “O Poder de organizar             sem Organização&#8221;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>veja mais</p>
<p><a href="http://www.cici2010.org.br/" target="_blank">http://www.cici2010.org.br/</a></p>
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		<title>Dia da mulher: uma esperança</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 02:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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Após lutas de gerações por uma sociedade igualitária, democrática e transumana, parece que os objetivos que os pensamentos dos iluministas, humanistas e modernistas estão se afastando mais e mais de nossa contemporaneidade. O pensamento da sociedade pós-moderna está voltado para a individualidade e auto-suficiência. Os valores coletivos se dissolveram durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-789" title="madness_diainternacionaldamulher1" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/03/madness_diainternacionaldamulher1.jpg" alt="madness_diainternacionaldamulher1" width="450" height="350" /><br />
Após lutas de gerações por uma sociedade igualitária, democrática e transumana, parece que os objetivos que os pensamentos dos iluministas, humanistas e modernistas estão se afastando mais e mais de nossa contemporaneidade. O pensamento da sociedade pós-moderna está voltado para a individualidade e auto-suficiência. Os valores coletivos se dissolveram durante o medo do totalitarismo e da repressão, o que colaborou pelo crescimento do poder do mercado, cada vez mais interessados em fortalecer valores referentes aos desejos individuais como forma de consumo. Nesse processo valores antigos que foram questionados se perderam. Valores como da família, como o humanitarismo e do respeito ao próximo se dissolveram.</p>
<p>Mas hoje, em contraponto , existe um lado bom. Podemos identificar a tolerância das diferenças e a valorização das particularidades. Como tudo na vida, ganhamos e perdemos em cada decisão que tomamos. As lutas das minorias por seu reconhecimento estão em seu ápice e hoje é admirado. A ordem não é mais um padrão que deve ser administrada e mantida igualitariamente, mas adaptada de acordo com as necessidades e desejos dos indivíduos. Hoje nosso maior reconhecimento se dá quando assumimos o papel de consumidor.  Os dias que celebram a vitória das minorias só ganham valores coletivos quando possuem a função de contribuir ao processo mercadológico.  No entanto podemos tirar algumas lições do dia internacional da mulher.</p>
<p>Um movimento no mercado é nítido, notório e irreversível; a transformação de produtos em serviços. Quando todos os produtos são  iguais em qualidade, custo e distribuição, a diferenciação passa a ser em oferecer um serviço e um design diferenciado. Nesse ponto voltamos à dialética da individualidade da pós-modernidade. Quanto mais o mercado precisa se diferenciar, mais irá buscar um posicionamento por nicho e até mesmo nas características individuais do consumidor, que estimula a perda do pensamento colaborativo e humanitário. Atender essas características será a função do serviço e do design e para isso será necessário qualidades como a percepção, a empatia com o próximo, a aptidão para o trabalho humano, a entrega de valores emocionais e a própria auto-doação, o que contradiz o individualismo. E na sociedade atual, regida pelos ideais masculinos, tais valores são desvalorizados e esquecidos. Servir e se dedicar ao próximo é, historicamente, uma função do universo feminino, que sempre cuidou da educação, cultura, saúde e desenvolvimento das gerações para o futuro.</p>
<p>Com o avanço da mulher no campo do trabalho, tais valores vêm se perdendo. A mãe e a esposa de hoje precisa dividir seu tempo com o trabalho e com a competição no universo masculino. Valores humanitários submetem-se à força do capital, e isso é passado para as novas gerações. Mas se o mercado precisa resgatar uma entrega de valor humano, que valoriza a emoção e empatia, quem sabe não teremos um resgate e uma valorização do universo feminino que ficou ameaçado de desaparecer nas últimas décadas. Se isso vier a acontecer poderemos presenciar pela primeira vez na história ocidental uma inversão de valores, onde valores extremamente racionais que visam resultados e objetividade rápidos entrarão em declínio, e então o homem terá que se render, e aquelas mulheres que lutaram e morreram pela liberdade e pelos direitos humanos serão verdadeiramente reconhecidas, e não precisarão mais de um dia internacional para lembrar das injustiças que sofreram.</p>
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		<title>Marcas Open Source &#8211; (des)construindo as marcas</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 23:26:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Branding]]></category>
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Na construção de uma marca corporativa dois trabalhos fundamentais atuam lado a lado: Branding e Design. O conceito de branding seria algo como marca em movimento, o de design constitui algo como dar origem  ou projetar. Tanto um quanto o outro tem em sua essência a atualização e a visão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-749" title="apple_broken_gel copy2" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/apple_broken_gel-copy2.jpg" alt="apple_broken_gel copy2" width="425" height="213" /></p>
<p>Na construção de uma marca corporativa dois trabalhos fundamentais atuam lado a lado: Branding e Design. O conceito de branding seria algo como marca em movimento, o de design constitui algo como dar origem  ou projetar. Tanto um quanto o outro tem em sua essência a atualização e a visão de futuro. Por outro lado o mercado e as empresas estão cada vez mais fluidos, hiperconsumistas e hiperdinâmicos. Dessa forma a construção de marca tende a ser uma espécie de <em>open source</em>,  cujo o código deve ser construído indefinidamente pelos vários agentes.</p>
<p>Uma linha de identidade visual precisa de alguns parâmetros para o seu desenvolvido, respondendo alguns quesitos como simplicidade, pregnância (memorável, facilmente identificável), atemporalidade, versatilidade e adequabilidade. É fácil encontrar esses princípios ao analisarmos logos de sucesso como Nike, Coca-Cola, Mc Donalds, Apple. São marcas de fácil identificação, com uma plataforma bem estabelecida e que vem se atualizando durante seu tempo de vida. Mas com a diversificação das mídias, com um perfil de consumidor altamente dinâmico, alta velocidade de informação, tecnologias cada vez mais virtuais esses conceitos estão ganhando novos paradigmas.</p>
<p>Antes do bum da internet, por exemplo, um logo para ser versátil precisava ter entre suas propriedades ser escalonavel a vários tamanhos, em formatos horizontais e verticais, possuir proporcionalidade, margem de segurança para leitura, aplicabilidade em fundos diversos assim como em negativo. Esses quesitos de modo geral já eram suficientes para responder as necessidades, possibilitando um bom tempo de vida. Não que fosse fácil ser desenvolvido, pelo contrário, na era da reprodução analógica era preciso muito cuidado para que a identidade cumprisse as regras estabelecidas.</p>
<p>No mercado atual a dificuldade não está mais em sua reprodução, mas na diversidade e dinamismo. Tecnologias como iPhone, Smart Phone, realidade aumentada, TV digital, cinema 3D, além de sites altamente dinâmicos estão necessitando de novas formas de aplicação. Muitas vezes as regras  já existentes permitem uma referencia genérica para essas tecnologias, mas não são capazes de explorar todo potencial. Um logo em 3D na década de 90 era no mínimo visto com maus olhos pelos designers, hoje é quase inevitável para as grandes marcas. Ao mesmo tempo em que a tecnologia facilitou o desenho da marca,  a construção semiótica se vulgarizou. Com a tecnologia todos tem acesso para fazer representações gráficas reproduzíveis, o que não resolve a função do logotipo, levando-nos a questão da adequabilidade, que acredito ser um problema maior.</p>
<p>Uma marca precisa corresponder à imagem da empresa e a da expectativa de seu consumidor através de recursos cognitivos. Com a internet e o avanço das mídias sociais, a importância da penetração através do buzz marketing poderá ultrapassar a da identidade institucional. Produtos cada vez mais segmentados precisarão ter identidades cada vez mais personalizadas. A cara da empresa não poderá ser apenas a dela, mas deverá se aproximar de uma simbiose.</p>
<p>O design multisensorial é um dos recursos que permite inovar a identidade corporativa. A Coca-cola, por exemplo, já trabalha muito bem através da forma da conhecida garrafa de vidro (possibilitando percepção tátea) , sua tipia e suas cores vermelha e branca além, claro, do paladar .</p>
<div id="attachment_698" class="wp-caption aligncenter" style="width: 273px"><img class="size-full wp-image-698" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/cc1.jpg1.jpg" alt="desenvolvimento das embalagens Coca-Cola - pregnância da forma" width="263" height="175" /><p class="wp-caption-text">desenvolvimento das embalagens Coca-Cola - pregnância da forma</p></div>
<div id="attachment_696" class="wp-caption aligncenter" style="width: 282px"><img class="size-full wp-image-696 " src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/coca.jpg" alt=" Silueta da garrafa Coca-Cola" width="272" height="272" /><p class="wp-caption-text"> Silueta da garrafa, identificação imediata à marca</p></div>
<div id="attachment_699" class="wp-caption aligncenter" style="width: 273px"><img class="size-full wp-image-699" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/CU172R.jpg" alt="pen" width="263" height="175" /><p class="wp-caption-text">Pen drive, reforço da marca pela forma</p></div>
<p style="text-align: left">
<div id="attachment_700" class="wp-caption aligncenter" style="width: 130px"><img class="size-full wp-image-700" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/pa293001.jpg" alt="Apenas as cores e siluetas já identificam a marca" width="120" height="265" /><p class="wp-caption-text">Apenas as cores e siluetas já identificam a marca</p></div>
<p style="text-align: left">
<p>Por outro lado marcas sólidas ganham tanta força que seus consumidores tornam-se fãs e assumem-se como co-proprietários, lhe dando o direito de utilizá-la como bem quiser. Veja o caso da Apple, a qual encontramos diversas aplicações das mais diversas formas no cotidiano de seus consumidores, essas desvinculadas de seu padrão visual originalmente planejado.</p>
<div id="attachment_701" class="wp-caption aligncenter" style="width: 246px"><img class="size-full wp-image-701" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/apple1.jpg" alt="Tatto da apple - o sonho de toda marca, que nenhum design visualiza no manual" width="236" height="177" /><p class="wp-caption-text">Tatto da apple - o sonho de toda marca, que nenhum designer visualiza no manual de identidade</p></div>
<div id="attachment_702" class="wp-caption aligncenter" style="width: 296px"><img class="size-full wp-image-702" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/apple05.jpg" alt="Cartão desenvolvido polo usuário, não deve ser permitido?" width="286" height="229" /><p class="wp-caption-text">Cartão desenvolvido polo usuário, não deve ser permitido?</p></div>
<div id="attachment_703" class="wp-caption aligncenter" style="width: 350px"><img class="size-full wp-image-703" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/WALLPAPER.jpg" alt="Wallpaper feitos por usários, como aplicar o manual da marca?" width="340" height="299" /><p class="wp-caption-text">Wallpaper feitos por usários, como aplicar o manual da marca?</p></div>
<p>Marcas conhecidas utilizam sua força para penetrar no dia a dia das pessoas, tornando-se conhecidas e confiáveis.  No entanto ao mesmo tempo em que ela é produto de consumo, perde-se sua individualidade e sua autonomia, passando a fazer parte de algo maior. É nisso que as marcas para o futuro precisarão se concentrar. Deverão permitir ser digeridas pelo consumidor, transformando-se no resultado do consumo, tornando-se mutáveis, flexíveis e antenadas, mas sem deixar de transmitir a sua história e segurança. Vejo que ações como a da Google e da AOL possam ser uma forte tendência. Apesar de serem focadas no mercado virtual, acredito que já seja possível construir uma identidade líquida, correspondente ao tempo em que vivemos hoje. A google e seu subproduto orkut construíram uma marca que demonstra sua atualidade com o cotidiano e com a diversidade de informação, mas mantém parâmetros singulares que possibilitam seu reconhecimento e penetração ao manter alguns padrões.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-704" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/orkut-geral.jpg" alt="orkut-geral" width="490" height="302" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-705" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/google.jpg" alt="google" width="490" height="381" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-706" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/AOL-new-logo.jpg" alt="AOL-new-logo" width="490" height="362" /></p>
<p>Acredito que se bem planejado ações como essas podem trazer muitos benefícios. Hoje com as impressões <em>on demand e</em> a crescente tecnologia digital, é possível construir identidades semestrais ou quem sabe mensais. Com uma programação bem elaborada é possível que uma empresa tenha cartões de visitas diferentes todos os meses, encartes e anúncios, mesmo off-lines, dinâmicos. Isso possibilita que os próprios consumidores estejam permanentemente construindo a identidade da empresa, adquirindo a característica de identidade colecionável ou mesmo autoral. Ações como a do Banco do Brasil em que nomes de pessoas tomaram as fachadas dos bancos por um período de tempo, mantendo sua identidade pela aplicação de seu símbolo, cores institucionais – azul e amarelo- e da sua tipia, poderão deixar de ser localizadas. As marcas deverão a cada dia ter seus elementos desconstruídos, passando a ter uma identidade universal e permanentemente adaptável.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-710" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/BB.jpg" alt="BB" width="270" height="169" /></p>
<p>No entanto essa comunicação altamente flexível traz consigo a necessidade de maior controle em sua metamorfose. Exemplo disso foi a doodle do Orkut para homenagear os jogos de inverno de 2010 e que pareceu referenciar ao atleta que faleceu durante o mesmo evento alguns dias antes. Por sorte esse caso não ganhou repercursão.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-713" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/orkut_doodle_winter_olympics.jpg" alt="orkut_doodle_winter_olympics" width="320" height="160" /></p>
<p>Alguns seguimentos terão dificuldades em fazer esse tipo de mudança de identidade, principalmente as que possuem produtos que necessitam de um estoque. Outras não conseguirão entender ou aceitar essa tendência. No entanto a crescente onda de produtos personalizáveis poderá transformar até segmentos como o alimentício, como pode-se ver nessa ação da Nestlé Japão, com o produto kitkat que possibilita estampar a foto do consumidor na embalagem que irá comprar.<br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-714" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/kitkat.jpg" alt="kitkat" width="472" height="367" /></p>
<p>Mas à medida que o mercado se torna essencialmente de serviços, em que se paga pelo uso ou benefício e não pela propriedade do produto, cada vez mais encontraremos exemplos de identidades flexíveis, ou <em>Open Source</em>.</p>
<p>Veja também esse artigo onde Simon Manchipp, sócio da London-based studio, questiona o futuro dos símbolos <a href="http://www.logodesignlove.com/logos-are-dead">http://www.logodesignlove.com/logos-are-dead</a></p>
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		<title>BrandSense</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 22:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sergio Brandt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Referências]]></category>
		<category><![CDATA[Referências branding]]></category>
		<category><![CDATA[Bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[
Lindstrom, Matin. Brandsense : a marca multissensorial / Matin Lindstrom; Tradução de Beatriz Affonso Neves Porto Alegre : Bookman , 2007.
Para criar e manter uma marca forte, é preciso acionar os cinco sentidos. É isso que defende neste livro Martin Lindstrom, conceituado guru de branding que já trabalhou com gigantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-672 alignleft" style="border: 0pt none;margin-left: 10px;margin-right: 10px" src="http://www.caxolas.com.br/wp-content/uploads/2010/02/Submarino_1941185.jpg" alt="" width="164" height="244" /></p>
<p>Lindstrom, Matin. <span>Brandsense</span> : a marca multissensorial / Matin Lindstrom; Tradução de Beatriz Affonso Neves Porto Alegre : Bookman , 2007.</p>
<p>Para criar e manter uma marca forte, é preciso acionar os cinco sentidos. É isso que defende neste livro Martin Lindstrom, conceituado guru de branding que já trabalhou com gigantes como a Pepsi e a Disney. Brand sense &#8211; a marca multissensorial mostra que visão e audição apenas não bastam para impressionar o consumidor. O toque, o odor e o sabor são cruciais na construção de uma marca verdadeiramente relevante. (release do livro)</p>
<p>Além deacrescentar uma visão diferente de marca, o autor estimula a desmembrar a marca tornando-na reconhacivel mesmo fragmentada ou fora de contexto. Busca uma visão ampla que envolve emoção e até mesmo religião.</p>
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